Richard Owen foi quem criou o termo dinossauro.
Praticante do Brandismo - "Empenha-te pela justiça, pela devoção piedosa, pela fé, pelo amor, pela perseverança, pela BRANDURA de temperamento"
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Siba, espantosa criatura marítima

TRÊS terra-novenses — Daniel, Teófilo, junto com Tom, de doze anos — pescavam em seu pequeno dóri quando notaram um objeto incomum flutuando ali perto. Por curiosidade, atingiram-no com um croque. Que choque tiveram! Subitamente, as águas borbulharam e surgiu a gigantesca siba, atacando-os com seus tentáculos malhadores, por fim envolvendo-os ao redor do barco e ameaçando virá-lo.
Rapidamente, o jovem Tom apoderou-se da machadinha que usavam para cortar isca e decepou um tentáculo do monstro. Para seu grande alívio, este então abandonou a luta e deslizou de novo para o oceano.
Mas, se não fosse o pedaço do tentáculo que jazia no fundo do barco, é duvidoso que outros pescadores na Baía de Conceição cressem no seu aterrorizante relato. A parte do tentáculo media cinco metros e oitenta centímetros de comprimento e mais de oito centímetros e meio de grossura.
Durante séculos, as pessoas ouviram falar de lendários monstros marinhos de todas as descrições. Pode bem ter ocorrido que alguns destes relatos de arrepiar os cabelos fossem ocasionados pela visão do que os cientistas agora reputam ser o maior cefalópode vivo, a siba. Imagine só ver uma criatura com cerca de dezoito metros de comprimento, tendo oito poderosos tentáculos e dois tentáculos mais longos, ligados a um corpo em forma de bala. Seus olhos são do tamanho de pratos. Seu bico como dum papagaio de sua boca é suficientemente forte para cortar fio grosso. É a maior criatura da terra desprovida de espinha dorsal.
Descoberta Moderna
Embora se possa encontrar moluscos cefalópodes em todo oceano, havendo mais de 300 espécies diferentes, a espécie siba vive em profundidades de 450 a 900 metros. Não é de admirar que raramente seja vista pelo homem! Embora antigos registros falem de marinheiros terem visto e até mesmo capturado estes gigantes marinhos, tais incidentes foram comumente desacreditados pelos cientistas até há um século atrás. O ceticismo foi causado até certo ponto por estórias fantasiosas.
Os cientistas puderam observar bem pela primeira vez a Arqui, a Siba, como poderíamos chamá-la, na década de 1870. Por algum motivo desconhecido, possivelmente devido às mudanças oceânicas, muitas vieram à superfície na costa do Canadá. Foram vistas e algumas foram capturadas. Daí, em novembro de 1873, apenas um mês depois de os três pescadores terra-novenses quase serem afogados por uma, uma siba foi capturada e examinada criteriosamente. Revelou ser um espécimen de nove metros e setenta.
Gigantescos Tentáculos com Ventosas Articuladas
Por causa de seus tentáculos compridos, como serpentes, muitos pensam que a siba é uma espécie de polvo. Mas, não é. Há muitas diferenças. O polvo possui corpo redondo, bolsudo, com oito tentáculos. Os maiores talvez cheguem a pesar quase trinta quilos e os tentáculos estendidos chegam a cerca de três metros.
Agora, visualize a siba. Tem dez vezes o tamanho do maior polvo. Seu corpo cilíndrico tem cerca de quatros metros e meio, não tendo apenas oito, mas dez dos mais terríveis tentáculos imagináveis. Oito destes tentáculos podem estender-se até a três metros e setenta. Além disso, possui dois tentáculos com pontas cheias de ventosas que podem estender-se por de doze a quinze metros!
Os tentáculos também dispõem de filas de discos de ventosas, erguidos em pedúnculos curtos e flexíveis que permitem que as ventosas se articulem em qualquer direção. E, dependendo da espécie, tais ventosas podem ter dentes pontiagudos ao redor das extremidades ou garras que podem ser recolhidas ou estendidas a bel prazer. Que ótimas são para apanhar e segurar uma refeição em potencial que tenha pele escorregadiça!
Corredor a Jato
Ao passo que o polvo se arrasta pelo fundo do oceano e vive em fendas, Arqui, a Siba, pode ser encontrada a nadar no alto mar. Usando duas nadadeiras ao longo dos lados de seu corpo, pode navegar num cruzeiro desapressado. Mas, quando deseja ir depressa a algum lugar, vai a jato! Em algumas espécies, o empuxo deste jato é suficiente para lançá-lo fora d’água e a trinta metros no ar. Como isto é possível?
O manto detém o segredo. O manto se compõe de pele grossa e músculos que não só protegem os órgãos vitais da siba, mas também lhe fornecem a propulsão a jato. Quando os músculos no manto se descontraem, a água entra por meio duma fenda paleal do pescoço e enche grandes cavidades internas. Daí, quando o manto se contrai, fecha-se a abertura e força-se a saída da água sob alta pressão por meio de uma passagem semelhante a um funil embaixo da cabeça. Por mudar a direção deste “injetor”, a siba pode conseguir instantâneo empuxo invertido, movendo-se para frente ou para trás sem se virar.
Se atemorizada, os nervos incomumente grandes da siba provocam espontânea geração de energia que a impulsiona à alta velocidade em questão de instantes. Estas fibras nervosas, que são cem vezes maiores que as do homem, são tão sensíveis que, quando a siba se vê ameaçada, um impulso nervoso parte simultaneamente para todas as partes do manto. Reagindo com tremenda força, os músculos se contraem, criando poderoso empuxo como o dum jato.
Outro Equipamento Incomum
A siba é, literalmente, o sangue azul do mundo marinho. Seu sangue tem coloração azulada por causa dum composto de cobre nele. Quando se vê desprovido de oxigênio, é impulsionado pelas guelras por dois corações, bombeando-o cada um a uma guelra. Daí, um coração sistêmico serve para bombear o sangue fresco pelos tecidos. Assim, a siba tem realmente três corações! Os órgãos desta viva máquina a jato fornece maravilhoso testemunho da obra-prima do Criador.
Arqui e seu cônjuge se acham, cada um, equipados com uma bolsa de tinta. Esta libera grandes quantidades de fluido negro para camuflagem, lançando uma mancha colorida aproximadamente do tamanho da siba para confundir os perseguidores. Uma submarina “cortina de fumaça”!
Ajudando também a siba a confundir os atacantes, há pequenas células cromatóforas que lhe fornecem a habilidade de mudar de cor. Tais células são tão eficientes que podem imitar de perto a cor do fundo, até mesmo fazendo com que uma onda colorida flua pelo corpo da siba à medida que nada de um ambiente para outro.
Gigantescos, deveras, são os olhos deste surpreendente monstro marinho. Talvez cheguem a atingir trinta e oito centímetros de diâmetro, o que é maior do que algumas bolas de praia. Os olhos da Sra. Siba são surpreendentemente similares ao olhos humano. Ambos possuem pálpebras, córneas transparentes, camarás anterior e posterior, retinas, cristalinos, células em forma de bastonetes que permitem as imagens preto e branco e células em forma de cone que registram as impressões de cores. A semelhança estrutural é tão notável que o Dr. N. J. Berrill, famoso biólogo, comentou: “Penso que, se pedisse a qualquer zoólogo que selecionasse a característica mais surpreendente em todo o reino animal, as probabilidades seriam, diria ele, não o olho humano, que sob qualquer aspecto é um órgão surpreendente, quase inacreditável, nem o olho da siba, mas o fato de que estes dois olhos, o do homem e o da siba, serem semelhantes em quase todo pormenor.” Os 100.000 receptores por milímetro quadrado no olho da siba fazem com que seja possível ver até os mínimos detalhes.
Questões de Tamanho
Muitos ficam pensando em quão grandes estas sibas realmente se tornam. A maior já examinada foi encontrada na Baía de Lyall, Nova Zelândia, e media dezessete metros e quarenta de comprimento. Mas, apenas doze espécies diferentes de sibas foram classificadas, e é possível que existam outras maiores. Com efeito, algumas evidências sugerem isto.
Por exemplo, os cachalotes vivem quase que exclusivamente de moluscos, desde as espécies menores até às maiores. Muitos destes enormes cachalotes, pesando cinqüenta toneladas, apresentam profundos talhos de seus encontros com a siba. Não raro, sua pele está pontilhada de cicatrizes circulares que medem de seis a dez centímetros de diâmetro. Foram aparentemente infligidas pelas ventosas dos tentáculos da siba durante horrendas lutas submarinas, visto que tais Cicatrizes são aproximadamente do tamanho dos discos de ventosas duma siba de quinze metros.
Mas, se o tamanho da ventosa for proporcional ao tamanho da siba, então os oceanos talvez contenham alguns gigantes verdadeiramente espantosos. Por que? Porque algumas destas cicatrizes medem quarenta e cinco centímetros de diâmetro! Em comparação, uma siba com ventosas de quarenta e cinco centímetros teria cerca de sessenta metros. A existência de tais gigantescas sibas jamais foi confirmada, e é verdade que tais grandes cicatrizes poderiam ter resultado de as ventosas esticarem a pele elástica do cachalote. Não obstante, um escritor de viagens do século dezenove afirmava ter visto um tentáculo de siba que era tão grosso quanto o corpo dum homem e que tinha ventosas do tamanho dum pires.
Sem dúvida, com o tempo, muito mais será conhecido sobre a siba e os mistérios que cercam esta dinâmica e espantosa criatura marítima.
in Despertai de 8/4/1971, pp.5-11
Provérbio da semana (16:13)
Os lábios de justiça são um prazer para o grandioso rei; e ele ama a quem fala coisas retas.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Receita: Bacalhau com Cerveja

Obrigado, Tiago Pereira ( Punk )!
Ingredientes:
- Bacalhau,
- Espinafre,
- Azeite,
- Alho,
- Cebola,
- Batatas,
- Sal,
- Mulher,
- Cerveja.
Modo de preparo:
- Ponha a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta.
- Tome cerveja durante duas horas e depois peça para ser servido.É uma delícia e praticamente não dá trabalho nenhum.
( peço desculpa às senhoras, mas não resisti... Não levem a mal, por favor! )
Ingredientes:
- Bacalhau,
- Espinafre,
- Azeite,
- Alho,
- Cebola,
- Batatas,
- Sal,
- Mulher,
- Cerveja.
Modo de preparo:
- Ponha a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta.
- Tome cerveja durante duas horas e depois peça para ser servido.É uma delícia e praticamente não dá trabalho nenhum.
( peço desculpa às senhoras, mas não resisti... Não levem a mal, por favor! )
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
O saber não ocupa lugar - 309
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Bananas são saborosas e saudáveis

NEM todo alimento saboroso é saudável, tampouco todo alimento saudável é saboroso. Com destaque, na lista das coisas saudáveis, bem como saborosas, porém, temos de colocar a banana bem madura. Quando Disraeli, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, em viagem ao Cairo, no Egito, em 1831, provou pela primeira vez uma banana, exclamou: “A coisa mais deliciosa do mundo!” Ainda que seja talvez uma questão de opinião, sem dúvida a maioria das pessoas concordarão que as bananas são deliciosas.
A banana não cresce em árvores, pois a bananeira não tem tronco nem galhos. Falando-se estritamente, é planta herbácea, cujo caule principal se compõe de bainhas de folhas. Atinge a altura de três a sete e meio metros e leva de doze a quinze meses para produzir seu fruto. Tendo-se produzido um cacho de bananas, a planta é cortada, porque a bananeira jamais dá mais de um só cacho — o que é bem mais característico da planta herbácea do que da árvore.
Os valores da banana são realmente diversos. Muito deliciosa por si só, poderá ser usada para se fazerem apetitosos milk shakes, banana splits, torta de creme de banana, e em saladas de frutas. Usa-se cada vez mais o pó de banana, que pode ser facilmente digerido pelas poucas pessoas que não toleram as bananas cruas bem maduras.
Entre as muitas vantagens das bananas se acha sua disponibilidade o ano todo. Não requerem preparo e já vêm seladas pela natureza, o que as mantém praticamente livres de bactérias e de sujeira. (Não se precisa preocupar com inseticidas nem se foi lavada antes de comê-la!) Quando está bem madura — tendo manchas marrons — a banana é facilmente digerida, pelo menos pela maioria das pessoas, e produz bastante energia.
As bananas contêm menos umidade do que quase toda outra fruta fresca — cerca de 75 por cento. Também contêm mais açúcar do que a maioria das frutas frescas — uns 20 por cento. Por isso, podem substituir os alimentos mais substanciais e não servem apenas como sobremesa. Quem quer emagrecer ou precisa ter cuidado com o peso, bem poderia experimentar comer umas bananas e tomar um copo de leite, ao invés de uma refeição completa. Seria especialmente bom se tais pessoas substituíssem sobremesas ou merendas entre as refeições ou à noite por bananas.
As bananas têm alta dose de vitaminas A, B e C. Realmente, segundo certas autoridades, contêm tanta vitamina C que, no caso de criancinhas, as bananas poderão ser muitas vezes a fonte principal desta vitamina. Quanto aos minerais, as bananas contêm notável quantidade de cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo e enxofre. As bananas têm também o poder de ajudar a regenerar a hemoglobina nos glóbulos vermelhos do sangue.
Em virtude de sua dose baixa de proteína, se recomendam bananas para quem sofre de doenças dos rins. Nas bananas bem maduras, o amido se transforma em frutose, e, por isso, são recomendadas para os diabéticos que não podem tolerar o açúcar de cana ou de beterraba (sacarose). Acharam-se úteis as bananas em muitos casos de úlceras pépticas. Estranho como pareça, as bananas servem de alimento para os obesos, bem como para os magros demais, auxiliando na correção de ambas as condições, assim como são de ajuda em curar tanto a diarréia como a prisão de ventre. Não há dúvida de que, quando o Criador fez a banana, ele deu ao homem uma dádiva esplêndida, tanto nutritiva como apetitosa.
Por milhares de anos, têm-se saboreado as bananas em certas partes da terra. Mas, nos tempos mais modernos, foram negligenciadas, pelo menos nos países ocidentais, de modo que a World Book Encyclopedia alista a banana entre as “Frutas Desconhecidas Pelos Nossos Ancestrais”. Lá em 1912, o Journal of the American Medical Association continha um editorial intitulado: “A Subestimada Banana.” Atualmente, contudo, a banana torna-se cada vez mais valorizada, porque é uma fruta tanto saborosa como saudável.
A banana não cresce em árvores, pois a bananeira não tem tronco nem galhos. Falando-se estritamente, é planta herbácea, cujo caule principal se compõe de bainhas de folhas. Atinge a altura de três a sete e meio metros e leva de doze a quinze meses para produzir seu fruto. Tendo-se produzido um cacho de bananas, a planta é cortada, porque a bananeira jamais dá mais de um só cacho — o que é bem mais característico da planta herbácea do que da árvore.
Os valores da banana são realmente diversos. Muito deliciosa por si só, poderá ser usada para se fazerem apetitosos milk shakes, banana splits, torta de creme de banana, e em saladas de frutas. Usa-se cada vez mais o pó de banana, que pode ser facilmente digerido pelas poucas pessoas que não toleram as bananas cruas bem maduras.
Entre as muitas vantagens das bananas se acha sua disponibilidade o ano todo. Não requerem preparo e já vêm seladas pela natureza, o que as mantém praticamente livres de bactérias e de sujeira. (Não se precisa preocupar com inseticidas nem se foi lavada antes de comê-la!) Quando está bem madura — tendo manchas marrons — a banana é facilmente digerida, pelo menos pela maioria das pessoas, e produz bastante energia.
As bananas contêm menos umidade do que quase toda outra fruta fresca — cerca de 75 por cento. Também contêm mais açúcar do que a maioria das frutas frescas — uns 20 por cento. Por isso, podem substituir os alimentos mais substanciais e não servem apenas como sobremesa. Quem quer emagrecer ou precisa ter cuidado com o peso, bem poderia experimentar comer umas bananas e tomar um copo de leite, ao invés de uma refeição completa. Seria especialmente bom se tais pessoas substituíssem sobremesas ou merendas entre as refeições ou à noite por bananas.
As bananas têm alta dose de vitaminas A, B e C. Realmente, segundo certas autoridades, contêm tanta vitamina C que, no caso de criancinhas, as bananas poderão ser muitas vezes a fonte principal desta vitamina. Quanto aos minerais, as bananas contêm notável quantidade de cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo e enxofre. As bananas têm também o poder de ajudar a regenerar a hemoglobina nos glóbulos vermelhos do sangue.
Em virtude de sua dose baixa de proteína, se recomendam bananas para quem sofre de doenças dos rins. Nas bananas bem maduras, o amido se transforma em frutose, e, por isso, são recomendadas para os diabéticos que não podem tolerar o açúcar de cana ou de beterraba (sacarose). Acharam-se úteis as bananas em muitos casos de úlceras pépticas. Estranho como pareça, as bananas servem de alimento para os obesos, bem como para os magros demais, auxiliando na correção de ambas as condições, assim como são de ajuda em curar tanto a diarréia como a prisão de ventre. Não há dúvida de que, quando o Criador fez a banana, ele deu ao homem uma dádiva esplêndida, tanto nutritiva como apetitosa.
Por milhares de anos, têm-se saboreado as bananas em certas partes da terra. Mas, nos tempos mais modernos, foram negligenciadas, pelo menos nos países ocidentais, de modo que a World Book Encyclopedia alista a banana entre as “Frutas Desconhecidas Pelos Nossos Ancestrais”. Lá em 1912, o Journal of the American Medical Association continha um editorial intitulado: “A Subestimada Banana.” Atualmente, contudo, a banana torna-se cada vez mais valorizada, porque é uma fruta tanto saborosa como saudável.
in Despertai de 22/3/1971 pp. 27-28
Provérbio da semana (16:12)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
O saber não ocupa lugar - 308
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O saber não ocupa lugar - 306
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Passeio pelas montanhas Rif de Marrocos

A COSTA setentrional do Marrocos, de Tanger ao oeste até à estância balneária de Saïdia-du-Kiss, ao leste, dá para o antigo Grande Mar, o Mediterrâneo. A paisagem aqui neste país da África do norte é realmente bela e variada — de desertos até platôs elevados e de vales verdejantes até altaneiros montes cobertos de neve.
Logo ao sul da costa mediterrânea, a uma distância que varia até trinta quilômetros, estende-se a estrada de Alhuecemas a Tetuão. Esta estrada descreve um grande arco abrangendo uns 270 quilômetros, ainda que estas duas cidades distem apenas cerca de 190 quilômetros uma da outra. A diferença se deve às centenas de curvas que têm de ser feitas ao se passar com dificuldade por esta região montanhesca.
Ao longo do caminho há picos que se situam entre os mais altos no Marrocos. Nos seus flancos se encontram bosques de cedros. Em toda parte destas montanhas há abundância de riquezas minerais. Três de nós, na última vez que fizemos este passeio de um dia, encontramos alguma neve na pista da estrada, mas não tivemos dificuldade alguma em dirigir nosso pequeno carro pelas colinas e nas curvas. Gostaria de nos acompanhar esta vez? Prometo-lhe muitas coisas interessantes para ver.
Logo ao sul da costa mediterrânea, a uma distância que varia até trinta quilômetros, estende-se a estrada de Alhuecemas a Tetuão. Esta estrada descreve um grande arco abrangendo uns 270 quilômetros, ainda que estas duas cidades distem apenas cerca de 190 quilômetros uma da outra. A diferença se deve às centenas de curvas que têm de ser feitas ao se passar com dificuldade por esta região montanhesca.
Ao longo do caminho há picos que se situam entre os mais altos no Marrocos. Nos seus flancos se encontram bosques de cedros. Em toda parte destas montanhas há abundância de riquezas minerais. Três de nós, na última vez que fizemos este passeio de um dia, encontramos alguma neve na pista da estrada, mas não tivemos dificuldade alguma em dirigir nosso pequeno carro pelas colinas e nas curvas. Gostaria de nos acompanhar esta vez? Prometo-lhe muitas coisas interessantes para ver.
Vistas Interessantes
Por exemplo, é interessante notar este olival que se estende à direita e à esquerda. Produz muitas toneladas de fruto delicioso e azeite saudável. Com pouca ajuda humana, se houver, estas árvores continuam a dar fruto, um ano sim outro não, para nosso proveito. Há também aqueles vinhedos que pode ver ao longo do nosso caminho serpenteante. Certo vinho deste distrito leva o nome da tribo que uma vez se estabeleceu aqui — Beni Snassen. E as folhas destas videiras são usadas em muitos países para fazer uma iguaria. Servem para enrolar uma mistura de arroz e carne de cordeiro.
Olhe agora à direita. Esta cordilheira nos leva suficiente alto para olharmos rapidamente o Mediterrâneo e uma das melhores praias de Marrocos. Esta praia estende-se por muitos quilômetros para o oeste. E poderá ver de relance Saïdia-du-Kiss lá embaixo.
Está vendo os canais de irrigação que passam debaixo do nosso caminho neste ponto? Os nativos chamam-nos de séguia. É provável que a maior parte dessa água evaporou do Mediterrâneo, em primeiro lugar, daí se condensou em forma de chuva nas montanhas. Antes de retornar ao Grande Mar, traz vida e crescimento às áreas áridas, fazendo que floresçam e produzam.
Ao voltarmo-nos para o norte neste ponto, em direção a Alhuecemas, encontraremos bom número de curvas ao longo desta estrada que desce e ascende bruscamente, como estrada de ferro em zigue-zague. Logo, contudo, vai querer segurar-se a cada segundo, pois vai aumentando-se o número das curvas. Contamos 1.025 curvas entre Targuist e Chaouen, e trata-se apenas de cerca de uma quarta parte da viagem.
Na última vez, paramos nesta curva para bater uma chapa daquela casinha de adobe. As janelas cercadas de uma larga faixa de azul nos atraíram. Supõe-se que aquela faixa larga proteja os ocupantes dos espíritos maus. Também procuramos fotografar umas moças com belos vestidos brilhantemente coloridos e véus, mas não queriam posar. Não é que não gostam de ser fotografadas. Simplesmente não gostam de ser fotografadas por estranhos. Assim que o conhecerem, a família toda terá prazer em posar e daí o convidará a provar seu delicioso chá de hortelã e biscoitos. A barreira da língua é facilmente superada. Temos saboreado muitas xícaras ao nos comunicar com gestos e sorrisos.
As Montanhas Rif
Do cume da próxima curva ‘vertical’, podemos relancear Alhuecemas sentado por cima das rochas olhando para o mar. Aqui dobramos para o oeste, daí para o sudoeste, para descrever o grande arco que se estende praticamente a Tanger. Neste ponto, nossa estrada se abre muito no cume, seguindo muitos quilômetros no alto antes de descer ao nível do mar em Tetuão. A pessoa imagina que esteja andando pela coluna dorsal dum super dinossauro que recebera o “golpe de misericórdia” e caíra, torcido na sua última agonia, com a cabeça voltada para o Atlântico e a cauda para o Mediterrâneo.
Note como estamos ganhando altitude agora. Isso significa que ficará mais fresco. O sol está quente, mas na sombra dos longos declives fica bem fresco. Vê os traços de neve lá no Monte Tidiguin? Aquele pico fica a 2.452 metros acima do mar. Em Ketama, logo à frente, passamos por um bosque de cedros. A neve ainda cobre muito desta área, as árvores ficando eretas quais gigantescos homens de neve. Esquiar é a grande atração nestas localidades.
Agora, ao serpentearmos para os níveis mais baixos, tendo visto uns quarenta e seis centímetros de neve em alguns lugares, parece estranho ver árvores frutíferas em flor e jovens pastores deitados no chão, bem confortáveis em suas capas ou djellabas. Quão descontraidor é olhar estes rebanhos ao pastarem pacificamente!
Mas, olhe lá naquela colina! Pode ver aqueles objetos movendo-se lentamente ao longo do cume? Parecem árvores, mas na realidade são homens que carregam pesados feixes de gravetos nos ombros.
Lá ao sopé do Monte Tisuka está a cidadezinha de Chaouen. Se estiver tão cansado e faminto como eu, deve estar disposto a parar, esticar-se um pouco e procurar algo para comer no souk ou mercado. Esta parte da cidade é a ‘cidade nova’, ao passo que a parte antiga, a medina, está lá em cima na encosta. Ao subirmos a pé, note as estreitas passagens de pedras arredondadas, as paredes caiadas mas com um tom azul claro, e pontilhadas com arcos a cada poucos passos. Cuidado! Deve haver uma mula chegando ao redor da curva, pois pode ouvir o cavaleiro gritar “Balek, balek” (“Passe para o lado, passe para o lado”). Seus alforjes ou chouari estarão cheios e não seria agradável ser golpeado por um deles.
Mas, já fica tarde. Temos de estar a caminho. E, ao descermos as montanhas, parece que o caminho se cansa de serpentear. Ao terminar a luz do dia, há pouco que resta para se ver, exceto a forma escura duma mula, ou uma árvore frutífera branca com flores salta da escuridão, parece virar-se e acenar ao passarmos, daí desvanece na noite. Logo à frente está o fim da jornada.
in Despertai de g71 22/3/1971 pp. 25-27
Provérbio da semana (16:10)
Deve haver decisão inspirada sobre os lábios do rei; no julgamento, sua boca não se deve mostrar infiel.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
O saber não ocupa lugar - 303
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O saber não ocupa lugar - 301
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AMOR MEU, DOR MINHA
DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.




