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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Provérbio da semana ( 21:6 )


A obtenção de tesouros por meio duma língua falsa é uma exalação impelida [para longe] no caso dos que procuram a morte.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Questão pertinente... e inteligente...


"Eu e o meu namorado somos brancos, mas o nosso bebé parece negro... Porquê??? Será que ele me traiu..."

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Palavra da semana ( 23 )


férula


(latim ferula, -ae)
s. f.
1. Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão. = PALMATÓRIA
2. [Figurado]  Autoridade ríspida; direcção ou governo rigoroso.
3. [Botânica]  Planta umbelífera. = CANAFRECHA
4. [Zoologia]  Género de moluscos.

domingo, 13 de maio de 2012

O saber não ocupa lugar ( 345 )







Wayne McLaren, um modelo americano que interpretou o Marlboro Man numa famosa campanha de propaganda de cigarros, morreu de cancro do pulmão.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Chupim — bandido brilhante do mundo das aves





QUANDO os moradores da Grã-Bretanha se abaixam para apanhar o leite de manhã, talvez verifiquem que foram assaltados. Sim, o creme foi pilhado das garrafas de leite! O chupim, esse bandido brilhante do mundo das aves, atacou de novo.
Intrépido e ágil, o chupim sabe o que quer e se inclinará precariamente numa garrafa de leite para beber uns dois a cinco centímetros do creme. Mas, como é que este bandido de penas chega até o leite? As tampinhas da garrafa de leite não constituem grande problema. Quando discos grossos de cartolina encerada eram usados para selar as garrafas de leite, pareciam estar seguras e (segundo se pensava) à prova do bico. Mas, o chupim os descascava pacientemente, camada após camada.
Daí, veio a tampinha de lâmina de metal. Mas, ela também falhou em impedir a acção do bico do chupim, de alto poder e que nem cinzel. As pedras colocadas em cima são retiradas descaradamente pelas bochechas. Cobrir as garrafas de leite com pano também deixou de protegê-las.
Mas, se a dona de casa tem problemas ocasionais, o leiteiro também os tem. Há relatos de que bandos de chupins seguem as carrinhas de leite pelas ruas, assim como as gaivotas seguem o arado, e abrem as tampinhas de garrafas enquanto o leiteiro se ocupa com suas entregas.
Agora parece que o chupim exerce sua má influência sobre os companheiros de plumas. Um leiteiro ao fazer entregas relatou que em diversas ocasiões os tordos, com seus bicos compridos, o seguiram e beberam leite das garrafas convenientemente abertas para eles pelos muito menores chupins azuis. O chupim lidera e os outros o seguem. É um fato que onze outras espécies de aves são conhecidas como tendo tomado o mesmo ‘carro de leite’, por assim dizer.
E o que vem em seguida? Ora, um correspondente do The Times assegurou o seguinte: “Uma raposa descoberta por uma vizinha, quando ela foi buscar o leite de manhã, estava sentada sobre seus quadris no matagal de amoras silvestres, observando atentamente os chupins azuis rompendo a tampinha de uma das garrafas e, sem dúvida, se não fosse perturbada, teria esperado até que terminassem o serviço, e então tomaria um gole.”
Mas, o chupim não anseia apenas o creme. Certo ingrediente da massa de vidraceiro é também do agrado do chupim. O acabamento de certo bangaló foi certa vez suspenso quando um matagal próximo soltou sua grande população de chupins azuis; a farra de comer massa que se seguiu causou que todo painel de vidro caísse.

Espiada no “Bandido” e Seu Comportamento

Que aparência tem este bandido de penas? O chupim azul é uma das aves mais bonitas dentre as menores que se encontra na Grã-Bretanha. Muitas pessoas, vendo pela primeira vez uma ave preparada para “atacar a garrafa”, confunde o chupim mais comum de Londres com uma ave estrangeira que talvez tenha fugido de algum aviário. Pois, ao voar, seu cocoruto e suas asas dum azul-cobalto, bochechas brancas e partes inferiores amarelas formam fascinantes raias de cores que não podem deixar de cativar os olhos.
Talvez o chupim se tenha tornado destro especialista na arte de abrir garrafas, devido à sua habilidade de aprender truques. Diz o livro Birds of the World (Aves do Mundo): “Os chupins são as mais adaptáveis e susceptíveis de ensino das aves bem pequenas . . . os truques que se pode ensinar aos chupins domesticados são surpreendentes.” Por exemplo, o livro declara que, no Japão, o chupim variado é usado pelos que predizem a sorte. Ao receber ordem, a ave pula para seu poleiro, tira uma moeda de entre os dedos, deixa-a cair numa caixa, abre a porta dum relicário em miniatura, e puxa um pedaço de papel, até mesmo desenrolando-o.
Assim, os chupins azuis parecem ser capazes de aprender pelos métodos de errar até acertar. Escreve o biólogo das aves, J. C. Welty, da Faculdade Beloit, Wisconsin, EUA: “Tal pilhagem de leite, de garrafas feitas pelo homem, dificilmente pode ser um comportamento inato.” E, como escreve o ornitólogo Kenneth Graham: “Se inteligência é definida como a habilidade de ver as ligações e tirar proveito da experiência passada, então, é preciso admitir que os chupins possuem este atributo em medida maior do que se pensou antes ser possível nos estudos do comportamento das aves.”
Visto que o habitat natural dos chupins azuis é a floresta, sua incursão bem para dentro do coração de grande metrópole é ainda mais notável. Sua perícia inata os habilita a existir e a multiplicar-se nas áreas lúgubres e comparativamente desprovidas de árvores numa cidade palpitante.
E sua escolha de locais para aninhar numa grande cidade também demonstra habilidade de tentar quase que tudo. Pois seus lugares de aninhar são tipicamente imprevisíveis: o estepe dum carro, caixas de correio, calhas de chuva, luminárias de rua, canos velhos, e até mesmo os bolsos dum casaco dum espantalho colocado numa fileira de ervilhas especialmente para assustar — imagina quem? — os chupins azuis!

Ave Desejada Apesar do Banditismo

Como é que o público em geral vê esta ave tão talentosa, Apesar de lhe pilhar o creme, não há nada que se assemelhe a um clamor público, não há grandes sentimentos de revolta. Pelo contrário, algo semelhante à admiração sublinha os relatos pessoais do banditismo das aves.
Assim, embora estas avezinhas às vezes causem barulho por si mesmas, os amantes das aves ainda acenam com petiscos num jardim a fim de serem visitados por este pequeno almofadinha do mundo das penas. Os petiscos apreciados pelos chupins incluem queijo, pele de bacon, amendoins enfiados num fio, sementes e meio coco. Com efeito, o chupim é realmente uma das aves favoritas dos jardins britânicos. É grandemente apreciado por seus atraentes trejeitos, tais como o de se pendurar de cabeça para baixo para atingir um meio coco suspenso.
Outra razão pela qual o chupim é uma ave desejada, apesar de seu banditismo, é que serve o homem proveitosamente por consumir grande quantidade de insectos. Um casal de aves foi observado fazendo oitenta visitas por hora ao seu ninho. Concedendo-se os necessários períodos de descanso, o Sr. e a Sra. Chupim estavam buscando 1.500 refeições por dia, ou 10.000 ou mais por semana, consistindo em gorgulhos da flor de maçã, e larvas de tentredrém. Os chupins azuis então são uma força operária gratuita para livrar as árvores frutíferas de pragas. Infelizmente, a impensada remoção de árvores e o uso indiscriminado de pesticidas compele os chupins azuis a procurar suas refeições em outras partes.
Por causa de seu banditismo, alguns chamaram de “loucos” os chupins azuis. Mas, um leitor escreveu o seguinte a um editor de jornal, em defesa dos bandidos avícolas: “Com o crescimento das áreas urbanas e a redução das áreas férteis — amiúde quimicamente tratadas — seria simples demais sugerir que somos nós aqueles cujo comportamento louco atingiu os chupins?”

Solucionando o Problema, Apreciando a Ave

Mas, o que fazer quanto aos hábitos do chupim azul de surripiar o leite? Pegar o leite antes do chupim é uma solução para o problema. A dificuldade é que o ataque aéreo ocorre com surpreendente velocidade. Segundos após a entrega, os bandidos plumíferos mergulham, como fizeram numa consignação de leite a uma escola em Merstham, Surrey, em que mais de 50 de 300 garrafas de leite foram abertas antes de o zelador da escola poder apanhá-las.
Lembre-se sabiamente que para uma ave o alimento se acha onde puder encontrá-lo. Assim, em bondosa cooperação com seu leiteiro, esconda o leite numa caixa forte, com tampa pesada.
O chupim azul não é senão um de uma quase infindável variedade de maravilhas vivas, o trabalho de um Criador todo-sábio. De um amante de aves vem este excelente tributo ao chupim e a seu Criador: “Contemplar estas criaturinhas espertas, activas e felizes, tão belas em forma, linha e cor, tão perfeitas em seus movimentos, tão cheias de propósito, tão seguras em todos os seus caminhos, torna a pessoa bem humilde. O que é a obra do homem em comparação com elas?”

in Despertai de 22/9/1972 pp. 20-22

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Provérbio da semana ( 21:5 )


Os planos do diligente seguramente resultam em vantagem, mas todo precipitado seguramente [se encaminha] para a carência.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Notícia de última hora!


Com o pedido de divulgação urgente, foi recebida a seguinte mensagem emitida pelo Gabinete do Primeiro-Ministro:
"O Governo faz saber que, como medida de contenção de despesas e tendo em consideração a actual situação das contas públicas, a luz ao fundo do túnel será desligada até nova ordem."

domingo, 29 de abril de 2012

Palavra da semana ( 22 )


clinomania

(grego klino, inclinar, fazer inclinar + -mania)
s. f.
[Patologia]  Tendência exagerada para permanecer na cama, para estar deitado.

sábado, 28 de abril de 2012

O saber não ocupa lugar ( 344 )




O recorde de velocidade no espaço por uma nave tripulada, de 39 897 km/h, foi estabelecido durante o retorno à Terra pela missão Apollo 10.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Serve-lhe uma casa móvel?





PROCURA uma casa? Chegou à conclusão de que a pessoa mediana simplesmente não pode ter uma?
Nos últimos anos, centenas de milhares de famílias satisfizeram sua necessidade de moradia por comprarem uma casa móvel.
Hoje, há cerca de três milhões de casas móveis nos Estados Unidos. Cerca de sete milhões de estadunidenses moram nelas, e o número aumenta rápido.

Indústria Florescente

As casas móveis representam um dos negócios mais em expansão nos EUA. Nos últimos anos, cerca da metade de todas as casas para uma só família vendidas eram casas móveis. E, na faixa dos preços mais baixos, praticamente são as únicas casas produzidas nos EUA. Disse o director-gerente da Associação dos Fabricantes de Casas Móveis, John M. Martin: “As casas móveis constituem 96 por cento das novas casas para uma só família vendidas nos EUA.”
Comentando a necessidade satisfeita pelas casa móveis, Robinson Newcomb, consultor económico sobre construções, de Washington, afirmou: “As casas móveis salvaram o dia para nós. Se não fossem as casas móveis, nossos problemas de habitação seriam bem piores do que já são.”

Alcançando Respeitabilidade

No passado, as casas móveis eram grosseiras e apertadas; eram usadas comumente por imigrantes, ou serviam de alojamentos de emergência. As comunidades amiúde as tinham por monstruosidades, um risco. Embora algumas comunidades ainda as considerem assim, passos foram dados para remover-se tal imagem.
As melhores são notáveis. Há pouca semelhança, por exemplo, entre as casas móveis modernas e os milhares de casas de dois e meio por seis metros, produzidas para uso de emergência durante a Segunda Guerra Mundial. Além de serem mais atraentes, os modelos hodiernos possuem comumente várias dependências e mais de quatro vezes mais espaço útil do que as primitivas! Desde fins da década de 1950, a casa móvel mediana quase que dobrou de tamanho; em 1957, o comprimento mais popular era de dez metros, em comparação com os mais de dezoito metros actualmente.
Também, o que melhorou a imagem da vida numa casa móvel foi o aparecimento de modernos parques de casas móveis; cerca de 1.500 deles são abertos nos EUA a cada ano. Um típico parque possui de 150 a 300 lugares. Muitos têm vista bonita, mas pavimentadas e calçadas, estacionamento fora da rua e áreas recreativas. Alguns dispõem de apenas sete ou oito locais para casas em cada cerca de meio hectare, em comparação com os quinze a dezoito comuns em parques mais antigos.
Estes parques aprimorados e casas mais amplas e melhores têm movido cada vez mais pessoas a investigar para ver se uma casa assim lhes serve.

Modernas Casas Móveis

Os fabricantes sublinham que aquilo a que se referem como casas móveis não são simples trailers de viagem, embora possa haver uma certa mistura. Falando-se em geral, um trailer de viagem é uma moradia temporária limitada em largura a uns 2,40 metros e com não mais de uns dez metros. É rebocado por um carro e pode operar independentemente das ligações de serviços públicos.
O que se chama de casa móvel, por outro lado, ao passo que é construída para ser rebocada em seu próprio chassis, não se destina a ser mudada com regularidade. Destina-se a ser ligada aos serviços públicos, e a situar-se em um lugar para que nele se more o ano todo, todavia, pode ser transportada para outro local, se desejado.
Não obstante, a diferença mais evidente é que a casa móvel é muito maior. As novas têm usualmente de quinze a mais de vinte metros de comprimento. E cerca de 90 por cento das construídas hoje têm 3,60 metros de largura, embora as com 4,20 metros de largura estejam ficando populares, à medida que mais estados permitem essa carga larga pelas estradas. As grandes casas móveis precisam ser puxadas por um caminhão e precisam ter licenças especiais de usar as rodovias.

Economicamente Atraentes

Talvez a razão principal pela qual as pessoas consideram a compra de uma casa móvel seja que as casas convencionais são tão caras. A casa móvel mediana, por outro lado, custa cerca de um quinto duma casa convencional.
Há ainda a questão de onde colocar a casa móvel. Cerca de metade delas ficam em parques de lares móveis; há cerca de 22.000 destes nos EUA. A despesa total duma casa móvel, além do custo do aquecimento e dos serviços públicos, é muito inferior ao duma casa convencional. Também, a manutenção é muito mais barata. E os impostos são mais baixos, visto que as casas móveis são licenciadas e taxadas como veículos, antes que como imóveis.
‘Mas, o que dizer do custo da mobília e dos acessórios?’ — talvez pergunte. Acham-se incluídos no preço original. As casas móveis são costumeiramente vendidas já mobiladas, inclusive com refrigerador, fogão, aquecimento, cortinas e mobília. Quase tudo que é necessário para começar a viver ali são a roupa de cama, toalhas e artigos de mesa.
Assim, pode ver por que muitos consideram atraente de forma económica viver numa casa móvel.
É natural não se esperar que uma casa móvel dure tanto quanto uma casa convencional. Também, a casa móvel tem valor depreciável, assim como um carro, perdendo cerca de 20 por cento de valor para revenda depois do primeiro ano; ao passo que uma casa não raro aumenta de valor ao se passarem os anos.

Menos Manutenção

Uma característica que muitos acham atraente é a pequena manutenção exigida pela casa móvel. Isto é em geral verdadeiro tanto quanto ao interior da casa como quanto ao exterior.
As casas móveis amiúde têm exterior de alumínio. Pode ser lavado com uma mangueira de água como o carro da família. Ocasionalmente, alguma calefacção ou aperto dos parafusos talvez seja necessário. E a aplicação de revestimento asfáltico para o tecto a cada dois a cinco anos é boa ideia para impedir goteiras no tecto. Mas, esta é quase que a única manutenção exigida pelo exterior da casa móvel.
Num parque de casas móveis, o quintal em torno de cada casa é geralmente pequeno. Isto, por certo, pode ser considerado quer como vantagem quer como desvantagem, dependendo da preferência pessoal.
Visto que a casa móvel é menor e mais compacta do que a casa convencional, pode-se, usualmente, terminar o trabalho doméstico em menos tempo e sem ficar cansada. Entrementes, visto que se transita e se faz outra actividade numa área menor, usualmente é necessário a limpeza mais frequente. É preciso passar o aspirador de pó ou lavar os carpetes com mais frequência. E as paredes revestidas de madeira, que a maioria das casas móveis possuem, em geral exigem lavagem mais amiúde. Talvez, porém, mais do que qualquer outra coisa, os hábitos pessoais influam na quantidade de manutenção exigida.
Morar numa casa móvel não é como morar numa casa grande em que um quarto de brinquedos ou outras áreas possam ser escondidas da vista ou não se passe por elas. Cada quarto é geralmente usado, e usado com frequência. Assim, logo ficam em desordem e desorganizados se cada membro da família não puser os itens de volta em seu lugar. Pode imaginar o embaraço que isto pode causar quando surgem visitas inesperadas, ou a tensão que pode causar a vida sob tais condições. Assim, a menos que todo membro da família seja asseado, ou aprenda a sê-lo, a casa móvel talvez não lhe sirva.

O Que Dizer do Espaço?

As pessoas frequentemente perguntam aos donos de casas móveis: “É difícil viver numa quantidade limitada de espaço?”
Os casais sem filhos talvez não achem muito difícil. Com efeito, aqueles que gastaram a maior parte do dia fora de casa amiúde consideram uma bênção haver menos espaço. Ficam contentes de que não têm uma casa grande para cuidar.
Por outro lado, o espaço limitado pode ser verdadeira desvantagem. Considere, por exemplo, a mãe com dois filhinhos activos quando o tempo está chuvoso e não podem brincar do lado de fora. Nos limites da casa móvel, ela talvez esgote logo sua paciência. Até mesmo se houver outro quarto em que possam brincar, as paredes relativamente finas talvez não absorvam suficientemente o barulho para que ela possa ficar descontraída.
Mais espaço útil de estar, porém, pode ser obtido. Muitos constroem junto à sua casa móvel uma cabana, ou quarto extra. Um dos lados deste quarto é a parede exterior da casa móvel. Daí, há os chamados “desdobráveis”. Estas casas móveis são construídas de forma que possam ser ampliadas por se retirar uma parte da estrutura principal. Amiúde trata-se apenas de uma peça, tal como a sala de estar, que se expande a quase o dobro do tamanho original.
Um estilo de casa móvel que se tornou especialmente popular é chamado o de “largura dupla”. Duas partes de 3,60 por 18 metros, por exemplo, são rebocadas em separado até certo local e então aparafusadas. Este tipo de casa móvel fornece mais espaço interior do que se acha em algumas casas convencionais. Assim, o problema de espaço de estar pode ser resolvido — a certo preço.

Outros Factores

Gosta da ideia de poder facilmente apanhar suas coisas e mudar-se? Quem mora em casa móvel tem esta liberdade, até certo grau. Até mesmo as casas de “largura dupla” podem ser desaparafusadas e rebocadas para outro local. E, outra vantagem é que, quando a família se muda para uma nova comunidade, ao passo que talvez tudo o mais lhe seja estranho e diferente, sua casa é a mesma. Natural é que terá a despesa de alugar um caminhão para puxar uma grande casa móvel para seu novo lugar, algo que talvez não seja uma despesa nada pequena se a distância envolvida for considerável.
Durante graves tempestades as casas móveis talvez não sejam tão seguras como as casas convencionais. Não são tão pesadas e bem alicerçadas, de modo que, às vezes, são derrubadas enquanto as casas regulares permanecem de pé. Isto talvez seja um factor a considerar se morar numa área em que graves tempestades são frequentes.
Todavia, as casas construídas em fábricas se provaram casas de qualidade. Milhões de pessoas vivem em casas móveis, e as sondagens indicam que a maioria se sente bem feliz com suas acomodações.
No entanto, a fim de determinar se lhe serve uma casa móvel, fale com pessoas que moram numa. Pergunte-lhes o que pensam sobre ela, e do que não gostam. Visite os parques de casas móveis, e examine os serviços públicos oferecidos. Quer decida ou não que uma casa móvel lhe serve, pelo menos aprenderá mais sobre um modo de vida cada vez mais popular.

in Despertai de 22/9/1972 pp. 12-15

terça-feira, 24 de abril de 2012

Desacordo ortográfico

Conforme puderam reparar, existe agora no lado superior direito deste blog uma informação de que não adopto o (des)acordo ortográfico. Não concordo com as alterações efectuadas nesse desacordo, penso que não somos nós que nos devemos adaptar a outra forma de linguagem, pois a raiz do português está em Portugal. Nesse sentido irei ter mais cuidado na revisão do que for colocando no meu blog, de forma a não fugir ao que penso e sinto sobre este assunto. Agradeço a vossa compreensão e respeito, caso discordem. Obrigado!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.