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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Raridades e Recordações ( 8 )

Tanto saltinho, tanta alegria!

Delinquentes do mundo das aves



O ESTORNINHO europeu, com sua plumagem lustrosa e furta-cor, escura, é uma ave irrefreável. Sempre fica fazendo barulho, de muitas espécies. Na verdade, alça vôo ao menor alarme, mas logo volta afobada de novo, empertigada e lampeira para mostrar que não está preocupada!
Muitas pessoas não gostam destas aves pugnazes, e não deixam de ter suas razões. Têm por hábito descer em revoadas quando as aves domésticas estão sendo alimentadas, roubando grande parte da comida. Alguns afirmam que não conseguem dormir com seus trinados estridentes à noite. Os estorninhos também podem causar bastantes danos às culturas.

Cerca de dois milhões deles voavam à noite para pousar uma plantação de larício de quatro hectares em Kinver, Inglaterra. Antes de serem dispersados, mataram 30.000 larícios de quinze anos.

Frutinhas silvestres, frutas, milho e outras culturas sofrem as matanças causadas pelos estorninhos. Lamentou certo fazendeiro: “Manter um milhão de aves afastadas dum campo é como tentar impedir que chova. Gastei ( muito dinheiro ) em fuzis e munição este ano e tudo que consegui fazer foi expulsar as aves para os campos dos meus vizinhos.”

Os estorninhos apreciam a vida citadina, aparentemente usufruindo o calor dos grandes edifícios. Assim, em alguns locais, mudam de manhã cedo de enormes poleiros comunitários no coração da cidade para as vizinhas áreas campestres. Ali se alimentam, mas, à noite, retornam para dormir em seus dormitórios citadinos.

Em Washington, D. C., mais de 10.000 aves costumam recolher-se num único quarteirão, segundo se sabe, sujando tanto os edifícios como as pessoas. Lá por volta de 1929, as autoridades no dia da posse do Presidente Hoover estavam preocupadas com os estorninhos ao longo da via do desfile. Para a posse do Presidente Kennedy, em 1961, a comissão da posse mandou aspergir nas árvores ao longo do desfile uma substância supostamente muito desagradável para os estorninhos.

É interessante que, em 1890, não havia nem sequer um estorninho nos EUA. Naquele ano, um rico nova-iorquino resolveu apresentar aos estadunidenses todo pássaro mencionado nas peças de Shakespeare, e, assim, soltou sessenta estorninhos vindos da Inglaterra no Parque Central. Agora há centenas de milhões, os estorninhos havendo emigrado de uma costa para a outra. O primeiro em Vancouver foi visto em 1946. Por volta dos fins da década de 1950, invadiam os parques de azevinho do Oregon aos milhares.

Para proteger as culturas e os edifícios citadinos destas invasões, têm sido feito esforços de todos os tipos para dispersar os estorninhos, quase todos sem êxito. As autoridades já tentaram os fogos de artifício, cobras de borracha, balões cheios de gás, fios eletrificados, sacos cheios de substâncias químicas mal-cheirosas, matracas, castanholas de madeira, címbalos que se chocam, sons supersônicos, raios ultravioletas, holofotes, tranqüilizantes, e muitos outros.

Em Melbourne, Austrália, o Conselho Municipal instalou formidável coruja de espantalho com olhos reluzentes, na fachada ornamental da Prefeitura, um poleiro favorito. Com que efeito? Os estorninhos simplesmente se empoleiraram nela!

Embora os estorninhos sejam delinqüentes, as autoridades hesitam em recomendar que se tente exterminá-los. Pois os estorninhos comem grande número de insetos, tais como o besouro japonês. Calcula-se que seu valor em controlar pragas ultrapassa de muito o transtorno que causam.

Ademais, milhões de pessoas gostam dos estorninhos. Os citadinos, em especial, derivam prazer em ver seus vôos rápidos e espetaculares, ao fazerem revoluções e manobras como se fossem só uma ave. Também, muitos ouvem com admiração seus numerosos e variados barulhos e trinados.

Os estorninhos dispõem verdadeiramente, de surpreendente talento para a mímica. Diz-se que podem imitar quarenta e quatro aves! Mas, além disso, podem imitar o latido dum cachorro e o miado dum gato. Ensinou-se-lhes a falar e a trinar melodias. Alguns apanham estorninhos e os mantém como aves de estimação, assim como outros têm papagaios ou periquitos. Podem fornecer fascinante diversão!

Embora, em certos lugares, os estorninhos possam ser considerados delinqüentes, possuem realmente suas características compensadoras. Os estorninhos são deveras aves surpreendentes.

in Despertai de 22/8/1971 p. 19

Provérbio da semana ( 17:16 )

Por que é que na mão do estúpido há o preço para adquirir sabedoria, sendo que ele não tem coração?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Raridades e Recordações ( 7 )

Dedicado a todas as Lucilias deste Mundo... LOL

Esquemas para a vida eterna


NO VIGOR da mocidade, seu corpo contém mais de um trilhão de diminutas células vivas. Alguns cientistas crêem que tais células detêm as instruções que poderiam ser desvendadas para a vida eterna. A razão de tal crença é o surpreendente esquema que as células têm para a reprodução e a recuperação.

Todos os muitos tipos de células em seu corpo surgiram de uma única célula que o representou por ocasião de sua concepção. O núcleo de tal célula continha o esquema para dirigir seu desenvolvimento. À medida que cada célula em seu corpo foi produzida, recebeu uma cópia exata do esquema. Este esquema é chamado de ácido desoxiribonucleico, geralmente mencionado como DNA.

O Surpreendente DNA

O gene é o portador da hereditariedade. Há dezenas de milhares de genes em cada célula. A parte chave de cada gene é o composto chamado DNA. Sendo uma molécula espiralada, semelhante a um fio, o DNA pode ser assemelhado a uma escada de corda torcida.

Os dois lados da escada são feitos de fosfato e um tipo de açúcar chamado desoxiribose. Estes dois lados são unidos pelos “degraus” que se compõem de milhões de pares de bases químicas.

O número dos degraus, ou bases, atinge os milhões. Todavia, há apenas dois tipos. Os dois tipos são (1) adenina, emparelhada com tiamina, e (2) citosina, emparelhada com guanina. A seqüência em que tais pares estão dispostos, unindo os dois lados da escada espiral, constitui o código genético ou esquema para a vida.

Construindo a Partir do Esquema

Da concepção em diante, o esquema lança instruções para a duplicação e a construção. Adicionam-se células até que o bebê seja formado. Depois de o bebê nascer, a multiplicação celular continua até que fique completo o crescimento para o ser adulto. Daí, continua a uma taxa mais lenta, para substituir as células que morreram.

O DNA se duplica num modo extraordinário. Isto começa quando os dois lados interligados da escada começam a separar-se, ou “desgrudar-se” um do outro. Cada lado tem a metade de cada um dos milhões de pares de bases ligada a ele.

Como “partes sobressalentes”, adicional adenina, tiamina, guanina a citosina, que são fabricadas no núcleo da célula, são atraídas a ambos os lados separados da escada. A metade de cada par de toda base química deixada de cada lado apanha uma base apropriada de acasalamento (e nenhuma outra) até que dois novos conjuntos de lados interligados tenham sido construídos, fazendo com que haja duas escadas torcidas. Estes dois novos conjuntos são reproduções exatas do seu genitor. Tornam-se elementos-chaves em cada núcleo das duas células que substituem a célula original genitora.

O entendimento deste processo, por parte do homem, está muito aquém de completo. Por exemplo, sabe-se que cada célula em seu corpo contém o mesmo esquema. Todavia, nem todas as células são idênticas. Antes, há surpreendente variedade de células. Há células de tecido ósseo, nervoso, pulmonar, muscular e sangüíneo, para mencionar apenas algumas. Como pode um esquema ser lido de modos tão diferentes? Por que nem todas as células são idênticas à célula original? Tais perguntas continuam a deixar perplexos os cientistas.

Ademais, as células não ocorrem em grupos sem formas. São organizadas em estruturas que têm funções distintas. Algumas constituem seu esqueleto, outras o sistema nervoso, ainda outras os olhos, os ouvidos, o coração, os pulmões, o estômago e a pele.

É claro que o DNA é um surpreendente esquema para o construção do corpo. Torna possível o nascimento de novas células, tanto para o crescimento como para a substituição das que morrem. Suas qualidades são tais que certo repórter foi movido a escrever: “A idéia da [vida eterna] não é de jeito nenhum ridícula”.

O Processo de Envelhecimento

A reprodução celular deveria, teoricamente, manter o corpo vivo para sempre. Até as células do cérebro, que se diz incapazes de se substituírem depois da infância, renovam-se segundo alguns agora pensam, quase que diariamente por um processo descrito como “crescimento rápido perpétuo?”. Certa autoridade na questão de células cerebrais, Paul A. Weiss, sugere que ao passo que elas talvez não se dividam no adulto, estão constantemente fabricando “partes sobressalentes” e assim continuam a renovar-se.

Assim, o corpo pode fabricar as células e outras substâncias necessárias para o contínuo rejuvenescimento de si mesmo. Todavia, a carne firme, a carne macia, as juntas flexíveis e os órgãos saudáveis dos jovens inevitavelmente cedem seu lugar à carne flácida, à pele rija, a juntas duras e a órgãos em decadência da idade avançada. Por quê?

A perda de peso e a capacidade declinante do corpo à medida que envelhece são atribuídas à morte progressiva das células. À medida que o tempo passa, o corpo não consegue substituir todas as células que morrem, como o faz na idade mais jovem. Mas, por que não? Os biólogos celulares simplesmente não sabem.

Alguns sugerem que o esquema do DNA nas células é como um computador que tem um “programa” para a vida, mas que, por fim, tal programa se esgota. Outros cientistas especulam que a repetida duplicação das células entope o DNA com “erros de cópia”. Assemelham isto à regravação contínua de uma linda melodia, que por fim a torna um barulho irreconhecível. Alguns acham que a célula envenena-se com a idade. Outros afirmam que o corpo se esquece do que deve fazer e comete suicídio por rejeitar suas próprias células, como o faria com um órgão transplantado.

Experiências não Fornecem Resposta

Esta atordoadora série de teorias não raro resulta de muitas experiências feitas com respeito ao envelhecimento. Algumas das mais famosas foram executadas por Alexis Carrel. Carrel supostamente conseguiu manter vivas as células de um embrião de pinto, em culturas, por mais de trinta anos.

Não obstante, Leonard Hayflick, escrevendo em Scientific American, mostra que tais experiências foram feitas de modo incorreto. Os nutrientes de Carrel evidentemente continham células vivas de pintos que substituíram sua colônia original de células ao invés de mantê-la. Tais culturas invariavelmente morrem quando se exerce cuidado de manter as células vivas afastadas do alimento fornecido a elas. Em qualquer caso, tais experiências não forneceram nenhuma resposta à pergunta quanto a por que o homem envelhece e morre.

Em algumas experiências, descobriu-se que as substâncias nas células dos animais idosos impedia a fabricação de proteína. Mas, as células dos animais jovens não contêm tais substâncias. Visto que a fabricação de proteína é essencial à vida, achou-se que esta descoberta poderia ser a chave para a causa do envelhecimento. Mas, é mesmo? Por que acontece isso? O que pode ser feito a respeito disso? Tais perguntas não encontram respostas seguras.

Em outras experiências, a pele de camundongo foi mantida viva por duas vezes mais tempo que o camundongo normalmente vive. Como? Pelo transplante da pele de um camundongo vivo para outro. Isto parecia mostrar que as células individuais na pele do camundongo possuíam a habilidade de viver por mais tempo do que o camundongo do qual vieram. Mas, resolve isto o problema de envelhecimento? Não; tudo que isso mostra é que as células talvez possuam um vida potencialmente mais longa. Todavia, para fim morrem. E tais experiências foram conseguidas artificialmente, não representando a vida como ela realmente é.

Deve-se ter presente que as células não vivem num recipiente de vidro. Elas vivem EM SUA PESSOA. Seu corpo, com todos os seus sistemas complexos, interativos e auto-reguladores está longe de ser um recipiente estéril. Por esta razão, as experiências em recipientes de cultura que parecem demonstrar esta ou aquela possibilidade não são tão significativas quanto talvez pareçam. Nem o são as experiências com animais. Deus criou o homem distinto e separado do reino animal. Assim, os resultados das experiências com animais não se aplicam necessariamente aos homens.

Permanece o fato de que nenhuma de tais teorias ou experiências chegou a constatar a verdadeira resposta para o problema. Quer seja “erro de cópia” no DNA, quer envenenamento celular quer alguma outra causa, ainda envelhecemos e morremos. Não importa a teoria ou a experiência, as pessoas ainda vivem apenas a média bíblica de setenta ou oitenta anos. Nada que a ciência ou a medicina tenha feito altera esta verdade básica.

Seja qual for a razão, o surpreendente esquema DNA não está agora programado para suster as células em perfeito e equilíbrio. Na velhice, as que se desgastam e morrem não estão sendo sempre substituídas por novas, por meio da divisão celular. Assim, seguem-se a degeneração e a morte.

in Despertai de 22/8/1971 pp. 12-14

Provérbio da semana ( 17:14 )

O princípio da contenda é como alguém deixando sair águas; portanto, retira-te antes de estourar a altercação.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Saibam como é viver com hemofilia

O testemunho eficaz e importante de uma amiga minha.

Raridades e Recordações ( 6 )

Beethoven às voltas no caixão!

Como os camelos vencem o calor




O professor de fisiologia Knut Schmidt-Nielsen realizou um estudo dos camelos no Deserto do Saara. Suas descobertas revelam como o camelo, projetado maravilhosamente pelo Criador, pode suportar o extremo calor de seu ambiente.
“No calor ardente do deserto um objeto inanimado tal como uma rocha pode atingir uma temperatura de mais de 65 graus C. Um camelo em tal ambiente, como o homem, mantém uma temperatura tolerável do corpo por suar. Mas, enquanto a temperatura do homem permanece praticamente constante à medida que o dia esquenta, a temperatura do camelo aumenta devagar para cerca de 40,6 graus. Ao aumentar a temperatura do camelo, o animal sua muito pouco; só quando sua temperatura atinge 40,6 graus é que sua profusamente. A elevada temperatura do camelo também diminui sua absorção de calor, o que naturalmente depende da diferença entre a temperatura de seu corpo e a do ambiente.

“O camelo abaixa a carga de calor em seu corpo ainda mais por deixar que sua temperatura caia abaixo do normal durante a noite fria do deserto. Ao amanhecer, sua temperatura talvez tenha baixado até a 33,9 graus. Assim, passará uma boa parte do dia até que o corpo do animal se aqueça a 40,6 graus e tenha de começar a suar. Um resultado de sua flexível temperatura corporal, o camelo sua pouco, exceto durante as horas mais quentes do dia, sendo que um homem no mesmo ambiente perspira quase que do nascer do sol ao pôr-do-sol. . . .

“O camelo emprega isolação de pelo de camelo para baixar sua carga de calor ainda mais. Mesmo durante o verão, quando o camelo perde grande parte de sua lã, ele retém uma camada de vários centímetros de grossura em suas costas onde o sol incide. Quando tosquiamos a lã de um de nossos camelos, verificamos que o animal tosquiado produzia 60 por cento mais suor do que um não-tosquiado. . . .

“A corcova do camelo também ajuda indiretamente a diminuir a carga de calor no animal. Quase todos os mamíferos possuem uma reserva de alimento em forma de gordura, mas na maioria deles a gordura se acha distribuída de modo eqüitativamente uniforme pelo corpo, pouco abaixo da pele. Por ter sua gordura concentrada em um só lugar, falta ao camelo a isolação entre seu corpo e sua pele, onde ocorre o esfriamento evaporativo. A ausência de isolação facilita o fluxo de calor para fora, assim como a lã isoladora diminui o fluxo de calor para dentro.”

in Despertai de 22/8/1971 p. 6

Provérbio da semana ( 17:13 )

Quanto a alguém que paga de volta o mal pelo bem, não se afastará da sua casa o mal.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O ataque dos zombies

Não sei é o local onde se estão a concentrar, mas é bom que tenham medo, muitoooooo medooooooo!!!!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Raridades e Recordações ( 5 )

Música nacional e divertida. Um clássico!

O vale da Morte — corresponde mesmo ao seu nome?



O NOME Vale da Morte é conhecido em todo o mundo. Mas, muitos sabem bem pouco sobre o lugar em si. É realmente um vale da morte? Onde se acha localizado? Por que é tão famoso?
O Vale da Morte se acha nos Estados Unidos, na parte oriental da Califórnia, perto da divisa com Nevada, aproximadamente a uns 400 quilômetros ao nordeste de Los Angeles. É um vale que tem de quase dez a vinte e dois quilômetros de largura, e mais de 200 quilômetros de extensão. Em 1933, o vale e as montanhas nas cercanias, uma área de quase 7.700 quilômetros quadrados, foi estabelecida como monumento nacional, sendo chamado de Monumento Nacional do Vale da Morte.

O próprio vale é uma ampla área funda, sendo que 1.420 quilômetros quadrados da mesma se acham abaixo do nível do mar. Aqui, próximo de Badwater, acha-se o ponto mais baixo do hemisfério ocidental, a uns 85 metros abaixo do nível do mar. Mas, ironicamente, dista apenas uns 130 quilômetros do Monte Whitney, que, com 4.420 metros, é o ponto mais alto dos EUA, fora do Alasca.

No extremo ocidental do vale se acha o Pico do Telescópio, que ascende a 3.368 metros. De Badwater, há uma ascensão contínua até o pico. Este pico é deveras notável pela forma com que encima as cercanias. Que vista maravilhosa se obtém nele!

No passado distante, um grande lago ocupava o Vale da Morte. Daí, ao aumentar a aridez, o lago decresceu de tamanho e finalmente evaporou-se, com grandes concentrações de sal na água que ficaram depositadas. Isto deixou cerca de 500 quilômetros quadrados de depressões salgadas, que é a área mais baixa, mais quente e mais seca do vale.

O Clima e Seu Efeito Sobre a Vida

O sol abrasador produz temperaturas no vale que atingem novos recordes, tornando-o perigoso para os humanos. Em 10 de julho de 1913, registrou-se uma temperatura à sombra de 57.° centígrados, que era então a mais alta temperatura registrada no mundo. Mas, nove anos depois, um povoado da Líbia registrou 58.° C., obtendo o recorde de calor mundial.

As temperaturas do solo do Vale da Morte com freqüência atingem 85.° C. Certa mãe, como esposa do principal naturalista do parque do Vale da Morte, relatou que ela cozia ovos por enterrá-los dentro da caixa de areia de seu filho. E fazia chá por colocar os saquinhos de chá num jarro de água exposto ao sol.

O Vale da Morte também é um dos lugares mais secos da terra. A umidade cai a menos de um quarto de um por cento! Mas, o tempo é moderado no inverno, e, de novembro até maio, o clima se pode aproximar do ideal.

A precipitação pluviométrica atinge em média apenas 50 milímetros por ano. Breves chuviscos usualmente ocorrem na primavera e outono. São incomuns as chuvaradas constantes. Mas, quando ocorrem, a umidade traz à vida sementes que talvez estiveram latentes por muitos anos. As áreas do deserto se tornam então recobertas de ampla variedade de lindas flores — prímulas, papoulas, girassóis, e assim por diante. Vinte e duas plantas na região do vale, segundo se afirma, não podem ser encontradas em nenhuma outra parte da terra.

Apesar do calor e da aridez extremos, notável número de animais também vivem aqui. Cerca de vinte e seis espécies de mamíferos já foram registrados no solo do vale, inclusive o coiote, a raposa de pequeno porte e o rato-canguru. Há também muitas variedades de lagartos, cobras, aranhas e insetos. Mas, talvez, o mais notável é o fato de que a terra supostamente mantém 230 espécies de aves.

Creria que também os peixes vivem no Vale da Morte? Vivem mesmo! O diminuto ciprinodonte, que raramente ultrapassa cinco centímetros de comprimento, vive no raso “Salt Creek”, o único riacho que dura o ano todo no vale. Observou James E. Deacon, Professor de Biologia da Universidade de Nevada:

“Registramos temperaturas da água que variam de 44.°C. a 4.°, e o ciprinodonte não mostra nenhum efeito ruim. Pelo nosso trabalho de laboratório, sabemos que podem sobreviver a temperaturas até de pouco menos de 1.° C., e suspeitamos que este peixe possa tolerar água até cinco vezes mais salgada do que o mar.”

Com suas raridades vegetais e ictiológicas, suas altas montanhas, suas colinas nuas, seus amplos depósitos de sal, suas dunas de areia douradas, suas quentes temperaturas hibernais e outras características, o Monumento Nacional do Vale da Morte se tornou verdadeira atração turística. Mas, qual é o significado de seu nome — Vale da Morte?

Origem do Nome

Isto nos leva a 120 anos atrás. Em 1848, descobriu-se ouro em “Sutter’s Mill” perto de Sacramento, no nordeste da Califórnia. Dentro em pouco, caravanas de carroças, pessoas e suprimentos se dirigiam para lá, para ‘tirar a sorte grande’.

Uma localidade perto da Cidade do Lago Salgado, Utah, se tornou o ponto de onde se iniciava a longa e perigosa Jornada. Tinha-se de atravessar um amplo e seco deserto, que é agora o estado de Nevada, e, daí, havia as Montanhas da Serra Nevada a atravessar. Nevascas profundas tornavam tais montanhas intransitáveis durante grande parte do ano.

Por conseguinte, em fins de 1849, uma caravana de cerca de cem carroças partiu de Lago Salgado, procurando uma rota que contornasse a Serra Nevada para o sul. Devido a cálculos errados e a um mapa falho, as carroças foram parar no Vale da Morte. Era óbvio que os buscadores de ouro estavam perdidos. Houve dissensão entre eles, e separaram-se em pequenos grupos amedrontados, cada um procurando saídas através das muralhas montanhosas.

Um grupo de bom tamanho, cansado e desanimado depois de oitenta dias de viagem, acampou perto de um riacho sob o Pico do Telescópio. Dali, dois rapazes, Lewis Manly e John Rogers, partiram para conseguir ajuda e suprimentos. Não tinham idéia alguma da tortuosa prova de perseverança adiante deles. Depois de saírem do vale, foram arrastando-se a pé, cruzando o grande Deserto Mojave até a região costeira, uma jornada de 400 quilômetros!

Obtendo suprimentos, iniciaram a viagem de volta. Quão felizes ficaram todos com sua chegada, depois de terem sumido por vinte e seis dias! Abandonando as carroças, o grupo inteiro de magros homens, mulheres e crianças começaram a longa jornada para a segurança. Alegadamente, ao cruzarem a cadeia de montanhas Panamint, olharam para trás, para o grande vale branco pela última vez, e alguém disse: “Adeus, Vale da Morte.” O nome pegou.

Embora, graças a Manly e Rogers, este grupo sobreviveu, outros não foram tão felizes. De três a oito pessoas da caravana, segundo relatado, pereceram no vale. E, se a pessoa não tratar com respeito o extremo calor e aridez do Vale da Morte, poderá corresponder mesmo ao seu nome atualmente.

in Despertai de 8/8/1971 pp. 23-25

Provérbio da semana ( 17:12 )

Haja um encontro de um homem com uma ursa privada dos seus filhotes, em vez de com alguém estúpido na sua tolice.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Raridades e Recordações ( 4 )

Men at work: bolas que trabalhar cansa!

Pode Lima esquecer-se jamais?


NOVE de janeiro de 1570! Essa foi a data que trouxe terror à vida do Peru colonial, cuja lembrança ainda produz um calafrio de medo. Foi de modo bastante estranho que, sob os céus quentes e ensolarados, um barco agitando as cores de Filipe II, Rei da Espanha, entrou no porto de Calão e lançou âncora entre os barcos e bergantins de muitas terras longínquas. A tripulação se pôs a amarrar os cordames, enquanto os passageiros desembarcavam em terra num pequeno bote.
Um desses passageiros, um espanhol, Serván de Cerezuela, carregava sob o braço uma pasta oficial, cujo conteúdo logo depois causaria certa sensação entre os colonos. Tratava-se de documento real, assinado e selado há quase um ano antes, um que desencadearia sobre os habitantes uma campanha de trezentos anos de intimidação e de contínua apreensão. A autoridade do temido “Santo Ofício”, melhor conhecida como a Inquisição Espanhola, estendera-se então ao Peru.

Não foi sem razão que os habitantes europeus do Peru encararam este acontecimento com grande inquietação. Não haviam testemunhado as operações do “Santo Ofício” em suas terras natais? Todas as recordações e todos os rumores de torturas horríveis e mutiladoras, e de mortes dolorosas sem dúvida encheram-lhes a mente.

A Inquisição

Essa terrível arma de temor, a Inquisição, foi primeiro forjada em princípios do século treze. Sua finalidade: buscar e punir os hereges e descrentes. Começou a tomar forma definida quando, em 1232, o Papa Gregório IX designou juízes permanentes, que vieram a ser conhecidos mais tarde como “inquisidores”. Todos que viviam nas chamadas terras “cristãs” deviam ser coagidos à lealdade à única Igreja. Não se devia permitir nenhuma discordância, nenhum exercício de seu próprio critério, nenhuma interrogação das doutrinas da Igreja.

Os representantes da Igreja insistiam que as suas investigações, incluindo a tortura, eram feitas por amor às vítimas. E quanto à responsabilidade de queimar incontáveis pessoas na estaca, declaravam que tais execuções eram realizadas, não pela Igreja, mas pela autoridade secular.

Mas, quanto à responsabilidade real por uma multidão de mortes horríveis, podemos melhor determinar o assunto por recorrermos à Catholic Encyclopedia, em que aparece a seguinte admissão: “Dificilmente se pode duvidar da predominante natureza eclesiástica do [“Santo Ofício”]. . . . As autoridades civis eram, portanto, ordenadas pelos papas, sob pena de excomunhão, a executar as sentenças legais que condenavam os hereges impenitentes à estaca.” (Vol. 8, págs. 34, 37) Mais tarde, a própria tortura, autorizada em 1252 pelo Papa Inocêncio IV, foi, por razões secretas, confiada aos próprios inquisidores.

É de gelar o sangue saber até que ponto esses inquisidores supostamente cristãos chegaram a fim de extrair confissões ou evidência incriminatória de suas vítimas. Com freqüência eram monges escolhidos das fileiras da Ordem Dominicana, homens cuja vida desnatural e sem família e cujo fanatismo os endureceram ao ponto de não se condoerem do sofrimento e não hesitarem em infligir as mais excruciantes torturas.

Lima sob o Flagelo

Não é de admirar, então, que os habitantes de Lima ficassem consternados. Nenhum segredo seria agora sagrado. Toda declaração da pessoa poderia ser base de acusação. A pessoa poderia ser denunciada pela própria esposa, pelo próprio marido, filhos ou pais. Deveras, esse era o objetivo do “Edito de Acusação”, documento lido cada terceiro domingo da Quaresma depois da “missa e sermão solenes”. Os seguintes extratos, traduzidos de Annals of the Lima Inquisition falam por si mesmos:

“Nós, os Inquisidores contra as iniqüidades e a apostasia heréticas nos reinos do Peru, a todos os vizinhos e habitantes da cidade dos Reis, de qualquer estado, condição, preeminência e dignidade que sejam, cumprimentos em Cristo.

“Em virtude de vos informar que, para o maior progresso da fé, é apropriado separar a má semente da boa, e evitar todo desserviço ao Nosso Senhor, ordenamos que cada um de vós e todos vós que, se vierdes a saber, ou ver ou ouvir falar, de qualquer pessoa viva, presente, ausente ou falecida, que tenha dito ou crido em quaisquer palavras ou opiniões heréticas, suspeitosas, errôneas, imprudentes, que soem mal, escandalosas ou blasfemas, deveis contar ou manifestar isso a nós.

“Ordenamo-vos que denuncieis diante de nós, se souberdes, ou ouvirdes falar, de quaisquer pessoas que tenham guardado os sábados em observância da lei de Moisés. . . . ou tenham afirmado que Jesus Cristo não é Deus, ou que não nasceu de Nossa Senhora, virgem antes do nascimento, no nascimento, e depois do nascimento. . . . ou que o Papa ou os ministros do altar não tenham o poder de absolver pecados . . . ou que não existe purgatório e que nas igrejas não deve haver imagens de santos, ou que não há necessidade de orar pelos mortos. . . .

“Ordenamo-vos que nos notifiqueis se ouvirdes falar, ou souberdes de qualquer pessoa que tenha Bíblias em [espanhol]. . . .

“Portanto, pelo teor desta admoestação, exortamos e exigimos, sob pena de máxima excomunhão, . . . ordenamos que cada um e todo aquele dentre os que souberem ou que tenha feito qualquer das coisas declaradas acima, que venha comparecer perante nós, pessoalmente, para contar e manifestar isto dentro de seis dias desde a publicação deste edito, ou desde que este venha a ser de vosso conhecimento.”

Não é evidente como esse Edito foi calculado para lançar a mão de cada homem contra seu irmão, para incentivar as pessoas a espionarem umas às outras?

A “Calesa Verde” (“Carruagem Verde”) podia aparecer a qualquer hora do dia ou da noite nas ruas de Lima. Enviada pelos inquisidores para trazer o acusado, era uma vista que infundia medo mortal nos expectadores. Ao descer lentamente a rua, até mesmo o cidadão comum ficava em pânico. O que havia feito desta vez? Que indiscrição cometera? Quem o delatara? E quando, no meio da noite, ouvia-se uma batida na porta, isto bastava para petrificar seus ocupantes, enchendo-os de puro terror. Poderia ser a Carruagem Verde?

Vítimas de Toda Espécie

Só durante o período colonial relata-se que cinqüenta e nove pessoas foram queimadas na estaca no Peru. As acusações incluíam blasfêmia, bruxaria, bigamia, a posse de uma Bíblia na língua comum do povo, apostasia, professar uma fé não católica. Até mesmo membros de posição elevada dentre o clero não foram isentos. Em 13 de abril de 1578, o Frei Francisco de la Cruz foi queimado na estaca por ensinar que a Igreja era culpada da prática de comprar e vender posições oficiais na Igreja; que se devia abolir a confissão auricular; que os monges e os clérigos se deviam casar, e que as Escrituras Sagradas deviam estar disponíveis na língua comum.

Em 29 de outubro de 1581, o pirata inglês, Capitão John Oxnem e dois membros de sua tripulação foram queimados vivos, não, não por pirataria nos altos mares, mas por serem luteranos. Em 17 de novembro de 1595, o português Juan Fernando de las Heras e três de seus compatriotas foram queimados vivos, tendo sido acusados de “judeus judaizantes”. Observavam o sábado do sétimo dia.

A punição dos condenados era transformada em evento público, realizado com solenidade e pompa. Começando às primeiras horas da manhã, o auto-da-fé durava até tarde da noite. O clero e os cidadãos proeminentes procuravam os lugares da “primeira fileira”, os melhores para contemplar os condenados em seus últimos momentos de agonia no fogo. Os brados e aplausos da turba fanática com freqüência abafavam os gritos das vítimas.

A Sede do “Santo Ofício” em Lima

Poucos visitantes de Lima estão a par da história daquele edifício provido de empena, com seis colunas em estilo greco-romano que dá para a Plaza Bolívar, pouco distante de uma das avenidas mais movimentadas da cidade. Pode-se entrar dentro de suas quietas dependências e ver a Biblioteca da Câmara dos Deputados; examinar os documentos amarelados assinados por homens proeminentes do início da República, Simón Bolar, José de la Mar e outros; pode-se ficar maravilhado com o teto de mogno intrincadamente esculpido; e contudo não ter a menor suspeita quanto ao uso original do edifício.

Mas, lá em setembro de 1813, os cidadãos de Lima sabiam tudo sobre aquela sede da Inquisição no Peru. Isto se deu quando o Vice-rei Abascal publicou o decreto oficial da corte assinado em Cádis, em 22 de fevereiro do mesmo ano, abolindo o “Santo Ofício”. Dando vazão ao seu ódio e às suas frustrações contidas, invadiram e saquearam o edifício. Desse modo, também, obtiveram sólida evidência dos boatos sobre os horrores que ocorriam ali dentro. Alguns dos itens descobertos foram:

Um crucifixo do tamanho natural com uma cabeça móvel que podia ser manipulada por cordões de detrás de uma cortina de veludo verde. Muitas vítimas crédulas devem ter imaginado que o próprio Cristo interviera contra elas.

Uma mesa, de dois e meio por dois metros, com um grande guincho movido a roda. As vítimas eram colocadas nela e literalmente esticadas até que as juntas e os ligamentos não mais podiam resistir.

Junto a uma parede havia troncos em que se prendiam a cabeça e as mãos enquanto se chibateava a vítima por detrás sem que chegasse a ver seu atormentador. Na parede, chicotes de corda com nós e de fio metálico.

Uma túnica de tortura feita de fio metálico trançado com centenas de pinçasinhas para atormentar a carne ao mais leve movimento muscular de quem a usava.

Outros instrumentos mortíferos incluíam tenazes para usar na língua, roscas para triturar os dedos, e assim por diante.

Pode-se ainda ver o lugar em que os acusados desorientados e aterrorizados se punham diante dos inquisidores; a grossa porta de madeira com seu buraquinho que revelava apenas o olho do acusador anônimo; a parede original da cela de detenção, em que a escrita nítida do homem instruído e os rabiscos quase ilegíveis do homem pobre registram seus clamores de inocência, seus gritos silenciosos por justiça.

in Despertai de 22/7/1971 pp. 20-23

Provérbio da semana ( 17:11 )

O que o mau está procurando é somente a rebelião, e cruel é o mensageiro enviado contra ele.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Raridades e Recordações ( 3 )

Bolas, este ano não vou ter férias!!! Ai, ai...

Apreciando as amígdalas


A OPERAÇÃO mais freqüentemente realizada no corpo humano, depois da extração de dentes, é a remoção das amígdalas. A operação, chamada amigdalectomia, é realizada principalmente em crianças pequenas. É sempre sábia essa operação? Qual é a função das amígdalas?

Na realidade, temos diversos conjuntos diferentes de amígdalas. As duas geralmente referidas pelo termo “amígdalas” ficam na parte de trás da boca pouco acima da garganta, abaixo do céu da boca e uma de cada lado. São denominadas amígdalas “palatinas” por causa de sua estreita proximidade com o palato.

As amígdalas às vezes se inflamam e incham. Especialmente quando estas ficam gravemente infeccionadas é que quase bloqueiam por completo a garganta, de modo que se pratica há muito a remoção das amígdalas infeccionadas.

Embora a classe médica hoje desencoraje a remoção das amígdalas, exceto em casos em que estejam seriamente infeccionadas, os fatos revelam ampla diferença na atitude para com essa prática. Assim o Journal da Associação Médica Canadense comentou que em certas regiões do Canadá, os hospitais removem proporcionalmente nove vezes mais amígdalas no decurso de um ano do que os outros. Obviamente, isto representa grande diferença de opinião quanto às indicações para se removerem as amígdalas.

Reconhece-se agora que as amígdalas defendem o corpo contra infecções que de outra forma o invadiriam. Compõem-se de tecido linfático, que forma os glóbulos brancos do sangue, chamados linfócitos as células que atacam os germes no corpo. Torna-se cada vez mais evidente que pode resultar dano de sua remoção desnecessária. Assim, descobriu-se que há uma proporção muito mais elevada de esclerose múltipla em pessoas de quem se removeram as amígdalas do que entre seus parentes de quem não se removeram suas amígdalas.

Também observou-se que, entre as crianças de quem se removeram as amígdalas, há maior proporção de pólio do que entre crianças que não foram privadas de suas amígdalas. Relatando esse assunto nos Annals of the New York Academy of Sciences, o Dr. R. S. Paffenbarger Jr. declarou que sua pesquisa “nos leva a crer que a susceptibilidade à pólio é realçada pela amigdalectomia de per si”. E ao escrever no American Journal of Higiene, fornece motivos adicionais por que extirpar as amígdalas predispõe as crianças às invasões do vírus da pólio. Apoiando sua posição, The Merck Manual declara que “evidências recentes indicam que os pacientes que sofreram uma amigdalectomia são mais inclinados a contrair poliomielite bulbar do que os pacientes não submetidos a tal cirurgia.”

Tanto nos EUA como no Reino Unido, a mortandade por complicações resultantes de amigdalectomias é de uma em cada 10.000. Para algumas pessoas, isto talvez não pareça muito, embora nos EUA se eleve a mais de 100 por ano. Mas, digna de nota é a declaração de certa autoridade que afirma que “muitíssimo mais pessoas morrem das complicações das amigdalectomias do que os que já morreram devido a amígdalas infeccionadas”.

O que se pode fazer quando as amígdalas estiverem inflamadas? Entre outras coisas recomendadas acham-se o descanso, compressas quentes ou frias em volta do pescoço, dieta leve, possivelmente aspirina e ou antibióticos. Enemas ou purgantes são benéficos, e gargarejos, pulverizadores e pastilhas para a garganta podem ser suavizadores. O Australian Medical Journal falou de uma dieta isenta de leite. Certo médico tem usado esta com grande êxito em curar amigdalites persistentes. Mas, acima de tudo, não se apresse em mandar remover as amígdalas de seus filhos.

in Despertai de 22/7/1971 p. 15

Provérbio da semana ( 17:10 )

Uma censura penetra mais em quem tem entendimento do que golpear cem vezes um estúpido.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.