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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Provérbio da semana (14:8)

A sabedoria do argucioso é entender seu caminho, mas a tolice dos estúpidos é a fraude.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Criança morde cão pitbull


Uma criança alcançou a ribalta no Brasil, depois de morder um cão, da raça pitbull, que o atacava enquanto brincava no quintal no tio. Gabriel Almeida, de 11 anos, residente na periferia de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, partiu um dente canino quando mordia o pescoço do cão, na tentativa de se defender da investida.O acidente levou-o a percorrer os estúdios de televisão brasileiros, repetindo a sua história aos meios de comunicação.«Agarrei-o pelo pescoço e mordi-o», contou a criança ao jornal O Globo. «Não é nada demais. É preferível perder um dente a perder a vida». Gabriel foi libertado por pessoas que se encontravam no local, apercebendo-se depois de que necessitaria de quatro pontos no braço.


in sol.pt / EstranhomasVerdade.com


Valente!

Essa camada colorida — tinta


DÁ COR aos quartos de nossas casas, escolas, escritórios e fábricas. Os carros e os brinquedos se tornam atraentes pelo seu uso. Protege prédios, maquinaria de fazendas e instrumentos do vento, da chuva, e do calor do sol. Na verdade, essa camada colorida, a tinta, goza de maior popularidade agora do que em qualquer outro tempo da história.

Milhares de Anos de Uso


O uso de tinta não é de origem recente. Povos antigos, em especial os egípcios, compreendiam que certos pigmentos encontrados no solo podiam ser misturados com um líquido e aplicados a seus prédios. Por exemplo, obtinham-se coloridos vermelhos e amarelos por se misturarem ocras (argilas de cores naturais) com água.
Também, importavam-se de outros países, para suplementar aos do solo egípcio, os pigmentos. De raízes da ruiva-dos-tintureiros, importadas da Índia, preparavam-se várias tonalidades de vermelho, violeta e marrom. E do índigo se produzia forte cor azul.
Outras civilizações prontamente copiaram as técnicas de pintura criadas pelos egípcios. Os artistas romanos utilizaram as mesmas cores e, com poucas exceções, os mesmos métodos de produzi-las. Entretanto, depois da queda do Império Romano Ocidental em 476 E. C., a arte de fabricar tintas virtualmente desapareceu.
Foi perto do fim da Idade Média que começou a reemergir na Inglaterra o uso de tinta para fins decorativos e protetores. De início, as tintas eram usadas principalmente em igrejas. Daí, foram usadas em edifícios públicos e em casas dos ricos. Visto que a tinta era custosa de ser produzida, era sinal de distinção social ter pintada a sua moradia.
Não foi senão por volta dos 1700 que a tinta se tornou comercial por parte de algumas pessoas que iniciaram tais negócios nos Estados Unidos e na Europa. Estes primeiros fabricantes produziam apenas os materiais para a tinta; precisava-se do pintor para fazer a sua própria mistura e a fórmula. Não foi senão em 1867 que tintas preparadas foram lançadas no mercado. O aperfeiçoamento, em fins dos 1800, de novas máquinas para triturar e misturar habilitaram os fabricantes de tinta produzirem grandes volumes de tinta, e, dentro em pouco, a fabricação de tintas entrou numa era de rápido aperfeiçoamento.


Os Ingredientes


Calcula-se agora que a maioria dos fabricantes de tinta tem um estoque de quase 1.000 itens diferentes. Talvez tantos quantos 500 deles sejam de uso diário. Grandes progressos têm sido feitos no aperfeiçoamento de novas tintas. Deveras, não faz muito tempo, uma revista popular comentava: "Oitenta e cinco por cento das tintas à venda hoje não existiam sequer há cinco anos atrás." Todavia, as matérias-primas da tinta podem ser classificadas em quatro grupos principais: (1) Pigmentos, (2) veículos, (3) solventes ou "thinners" e (4) aditivos.
Os pigmentos são as substâncias que dão cor e opacidade às camadas de tinta. Os antigos usavam freqüentemente matéria vegetal e animal para colorir suas tintas, mas esta é de pouca monta na fabricação hodierna de tintas. Ainda usados, contudo, são os pigmentos de terra, chamados pigmentos naturais ou minerais. São obtidos de certas terras mineradas, finamente moídas e refinadas. Mas, os pigmentos de uso mais comum hoje em dia são químicos.
O veículo é a parte da tinta que leva o pigmento. Talvez consista em óleos ou vernizes. Óleos secantes que são usados nos veículos da tinta têm a propriedade de converter-se do estado líquido em estado sólido quando expostos ao oxigênio do ar. O veículo da tinta assim seca-se e endurece quando em contato com o ar. A dura película resultante mantém o pigmento na superfície pintada.
Talvez, os mais comuns solventes para a tinta sejam quer a água quer a aguarrás. São adicionados para afinar a tinta até a viscosidade ou grossura corretas para fácil espalhamento sobre a superfície. Embora os solventes também possam ser considerados parte do veículo, funcionam um tanto diferente na tinta. Começam a evaporar depois da aplicação da tinta sobre dada superfície, deixando a matéria formadora da película exposta, para secagem permanente.
Os aditivos da tinta não raro incluem compostos de chumbo, manganês ou cobalto. Estes aceleram a secagem da tinta.


Como É Feita a Tinta


A tinta é, basicamente, uma dispersão de pigmentos coloridos num veículo ou meio líquido. O fabricante de tinta prepara uma pasta um tanto pesada por misturar pigmentos secos e uma porção do veículo. Pode-se comparar este processo ao que uma dona de casa faz quando mistura ingredientes com sua batedeira elétrica, talvez ao preparar a massa de bolos. Na fabricação de tinta, o ciclo de mistura continua até se formar uma pasta fluida, mas um tanto encaroçada.
O seguinte passo exige o que é conhecido como moagem. Um moinho de cilindros de aço que giram uns sobre os outros é freqüentemente usado para isto. O propósito da moagem é separar as partículas de pigmento de modo que cada partícula seja recoberta pelo veículo resinoso. Outro tipo de moinho consiste num tambor revolvente parcialmente cheio de bolas de aço. Por revolver constantemente durante muitas horas, as bolas de aço conseguem dispersar os pigmentos através do veículo.
Depois da moagem, o equilíbrio do veículo, bem como os solventes, são adicionados. Também, secantes são amiúde adicionados nesta ocasião. Mas, quando se usa o moinho fechado de bolas de aço, todos os ingredientes são geralmente incluídos desde o início. Por certo, com o aperfeiçoamento das tintas à base de água, novos tipos de equipamento são usados para dispersar os pigmentos e os líquidos. A coloração da partida de tinta vem a seguir, adicionando a quantidade devida de cor para dar à partida a exata tonalidade desejada. Por fim, a tinta é levada a máquinas automáticas que enchem, cobrem e numeram as latas.


As Cores a Usar


Visto que todos apreciamos ambientes agradáveis, será de interesse considerar como poderá aumentar a agradabilidade de seu lar por empregar essa camada colorida — a tinta. Os decoradores de casas usualmente preferem cores que complementem outros artigos numa dependência, tais como as da mobília, dos tapetes ou das cortinas.
Cores claras num quarto pequeno criarão a impressão de maior tamanho, ponto a lembrar quando se decoram apartamentos. Contínuo uso de tonalidades neutras em diversos quartos dão ar de espaçosidade, convidando a pessoa a acentuar tais tons com tapetes, almofadas ou quadros coloridos. Tenha presente, porém, que um número excessivo de cores em qualquer dependência dará uma impressão de algo desordenado.
Eis aqui algumas deixas adicionais de auxílio: Os tons amarelo, pêssego e rosa são cores quentes. Criam um encanto confortável e suave em dependências que dão para o norte e leste. Os verdes e os azuis em suas tonalidades pastel constituem páginas da maravilhosa criação em nossa volta. Pode-se sentir a atmosfera fresca e descontraidora provocada por tais cores em dependências que dão para o sul e oeste. Cores ricas, brilhantes, tais como os vermelhos e os laranjas, são cores estimulantes. Mas, uma palavra de cautela. A pessoa se cansa facilmente delas. Têm efeito estimulante, não raro refletindo a personalidade juvenil ou de quem gosta de mudanças. Portanto, com freqüência podem ser adequadas para os quartos das crianças.
Ao escolher cores, lembre-se de que quando se espalha uma tinta em uma grande área, ela parecerá mais escura do que em uma pequena amostra da mesma cor. Portanto, escolha uma tonalidade mais clara e, provavelmente, será a cor que deseja quando aplicada na parede. Também, visto que as cores mudam sob a luz artificial, é sábio observar as amostras de cores tanto à luz do dia como à luz noturna.


Escolher a Camada Adequada


Fabrica-se a tinta em vários acabamentos, indo das de alto brilho até as de acabamento uniforme. Em geral, uma de pouco brilho ou de acabamento uniforme dará a aparência mais agradável a uma superfície grande. As tintas de acabamento uniforme têm maior proporção de pigmento aglutinante, por isso dispõem dum acabamento mais fosco que espalha a luz em todas as direções. Assim, aparecem poucas irregularidades da superfície quando se usa uma tinta de acabamento uniforme. Não obstante, o acabamento uniforme tem a desvantagem de ficar mais sujeito a sujar, e há mais dificuldade em limpá-lo.
Assim, se for necessária a limpeza freqüente, como na cozinha, no banheiro, no corredor, ou em armários e em remates de madeira, seria prático aplicar uma tinta acetinada ou brilhante. A acetinada pareceria uma concessão que facilitará a limpeza e não refletirá demasiadas imperfeições da superfície.
Em salas de estar e quartos, uma aparência agradável às vezes predomina sobre a utilidade. Por isso, o decorador de casas talvez escolha um acabamento fosco. Nos armários, porém, onde talvez haja uma tendência de marcar as paredes, uma tinta acetinada contribuirá para limpeza mais fácil e aparência mais brilhante. Mas, visto que uma tinta fosca tem mais poder de cobrir outra e assim não exige senão uma camada, isto é algo a se considerar se o tempo e o custo forem fatores.
É importante, também, o exercício de cuidado em se preparar a superfície a ser pintada. As paredes e os remates de madeira devem ser limpos antes de serem pintados. E, se o antigo acabamento for de tinta acetinada ou de esmaltada brilhante, arranje "base" para a nova aplicação por lixar a superfície a pintar.
Decorar casas com tinta tem sido comum já por milênios. Quando se usam os devidos materiais e selecionam-se as tonalidades adequadas, a tinta é deveras uma camada colorida que pode dar proteção, beleza e agradabilidade a seu ambiente.


*** g70 8/8 pp. 16-18 ***

Provérbio da semana (14:7)

Vai-te embora de diante do homem estúpido, pois certamente não notarás lábios de conhecimento.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Derrubou espectador e viu cartão amarelo

O «derby» de Moscovo entre o Lokomotiv e o Spartak deste sábado estava animado, faltava pouco mais de um quarto de hora para o final. O Spartak tinha acabado de reduzir a desvantagem para 2-1 e lançava-se para a recuperação quando entrou no relvado um adepto, que tentou atravessar todo o campo a correr. Irritado, Radoslav Kovac não se lembrou de mais nada, se não rasteirar o intruso. O que o checo do Spartak não esperava era que o árbitro lhe mostrasse cartão.Foi uma entrada dura, que deixou o jovem adepto estatelado no chão. O árbitro sacou do cartão e Kovac nem queria acreditar. O espectador, esse, ficou por um bocado encostado aos placards, a recuperar do susto e da pancada, antes de ser levado pela polícia.O Spartak Moscovo acabou por empatar o «derby», que contava para o campeonato russo, em cima do apito final.

http://www.youtube.com/watch?v=ZdjpvDWnOLw

in maisfutebol / EstranhomasVerdade.com

Mas que parvoíce! Devia era ter sido expulso! ( tou a gozar... )

O saber não ocupa lugar - 183


O dia 30 de fevereiro existiu por três vezes, em países diferentes, ao longo da história.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Monge heavy metal lança segundo álbum

Um monge capuchinho italiano apaixonado por música heavy metal acaba de lançar o segundo álbum com a sua banda. Brother Cesare descobriu a música pesada num concerto dos Metallica e acabou por formar os Brother Metal.Com o seu hábito castanho escuro, careca, e com longas barbas brancas, Cesare Bonizzi parece um convencional monge capuchinho, mas não há muito mais de convencional no italiano de 62 anos. Cesare é o vocalista de uma banda de heavy metal que acaba de lançar o segundo álbum. Foi há 15 anos que o monge, que já foi missionário na Costa do Marfim, descobriu esse tipo de música, num concerto dos Metallica a que assistiu. «Fiquei espantado com a energia que o concerto teve», contou à BBC. O hard rock e o heavy metal têm sido muitas vezes criticados pela Igreja, como sendo 'coisa do demo'. Mas Cesare, o 'irmão metal' (brother metal) acha isso um disparate. Começou por tocar música mais leve, mas percebeu que era o heavy metal que o atraia. Decidiu então formar uma banda. Os seus colegas da banda não estavam muito entusiasmados, mas rapidamente foram 'convertidos' por Cesare. Os Brother Metal até já tocaram junto de grandes bandas. No festival italiano Gods of Metal, tocaram no mesmo palco dos Iron Maiden, Judas Priest e Slayer. Cesare admite que as suas letras chegam a abordar a fé e a religião, mas diz que não está a tentar converter ninguém à Igreja, quanto muito, que se convertam à música.

http://www.youtube.com/watch?v=S_PM6a0AG0E

EC com BBC / EstranhomasVerdade.com

Ohhhhh, yeahhhhhhhhh!!!!!!!

O saber não ocupa lugar - 183


O rio Roe, no estado de Montana, Estados Unidos, é o menor rio do mundo, com apenas 61m de comprimento.


Não será um riacho?!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Cuecas da Rainha Vitória vão a leilão em Inglaterra


Um par de cuecas que terá pertencido à Rainha Vitória vai a leilão no final de Julho, na cidade britânica de Derby. A peça de roupa, com o emblema real, data dos anos 90 do séc. XIX.A Rainha Vitória tinha uma figura bastante avantajada na velhice, pelo menos é o que demonstra um antigo par de cuecas da monarca, que vai a leilão a 30 de Julho. 127 centímetros, é quanto mede a cintura da peça de roupa interior. Espera-se que as cuecas, que estavam na posse da família de uma antiga dama-de-companhia da Rainha, consigam ultrapassar os 630 euros. «Têm o monograma VR, (Victoria Regina), pelo que sabemos que eram dela. Tendo em conta a proveniência e o pedigree, são uma peça muito excitante», afirmou à BBC Charles Hanson, da leiloeira. Segundo ele, as cuecas são uma peça histórica muito interessante, porque indicam que a Rainha «era uma senhora pequena mas bastante avantajada».A Rainha Vitória viveu entre 1819 e 1901, foi a monarca com o maior reinado de Inglaterra.


SOL / EstranhomasVerdade.com


Uma peça muito excitante! Ahahah!

O saber não ocupa lugar - 182


O Superman foi criado originalmente como um vilão com poderes telepáticos.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Árbitro bêbado e a sua odisseia

Os adeptos, garante a imprensa da Bielorrússia, adoraram. Sergei Shmolik, o melhor árbitro do país na última época, passou a segunda parte de um jogo do escalão principal no círculo central, quase sem se mexer e recusando ir ao bolso para mostrar cartões.Estaria cansado? Os gestos denunciavam um cenário pouco usual. O encontro caminhou para o final, terminou num empate, mas a história do dia mais caricato da vida de Shmolik ainda estava a meio. Era hora de regressar aos balneários. O cérebro tentava comandar o corpo, em vão. Com uma mão nas costas, o reputado árbitro foi auxiliado e começou a caminhar lentamente, para a frente, mas também para os lados e para trás. Dores de costas, pensou-se. Ou nem tanto. Shmolik demorou mais de dois minutos a ir do círculo central até à linha lateral. Os adeptos, satisfeitos com o espectáculo, bateram palmas à personagem e o juíz respondeu com acenos. Abandonou o relvado e seguiu para o hospital. Afinal, as costas estavam bem, mas os testes denunciaram tanto álcool no sangue que o mais estranho, no meio disto tudo, foi Shmolik ter aguentado até ao final do jogo sem cair para o lado. Como seria difícil encharcar-se tanto durante o intervalo, acredita-se que o homem terá sido drogado por terceiros, terá bebido algo sem saber. A Federação de Futebol da Bielorrússia, contudo, não achou tanta piada à brincadeira e suspendeu o árbitro preventivamente. Segue-se um inquérito para atribuir responsabilidade. Para a história, fica o vídeo. Com um sorriso pelo meio.

http://www.youtube.com/watch?v=i3BSmJyBE0A

in EstranhomasVerdade.com

O saber não ocupa lugar - 181


O atleta ucraniano Sergei Bubka quebrou dezessete vezes o recorde mundial de sua prova, o salto com vara.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Adolescente encontra morcego a dormir no seu soutien


Uma jovem britânica de 19 anos encontrou um morcego a dormir no seu soutien. Quando sentiu um movimento estranho entre o peito pensou que fosse o telemóvel a vibrar, só ao fim de cinco horas é que teve a coragem para olhar e perceber do que se tratava.O recepcionista do hotel onde ela trabalha disse à BBC que a rapariga estava muito chocada mas que se sentiu mal por ter de remover o morcego bebé. «Parecia aconchegado e confortável e eu senti-me mal por perturbá-lo», disse ela. «Pus a mão no soutien e tirei um morcego pequenino. Fiquei bastante chocada na altura, mas ele escondeu-se debaixo da secretária. Eu fiquei a tremer da cabeça aos pés». «Talvez devesse tê-lo deixado lá, dando-lhe uma boa casa» , comentou a rapariga à BBC. «Quando pus o soutien de manhã não reparei em nada de estranho. Depois, quando estava a ir para o trabalho, senti uma ligeira vibração, mas achei que fosse o telemóvel no bolso do casaco», relembra.


in EstranhomasVerdade.com


Hum... o telemóvel a vibrar... hum...

O saber não ocupa lugar - 180


A primeira sessão de cinema paga aconteceu em 28 de dezembro de 1895, no subsolo do Grand Café, em Paris.

O que é a relatividade


SE ESTIVESSE num foguete, viajando através do espaço distante, como poderia saber sua velocidade e direção?
Na terra, não haveria problema. Se um carro viaja noventa quilômetros de um lugar a outro em uma hora, viajou à velocidade de noventa quilômetros por hora. Poderíamos até medir esta distância se tivéssemos de prová-lo. Assim, há algo definido para nos guiar, o solo pelo qual viajamos. Também, a rotação das rodas do carro move um velocímetro que indica a velocidade a qualquer dado momento.
Os aviões, em adição a poderem observar a terra sobre a qual passam, podem usar indicadores de velocidade para aferir sua velocidade. Baseiam-se na pressão do ar e medem o índice de viagem pelo ar a qualquer tempo determinado. E os astronautas que viajam para a lua podem medir sua velocidade relativa à terra, sabendo a distância até a lua e quanto tempo precisam para chegar até lá. Assim, enquanto houver algum corpo familiar em vista, pode-se medir a direção e a taxa de velocidade.


No Espaço Sideral


Mas, além da vista da terra, da lua, dos planetas e do sol, então, o que fazer? Até mesmo um indicador de velocidade aérea não teria valor, porque não há ar no espaço sideral!
Assim, digamos que enquanto estivesse em seu foguete no espaço, visse um meteorito passar pela sua janela. Significaria isso que viajava mais depressa do que o leitor? Talvez concluísse precipitadamente que sim. Mas, espere! Talvez aconteça que, ao invés disso, esteja parado e ele estivesse passando? Ou era o meteorito que estava parado e o leitor realmente recuava? Ou estavam ambos recuando, mas sua taxa de recuo era mais rápida que a do meteorito? Com efeito, como realmente saberia o que é recuar ou avançar no espaço sideral?
Pode ver as complicações de tentar determinar o movimento no espaço. Tem de haver algum corpo familiar com o qual o objeto que viaja possa ser relacionado. Por isso, todo movimento no espaço é relativo, isso é, é mais rápido, mais devagar, vai para a frente ou recua em comparação com outra coisa. Esta a base da teoria da relatividade.


Teoria da Relatividade Especial


Albert Einstein, em 1905, foi o primeiro a formular esta teoria, dum modo que pudesse ser estudada pelos cálculos e experiências matemáticas. Sua teoria incluía as idéias principais de que (1) todo movimento é relativo, o que significa que a velocidade e a direção de qualquer objeto podem ser medidos apenas em relação a outro objeto; e (2) que a velocidade da luz no vácuo é um valor absoluto, isto é, ela viaja a cerca de 300.000 quilômetros por segundo e independe do movimento da fonte luminosa.
Ilustremos estes dois pontos. Se estivesse viajando num trem a 80 quilômetros por hora e lançasse uma bola para a frente pelo corredor à velocidade de 30 quilômetros por hora, quão rápido estaria correndo a bola? Em relação ao leitor, e aos passageiros ao longo do corredor, a bola estaria correndo a 30 quilômetros por hora.
Mas, digamos que haja uma pessoa que esteja em pé ao longo dos trilhos ferroviários, fora do trem, e possa observar, através das janelas do trem, a bola ser arremessada. Quão rápido estaria correndo a bola em relação a tal pessoa? Estaria correndo a 110 quilômetros por hora, visto que também incluiria a velocidade de percurso do trem. Assim, a velocidade da bola é relativa, dependendo de quem a observa.
Entretanto, com a luz é muito diferente. Se pudesse acelerar seu trem a 160.000 quilômetros por segundo e então lançasse um raio de luz para a frente pelo corredor, quão rápido acha que essa luz viajaria? Bem, para o leitor, no trem, diria 300.000 quilômetros por segundo, visto que é essa a velocidade da luz Mas quão rápido passaria pelo observador junto aos trilhos? Como no caso da bola que arremessou, talvez pense que neste caso, também, para o observador do lado de fora, teria de adicionar a velocidade do trem (160.000 quilômetros por segundo, neste caso) à velocidade da luz (300.000 quilômetros por segundo), resultando numa velocidade total de 460.000 quilômetros por segundo.
Mas, isto não se aplica à luz! Trata-se dum fenômeno surpreendente; não importa quão rápido viaje seu trem, não poderia acelerar de jeito nenhum esse raio de luz! Viajaria pelo observador, ao longo dos trilhos, a 300.000 quilômetros por segundo, visto que não é influenciado pela velocidade de sua fonte. Essa velocidade da luz representa a velocidade última de qualquer coisa que os cientistas tenham observado no universo, embora possa haver velocidades maiores desconhecidas por eles.
Estas duas idéias, de que todo movimento é relativo, e de que a velocidade da luz é independente da velocidade de sua fonte, são básicas ao que é conhecido como Teoria da Relatividade Especial.
Naturalmente, a Teoria da Relatividade Especial é muito mais complexa do que esta consideração pode indicar, visto que define a relação entre a luz, a energia e a matéria. Tornou possível os cálculos que resultaram na famosa equação E=mc2, que foi a base da bomba atômica. A explosão da bomba deixou pouca dúvida quanto à validez geral da teoria da relatividade especial de Einstein.


Teoria da Relatividade Geral


Mas, o que acontece quando há mudanças na velocidade e na direção? Como é o movimento dos corpos celestiais influenciado pelos campos de gravidade de outros corpos? Como é influenciada a luz quando passa por uma estrela ou planeta que tenha forte campo gravitacional?
Em 1916, Einstein formulou sua Teoria da Relatividade Geral. Nela, incluiu as possibilidades de mudanças na velocidade e na direção, especialmente em se devendo às sutis influências da gravidade.
Expressando esta teoria em linguagem matemática revela sua fantástica complexidade. O livro New Frontiers of Physics (Novas Fronteiras da Física) afirma que seria necessário "um conjunto de dez equações diferenciais simultâneas, cada uma de estrutura tão temível e maravilhosa que uma notação muitíssimo compacta e desconhecida é necessária para torná-la adequada." Assim, se acha que a relatividade é assunto difícil, não se surpreenda! Os cientistas também acham!
Segundo sua teoria, Einstein conseguiu predizer algumas outras coisas interessantes. Uma foi o efeito que a gravidade exerceria sobre os processos naturais do tempo.


A Gravidade Freia os Processos


Quando falamos dos processos naturais do tempo, queremos dizer em especial os "relógios" atômicos, os átomos rítmicos, vibrantes que emitem a radiação em medida constante e comensurável. Tais "relógios" atômicos são muito mais exatos que nossos relógios mecânicos.
A Teoria da Relatividade Geral predizia que todos os processos naturais do tempo, tais como as radiações rítmicas dos átomos seriam mais vagarosos quando num corpo maior e "mais pesado". Por exemplo, um átomo irradiaria mais vagarosamente no sol do que na terra, visto que o sol era dotado de maior massa, ou "peso".
Ao passo que é difícil obter-se prova de tal predição, as medidas das mudanças na taxa da radiação atômica de corpos densos forneceram algum indício de que a conclusão de Einstein era geralmente correta. Tais processos num planeta ou estrela dotado de maior massa, ou "peso" parecem ser mais vagarosos do que na terra, devido à força maior de gravidade sobre os outros corpos.
Outra conclusão interessante tirada desta teoria foi que a gravidade podia atrair, ou curvar, um raio de luz.


Curvando um Raio de Luz


Einstein calculou que um raio de luz poderia ser defletido, ou curvado, por um forte campo gravitacional, de forma similar à que uma partícula de matéria é atraída pela gravidade.
A fim de se obter prova experimental disto, era necessário grande empreendimento. Duas expedições astronômicas britânicas fotografaram a posição duma estrela pré-escolhida, cada uma de diferente ponto da terra. Daí, destas mesmas duas posições, foram tiradas outras fotografias da mesma estrela à medida que o sol se interpôs entre a estrela e a terra. Se a luz da estrela se tivesse defletido ao passar pelo sol, isso deveria ser indicado por uma mudança de posição nas diferentes fotografias.
Matematicamente, Einstein computou a deflexão como sendo de cerca de 1,75 segundos do arco, segundo sua teoria. Os dois grupos mediram as alterações nas fotografias. Em um caso era de 1,98 segundos do arco. As medidas do outro grupo chegaram a 1,6 segundos. Isto se achava notavelmente perto da previsão, suficiente perto para comprovar sua suposição básica.
Visto que a gravidade podia influir num raio luminoso, isto apresentava interessante possibilidade. Em Relativity for the Layman (Relatividade Para o Leigo), o autor J. Coleman declarou: "É interessante especular quão maciça uma estrela teria de ser para que sua atração gravitacional fosse tão forte a ponto de impedir que qualquer luz da estrela a deixasse. Pode-se mostrar que, para uma estrela do mesmo raio que o sol, isto ocorreria se sua massa fosse aproximadamente 400.000 vezes superior à massa do sol. Se tais estrelas existissem, jamais poderíamos vê-las, não importa quão próximas estivessem ou quão brilhantemente reluzissem!"
Outras interessantes possibilidades resultaram da Teoria da Relatividade Geral. Lançou luz sobre diferentes fenômenos que influem no mundo em que vivemos. Mas, ao passo que os cientistas continuam a usar as fórmulas matemáticas da teoria, não deixa de ter seus críticos. Tal crítica surgiu principalmente em resultado de que as fórmulas foram criadas para ajustar-se aos fatos encontrados, ao invés de as fórmulas se derivarem de princípios básicos. Resta ver-se que refinamentos ulteriores serão feitos para se expressar as leis do universo.
Todavia, à medida que as teorias são testadas, provadas, alteradas ou rejeitadas, um fato básico continua a vir à tona. É a grandiosa harmonia do universo. O próprio comentário de Einstein foi: "A física moderna é mais simples do que a antiga física. . . . Quanto mais simples for nosso quadro do mundo extremo e quanto mais fatos abranger, tanto mais fortemente reflete em nossas mentes a harmonia do universo."
Deveras, nos anos posteriores de sua vida, Einstein formulou a Teoria do Campo Unificado. Esta teoria foi expressa por um conjunto único de leis físicas que incluiriam o que ocorre dentro do átomo, bem como o que ocorre no espaço sideral. Mostra que as forças básicas do universo não são independentes umas das outras, mas são realmente inseparáveis. O universo e todas as suas partes são vistas como uma só unidade. A respeito desta Teoria do Campo Unificado, Lincoln Barnett declarou em The Universe and Dr. Einstein: "Tão profunda simplicidade suplanta a complexidade superficial da natureza. . . . Assim, todas as percepções do homem quanto ao mundo e todas as suas intuições abstratas da realidade se fundem por fim em uma só, e fica exposta a profunda unidade fundamental do universo."


*** g70 22/7 pp. 20-23 ***

Provérbio da semana (14:6)

O zombador procurou achar sabedoria, e não há nenhuma; mas, para o entendido o conhecimento é coisa fácil.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Mulheres de seita polígama lançam linha de roupa na Internet


As mulheres de uma seita (...) do Texas, que ficaram conhecidas em Abril pela retirada dos seus 468 filhos, lançaram na Internet uma linha de roupa feita à mão que está a seduzir as norte-americanas.Vestidos austeros, camisas modestas, bibes amplos e ceroulas são algumas peças de vestuário, em algodão, confeccionadas pelas mulheres da Igreja Fundamentalista dos Santos dos Últimos Dias, (...). A pedido das autoridades texanas, as mulheres começaram por produzir roupa para vestir as crianças retiradas do rancho da seita e transferidas para centros de acolhimento. Os serviços sociais haviam tentado, em vão, mudar os seus hábitos. Em Maio, o Tribunal Supremo do Texas considerou infundada a retirada das crianças mas as mães tomaram o gosto pela costura «em massa» através da Internet. O vestuário destas mulheres, entrevistadas pela televisão norte-americana na Primavera, lembra as robustas pioneiras do século XIX, já que os seus vestidos são compridos, de cores apagadas e colarinho «chegado» ao pescoço. Ainda assim, a indumentária tem sido procurada por várias norte-americanas no portal fldsdress.com.

Lusa / SOL / EstranhomasVerdade.com

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Japoneses inventam "cerveja" para crianças


Uma empresa japonesa lançou uma linha de bebidas "alcoólicas" para crianças. A Sangaria vende cervejas, vinhos, champanhes e coquetéis feitos especialmente para o público infantil, segundo o blog Kilian-Nakamura. As bebidas têm feito tanto sucesso que estão sendo oferecidas em garrafas, latas e até embalagens com seis unidades. Os consumidores também podem adquirir o produto em restaurantes. A cerveja, por exemplo, é feita a base de soda e suco de maçã. Diferente do Ocidente, onde uma linha de produtos como esta provavelmente despertaria críticas, no Japão as bebidas infantis são bem aceitas. A Sangaria veicula inclusive um comercial na TV em que crianças reunidas bebem cerveja.

Fonte: Redação Terra / EstranhomasVerdade.com


Ora essa! Não inventaram nada! Nós já cá temos o Chamonix!!! ( não tenho a certeza que se escreva assim, mas é aquele champanhe de cidra... )

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Cola — noz apreciada da África Ocidental


SE VISSE um dignitário visitante presentear a um poderoso chefe africano com algumas nozes, talvez se inclinasse a comparar isso a um embaixador oferecer a uma rainha ou a um presidente um saco de balas. Mas, sua comparação estaria longe de ser exata. Pois não se trata de nozes comuns. São as apreciadas colas ou nozes-de-cola — a semente de uma árvore conhecida pelos botânicos como Cola acuminata.
Em realidade, as nozes-de-cola não têm aparência extraordinária. Têm usualmente três e meio a cinco centímetros em sua parte mais ampla e têm a forma de castanhas-da-índia. Sua cor é vermelho-arroxeada, rosa ou branca. E ao invés de ser um petisco saboroso, como se poderia esperar, têm um sabor extremamente amargo, que nem quinino. Mas, sua fama é grande em seu habitat na região da África Ocidental.
Uma análise da noz-de-cola revela que tem quase que todos os componentes do café, do chá e do cacau, além de outros não possuídos por eles. Seu conteúdo de cafeína pode ser tão alto quanto 3,5 por cento. Isto a torna popular entre os trabalhadores noturnos, visto que os ajuda a manter-se despertos. A cola contém teobromina e um estimulante cardíaco glucósido. Assim, é possível detectar o apressamento das batidas do coração depois de mascar uma. Uma noz-de-cola, segundo se diz, habilitará as dançarinas da Sociedade Bundu feminina de Serra Leoa a manter o passo rápido a noite toda.
Mas, além de ser estimulante, as nozes-de-cola têm valor nutritivo. Os homens que trabalham longas horas mantêm-se com nozes-de-cola. Com efeito, muitos africanos comem centenas delas por ano. É interessante que a noz-de-cola tem sido chamada de "uma xícara de café, uma barra de goma de mascar, um tablete de chocolate, um estimulante, uma cápsula de aspirina e uma cápsula de vitamina — tudo isso misturado numa só coisa".
As propriedades medicinais da cola há muito têm sido apreciadas. As pessoas doentes, incapazes de reter o alimento são incentivadas a remoer uma noz. São usadas às vezes junto com a antipirina para tratar a enxaqueca, e há vários outros preparados medicinais que usam nozes-de-cola.
Outro uso da cola é como cosmético. As nozes podem ser também usadas para se fazer um corante marrom para roupa. Mas, naturalmente, talvez o uso mais familiar dela seja em se fabricar muitos tipos de refrigerantes de "cola". Em vista de suas muitas notáveis propriedades, é compreensível por que as nozes-de-cola possam ser compradas nas ruas e em quase todo mercado de Gâmbia ao Congo, bem como em países no interior do norte e do ocidente da África.


Símbolo Social


Muito embora as nozes-de-cola possam ser compradas bem barato, seu uso qual símbolo de amizade as torna um presente apreciado. Assim, figuram com proeminência em cerimônias como um marco de estima para os chefes. Os votos também são feitos sobre uma noz-de-cola.
Entre os povos da África Ocidental, os noivados, os casamentos e os nascimentos raramente deixam de contar com presentes de cola. É costumeiro entre os crioulos de Freetown, Serra Leoa, que um homem envie uma dádiva simbólica à sua futura noiva. A aliança de noivado e uma Bíblia são colocadas numa cabaça branca, fruto parecido a enorme tomate verde, mas que é escavado e endurece para formar um receptáculo útil. Numa segunda cabaça são colocadas algumas coisas que a mulher necessitará depois do casamento — agulha e linha, tesoura, um pedaço de pano e quer sete quer vinte e uma nozes-de-cola.
O país africano de Máli importa grandes quantidades de nozes-de-cola, e ali, também, os noivados envolvem a cola. Uma proposta de casamento da família do rapaz é acompanhada duma dádiva de nozes-de-cola. O número será algum múltiplo de cem, mais um extra para o patriarca responsável de dar o consentimento final. Se a noz-de-cola extra não for enviada, as outras colas serão devolvidas e o casamento será cancelado. A aceitação das nozes-de-cola sela legalmente o acordo matrimonial.
Também em relações que não têm a aprovação paternal se emprega a noz-de-cola. Entre os mossi de Alto Volta, reuniões clandestinas são arranjadas durante as visitas da moça ao mercado. Por fim, o rapaz talvez envie um amigo, que informa a moça de suas intenções. Se houver resposta favorável, ela receberá um presente de quatro colas junto com algum dinheiro. Assim, o arranjo é selado sobre as nozes-de-cola.


Emprega a Linguagem


Tão destacado é o uso da noz-de-cola na África ocidental que é empregada em muitas expressões coloquiais para indicar algo de valor ou um presente. Por exemplo, há o provérbio: "Com boa saudação de cola, obtém-se uma boa acomodação." Este provérbio da língua mende de Serra Leoa não precisa de explicação. Também há o provérbio krio: "As boas palavras resultam em cola." Isto quer dizer que suas palavras bondosas resultarão num presente.
Outra forma de se usar a cola na linguagem coloquial é em relação a uma peita ou dinheiro de tributos. Tem sido costumeiro em alguns países que os que desejam trabalhar disponham de algum dinheiro para dar ao agente empregador como sua "cola". Os capatazes extorquem a "cola" dos homens que trabalham sob eles. Também, homens em posição de conceder grandes contratos receberão "cola", isto é, suborno.


Envolvida em Práticas Supersticiosas


Em Serra Leoa, é costume bem estabelecido cozinhar para os mortos no sétimo e no quadragésimo dia. Quando a comida fica pronta, colocam-se pratos para os mortos, e a viúva toma uma noz-de-cola vermelha e uma branca, cada uma tendo dois segmentos. As nozes são partidas ao meio. Agora, segurando os quatro pedaços na mão, a viúva fala com seu ente querido que partiu, pensando que pode comunicar-se com ele. Daí, a cola é lançada ao solo. Se duas, três ou todas as quatro extremidades internas parecem estar voltadas para cima, crê-se que o falecido respondeu e aceitou a dádiva de alimento. Os pedaços da noz-de-cola que ficam voltados para cima são compartilhados pelos convivas; os outros são enterrados do lado de fora da casa.
Ao passo que tal costume está em grande uso, muitas pessoas simplesmente fazem isso como formalidade ou para apaziguar outros parentes. Outra prática supersticiosa que envolve o uso de cola é a de o genitor levar o filho delinqüente ao túmulo de um parente de destaque e relatar as más ações do filho. Deixa-se então um presente de nozes-de-cola na esperança de que o parente influencie o filho a moldar seus maus hábitos. Também, fazem-se pedidos aos mortos para se ficar rico e nozes-de-cola são amiúde deixadas no túmulo como esmolas.


Importante Exportação — Presente e Passada


Cultivar a cola pode ser um sólido investimento. As árvores crescem em abundância nas regiões costeiras da África Ocidental. Também têm sido cultivadas nas Índias Ocidentais e nas áreas tropicais da América do Sul e da Ásia. Uma árvore madura de quinze metros de altura produzirá duas safras ao ano durante cinqüenta anos, dando talvez quase 55 quilos de nozes por ano.
Em milhares de comunidades da África Ocidental, a produção de nozes-de-cola cresceu a índices enormes. Grandes quantidades delas são enviadas para os Estados Unidos e os países europeus, onde a cola é secada e usada para se fabricar refrigerantes. As nozes-de-cola também são exportadas para os países no interior da África, tais como Máli, Alto Volta e Níger. A Nigéria apenas envia as nozes-de-cola para o norte por rodovia e ferrovia no valor de cerca de Cr$ 100 milhões por ano. E a Costa do Marfim, com seus oito milhões de árvores coleiras, produz uma safra anual de 20.000 toneladas, valendo cerca de Cr$ 30 milhões.
Durante séculos, caravanas levavam nozes-de-cola de Kano, na Nigéria, da Serra Leoa e da região montanhosa da Guiné para as costas do norte do continente. As rotas de caravanas há muito estabelecidas ainda existiam perto do fim do século dezenove. Naquele tempo, Freetown, Serra Leoa, era visitada por caravanas sudanesas que traziam ouro e gomas, e uma caravana de 5.000 pessoas levava em troca nozes-de-cola. Assim, se não fossem as nozes-de-cola, as rotas de caravanas que cruzavam milhares de quilômetros do deserto do Norte da África talvez jamais tivessem sido estabelecidas.
Quando foi abolido o tráfico de escravos, a noz-de-cola não perdeu nada de sua popularidade. Ainda é parte proeminente da vida na África Ocidental. Por exemplo, quando a Serra Leoa lançou vinte e cinco novos selos em dezembro de 1967, nada menos de onze deles traziam a gravura das folhas verdes e flores amarelas da coleira. Na verdade, a cola é apreciada noz da África Ocidental!


*** g70 22/7 pp. 17-19 ***

Provérbio da semana (14:5)

Testemunha fiel é quem não mente, mas a testemunha falsa profere apenas mentiras.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.