Praticante do Brandismo - "Empenha-te pela justiça, pela devoção piedosa, pela fé, pelo amor, pela perseverança, pela BRANDURA de temperamento"
Mensagens populares
-
A POLUIÇÃO atmosférica torna-se um problema cada vez maior à medida que cidades e indústrias aumentam de tamanho. Segundo algumas autorid...
-
O corpo humano possui 100 000 quilômetros de veias, artérias e outros vasos sanguíneos. Isso é suficiente para dar duas voltas e meia em to...
-
O avião mais rápido do mundo é o SR-71 Blackbird, que voa a uma velocidade até 3 vezes superior ao som. A sua fuselagem é feita em titânio...
-
A OPERAÇÃO mais freqüentemente realizada no corpo humano, depois da extração de dentes, é a remoção das amígdalas. A operação, chamada amig...
-
UM PEQUENO pedaço de músculo é tudo o que ela é. Mas, quão surpreendente é seu formato! Pois a língua pode formar todos os sons proferidos ...
-
É UM adolescente importunado com acne? Não leve isso por demais a sério. Sem dúvida, parece-lhe muitíssimo pior do que parece aos outros. T...
-
Barbie A boneca mais famosa do mundo foi inspirada e ganhou o nome de Barbie Handler, filha da americana Ruth Handler, fabricante de brin...
-
O QUE se daria se a escuridão viesse de súbito cada noitinha, como se um interruptor de luz fosse desligado? Sentiria falta do crepúsculo? ...
-
Um casal britânico teve uma experiência que jamais vai esquecer. Durante o acto sexual o homem sentiu uma forte dor no órgão sexual. Ao ol...
-
OS CONSTRUTORES de estruturas tais como as pontes reconhecem a necessidade de tomar providências para uma margem de segurança. Deve-se torn...
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Palavra da semana ( 29 )
polissemia
(francês polysémie)
s. f.
1. [Linguística] Propriedade de uma palavra ou locução que tem vários sentidos.
2. [Linguística] Conjunto dos vários sentidos de uma palavra ou locução.
sábado, 4 de agosto de 2012
O saber não ocupa lugar ( 351 )
O problema do quadrado inscrito, um problema de geometria euclidiana plana proposto há mais de cem anos, ainda não foi solucionado.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Aptidão física — vale a pena o esforço?
ERA um almoço de sábado. Todo o mundo acabara de se levantar. De súbito, um senhor tombou sobre a pessoa junto dele e foi ajudado a sentar-se em seu lugar. Mas, o ataque cardíaco o matou quase que instantaneamente. Só tinha trinta e quatro anos, mas era um tanto obeso.
Seria bastante triste se este fosse apenas um incidente isolado. Mas, todo dia, os ataques cardíacos abatem muitos em seus trinta, em seus quarenta e em seus cinquenta anos — matando-os ou aleijando-os. É uma epidemia! The New York Times Encyclopedic Almanac afirma: “Achamo-nos numa nova era de pandemias [epidemias difundidas], visto que quase a metade dos homens dos países ocidentais (e crescente proporção das mulheres) morrem de uma única doença — a moléstia cardiovascular, ou, mais especificamente, a catástrofe coronária [do coração].”
Por que é especialmente nos países ocidentais, onde há prosperidade material, que esta doença é comum? E por que se tornou uma epidemia nesta geração? O consenso dos especialistas médicos é que há vários factores contribuintes, cada um dos quais influi adversamente na aptidão física.
O Que É Aptidão Física?
Segundo certo médico, a aptidão física permite que uma pessoa cumpra suas actividades diárias sem interferência da fadiga. Também a pessoa apta dispõe de suficientes reservas físicas para enfrentar com segurança emergências inesperadas, e possui suficiente energia para gozar o lazer.
Assim, poder-se-ia dizer que alguém fisicamente apto consegue suportar a tensão. A tensão pode provir de um dia de trabalho árduo no escritório ou em cuidar duma casa, de um quase acidente, de correr para pegar um ónibus e assim por diante. Estas coisas provocam demandas extras sobre o corpo; mais oxigénio precisa ser levado aos músculos, e os produtos residuais extras precisam ser eliminados. Isto exige trabalho incrementado do coração e a circulação mais rápida.
Mas, e se a pessoa não estiver apta? Daí, as funções físicas não corresponderão adequadamente. Isto pode ser perigoso. Amiúde, ouve-se falar de pessoas que desmaiam numa situação tensa. Exemplo disso é que, a cada inverno, muitos tombam quando removem a neve de suas calçadas. Seus corações e sistemas circulatórios não são suficientemente aptos para suprir o volume incrementado de sangue, e, assim, falham.
Por certo é desejável a aptidão física. Não só poderá tornar a pessoa mais segura — capaz de enfrentar situações tensas sem efeitos perigosos — mas pode aprimorar a eficiência pessoal em todo campo. A pessoa apta se sente melhor, tem melhor aparência, tem mais energia, e, por conseguinte, goza mais a vida.
Assim, ‘talvez conclua que a aptidão física vale a pena o esforço. Mas, que esforço é aconselhável? Que factores influem adversamente na aptidão, e assim contribuem para a catástrofe coronária?
Inimigos Principais da Aptidão
Um dos factores é a obesidade, e uma dieta alta de ‘gorduras saturadas. Quando são consumidos em abundância os alimentos ricos, acumula-se a gordura do corpo — a metade dos adultos nos Estados Unidos são obesos. Muito mais certos, porém, são os ocultos depósitos da gordura, em especial os que se formem nas paredes das artérias coronárias. A obstrução duma artéria vital pode levar ao fatal ataque cardíaco.
Os estudos mostram que os bantus da África e outros povos que ingerem uma dieta limitada em alimentos ricos têm poucos, se tiverem alguns, depósitos de gordura nas paredes das artérias coronárias e assim sofrem pouco do coração. Todavia, os depósitos arteriais se tornam coisa comum nas pessoas dos países prósperos. Significativamente, na Segunda Guerra Mundial, quando a dieta dos povos nos países escandinavos era restrita em calorias e gorduras, a incidência das afecções coronárias foi dramaticamente reduzida.
Cuidar da dieta, portanto, é aparentemente essencial à aptidão física, e reduz as probabilidades de um ataque cardíaco. Lembre-se, a gordura visível provavelmente significa que dentro do corpo os depósitos de gordura se acumulam nas artérias, estreitando-as perigosamente. Assim, evite o excesso de peso! Talvez seja aconselhável, também, limitar ou excluir a ingestão de alimentos fritados inteiramente em gordura animal, bem como utilizar como fonte generosa de nutrição, os legumes, as frutas, os melões e os cereais.
Outro factor que contribui para se reduzir a aptidão, segundo se crê, é o modo de vida hodierno, corrido, tenso. As gerações prévias não viviam no ritmo acelerado em que vivem as pessoas hoje, com o senso de urgência do tempo, a tremenda competição, e a hostilidade latente. Embora os efeitos disto sejam difíceis de medir, há peritos que crêem ser factor primário no horrendo aumento da doença coronária. O cardiologista Meyer Friedman explica:
“O que quero dizer — e dispomos de muitos dados para apoiá-lo — é que sempre que o homem se empenha por demais incessantemente em conseguir fazer muitas coisas num espaço muito curto de tempo, assim produzindo em si mesmo um senso de urgência do tempo, ou sempre que o homem se empenha por demais competitivamente com outras pessoas, esta luta marcantemente acentua o processo da doença coronária do coração. . . . As forças bioquímicas geradas por esta inquietação íntima são bem capazes de, por si mesmas, produzir a [catástrofe] da parada cardíaca.”
Rodar um motor de carro constantemente na velocidade máxima encurtará sua vida. Efectivamente, é isso que milhões de homens fazem a si mesmos — esforçando-se freneticamente em ir avante, em obter uma posição melhor, em fazer mais do que uma outra pessoa — apenas para sofrer um colapso abrupto. Por certo, isso não vale a pena! Obter muitas coisas materiais não é necessário para a real felicidade.
Inimigo Comum da Aptidão
Agora chegamos a um inimigo especialmente comum da aptidão — o moderno estilo de vida sedentária. Crê-se que é um dos principais factores contribuintes para a avalancha da doença cardiovascular. O objectivo, hoje, é aparentemente remover qualquer necessidade de se exercitar um músculo.
Os carros substituíram as pernas como o principal meio de transporte, e até os braços são poupados pelo volante electrónico e janelas eléctricas. Nos prédios de escritórios, os funcionários são levados de um andar para o outro por elevadores. Em casa, escovas eléctricas engraxam sapatos e escovam os dentes. Gramados são aparados com cortadores de grama a motor. E os canais de TV são trocados do próprio lugar da pessoa por controle remoto.
A ênfase na ‘vida fácil’ quase que eliminou por completo o exercício físico. O fato é que o trabalho diário mais duro que alguns escriturários fazem é tomar um banho de chuveiro e vestir-se! Mas, será que tal falta de exercício realmente precipita os ataques cardíacos?
Sim, a evidência revela que as pessoas sedentárias são mais inclinadas aos ataques cardíacos do que as pessoas activas.
Exemplificando, certo estudo verificou que os cobradores de ónibus londrinos que constantemente andavam para a frente e para trás, e subiam e desciam as escadas dos ónibus de dois andares tinham uma taxa de ataques cardíacos na metade da dos motoristas de ónibus. Também, um estudo dos residentes dos mosteiros, onde a dieta e o ambiente eram os mesmos, revelou que os trabalhadores campais tinham menos ataques cardíacos do que os monges de ocupações sedentárias.
As autoridades concordam quase que unanimemente que o exercício é vital para a vida saudável. O Director de Pesquisas Cardiovasculares da Universidade de Vermont, o Dr. Wilhelm Raab, indicou com precisão: “A falta de exercício é a causa principal da doença coronária.”
Por que, porém, se diz isso? Por que precisamos de exercício para vivermos?
A Capacidade do Coração
Nosso corpo se compõe de mais de 600 músculos, sendo o coração o mais notável de todos eles. Normalmente bate cerca de setenta vezes por minuto, ou cerca de 100.000 vezes por dia. Neste tempo, bombeia cerca de sete toneladas de sangue através dos mais de 96.000 quilómetros de vasos sanguíneos. Todavia, nessa taxa, o coração não está trabalhando arduamente. É capaz de um esforço muito maior.
Por exemplo, quando obrigado pelo exercício, o coração de pessoa fisicamente apta pode dobrar a quantidade de sangue bombeada com cada batida. E pode acelerar grandemente sua taxa, bombeando eficazmente ao bater 180 vezes por minuto. Assim, o coração consegue aumentar seu trabalho mais de cinco vezes, bombeando mais de vinte e cinco litros por minuto para levar a nutrição aos músculos do corpo. E o coração de atletas persistentes possui uma capacidade ainda maior!
Por certo, tendo tão notável capacidade de trabalho, o coração da pessoa sedentária deve sofrer com a falta de exercício. O Doutor M. F. Gram, da Faculdade de Medicina do Sudoeste da Universidade do Texas, EUA, observa: “Privar este notável órgão da sua função máxima por longos períodos de tempo é um convite ao desastre. É bem parecido a se colocar o braço numa tipóia; os músculos definham e se atrofiam e logo o braço não é capaz de realizar nada mais de que uma fracção do trabalho para o qual foi originalmente tencionado. Daí, quando subitamente convocado ao exercício estrênuo, não consegue corresponder. Comummente, no caso do coração não treinado, isto resulta num ataque cardíaco.”
Necessidades do Coração
O músculo cardíaco precisa de quantidade grande e constante de sangue para nutri-lo, exigindo 1/20 do suprimento de sangue do corpo, embora represente apenas 1/200 do peso do corpo. O coração não obtém este sangue directamente de suas próprias câmaras de recepção e ejecção, mas o obtém por meio das duas artérias coronárias. Estas artérias principais envolvem o coração, e se dividem em muitas artérias cada vez menores que se estendem e se aprofundam no músculo cardíaco. O oxigénio e outros nutrientes fornecidos por estas artérias são vitalmente importantes, pois estas são as artérias directamente envolvidas nos ataques cardíacos.
O Valor do Exercício Regular
O que ocorre quando uma pessoa é sedentária? As artérias que suprem o sangue aos músculos se tornam cada vez mas estreitas, e muitos vasos pequenos até mesmo desaparecem. Assim, o sangue para os músculos, e portanto o oxigénio, é menos. O volume total de sangue do corpo é até mesmo reduzido. Caso haja uma emergência, talvez súbita tensão ou uma artéria coronária “obstruída”, então, o que acontecerá? O sistema circulatório talvez não consiga fornecer suficiente oxigénio ao coração, provocando um ataque cardíaco.
Por outro lado, o que acontece quando a pessoa é regularmente activa? Na vigorosa actividade física, o fluxo de sangue pelos músculos do esqueleto aumenta cerca de dez vezes e o consumo de oxigénio por estes músculos talvez aumente cem vezes. Assim, o exercício regular faz com que as artérias da pessoa se tornem maiores, de modo a poderem levar mais sangue. Também, mais vasos sanguíneos se abrem nos tecidos musculares, fornecendo novas rotas para levar mais oxigénio. Especialmente no caso do músculo cardíaco, isto é uma vantagem, pois, então, se uma das artérias se tornar “obstruída”, o suprimento de sangue pelas rotas auxiliares talvez seja suficiente para impedir que o músculo cardíaco careça de oxigénio e pare.
A actividade física regular, também, ‘fortalece o bombeamento por parte do coração. Assim, menos batidas são necessárias para conseguir os mesmos resultados, permitindo que o coração condicionado descanse mais. As pessoas sedentárias, cujo coração bate de oitenta ou mais vezes por minuto, podem reduzir significativamente esta taxa e permitir que seus corações descansem mais, através do exercício regular.
Mas, o benefício especial da actividade física é que o coração fortalecido opera mais eficazmente sob tensão. Isto é facilmente demonstrado. Por exemplo, em um teste, um grupo de escriturários recebeu um período de vinte minutos de exercício. Suas taxas cardíacas, em média, se aceleraram até 170 batidas por minuto, quase tão alto quanto é seguro para os homens não condicionados. No entanto, depois de se empenharem em tal período diário de exercícios por oitenta e quatro dias, a taxa média cardíaca dos homens se acelerou para apenas 142 batidas por minuto. Seus corações faziam o mesmo trabalho com menos esforço. A aptidão havia sido melhorada. Isto significa que a tensão podia ser tolerada mais eficazmente e com menos perigo de colapso cardíaco.
Fazer o Esforço
O corpo do homem foi claramente feito para ser exercitado. No entanto, ao procurar satisfazer tal necessidade, é sábio ser moderado, evitando indevida ênfase no treinamento físico.
A sensação de fadiga comummente sentida pelos trabalhadores sedentários amiúde se relaciona com a falta de exercício. Se a pessoa se empenhar na actividade física, esta a ajudará a lhe dar energias e a vencer seu cansaço. Fazer um hábito regular de andar é um óptimo meio de se começar. Por que não andar, ao invés de usar o carro em viagens curtas? Disse certo médico: “Andar vigorosamente, se praticado desde a juventude em diante, em si mesmo reduziria drasticamente a inaptidão e as mortes prematuras devido à doença coronária.”
Outra actividade física também é boa. Nadar, andar de bicicleta, lavar o carro, cuidar do jardim, cortar a grama — toda forma de actividade que exija o movimento físico vigoroso será proveitosa para os trabalhadores sedentários se for feita com regularidade. Usar as escadas ao invés de o elevador é excelente modo de melhorar a aptidão física.
Contudo, há necessidade de cautela: Cuidado para não se exercitar vigorosamente demais no início, antes que seu sistema circulatório seja fortalecido pela actividade regular. Aumente de forma gradual a quantidade de exercícios, e, evite a tendência de tentar fazer muita coisa de uma só vez. Isto permitirá que o coração e os vasos sanguíneos sejam fortalecidos progressivamente, e não prejudicados.
A aptidão física vale a pena o esforço. A pergunta é: Está disposto a fazer tal esforço?
in Despertai de 8/12/1972 pp. 17-21
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Provérbio da semana ( 21:11 )
Por se impor uma multa ao zombador, o inexperiente torna-se sábio; e por se dar perspicácia ao sábio, ele obtém conhecimento.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Palavra da semana ( 28 )
debacar
(latim debacchor, -ari, enfurecer-se, arrebatar-se)
v. intr. e pron.
1. [Linguagem poética] Praticar actos de ébrio.
2. Enfurecer-se, esbravejar.
sábado, 21 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
O rinoceronte — vítima da superstição do homem
O CHIFRE maciço sobre o nariz do rinoceronte parece perigoso. O que é estranho é que esse próprio chifre tenha trazido perigo para o rinoceronte. Tem sido caçado impiedosamente para se conseguir este chifre, a fim de satisfazer a superstição existente em muitos países orientais. Sim, atribuem-se ao chifre do rinoceronte propriedades mágicas, e um pequeno pedaço do chifre pode alcançar alto preço.
O Chifre Mágico
Quando os caçadores licenciados abatem o rinoceronte, os chifres em geral se tornam propriedade do governo e são vendidos em leilão. Na África Oriental, o governo de Quênia realiza um leilão anual de chifres de rinocerontes, e comerciantes dos países orientais compram o chifre para exportação.
Os caçadores ilegais são incentivados pelos altos lucros a matar muitos mais rinocerontes do que os que são mortos por qualquer outro meio.
Quais são as qualidades atribuídas ao chifre de rinoceronte que movem os homens a pagar tais altos preços por ele? Alguns o consideram dotado de propriedades medicinais, aliviando o reumatismo e outras dores. Alguns crêem que o chifre colocado debaixo da cama de uma senhora grávida aliviará as dores de parto. E o dono dum chifre talvez o alugue com este fim em muitas ocasiões.
Também, fazem-se copos de chifre de rinoceronte e estes, segundo se crê, conseguem neutralizar ou revelar a existência de veneno. Alguns acham que o veneno na bebida fará com que o copo rache ou que a bebida fique coberta de espuma.
Parece que a prática de fabricar copos “à prova de veneno” dos chifres de rinocerontes começou por volta de fins do quarto século E. C. Naquele tempo se cria que o unicórnio mítico podia detectar o veneno com seu chifre. Natural é que as pessoas ficassem ansiosas de obter tais chifres, e a demanda era satisfeita pela venda de chifres de rinocerontes como legítimos chifres de unicórnio.
A demanda especial, contudo, de chifres de rinoceronte surge por causa de sua qualidade reputada de afrodisíaco, algo que restaura a potência sexual desvanecente do homem. O rinoceronte talvez copule por um período de várias horas, e, assim, tem-se sugerido que isto inspirou os homens a tentar obter parte desta potência por ingerir o chifre. É o chifre do rinoceronte capaz de produzir a virilidade sexual, ou é isso simples superstição, sem qualquer base efectiva?
Facto ou Ficção?
A busca dum afrodisíaco tem continuado por muitos séculos, e todas as espécies de partes animais têm sido usadas por vários povos, inclusive uma variedade de chifres. Actualmente, os homens estão em condições de fazer uma análise científica do chifre do rinoceronte e assim determinar se há qualquer base efectiva para tais afirmações.
Chifres semelhantes aos chifres do rinoceronte realmente crescem em outros animais, às vezes até mesmo no homem, mas em tais casos são crescimentos patológicos e amiúde prejudiciais. Dificilmente podemos imaginar que se possam obter benefícios de se comer um tumor ou uma excrescência do corpo de outra pessoa ou animal. Não obstante, Jeremias Diale, basuto da África do Sul, acumulou certa riqueza por vender pedaços de tal chifre que cresceu em sua testa. Viajou pela Índia em 1923 e pedaços de seu “chifre” eram ansiosamente disputados. Algum tempo depois, contudo, morreu de câncer.
Tem-se afirmado que o chifre de rinoceronte pode estimular a potência sexual por agir como irritante ao ser ingerido. Diz-se que o chifre é composto de pelos aglutinados e, quando reduzido a pó, contém diminutas partículas que se diz serem afiadas. Sugere-se que tais partículas, quando engolidas, passam pelo aparelho digestivo até a bexiga, e, ao serem eliminadas, provocam uma irritação da uretra. Na realidade, contudo, isto não pode ser assim. Pois nenhuma partícula sólida pode passar pelo aparelho digestivo para chegar à bexiga. Apenas as substâncias dissolvidas podem fazer isto, e, assim, não é possível causar-se uma irritação dela desta forma. Adicionalmente, o chifre é realmente composto de células da pele, e estas não se rompem em pedaços afiados.
Outra sugestão é que o chifre contém constituintes químicos que reagem de alguma forma sobre o corpo. Será possível, por exemplo, que os hormônios sexuais, tais como a testosterona, sejam contidos na substância do chifre e que eles sejam liberados no sistema da pessoa que ingere?
Para resolver esta questão, o Dr. Werner T. Schaurte, da Fundação de Pesquisas do Rinoceronte, na Alemanha, conduziu testes exaustivos. O Instituto de Fisiologia Animal da Universidade de Munique fez uma análise esteróide do chifre. Não se encontraram vestígios de hormônios. Os resultados dos testes foram conclusivos em estabelecer que não há evidência científica para se aceitar a estória de que o chifre de rinoceronte seja um afrodisíaco.
A preocupação do homem com assuntos sexuais o tem levado a muitas práticas tolas e degradantes. A reflexão no assunto, contudo, deve servir para mostrar o engano de se tentar transferir uma qualidade dum animal para um humano por este comer ou usar certa parte do animal. O homem não pode voar por comer penas de aves, nem pode permanecer indefinidamente debaixo d’água por esfregar escamas de peixe em seu nariz, e nem pode restaurar a potência sexual desvanecente por engolir o chifre dum rinoceronte transformado em pó.
Por outro lado, vir a conhecer o rinoceronte em seu habitat e avaliar a parte desempenhada por tais criaturas no equilíbrio da vida tem valor realmente terapêutico para se lançar fora as preocupações e as frustrações da vida moderna.
Conheça o Rinoceronte em Seu Lar
O rinoceronte de focinho de anzol ou de focinho pontudo alimenta-se de folhas e de raízes novas de arbustos. Para jantar, amiúde usa seu chifre frontal (às vezes atingindo até mais de um metro) para desarraigar e derrubar os arbustos e pequenas árvores. Observemos um rinoceronte se alimentar da acácia espinhosa. Note a forma como seu lábio em forma de anzol circunda os ramos para despojá-los das folhas. Actua quase que como um dedo. Por certo sua boca foi idealmente feita para se alimentar dessa maneira.
Essas aves que pousam nas costas do rinoceronte são tchiluandas, e alimentam-se dos parasitos encontrados na pele e nas orelhas de seu hospedeiro. Essas aves alertas alçam voo, fazendo muito barulho ao sinal de perigo, assim dando um aviso para o rinoceronte.
Ao passo que o olfacto do rinoceronte é acurado, e sua audição é boa, tem dificuldade de distinguir um homem a mais de uns 22 metros. E, se avista um movimento nessa distância, sentir-se-á perto demais do perigo para se sentir confortável, e poderá atirar-se contra tal objecto que se move. Ao invés de o rinoceronte ser um animal de temperamento ruim, alguns naturalistas afirmam que é mais provável que o medo motive o ataque e que a arremetida talvez seja mais defensiva do que agressiva.
Todavia, uns mil e trezentos quilos de rinoceronte, postos em acção, arremetendo-se à velocidade de uns 40 a 56 quilómetros por hora, torna-se formidável inimigo. Uma locomotiva certa vez foi arrancada dos trilhos por um destes enormes rinocerontes. Mas, observe quão contente fica de mordiscar brotos tenros. Sente-se feliz de ficar sozinho. Bem, vamos permitir exactamente isso e ver se podemos encontrar seu primo, o rinoceronte de focinho quadrado.
Este rinoceronte, o maior de todos os rinocerontes, pode chegar a pesar quatro toneladas. Ele é um roçador, alimentando-se de grama. Mas, veja ali. Agora pode ver por que é chamado de “focinho quadrado”. Sua boca é achatada e tem cerca de 25 centímetros de largura, de modo que ele acha fácil alimentar-se de grama. Um chifre recorde de tal rinoceronte mediu 1,57 metros. Felizmente é bem dócil e usualmente correrá se descobrir que estamos por perto. Sua reacção ao perigo, então, é em geral diferente da do rinoceronte de focinho pontudo.
Mas, agora ele se dirige para um lamaçal. Além de lhe dar alívio do calor, a lama serve para outro fim. A camada de lama fará com que os parasitos grossos e pequenos que chupam o sangue se soltem da pele do rinoceronte. O rinoceronte então os remove, junto com a lama, por esfregar-se contra uma pedra ou tronco de árvore. O lamaçal, por sua vez, torna-se cada vez mais profundo à medida que o rinoceronte o usa, e, por fim, se torna uma poça d’água semi-permanente, fornecendo água na estação seca para muitos outros animais.
O macho procura estabelecer seu território, uma área de talvez uns 202 hectares. Tem vários meios de marcar seu território, e o defenderá contra os desafiadores. Uma forma de marcar seu território é por achar um pequeno arbusto; daí, mantendo cada pata traseira firme por sua vez, as arremete contra o arbusto, rebentando-o. Depois disso, urina com um jacto fino de modo que o arbusto inteiro fique cheirando. Daí, qualquer rinoceronte visitante que chegar a tal arbusto, saberá imediatamente que se acha no território de outrem. Mas, como é que o macho saberá quem visitou seu território?
É costume do macho estabelecer estrumeiras ou pilhas de estrume. Qualquer rinoceronte visitante usará a estrumeira e assim deixará evidência de sua presença. O macho do território inspeciona as estrumeiras, sabendo pelo cheiro quem foi que visitou seu território, se são fêmeas ou machos, vizinhos ou estranhos. O estrume é espalhado por um coice das patas traseiras por parte do dono do território, de modo que o rastro do visitante é apagado antes da seguinte visita de inspecção.
Muitas, deveras, são as características interessantes destes enormes animais chifrudos, que agora declinam em número. Por certo, suas vidas devem significar mais do que o valor inflacionado de seus chifres. Que pena que o homem, movido pela superstição, deixe de reconhecer o verdadeiro valor desta terra e das maravilhosas criaturas sobre ela.
in Despertai de 8/12/1972 pp. 9-12
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Provérbio da semana ( 21:10 )
A própria alma do iníquo tem almejado o que é mau; aos olhos dele não se mostrará favor ao seu próximo.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Palavra da semana ( 27 )
rotacismo
(latim científico rhotacismus)
s. m.
1. Pronuncia deficiente da letra r.
2. [Fonética] Mudança linguística que consiste na substituição de um som pelo do [r] alveolar, geralmente em posição intervocálica.
3. Emprego frequente do r.
sábado, 7 de julho de 2012
O saber não ocupa lugar ( 349 )
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ensinou seus filhos a trabalhar?
UMA resposta de um Sim ou de um Não a esta pergunta talvez revele muito mais sobre sua família do que talvez pense. Como pais, sua resposta em grande medida reflectirá as circunstâncias e o ambiente em que foram criados. Também reflectirá, talvez, sua actual atitude para com a vida em geral, além de sua preocupação com o futuro de seus filhos. Sim, sua resposta talvez revele coisas, não só sobre seus filhos, mas também sobre vocês, pais deles.
Considere a questão de seu passado. Foi criado numa fazenda em que a família toda tinha de trabalhar arduamente? Ou foi criado numa cidade em que parecia haver pouco trabalho para os jovens? Trabalhavam arduamente seus pais para ganhar a vida? E, como criança, fizeram com que trabalhasse arduamente em casa? Ou dispunha de muito tempo livre? Estas experiências da infância poderiam exercer profunda influência sobre sua atitude no que tange a ensinar seus filhos a trabalhar.
Similarmente, a atitude que tem cultivado durante sua vida adulta para com o trabalho é também importante factor. Exemplificando, se acontece que mora num país que adoptou muitos aparelhos que economizam o trabalho, no comércio e na indústria, isto pode influenciar sua opinião sobre o trabalho.
Actualmente, como nunca antes, dar-se muita ênfase a mais mecanismos ao apertar dum botão, a mais computadores, a mais automação, com menos esforço físico e mental. Também a maioria das pessoas desejam menos horas de trabalho e menos trabalho, para terem mais tempo de lazer. Esta forma um tanto fácil de vida move alguns a criar uma aversão ao trabalho, chegando mesmo a odiá-lo. Se for vítima de tal raciocínio, então tenderá a encarar negativamente a tarefa de ensinar seus filhos a trabalhar.
E o que dizer do futuro de seus filhos? — algo com que a maioria dos pais ficam muito preocupados. Se crer que uma criança jamais deve ter de ‘mover uma pena’, então tentará escudar e proteger seu filho de mais do que o mínimo de trabalho e de responsabilidade. Por outro lado, se acha que o trabalho supervisionado e bom para as crianças, procurará meios de ocupar o tempo e a energia delas com actividades produtivas.
Quando Começar?
Se seus pais trabalharam arduamente, é provável que lhe tenham dado um bom começo na vida por lhe ensinarem a trabalhar. E, se não cultivou a filosofia do preguiçoso nesta era das máquinas, sem dúvida está convencido de que a criança deve aprender a trabalhar, para o seu próprio bem. A questão é quando começar.
Inicie seu programa de treinamento quando a criança é bem jovem. Quando jovem, é moldável, disposta e ansiosa de aprender. Ao chegar aos três anos, deve ter aprendido a colocar seus brinquedos no lugar depois dos momentos de folguedo. Pelo menos ao chegar a ocasião em que já é suficientemente grande para ir para a escola, devia ter-lhe ensinado a banhar-se e vestir-se, e a arrumar seu quarto.
Estas coisas talvez pareçam triviais, mas ensinam a criança a ser ordeira e fidedigna — qualidades tão essenciais para que obtenha êxito nos empreendimentos futuros.
Assim, lá se vão seus filhos para a escola. Mas, será que isso é tudo que deve haver em sua tabela de trabalho diário? Gastar cerca de quatro a seis horas na escola não esgota completamente as crianças. Isto se dá em especial quando se considera a ênfase nos intervalos, períodos de recreio, desportos e a maneira descontraída de instrução e disciplina na sala de aula hoje em dia.
Em vista disso, quando seus filhos voltam da escola, seria proveitoso se tivessem deveres regulares a cumprir. É bom ter uma tabela de tais deveres, feita de antemão, de modo que cada criança saiba o que se espera dela. Naturalmente, tais tabelas não deviam ser tão inflexíveis que não se possam fazer ajustes quando surgem circunstâncias imprevistas. Até mesmo aprender a fazer ajustes na hora em sua tabela é, em si mesmo, um bom treinamento para a criança, pois terá de fazer isso com frequência em sua vida adulta, não terá?
O Que Ensinar?
As tarefas para depois das aulas podem incluir várias coisas no lar. Isto depende, naturalmente, da espécie de lar em que a pessoa viva, quer seja numa fazenda quer na cidade, se numa casa com quintal ao redor ou num pequeno apartamento, sem quaisquer responsabilidades além da porta da frente.
Mas, sem considerar onde quer que more, há muitas coisas numa casa que uma criança pode aprender a fazer, e a fazer bem. Citando-se algumas: passar o aspirador de pó e a vassoura do tipo bruxa no assoalho, remover o pó e passar óleo nos móveis, lavar e passar roupa, retirar as coisas da mesa e lavar a louça do jantar, também, levar o lixo para fora.
Toda jovem deve saber cozinhar. Ensine primeiro a elas as tarefas elementares de preparar batatas e cebolas para cozinhar. Daí, progressivamente, ensine-lhes a preparar saladas, vários pratos de carne e a fazer saborosas sobremesas. Devem também aprender a assar. Até mesmo as mães que não são grandes cozinheiras podem, com a ajuda de livros de cozinha, ensinar suas filhas a preparar boas refeições.
Deixe que suas filhas, em tenra idade, aprendam a pregar botões e a emendar meias. Ao ficarem mais velhas, ensine-lhes a operar máquinas de costura por emendarem roupas de trabalho, fazendo aventais e bainhas nas toalhas. Toda jovem de dez anos deve também poder fazer tricô e croché — artes práticas que treinam os olhos e os dedos.
Agora, devem estas tarefas domésticas ser designadas apenas às meninas da família? Os pais que têm visão avaliam a sabedoria de treinar seus filhos, também, a manter a casa limpa e asseada. Todo homem deveria saber cozinhar e costurar quando necessário, e podem aprender os rudimentos destas perícias se forem incluídas nas tabelas de trabalho de sua infância. Certamente é um modo míope de pensar dizer que ensinar os meninos a cozinhar e a coser os torna efeminados. A ciência de temperar e a química de cozinhar são campos de conhecimento atraentes para muitos rapazes.
Da mesma forma, é sabedoria prática ensinar suas filhas, bem como seus filhos, a usar instrumentos comuns como o martelo, o serrote e a broxa. Em toda casa, mais cedo ou mais tarde, alguma coisa precisa ser consertada.
Deixe que os rapazes aprendam por construir as mui necessárias prateleiras no armário ou no porão, pintando-as também. Ao se desenvolverem suas perícias, poderão fabricar armários mais sofisticados. Permita que coloquem novas capas nas cadeiras da cozinha e reformem os móveis da sala de estar. Em vista do preço em que são vendidos móveis e acessórios hoje em dia, será sábio se permitir que seus próprios filhos aprendam a construí-los e a consertá-los em casa!
Há também muitas tarefas ao ar livre que os filhos podem fazer, em especial se morarem numa fazenda, onde o serviço jamais termina. O morador da cidade talvez tenha oportunidades um tanto limitadas, mas, com frequência há quintais a serem limpos, gramados a serem regados e cortados, janelas a lavar, casas e cercas a pintar, automóveis a lavar e encerar, para se mencionar algumas. Até mesmo a criança que mora num apartamento pode amiúde achar este tipo de trabalho na vizinhança.
Se estiver disponível, deixe que seus filhos tenham um pedaço de terra para fazer um jardim que possam chamar de seu. Forneça-lhes a ajuda necessária, mas deixe que assumam a responsabilidade. Isto significa que terão de decidir o que plantar, depois do que terão de regá-lo e cultivá-lo, e combater as pestes, as aves e os animais predadores, se hão de conseguir algum fruto de seu trabalho. Se houver colheitas ruins nos primeiros anos, incentive-os a aprender dos seus erros e a continuar a melhorar sua perícia e seus métodos.
Como Lhes Ensinar a Trabalhar?
Muitos pais talvez achem que ensinar os filhos a trabalhar é um desafio que não conseguirão enfrentar bem. É um daqueles que lança as mãos para o ar numa atitude do “que é que adianta”, simplesmente porque tem de continuar mandando seu filho fazer as mesmas coisas vez após vez? Tem de continuar instando e implorando a ele que faça isto ou aquilo?
Há uma arte em se ensinar algo, inclusive a perícia de trabalhar. A paciência, a compreensão, a bondade e o amor são absolutamente necessários. Não grite nem ameace, e não zombe nem menospreze sua ineficiência. Naturalmente, de início ficarão acanhados e desajeitados. Mas, com mais prática da parte deles e com a instrução prestimosa de sua parte, hão de melhorar. É nestes primeiros estágios da aprendizagem que você, genitor, como instrutor, precisa ter paciência, tolerância e longanimidade. Lembre-se de que também já foi jovem, acanhado e sem perícia, e que apenas depois de muitos anos desenvolveu a eficiência e a perícia.
Já observou uma criança de cinco ou seis anos ansiosa de ajudar seu papai a lavar e encerar o carro, apenas para ser mandado embora pelo pai, talvez com uma observação irritada de “caia fora daqui”? Daí, quando o filho tem doze ou quinze anos, o mesmo pai não consegue entender por que o rapaz se rebela quando lhe mandam lavar e encerar o carro da família. Outro pai permite que seu filhinho limpe as calotas e os pára-choques, e, ao ficar mais velho, poderá limpar as portas e os pára-lamas. Qual dos dois pais é o leitor?
Isto ilustra outra regra de ensino: Quando possível, trabalhe junto com seus filhos para cumprir certa tarefa. Desta forma, não só dará um bom exemplo; também poderá supervisionar pessoalmente o trabalho e oferecer prestimosas sugestões à próxima geração. Assim, quando as tarefas permitem que trabalhem juntos, não diga: ‘O serviço é esse, poderá começar a fazê-lo’, mas, antes: ‘Aqui está o serviço, eu vou ajudá-lo a fazê-lo.’
É bom que o leitor, como professor de seus filhos, crie neles a ânsia e o entusiasmo de ver terminada a tarefa, e muito bem feita. Para isto, tem de explicar o valor e a importância de cada serviço que lhes é designado. Daí, avaliarão por que é necessário fazê-lo e, com o tempo, até mesmo assumirão a responsabilidade de fazê-lo.
Mas, o que dizer se uma tarefa for difícil, monótona e até mesmo enjoativa? Como se pode fazer que uma criança sinta entusiasmo para com tal serviço? Bem, certas tarefas são assim, e constituem verdadeiro desafio à perseverança e persistência da pessoa. Deve-se fazer com que o filho aprecie isto desde o início. Ao invés de tentar criar um falso entusiasmo, deixe que o encare como um desafio. Vencê-lo, então, dá à pessoa a sensação de consecução, de satisfação.
Há outros meios de ajudar o filho a apreciar cumprir uma tarefa um tanto desagradável. Exemplificando: talvez possa lembrar ao filho que se refreia de lavar a louça do jantar de quão realmente feliz ele é de ter jantado, em primeiro lugar. Há milhões de crianças que vivem à beira da fome que se sentiriam muito felizes de lavar a louça, conquanto não tivessem que ir dormir sem ter jantado. Então, seu filho talvez diga que gostaria de trocar de lugar com tais infelizes. Se assim for, deixe que vá dormir algumas noites sem jantar até que venha a apreciar seu privilégio de lavar a louça.
Suponhamos que seu filho objecte a ter de fazer certas coisas, tais como cortar a grama ou lavar o carro, à base de que isto é cansativo e deixa doloridos os músculos. Isso talvez seja verdade; a maior parte do trabalho o faz. Mas, não cansa também a pessoa e deixa os músculos doloridos o jogar uma partida de futebol, ou nadar, ou caminhar? Assim, qual é a diferença?
A diferença está na atitude mental ou no ponto de vista. As primeiras coisas mencionadas são rotuladas de “trabalho”; as últimas, têm a agradável denominação de “eventos esportivos” ou “recreação”. Por que não trocar de nomes quanto à tarefa? Por que não tornar agradável o trabalho, e não um ordálio? Mostre-lhes como sentir verdadeira satisfação e duradouro prazer na realização de uma tarefa. Ensine-lhes a orgulhar-se de seu trabalho.
Recompensas e Benefícios
Todo o mundo aguarda alguma recompensa ao terminar uma tarefa. Talvez não seja mais do que a satisfação de tê-la terminado. Mas, as recompensas que vão além da satisfação pessoal também são apreciadas. É por isso que os pais reflexivos e considerados elogiam as consecuções de seus filhos. Talvez seja apenas um simples “Obrigado, meu filho” para as coisas pequenas, ou talvez seja uma pequena dádiva de amor pelos esforços extraordinários feitos por seus filhos em seu trabalho.
Tais recompensas elogiosas servem como maior incentivo para se fazer a mesma tarefa ou outra da próxima vez.
Pais: talvez considerem ensinar a seus filhos uma tarefa maior do que fazer vocês mesmos o serviço, e este bem pode ser o caso. Mas, aceitem esta responsabilidade de ensinar como sua tarefa, seu trabalho. Daí, desincumbam-se bem dela, e tanto vocês como seus filhos serão ricamente recompensados. Conforme afirma o provérbio: “Observaste o homem que é destro na sua obra? É perante reis que ele se postará.” — Pro. 22:29.
in Despertai de 8/12/1972 pp. 5-8
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Provérbio da semana ( 21:9 )
Melhor é morar num canto do terraço, do que com uma esposa contenciosa, embora numa casa em comum.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
AMOR MEU, DOR MINHA
DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.







