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sábado, 6 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Pulula a vida selvagem numa cratera vulcânica
CONTEMPLAMOS o panorama de nossa casa de campo, na beira da cratera vulcânica Ngorongoro, de Tanzânia, a 2.300 metros acima do nível do mar. Nossa visão findou abruptamente numa muralha de neblina. Nosso desapontamento diante da idéia de ter feito uma viagem a esta extraordinária cratera para nos ver confrontados com uma neblina foi logo desanuviada por nosso guia, José. Assegurou-nos que a cena seria bem diferente quando ‘descêssemos’.
‘Descer’ era o modo de José descrever a descida de 600 metros até o fundo da cratera vulcânica. Ao descermos num utilitário, com tração nas quatro rodas, o lençol de névoa desapareceu. A cratera banhada pelo sol jazia como enorme tigela com diâmetro que ia de dezesseis a dezenove quilômetros. Agora nos achávamos no meio de manadas de zebras brincalhonas e cabriolantes gnus. “Um pequeno rebanho de cerca de 400 gnus”, explicou José. Embora isto fosse uma maravilha para nossos olhos, tratava-se realmente de apenas uma pequena representação das 10.000 cabeças de gnus que se calcula que pululem na base da cratera.
Pastando junto com as zebras e gnus em quase idênticos vastos números se achavam as gazelas Thomson e Grant. ‘Tommies’, como são afetuosamente chamadas, são de cerca do tamanho de um cabrito. Têm listras laterais negras, fortemente marcadas, com caudas que jamais parecem ficar paradas. Ambos os tipos de gazelas fornecem grande parte da dieta de carne dos predadores tais como o leão, o leopardo e o chita, bem como da hiena, do jacal e do cão selvagem. Mas, observando-os em tal profusão, não se tem idéia de que vivam em temor constante dos predadores. Com efeito, logo observamos uma leoa escolhendo atentamente sua próxima refeição dentre um rebanho próximo de gazelas. As ‘tommies’ estavam cônscias da presença dela, segundo José nos contou, como se podia ver de seu estado incomum de prontidão ao pastarem. Todavia, não existia nenhum sinal de pânico em seu meio.
Nossa visita a esta cratera de vida selvagem permitiu que nosso filho de quatorze anos tivesse nova visão daquele animal esquivo, a hiena. Percorremos a base da cratera, dando com diversas famílias de hienas, e tinham os mais acariciantes filhotes. Não arrastavam ossos e pedaços de carcaças de um lado para o outro, mas apenas tomavam sol em pequenos grupos familiares.
Hipopótamos, Búfalos, Leões e Elefantes
Viramos em direção ao Lago Makat, lago este que foi adotado como novo lar dum rebanho de quinze hipopótamos. Quando se aproximam estranhos, os hipopótamos parecem sentir-se mais confortáveis dentro d’água. Pudemos observar os trejeitos dum novo membro do rebanho com apenas alguns meses de idade.
Ainda posso sentir o olhar inflexível do búfalo quando penso em nossa última visita a esta cratera. Grandes manadas perambulam pelo fundo da cratera e o visitante talvez se possa aproximar delas. A aproximação de nosso utilitário atraiu a atenção deles e ficamos cônscios de seus olhares gélidos ao permanecerem aparentemente imóveis até nos aproximarmos. Pesando até 680 quilos, cada um com chifres maciços, pareciam deveras formidáveis, nada tendo a temer, é a impressão que davam. No entanto, quatro búfalos, segundo se relatou, foram recentemente mortos por leões. Usualmente quando os leões são bastante intrépidos para se aproximar duma manada, os machos formam um círculo, tendo as fêmeas e os filhotes no centro, e afastam o rei dos animais.
Nossa visita à cratera não teria sido completa caso não tivéssemos visto o rei dos animais em seu habitat natural. Não ficamos desapontados. Vimos bastantes leões, mas pareciam a epítome da preguiça. Raramente até chegam a afastar-se ao aproximar-se um veículo. Os leões na cratera são da variedade de juba negra. São delgados e belamente condicionados. Visto que caçam, na maioria das vezes, à noite, e só matam a cada três dias, mais ou menos, o visitante casual da cratera raramente observa um leão em ação.
Logo nos aproximamos da floresta Lerai, o retiro de mais de duzentos elefantes. De muitas formas, o elefante africano parece mais merecedor do título de rei dos animais do que o leão, desde que o elefante saudável tem muito pouco a temer. No entanto, ao observarmos os pequeninos filhotes correndo junto do corpo pesadão da fêmea, podia-se avaliar que os filhotes não sobreviveriam por muito tempo não fosse a guardiã adulta agressiva.
Aves e Povos
A vida avícola desta cratera não é menos espetacular do que a vida de seus mamíferos. Com efeito, poucos lugares na África Ocidental apresentam tal diversidade e abundância de aves. Em torno do lago e dos pântanos, o visitante se sente gratificado pelo sinal dos pelicanos, íbis, garças reais, garças comuns, cegonhas, colhereiros, abertardos, serpentários, garças cristadas e flamengos. Estávamos interessadíssimos em observar os flamengos que prazeirosamente alçam vôo numa demonstração rutilante de brilhantes penas rosas e brancas, em resposta ao bater das mãos.
As criaturas selvagens não dispõem da área inteiramente para si, visto haver muitas famílias da tribo massai que vivem na cratera e em torno dela. Os massais são pastoralistas, tendo feito da criação e do cuidado do seu gado a sua inteira forma de vida. Raramente, se é que alguma vez, caçam os animais da cratera, exceto, talvez, para proteger seus rebanhos de predadores.
Mas, sabe-se de jovens guerreiros massais que desejam casar-se que, para impressionar suas namoradas, caçam leões apenas com lanças. Em resposta aos comentários de minha esposa quanto aos perigos de se viver e criar gado numa área tão densamente povoada de leões, José disse: “Os massais não temem os leões; os leões é que temem os massais e correm ao avistarem os guerreiros massais armados apenas de lanças.”
Um dia na Cratera Ngorongoro é deveras uma experiência recompensadora, nem que seja apenas para se usufruir o prazer passageiro da intimidade de ambientes pacíficos.
in Despertai de 22/6/1972 pp.25-26
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Provérbio da semana ( 20:3 )
Para o homem é uma glória desistir duma disputa, mas todo tolo estourará [nela].
sábado, 16 de julho de 2011
Palavra da semana 5
lumaquela
(italiano lumachella)
s. f.
[Geologia] Rocha calcária formada por conchas aglomeradas.
(italiano lumachella)
s. f.
[Geologia] Rocha calcária formada por conchas aglomeradas.
O saber não ocupa lugar - 327
A técnica de cocção conhecida como banho maria originou-se por invenção de Maria, a Judia, uma alquimista.
Uma língua internacional em elaboração
TEM-SE calculado que cerca de 326 milhões de pessoas falam inglês, tornando-a uma das línguas mais amplamente usadas na terra hoje. Todavia, quando Júlio César sentou pé pela primeira vez na Bretanha, em 55 A. E. C., ninguém ali falava inglês de forma alguma. Não havia povo inglês; as Ilhas Britânicas eram habitadas pelos celtas e antigos bretões.
Em 43 E. C. as legiões romanas subjugaram os celtas, e estes foram expulsos para Gales, a Escócia e Irlanda. Um pouco de seu vocabulário sobreviveu no inglês moderno, a maior parte sendo incorporada em nomes de lugares tais como London (Londres) e o condado de Kent, que deve seu nome à palavra celta canti.
Os romanos ocuparam as ilhas por cerca de 400 anos, mas, quando o Império finalmente declinou, as legiões romanas foram chamadas de volta para defender os últimos baluartes do Império contra os invasores. Idas as legiões romanas, as tribos germânicas chamadas anglos, saxões e jutos conquistaram a Bretanha, fixando residência ali. Estes anglos e saxões falavam línguas quase idênticas, uma forma de alemão, um dos membros do ramo teutônico da família indo-européia de línguas.
O Inglês Falado Inicialmente
Visto que os anglos conquistaram a maior parte da terra, o país (Inglaterra) e a língua (inglês) foram assim chamados em honra dos anglos. Esta língua anglo-saxônica era chamada anglisc ou englisc pelos escritores daquele tempo. Embora se devesse tornar a base do inglês moderno, é totalmente incompreensível para as pessoas hoje sem um estudo especial. Por exemplo, eis aqui as primeiras linhas dum famoso poema chamado “Beowulf”, escrito por volta do ano 900 E. C.:
“Hwaet, we gardena in geardagum theodcyninga thrym gefrunon.” (Eis que ouvimos falar de quão poderosos eram, nos dias passados, os reis dos dinamarqueses portadores de lanças.)
Agora, isto é classificado como inglês antigo pelos filólogos, embora nem sequer uma pessoa dentre mil de língua inglesa consiga entendê-lo. Isto se dá porque cerca de 85 por cento do vocabulário do inglês antigo não se acham mais em uso. Aquelas que sobreviveram, contudo, eram elementos básicos, expressando conceitos fundamentais tais como mann (man, homem), wif (wife, esposa), hus (house, casa) e mete (meat ou food, carne ou alimento).
A gramática do inglês antigo também era muito diferente do inglês moderno. Era uma língua flexional, isto é, uma que indicava a função duma palavra na sentença por meio de terminações acrescentadas ao substantivo ou adjetivo, e assim por diante. Atualmente, quase todas estas terminações flexionais foram perdidas, e se usa uma ordem fixa de palavras para indicar as várias funções e relações delas.
Durante os anos 800, os vikings da Dinamarca fizeram incursões às praias da Bretanha. Por causa de os incursores vikings parecerem deleitar-se em lutar e em destruir as propriedades de suas vítimas, tendo a aparência de loucura, o nome viking para guerreiro, berserker, entrou na língua inglesa na palavra berserk (energúmeno). As atividades dos dinamarqueses terminaram na conquista da Bretanha. Ao se estabelecerem na Inglaterra, também introduziram muitas palavras no vocabulário inglês, tais como egg (ovo), e a maioria das palavras que começam com sk-, tais como sky (céu), skin (pele), skirt (saia) e skill (perícia).
Mais significativamente, os pronomes, que geralmente permanecem constantes numa língua, foram afetados. O resultado foi que alguns pronomes escandinavos substituíram os ingleses. Por exemplo, os pronomes they (eles), their e them (seu ou deles), são de origem escandinava.
Daí, algo aconteceu que deveria exercer profundo efeito na língua inglesa. Em 1066 E. C., Guilherme, o Conquistador, um francês da Normandia, invadiu a Inglaterra. Conforme ilustrado na famosa tapeçaria Bayeux, derrotou o rei saxão Haroldo, na Batalha de Hastings. Daí, distribuiu as terras inglesas entre os nobres franceses que tinham vindo com ele. De início estes senhores franceses falavam o seu próprio francês-normando, ao passo que o povo a quem escravizaram falava o anglo-saxão ou inglês. No entanto, à medida que os normandos se estabeleceram e casaram-se com o povo local, as duas línguas se fundiram. Esta mistura do inglês antigo com francês-normando produziu nova forma de inglês, agora chamada de inglês médio.
Tempo de Grandes Mudanças
O inglês médio foi marcado por mudanças momentosas na língua, mudanças estas mais fundamentais e extensivas do que quaisquer outras antes ou desde então. Desde o início, a pronúncia se alterou vagarosamente sob a influência dos normandos, e as terminações flexionais gradualmente desapareceram. Mas, a mudança notável se deu no vocabulário.
Milhares e milhares de novas palavras foram acrescentadas, à medida que os normandos começaram a falar o inglês antigo, bem misturado com o seu próprio vocabulário francês. Entre as muitas palavras inglesas resultantes da Conquista Normanda se acham air (ar), chair (cadeira), dinner (jantar), government (governo), judge (juiz), paper (jornal), prison (prisão) e towel (toalha).
Às vezes, tanto as palavras inglesas como as francesas foram retidas. Por exemplo, o camponês saxão morava numa hus (casa) inglesa, ao passo que o senhor francês morava numa maison francesa. Ambas as palavras permaneceram, house (casa) sendo a palavra moderna para moradia simples e mansion (mansão), a casa dum nobre ou homem rico.
Às vezes ambas as palavras foram retidas, mas assumiram significado ligeiramente diverso. Os ingleses criavam sheep (ovelhas), cows (vacas) e pigs (porcos). Os equivalentes franceses eram mouton, bouef, veau e porc. É fácil ver que as palavras francesas foram mantidas para designar a carne do animal. Assim, cria-se calves (vitelos) mas come-se veal (vitela), cria-se pigs (porcos) mas come-se pork (carne de porco).
Naturalmente, muitas palavras inglesas foram inteiramente perdidas. Por exemplo, o inglês inwit se tornou o francês conscience. No entanto, apesar deste tempo de grandes mudanças, o inglês continuou a comer e a dormir, a andar e a cantar em seu inglês original.
Pelo tempo de Geoffrey Chaucer (1340?-1400), às vezes chamado de o pai da literatura inglesa, esta língua mestiça tinha-se tornado uma língua bem fluente e flexível. Ademais, começou a ter a aparência de inglês moderno, o período do inglês moderno começando por volta de 1450 e durando até os tempos modernos. Chaucer escreveu muita coisa que é razoavelmente compreendida hoje. E, quando afirma, por exemplo que certo homem era “a verray parfit gentil knyght”, não se precisa de nenhum bacharelado honroso em inglês para se ver que queria dizer que ele era “um cavaleiro perfeitamente gentil”. Naturalmente, a grafia parece verray esquisita para nós!
Qualquer pessoa que leia Chaucer, contudo, notará que sua gramática e vocabulário ainda são simplicíssimos. Com efeito, a maioria das pessoas daquele tempo achava que o inglês era cru e inflexível, sendo incapaz de expressar os sentimentos mais nobres. Achavam que, se a pessoa tinha algo de importante a dizer, deveria escrever em latim ou grego, que as pessoas educadas daqueles dias entendiam. Chamavam o inglês de “a língua vulgar”, e certo escritor inglês lamentou: “Poets that lasting marble seek, must carve in Latin or in Greek; we write in sand.” (Os poetas que buscam a fama duradoura precisam esculpir em latim ou em grego; nós escrevemos na areia.)
De início esta atitude foi realçada pela chegada do Renascimento, a descoberta de casas de tesouro da erudição latina e grega. Gradualmente, porém, com a chegada da imprensa e da possibilidade de pessoas comuns adquirirem livros baratos, surgiu a demanda de livros no vernáculo.
Havia então duas escolas de pensamento: os que desejavam preservar a tradição clássica do latim e do grego, e os que desejavam aprimorar a “língua vulgar” com palavras tiradas dos clássicos. Sabemos agora que escola venceu. O inglês, “a língua vulgar”, triunfou, mas com uma riqueza dum vocabulário adicionado.
Os homens ansiosos de disseminar a Palavra de Deus contribuíram amplamente para a aceitação do vernáculo, pois desejavam ter a Bíblia numa linguagem que todos pudessem entender. Tyndale, um dos mais destacados tradutores da Bíblia, disse que a traduzira para o inglês porque desejava que até o rapaz comum do campo pudesse ler a Bíblia. Os tradutores, também, estavam ansiosos de que sua linguagem fosse um veículo digno para a Palavra de Deus, de modo que fizeram grandes esforços para que se adaptasse a tal propósito.
Contínua Absorção de Outras Línguas
Grande parte do novo vocabulário que foi adicionado veio do latim, com palavra tais como capsule (cápsula) e disrespect (desrespeito). Outras, tais como chaos (caos) e climax (clímax) provêm do grego. Alguns se opuseram a tais absorções de palavras estrangeiras, afirmando que eram termos “estranhos e pedantes”. Por outro lado, quem estava a favor de se enriquecer o vocabulário afirmava um pouco amargamente que “certas pessoas, se espiarem apenas uma palavra difícil, ficam tão atônitas como se tivessem encontrado um duende”! Mas, ainda assim as palavras penetraram.
Os estudiosos não foram os únicos que enriqueceram o vocabulário. Os séculos dezesseis e dezessete foram tempos de viagens e descobertas, e os viajantes abriram novos campos para o comércio. Alguns começaram a transacionar com países que visitaram e, em alguns lugares, a colonizá-los. Os viajantes ingleses na Itália, por exemplo, retornaram falando uma língua cheia de expressões italianas, língua esta que as pessoas simples da terra natal acharam ser muito engraçada e afetada. No entanto, será que consideramos palavras tais como álgebra, violino e vulcão engraçadas de algum modo hoje em dia? São italianas, como o são piano e pizza.
Os navios ingleses velejaram para a América do Sul, colonizada principalmente pelos espanhóis e portugueses, combateram os espanhóis na Costa Setentrional da América do Sul e trouxeram de volta palavras tais como alligator (aligátor) e apricot (abricó), cannibal (canibal) e canoe (canoa), hammock (rede de dormir) e hurricane (furacão), todas elas palavras espanholas e portuguesas.
Os mercadores em pequenos veleiros, assolados por ventos e ondas ao enfrentarem tremendas tempestades no Cabo de Boa Esperança, empenharam-se em chegar à Índia e à China. Voltaram para casa com seus porões cheios de seda e especiarias, e falando de junks (juncos) e coolies (cules), china (louça fina) e tea (chá).
Os pioneiros em carroças cobertas rodaram através das Planícies Norte-Americanas e escreveram para casa cartas que continham palavras como hominy (canjica), chipmunk (tâmias) e raccoon (mão-pelada), todas tiradas da linguagem do índio norte-americano. Sequoia era realmente um chefe cheroquês, e daí surgiu a palavra.
Assim, o espírito de exploração e de aventura abriu novos e excitantes horizontes. Novas experiências e novos produtos tornaram-se refletidos na língua. Alguns minutos gastos no exame de um dicionário etimológico mostrará que o inglês observou palavras do russo, hebraico, árabe, húngaro e hindustani, bengali, malaio, chinês e das línguas de Java, da Austrália e do Taiti, bem como de muitas outras.
Se usar um destes dicionários, poderá verificar de onde vieram as palavras jaguar, ricksha (jinriquixá) e mongoose (mangusto). Até mesmo o que talvez imagine ser uma boa palavra inglesa, tal como measles (sarampo) prova ser de origem holandesa, junto com golf. E sabia que a palavra candy (doce) provém duma palavra árabe qandah?
O aumento no vocabulário tem continuado nos séculos dezenove e vinte. Algumas palavras, tais como zipper, vieram de marcas registradas. Nos campos da medicina, eletricidade, física e química, uma inteira nova gama de palavras tem surgido. Shakespeare jamais ouvira falar de penicilina ou de glândulas endócrinas; ele nada sabia sobre dínamos, a teoria dos quanta ou o rádio. E, quanto a coisas tais como carburadores, calotas e velas de ignição . . .!
Às vezes, novas palavras foram formadas pela combinação de duas antigas, como em steamroller (rolo compressor). Algumas são tiradas de nomes próprios; limousine, por exemplo, é tirada de uma província de França. O inglês tem assimilado todas estas palavras e para as pessoas de língua inglesa elas não parecem de jeito nenhum estrangeiras. Mas, suas raízes estrangeiras se refletem na sua forma ortográfica. Diferente do espanhol e do italiano, por exemplo, muitos sons similares em inglês são soletrados de forma diferente, tais como shoe (sapato), blue (azul), crew (tripulação), too (também) e through (através). O empréstimo de palavras das línguas estrangeiras tem levado a um estado bastante caótico da grafia inglesa, e, embora numerosos esforços tenham sido feitos para se reformá-la, parece improvável que jamais tenham êxito.
Assim, de uma pequena língua amalgamada e engraçada do século quinze, grandemente desprezada como “língua vulgar”, temos uma grande língua internacional, com um dos mais ricos vocabulários do mundo, um vocabulário de cerca de 600.000 palavras.
O inglês combina a força da língua alemã à beleza do francês, e é capaz de expressar excelentes tons de sentido. É, certamente, uma língua que vale a pena aprender, habilitando a pessoa assim a comunicar-se com milhões de pessoas que já o falam. No comércio, na ciência, na religião e na vida social, o conhecimento de inglês é, sem dúvida, muito útil, e muitas obras da grande literatura foram escritas em inglês. Assim, muitos que ainda não conhecem o inglês talvez pudessem aprendê-lo com proveito, e aqueles que conhecem poderiam aprender a falá-lo melhor.
in Despertai de 22/6/1972 pp. 20-24
Provérbio da semana ( 20:2 )
A terribilidade do rei é como o rugido do leão novo jubado. Quem atrair a sua fúria sobre si está pecando contra a sua própria alma.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Palavra da semana 4
jiboiar
(jibóia!jiboia + -ar)
v. intr.
Infrm. Fazer a digestão em repouso após se ter ingerido uma refeição abundante.
(jibóia!jiboia + -ar)
v. intr.
Infrm. Fazer a digestão em repouso após se ter ingerido uma refeição abundante.
Aproveite ao máximo as circunstâncias
QUEM é que, hoje em dia, verifica ser absolutamente ideal o seu quinhão na vida? Dificilmente há alguém! Sem dúvida, todos temos de enfrentar certas durezas ou perturbações. No entanto, nas atuais condições imperfeitas, por que não tenta aproveitar ao máximo suas circunstâncias? Se fizer isso, poderá contar muitas bênçãos.
Acontece-lhe ser uma dona de casa com uma família, talvez uma família grande? Sente-se às vezes descontente, amolada e um pouco frustrada? Talvez haja pilhas de pratos a lavar, grande cesto de roupa suja a lavar e passar e vários quartos a limpar. Por que não encarar as coisas de forma positiva? Não indicam estas mesmas coisas que sua família tem bastante para comer, suficiente roupa e um teto sobre suas cabeças? O que é melhor, a sua situação, ou a de milhões que sentem-se famintos, andam seminus e não têm um lar?
Talvez suas circunstâncias sejam tais que tenha de ser extremamente frugal em tudo que compra. Por que não considera isto como um desafio à sua engenhosidade de aproveitar ao máximo as coisas? Houve a dona de casa que, nos anos posteriores de prosperidade chegou a afirmar que seus anos mais felizes foram durante os tempos difíceis da Depressão, por causa do prazer derivado de fazer o melhor uso possível de tudo para conseguir cobrir suas despesas. Ademais, sabia que grande número das doenças degenerativas modernas se acham um tanto intimamente associadas com o modo de vida próspero?
Ou é vítima da aposentadoria compulsória, tendo sessenta e cinco anos ou sendo mais velho? Será que os dias agora lhe parecem longos, e arrastar-se, atingindo não só sua disposição mental mas também sua saúde? Nesta situação, adote o conceito positivo e tente ser de ajuda a outros. Conforme certo compêndio para o tratamento dos idosos e dos excepcionais se expressa: “Há uma lenda que o homem idoso morrerá de fome se não tiver alguém que cozinhe para ele e a senhora idosa morrerá de fome se não tiver alguém para quem cozinhar. Trata-se dum truísmo geralmente aceito.” Assim, há bastantes pessoas que se poderiam beneficiar de sua ajuda.
Agora, como cidadão mais idoso, talvez seja o tempo de empreender um ou mais passatempos que lhe dêem mais prazer de viver. Talvez seja a fotografia, ou aprender a tocar algum instrumento musical, ou aprender um idioma estrangeiro. Ou, talvez ache interessante cultivar plantas como um jardim bonsai ou violetas africanas. Daí, então, seu temperamento talvez se ajuste a fabricar artefatos de madeira, de couro ou de metal, ou escrever poesia ou artigos. Tais passatempos não só aumentaram o interesse mas também a renda de muito senhor ou senhora aposentados.
Ou, talvez, seja o arrimo duma família, mas, na atualidade, esteja desempregado. Por certo se trata duma circunstância provadora em que se encontra. Todavia, mesmo nesse caso, não melhorará sua situação por entregar-se ao modo de pensar negativo e ficar amargurado ou casmurro. Siga o proceder sábio: conte e aprecie suas bênçãos. Se tiver certa medida de saúde e vigor, pode sentir-se grato por tais coisas. Na medida em que tiver entes queridos, dispõe de motivos para sentir-se grato, pois, não são eles tesouros inestimáveis? Dispõe de seguro de desemprego, seguro social, de economias, ou de alguma outra forma de auxílio? Se assim for, aprecie tais provisões.
Aprenda a aproveitar ao máximo suas circunstâncias. É óbvio que há limite quanto ao tempo que possa gastar procurando emprego. Mas, não é verdade que, quando tinha pleno emprego, havia tantas coisas que precisavam ser feitas no lar, para as quais não dispunha de tempo? Agora tem tempo; interesse-se em fazê-las.
Devido ao desemprego, talvez disponha de tempo para ler mais, a leitura da espécie que não só é interessante mas também educativa. Talvez consiga agora adquirir perícias que talvez até mesmo lhe sirvam para conseguir um emprego melhor.
Ou, tem dificuldades físicas? Então, aprenda uma lição de certo californiano, pai de sete filhos. Contraiu uma infecção que paralisou por completo todos os seus quatro membros, tornando-o um quadriplégico. Embora já esteja nesta situação por mais de treze anos, é a pessoa mais jubilosa, otimista e extrovertida que poderia desejar conhecer. Incapaz de usar qualquer coisa além da mente e a voz, juntou-se a um clube de correspondência e se corresponde com pessoas de todo o mundo por meio de gravações a fita, seus filhos mudando as fitas para ele. Também faz gravações para amigos e conhecidos cegos. A experiência dele traz à memória o velho ditado: ‘Eu me queixava de não ter sapatos até que encontrei um homem que não tinha pés.’
in Despertai de 22/6/1972 pp. 3-4
Provérbio da semana ( 20:1 )
O vinho é zombador, a bebida inebriante é turbulenta, e quem se perde por ele não é sábio.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Palavra da semana 3
dictiopsia
(grego díktion, -ou, rede)
s. f.
Med. Perturbação da visão em que se vê perpassar uma ilusão de redes ou teias de aranha.
(grego díktion, -ou, rede)
s. f.
Med. Perturbação da visão em que se vê perpassar uma ilusão de redes ou teias de aranha.
Vai mudar-se para outro país?
A IDÉIA de emigrar não é de jeito nenhum nova. Em especial, desde o fim da segunda guerra mundial milhares de pessoas emigraram para outros países. Expressões tais como: “Já estou farto da Europa; está estourando de gente — eu vou-me embora!” não têm sido incomuns. Em busca de paz e segurança, muitos têm ido impetuosamente para outros países, deixando atrás seu lugar de nascimento, seus amigos, lares e parentes.
Em aditamento ao motivo de dessatisfação, outros têm emigrado porque procuram a aventura, excitação, progresso e riquezas.
Nem todos conseguiram realizar seus sonhos. Muitos aprenderam que é preciso trabalhar, seja lá para onde se for, e em novas localidades as vezes até mesmo mais arduamente e sob circunstâncias mais difíceis do que no seu país natal. Alguns ficaram com suas esperanças e seus ideais abalados, e voltaram desiludidos para sua terra natal. Para outros, a maneira correta de encarar a questão da emigração pelo menos trouxe limitada satisfação e êxito.
Problemas Encontrados no Novo País
Poderíamos usar, a título de comparação, uma árvore que cresceu por trinta ou mais anos em certo lugar onde o solo é rico e o clima é tépido. Escave tal árvore agora e a coloque num solo pobre e num clima frio. Como ficaria tal árvore? Foi tirada de seu habitat natural. Depois de ser replantada, talvez pareça criar raízes de novo. No entanto, logo suas folhas talvez se sequem e morram. Por fim, talvez sejamos obrigados a admitir que a árvore não se ajustou àquele clima. Alguém que deixa sua terra natal é comparável a essa árvore. Cambia ambientes familiares por um local que talvez jamais tenha visto antes na vida.
Tudo pode parecer muito atraente nos folhetos de viagens, mas o verdadeiro quadro nem sempre é o mesmo. Uma foto não lhe diz quão quente será no verão e quão úmido fica à noite. Se não estiver acostumado a tal clima, poderá tornar-se difícil dormir, de modo que acordará de manhã ainda cansado, tendo à frente outro dia quente. Nem as fotos lhe falam dos diferentes costumes e alimentos, ou dos problemas de se aprender um novo idioma. E, daí, há aquela sensação que talvez comece a sentir no decorrer do tempo: “saudades de casa”. Tais palavras não visam desanimá-lo de planejar emigrar, talvez o ajudem a ter um conceito mais realístico do assunto.
O Que Fazer Antes de Decidir
Se for casado, deve considerar seu cônjuge e seus filhos. Talvez deseje emigrar, mas será isso que seu cônjuge deseja?
Se tiverem chegado a um acordo quanto a mudar-se para outro país, dirija-se a uma boa biblioteca e obtenha alguns informes sobre o país de sua escolha. Ali deve conseguir material útil sobre as condições climáticas, padrões de vida, moradia, e assim por diante. Talvez a embaixada do país para o qual deseje mudar-se possa fornecer-lhe informações adicionais quanto às condições de trabalho e as disponibilidades de emprego (Alguns países fornecem empregos principalmente para seus próprios cidadãos.) Em que tipo de trabalho é perito, e há demanda de tal trabalho onde planeja ir? Naturalmente, os trabalhadores altamente qualificados se acham em demanda em quase toda parte.
Daí, então, sua idade deve ser considerada. É evidente que a pessoa mais jovem usualmente acha mais fácil adaptar-se a novos ambientes do que alguém mais adiantado nos anos. As escolas são ruins em alguns países. Isto é algo que os pais devem considerar. A saúde da família e as facilidades médicas onde a pessoa se destina são outros fatores que devem ser cuidadosamente ponderados antes de a pessoa partir. Alguém que exija cuidados médicos constantes deve pensar duas vezes antes de mudar-se para o exterior. Também, considere se a pessoa vai adaptar-se ao clima determinado do país.
Não se engane pensando que, simplesmente porque um país se acha na América do Sul, por exemplo, deve ter um clima tropical. Os climas talvez variem drasticamente até mesmo dentro de um único país. Na Austrália há de tudo, desde a neve ao sul até os trópicos escaldantes ao norte, as temperaturas caindo a uns 18° abaixo de zero em alguns lugares, mas subindo a uns 45,3°C em outros.
Depois de ter resolvido afirmativamente todas estas questões, outros arranjos precisam ser feitos. Talvez esteja em condições de pagar sua própria passagem. Se isso não for possível, talvez consiga obter ajuda através dum programa governamental. Naturalmente, neste caso será preciso fazer certos acordos. Talvez aconteça que já tenha alguns amigos no país e eles o ajudem a encontrar uma casa e trabalho. Ou, talvez, a firma para a qual trabalhará lhe forneça moradia.
O Que Devemos Levar Conosco?
Ao chegar a hora da partida, surge a grande pergunta: “O que devemos levar conosco?” Muitos têm feito o erro de vender quase todos os seus pertences e então tiveram de comprar os mesmos itens de novo em sua nova residência. Naturalmente, não se pode levar tudo. A mobília, por exemplo, usualmente terá de ser vendida. No entanto, utilidades domésticas, ferramentas e roupas serão úteis onde quer que vá. Mudar-se para uma área quente não significa necessariamente que não precisará de nenhum agasalho. Muitos tiveram de comprar tais roupas de novo com dinheiro arduamente ganho. Quanto à bagagem, lembre-se que, se viajar de navio, sua bagagem não se limitará a certo peso, e poderá levar muito mais do que se viajar de avião.
Como Obter Êxito Nisso
O seu êxito em emigrar dependerá grandemente de sua atitude e do que espera. Tenha presente que o modo de vida em seu país de escolha talvez seja inteiramente diverso daquilo a que está acostumado. O primeiro ano é usualmente o mais difícil. A constante comparação com o modo como as coisas costumavam ser na terra natal não o ajudará a ajustar-se aos novos ambientes. Resolva na mente, antes de partir, que irá gostar de sou novo lar. Tente ajustar seu modo de pensar às pessoas do local e que viverá; não espere que se ajustem ao seu modo.
Seu primeiro passo nesta direção seria aprender o novo idioma tão rápido quanto possível, se já não o fez antes. Faça novas amizades e não limite suas associações às pessoas que vieram do mesmos país. Peça a outros que o ajudem a aprender a língua. Familiarize-se com as coisas. Aprecie as variedades de alimentos que jamais provou. Já comeu mamão? Possivelmente nem sabe o que é. Ou, o que dizer do abacaxi, colhido fresquinho, seu suco escorrendo entre seus dedos, ao provar seu sabor doce e delicioso?
Talvez tenha vindo de um país montanhoso e agora more junto ao mar. Usufrua o que o mar lhe tem a oferecer. Assim como as montanhas apresentam uma visão emocionante, o mar fornece uma vista cênica sempre mutável. Aprenda algo sobre o fundo histórico daquele país e do seu povo, também. Mostre interesse em seu modo de vida. Assim fará muitos amigos apreciativos que alegremente o aceitarão em sua comunidade.
Portanto, conte os custos de antemão, antes de se decidir a fixar residência numa terra estranha. E, se já fez sua decisão, seja otimista e adaptável.
in Despertai de 8/6/1972 pp. 25-27
Provérbio da semana ( 19:29 )
Os julgamentos foram firmemente estabelecidos para os zombadores, e os golpes para as costas dos estúpidos.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Uma estratégia estranha, mas...
Pouco depois de entrar para a prisão, um rapaz teve de arrancar três dentes. Depois, perdeu um dedo a trabalhar na cozinha. Quando foi preciso extraírem-lhe o apêndice, um guarda disse para o colega:
- O melhor é vigiarmos este de perto. Acho que está a tentar fugir aos bocados.
- O melhor é vigiarmos este de perto. Acho que está a tentar fugir aos bocados.
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AMOR MEU, DOR MINHA
DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.

