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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O saber não ocupa lugar ( 356 )




A Pirâmide de Quéops perdurou como a mais alta estrutura construída pelo homem por mais de 3 800 anos.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

São os insectos uma benção ou uma maldição?





O QUE lhe vem à mente quando são mencionados os insectos? Pensa nos insectos que espalham doenças, alimentam-se das colheitas do homem e fazem buracos em suas roupas?
Ou pensa nos benefícios trazidos pelos insectos? Pensa nos serviços que desempenham e nos produtos que fabricam — a goma-laca, a seda e o mel, para se mencionar apenas alguns?
Para algumas pessoas, talvez pareça que todos os insectos são pestíferos e que o mundo ficaria melhor sem eles. Mas, sabia que, das mais de 800.000 espécies de insectos conhecidas pelo homem, a ampla maioria são admitidamente benéficas? Com efeito, muitos deles fazem coisas vitais à existência do homem.

Polinização e Melhoramento do Solo

Um de tais serviços vitais tem que ver com a relação entre os insectos e as plantas. Tem-se calculado que 85 por cento das plantas florescentes dependem da polinização dos insectos.
Entre os muitos insectos que cumprem esta função se acham as abelhas melíferas, as mamangabas, as moscas, os besouros, as traças e as borboletas. E, se tais insectos não fizessem seu trabalho, muitas destas plantas, talvez a maioria delas, morreriam. Isso afectaria, não apenas as lindas flores que adicionam tanto prazer à vida do homem, mas também seu suprimento alimentar. O homem deveras estaria em grandes dificuldades.
Os insectos desempenham também um papel benéfico como necrófagos e melhoradores do solo. A matéria morta vegetal e animal atrai muitos tipos de insectos. Comem esta matéria morta e seus sistemas digestivos a transformam em diferentes combinações químicas. Desta forma, a matéria morta é transformada em alimento que pode ser usado pelas plantas.
Não só os produtos de sua excreção, mas os próprios insectos por fim se transformam em alimentos para as plantas. Isto acontece ao morrerem e se decomporem seus corpos, desta forma aumentando os fertilizantes do solo.
Os insectos também ajudam a aumentar o rico solo arável. Isto é feito por trazerem os insectos, de forma contínua, partículas do subsolo à superfície. No processo, escavam túneis no solo, e isto também ajuda. Torna possível que a água se infiltre no solo e, ao mesmo tempo, o areja.

Que Dizer dos Insectos Que Comem Plantas?

Mas, os insectos realmente comem plantas vivas, não apenas as mortas. Não é isso prejudicial aos interesses do homem? Não necessariamente.
A observação e a pesquisa cuidadosas indicam que os insectos preferem as plantas que, de alguma forma, têm deficiências de nosso ponto de vista. Talvez seja o solo pobre, a idade da planta ou alguma condição desfavorável de crescimento que foi responsável pela deficiência.
Quando a planta fica deficiente, deveras atrai os insectos. Exemplificando: O Dr. William Albrecht, da Universidade de Missouri, EUA, dirigiu uma série de testes com o espinafre. Descobriu que os insectos conhecidos como tripes destruíam o espinafre produzido em solo pobre. Mas, o espinafre produzido em bom solo sobrevivia.
Daí, houve o caso de duas videiras que cresciam lado a lado. Uma foi atacada pelos besouros japônicos, mas a outra não foi. Todavia, as folhas de ambas as videiras estavam entrecruzadas. Os besouros só se alimentaram das folhas da videira mais antiga, que não aceitava bem a nutrição que lhe era dada.
Similar observação foi feita quanto a duas safras de alface. Uma safra fora detida por desfavoráveis condições de crescimento, e fora atacada por afídios. Mas, na alface cultivada em condições favoráveis de crescimento, no mesmo solo, não foram encontrados afídios.
Comentando por que os insectos preferem plantas que consideraríamos inferiores, o livro Our Poisoned Earth and Sky (Nossa Terra e Nosso Céu Envenenados) afirma:
“As necessidades nutritivas dos insectos são muito diferentes das do homem e dos animais. Ao passo que o homem viceja numa dieta elevada de proteínas, os insectos preferem os carbohidratos. Precisam mais deles em seu sistema de operação. Um insecto pode saltar o equivalente ao Edifício ‘Empire State’ em um só pulo, falando-se comparativamente, e precisa de muitos carbohidratos para ter essa energia. Assim, quando uma planta tem mais carbohidratos que a outra, um insecto a procurará e a preferirá.”
Comprovando esta observação pela pesquisa científica, continua o livro:
“Conforme demonstrado pela pesquisa da Estação Experimental Agrícola de Missouri, EUA, as plantas que não obtêm matéria orgânica produzem uma quantidade desequilibrada de carboidratos às custas da proteína e dos óligominerais. Os insectos, segundo parece, preferem estas plantas ‘doces’ e conseguem atacá-las mais facilmente.”
Assim, quando os insectos comem plantas do jardim, não será que nos dizem algo? Recebem as plantas a nutrição necessária do solo? Pode-se fazer algo para remediar a condição não saudável das plantas?

Controle das Plantas

Muitos insectos mostram preferir determinada espécie de planta. Seus hábitos alimentares impedem que várias plantas cresçam desenfreadamente.
Um caso em pauta é a opúncia. Esta planta foi tolamente introduzida na Austrália. Não havendo insectos inimigos para controlá-la, a opúncia espalhou-se rápido. Dentro de pouco tempo, tornou milhões de hectares de terra praticamente inadequados para a lavoura.
Daí, em 1925, foram enviados da Argentina para a Austrália 2.750 ovos da mariposa do cacto. Por fim, milhões de ovos foram distribuídos em áreas em que a opúncia tinha fincado pé. As lagartas incubadas da mariposa do cacto fizeram bem seu trabalho. Penetraram nas juntas da opúncia e assim a destruíram. Por fim, este cacto deixou de ser uma praga para a Austrália.
Outro exemplo de controle das plantas pelos insectos envolve a erva de S. João ou hipericão. Esta erva foi trazida da Europa para os EUA. Foi primeiro observada nos EUA em 1793. Por volta de 1940, milhares de hectares das pastagens do norte da Califórnia foram devastados por esta praga. Mais tarde, introduziram-se seus inimigos insectos. A respeito da efectividade de tal medida, declara Scientific American:
“A destruição do hipericão pelos besouros foi acompanhada pela volta das desejáveis plantas forrageiras. Na Califórnia, muitos milhares de hectares agora dispõem de capacidade marcantemente maior de sustentar o gado; os valores dos terrenos subiram; os gestos com o controle do hipericão são mínimos.”
Mas, será que tais insectos se tornaram uma praga desde que o hipericão passou a ser controlado? Não. Continua Scientific American:
“Devido a que os crescimentos do hipericão não mais são extensivos e as áreas infestadas se acham agora amplamente separadas, todos os importantes insectos imigrantes, que dependem totalmente do hipericão para sobreviver, decresceram em número. Felizmente, sua habilidade de localizar novas áreas infestadas e sua alta taxa de reprodução impediram qualquer ressurgimento importante do hipericão. Todos os indícios são de que esta planta nociva da pradaria será controlada e que seus controles por insectos se perpetuarão.”
Não há meio de se saber exactamente quantas plantas se tornariam pragas se não fosse pelo controle dos insectos. Mas, os exemplos adrede mencionados bem ilustram que o homem carece de ajuda dos insectos.
Até mesmo as actividades dos insectos que parecem destrutivas podem ser proveitosas para o homem. Nas florestas, os insectos realizam vital tarefa de poda. Alguns atacam e matam os galhos inferiores das árvores. Esta poda natural fornece ao homem madeira de melhor qualidade. Ainda outros insectos matam árvores. Destarte, impedem que as áreas florestais se tornem apinhadas demais. As árvores que sobrevivem conseguem crescer mais rápido. A actividade dos insectos florestais também reduz o perigo de incêndio e torna a floresta mais adequada como lar para a vida selvagem.

O Homem Ainda Tem Muito a Aprender

O conhecimento do homem sobre os insectos ainda é muito incompleto. A cada ano, de 7.000 a 10.000 novas espécies de insectos são descobertas. A relação entre milhares de insectos e a vida animal e vegetal ainda é desconhecida. Mas, o que já se aprendeu mostra que os insectos ocupam importantíssimo lugar na terra. Observou Carl D. Duncan, professor de entomologia e botânica:
“Talvez seja impossível visualizar adequadamente a totalidade dos efeitos proveitosos que os insectos exercem directa ou indirectamente sobre o bem-estar humano, porém os benefícios são incalculavelmente grandes.”
Amiúde, o lado negativo dos insectos recebe maior atenção. A mosca, exemplificando, é associada comummente com a transmissão de doenças. Mas, quantas pessoas pensam em seu papel como necrófaga e melhoradora e conservadora do solo, quando no estágio de larva? E, não sabia que não se conseguiu estabelecer plenamente a culpabilidade da mosca doméstica? Afirma Scientific American:
“A lista de doenças humanas e animais de que são acusadas de transmitir agora se situa em mais de 65. . . . Todavia, a evidência ainda é apenas circunstancial. A reputação das moscas domésticas é a de um homem acusado de homicídio porque foi encontrado ao lado da vítima com um revólver carregado nas mãos. Na maioria dos casos, não se pode provar conclusivamente que as moscas em pauta puxaram o gatilho do revólver.”

Insectos Constituem Uma Bênção

Ao passo que alguns insectos podem ser prejudiciais, nas circunstâncias actuais, como um todo são uma bênção para a humanidade. Quando os insectos se tornam pragas, amiúde a culpa é dos homens. O homem repetidas vezes falhou em manter um alto padrão de higiene. Transtornou o equilíbrio entre a vida vegetal e animal, e poluiu o ar, o solo e a água. Desequilíbrios em seu próprio sistema talvez, às vezes, façam com que seu corpo atraia insectos tais como os mosquitos. Manifestamente, os insectos, governados pelo instinto, não podem ser culpados do que fazem devido às falhas e fraquezas do homem.
As pessoas que reconhecem a existência de um Criador amoroso vêem nos insectos uma parte da criação de Deus. Isto as impede de tirar conclusões precipitadas sobre qualquer criatura ser prejudicial. Avaliam, também, que as actuais circunstâncias não podem ser usadas como base para se determinar que efeito teriam os insectos sobre os homens livres de todas as imperfeições e fraquezas físicas. Estão confiantes de que os insectos continuarão a ser uma bênção para a humanidade.

in Despertai de 8/3/1973 pp. 9-12

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Elementar, meu caro Watson!

Num exame final de cirurgia, o professor pergunta ao aluno:
- Por que é que os cirurgiões usam máscaras durante as operações ?
- Porque, se a operação correr mal, podem manter o anonimato.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Palavra da semana ( 33 )


meteorizar

(meteoro + -izar)
v. tr. e pron.
1. [Medicina]  Tornar ou tornar-se inchado por flatuosidades (o ventre).
2. [Geologia]  Provocar ou sofrer meteorização.

domingo, 28 de outubro de 2012

O saber não ocupa lugar ( 355 )




Os machos adultos da espécie cerambicídeo-gigante não se alimentam e vivem as custas das reservas de gordura que adquiriram na fase larval, sendo que o seu único objectivo em vida é reproduzir.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O que pode fazer quanto à sua dor de cabeça





QUASE todo o mundo, alguma vez na vida, já soube o que é ter uma dor de cabeça. Lembre-se daquele último ataque de gripe ou daquele resfriado na cabeça quando seus seios nasais ou suas vias respiratórias ficaram cheios de catarro. Aquela dor monótona ou dor latejante que sentia dentro de sua cabeça era apenas um daqueles sintomas deprimentes que o tornavam cônscio de sua enfermidade. Toda tosse ou espirro parecia tornar pior a dor de cabeça. Quão contente ficou de poder repousar a cabeça no travesseiro, e que alívio sentiu quando acordou, descobrindo que sua dor de cabeça passara! Se essa é a única espécie de dor de cabeça que já sentiu, então deveria ser muito grato.
Muitas pessoas hoje — e algumas quase todo dia — sofrem de dores de cabeça que não são acompanhadas de óbvia enfermidade por trás delas. Tais dores de cabeça podem ser graves e quase inutilizar uma pessoa, e não são fáceis de passar. Talvez este seja o tipo de dor de cabeça com o qual está mais familiarizado, e, sem dúvida, é um tipo do qual gostaria de se livrar.
Mas, por que as pessoas têm dores de cabeça? O que realmente dói quando sua cabeça dói? Há diferentes tipos de dores de cabeça? Que factores causam as dores de cabeça? As respostas a estas perguntas talvez o ajudem a avaliar melhor o que poderá fazer quanto a suas dores de cabeça.

Mecanismo Protector

Sentimos dor devido a um mecanismo protector inato. Pode ser comparado a um alarma que nos diz que certo tecido sensível à dor está sendo estimulado e que se precisa agir para remover o corpo do contacto com o estímulo prejudicial.
O mesmo se dá com a dor de cabeça. Informa-o de que nem tudo vai bem. Para seu conforto e bem-estar físico e mental, é preciso agir. Portanto, é somente natural que se interesse em saber como agir no caso de dores de cabeça.
Mas, o que realmente dói quando tem dor de cabeça? Que tecidos sensíveis à dor estão envolvidos? Surpreendentemente, o próprio cérebro não é um tecido sensível a dor. Embora a percepção da dor seja função importante do cérebro, os cirurgiões e fisiologistas mostram que, quando surge uma dor de cabeça dentro do crânio, ela é devida, não à irritação do cérebro, mas ao repuxamento ou distensão dos vasos sanguíneos ou cobertura do cérebro. Similarmente, quando surge uma dor de cabeça fora do crânio, a sensação de dor é devida, na maioria dos casos, ao estímulo das pequeninas fibras nervosas nas paredes das artérias ou dentro dos poderosos músculos da cabeça e do pescoço.
Por conseguinte, é compreensível que o local de origem do estímulo doloroso determine as características da dor de cabeça. Assim, se as artérias estiverem envolvidas, a dor de cabeça talvez seja latejante devido à pulsação da parede dos vasos em cada batida cardíaca. Em contraste, se os músculos estiverem envolvidos, a dor de cabeça é mais constante e dolorida.
Do que já consideramos, torna-se evidente que nem todas as dores de cabeça são iguais. Assim, o que poderá fazer no caso duma dor de cabeça dependerá do tipo de dor de cabeça que tenha e o que a provoque.

Diferentes Dores de Cabeça

Como aviso, a dor de cabeça pode ser causada por várias condições, algumas sérias e que põem em risco a vida, outras sendo de naturezas muito mais benignas. As diferentes dores de cabeça caem em duas categorias principais: primeira, as associadas com alguma doença subjacente e chamadas de “orgânicas”, e, segunda, as funcionais, atribuídas ao distúrbio de alguma função.
As dores de cabeça orgânicas incluem as causadas por infecções ou alergias que atingem o nariz e os seios faciais, males dos dentes e mandíbulas, doenças dos olhos e ouvidos, mudanças degenerativas na coluna vertebral do pescoço, inflamação das artérias na testa, bem como condições mais graves, como um tumor cerebral e a inflamação das meninges ou membranas cerebrais. Nestas condições, a dor de cabeça é apenas um dos vários sintomas e sinais que caracterizam a doença e talvez exija urgentes cuidados médicos.
Talvez fique aliviado em saber que a ampla maioria das dores de cabeça, talvez cerca de 90 por cento, são funcionais e não são devidas à doença das estruturas nem dentro nem fora do cérebro. Geralmente consideradas como de natureza benigna, são, todavia, um aviso duma função desregrada com relação a alguma das actividades da vida. É provável que este seja o tipo comum de dor de cabeça diária que sentiu.
Mesmo assim, se começou a ficar com persistente dor de cabeça, tendo ou não outros sintomas, ou se, nas últimas semanas ou meses, houve uma alteração no tipo ou na natureza de sua dor de cabeça, então talvez ache sábio consultar um médico. Se houver alguma doença subjacente, então se poderá começar o tratamento adequado sem indevida demora.

Dores de Cabeça Diárias

Se tem estado com dores de cabeça mais ou menos constantes por muitos anos, é mais do que provável que sua dor de cabeça seja a do tipo “tensão” ou a menos comum “enxaqueca”. Talvez pense em como pode saber a diferença.
Se sofrer uma dor de cabeça de “tensão”, a dor é constante ou regular. É sentida nos músculos de trás da cabeça, ou em ambos os lados da cabeça; com menos frequência, é sentida acima dos olhos. Talvez sinta como se sua cabeça estivesse sendo apertada num torno ou por uma faixa; alternadamente, talvez sinta a sensação apenas dum peso ou duma pressão na cabeça. As dores de cabeça de “tensão” são provocadas pela contracção excessiva ou contínua dos músculos do couro cabeludo e dos poderosos músculos do pescoço que sustentam a cabeça. Por este motivo, são também conhecidas como dores de cabeça devido a contracções musculares.
A enxaqueca é um tanto diferente. A palavra em inglês para ela, “migraine” se deriva duma palavra francesa que significa “meia cabeça”, e é adequada porque, na maioria dos casos, a dor só atinge a metade da cabeça. Contrastando com a dor de cabeça de “tensão”, a dor logo se torna latejante ou pulsante devido a sua origem ser principalmente as artérias distendidas demais fora do crânio. Há amiúde a sensação de náusea, ou outra perturbação digestiva, e a dor talvez seja tão intensa a ponto de interferir no trabalho e obrigar a pessoa a deitar-se. Talvez haja mais de uma pessoa na família que sofra este tipo de dor de cabeça, porque é hereditária a tendência de sofrer de enxaqueca. Nos casos das enxaquecas “clássicas”, em oposição à enxaqueca comum, pode-se saber quando se terá um ataque por meio de uma dor de cabeça prévia, ou “aura”, tal como manchas ou lampejos de luz diante dos olhos.
Estas características talvez o ajudem a diferenciar os tipos de dores de cabeça, de “tensão” e “enxaqueca”. A diferença entre os dois tipos, contudo, talvez não seja tão fácil; deveras, poderia estar sujeito aos dois. Quer sofra de dores de cabeça de tensão ou de ataques repetidos de enxaqueca, há muito que pode fazer a fim de minorar a gravidade de sua dor de cabeça, reduzir sua frequência, e, talvez, até mesmo impedir sua repetição.

Tratar Sua Dor de Cabeça

No tratamento imediato de sua dor de cabeça, o remédio mais simples que as circunstâncias talvez permitam é a automedicação com um analgésico ou droga que remove a dor. Muitos preparados são amplamente anunciados e se acham prontamente disponíveis em forma de pós e comprimidos que contêm uma mistura de drogas. Preparados que contêm amidopirina ou fenacetina podem ser prejudiciais e é melhor que sejam evitados. É mais seguro usar uma droga simples, por exemplo, a aspirina em sua forma solúvel, ou, se a aspirina lhe causa a indigestão, então o paracetamol é uma alternativa eficaz. A dose recomendada pode usualmente ser repetida depois de três ou quatro horas se necessário. Com esta medida simples, sua dor de cabeça de tensão pode desaparecer, ou sua enxaqueca poderá ser diminuída.
Se as circunstâncias permitirem, contudo, certas alternativas talvez tragam alívio, com ou sem o uso de analgésicos. Sua dor de cabeça de tensão ou de contracção muscular talvez acabe com breve período de descanso ou descontracção apenas. Se puder interromper suas actividades rotineiras e puder deitar-se por meia hora, mais ou menos, num quarto quieto, semi-escuro, sem dúvida sentirá os benefícios disso. O calor aplicado localmente sobre a cabeça e o pescoço por meio de toalhas quentes ou de calor irradiado, ou até mesmo por um banho quente, também é benéfico. Em adição, se tiver um amigo que possa fazer massagens brandas ou tracção sobre os músculos do pescoço por apenas dez ou quinze minutos, isto será de grande ajuda em descontrair os músculos responsáveis por sua dor de cabeça de tensão.
Similares medidas gerais podem ser eficazes no tratamento imediato de seu ataque de enxaqueca. Ao invés de calor localmente aplicado, talvez consiga mais alívio por meio de compressas frias ou até mesmo de blocos de gelo aplicados à cabeça. Tais compressas ajudam a reduzir a superdistensão das artérias que dão origem a este tipo de dor de cabeça. Repetidas xícaras de café ou chá forte também podem trazer alívio, graças à acção da cafeína. Sua enxaqueca, contudo, talvez seja tão grave de modo a compeli-lo a deitar-se, e tudo que talvez queira fazer é “dormir até que ela passe”. Sob tais circunstâncias, é sábio submeter-se às exigências do corpo.
Se sua dor de cabeça não passar com as medidas acima, então talvez seja aconselhável consultar um médico.
Tenha presente, contudo, que sua dor de cabeça é parte de um mecanismo protector inato, e que seria tolo continuamente tratar apenas o efeito, e deixar de enfrentar a causa. Assim, o que pode fazer para reduzir a frequência de suas dores de cabeça ou, melhor ainda, de impedir sua repetição? A resposta depende, em grande parte, de como pode evitar ou eliminar alguns dos factores que predispõem a pessoa a elas.

Factores Predisponentes

Os factores predisponentes, mesmo entre as pessoas não inclinadas a ter dor de cabeça, são comer ou beber demais, ou a exposição a atmosferas abafadas e mal ventiladas.
A dor de cabeça de tensão geralmente ocorre depois da fadiga e da estafa, ou talvez esteja relacionada a episódios de ansiedade e conflito no trabalho ou no lar. As enxaquecas também podem ser provocadas pela fadiga, estafa, ansiedade ou excitamento demasiado. Com efeito, o excitamento e as emoções estão bem no alto da lista dos factores predisponentes, Comentando isto, o Dr. Oliver W. Sacks, em seu livro Migraine: The Evolution of a Common Disorder (Enxaqueca: A Evolução de Uma Doença Comum), escreve: “Emoções violentas excedem todas as outras circunstâncias agudas em provocar as enxaquecas, e, em muitos pacientes — especialmente os que padecem da enxaqueca clássica — são responsáveis pela ampla maioria de todos os ataques sentidos . . . verificamos, na prática, que a raiva súbita é o provocador mais comum, embora o terror (pânico) talvez seja igualmente potente nos pacientes mais jovens. A exultação súbita (como num momento de triunfo ou de inesperada sorte) pode produzir o mesmo efeito.” Assim como a tensão emocional, talvez haja outros factores contribuintes, tais como a exposição a luzes brilhantes, o barulho excessivo, a fome, o álcool, comer certos alimentos, tais como queijo, chocolate, pepinos, tomates, alimentos gordurosos, trigo, cebolas e até mesmo laranjas.
Se, como é provável, um ou mais destes factores predisponentes se aplicarem a seu caso, então há toda possibilidade de que, por evitar tais factores, ou eliminá-los, possa reduzir a frequência de suas dores de cabeça, ou até mesmo evitá-las.

Evitar Dores de Cabeça

Visto que os factores predisponentes atingem quase que todo aspecto da vida, certo reajuste em suas actividades da vida talvez seja necessário. Talvez precise dar atenção, não só à sua dieta e aos hábitos alimentares, mas às condições no trabalho e no lar, a seu descanso, descontracção, actividades recreativas, e, talvez, ainda mais importante, à sua disposição mental ou atitude para com a vida.
Uma dieta bem equilibrada ingerida com regularidade e com moderação ajudará a impedir dores de cabeça devido a comer demais, e a indigestão, ou a enxaqueca, que pode ser provocada pela fome. É fácil excluir qualquer alimento ou bebida alcoólica determinada que, em seu caso, pareça estar associada com sua dor de cabeça.
Se as condições no trabalho ou a natureza de seu serviço resultam em estafa ou fadiga excessiva, talvez seja necessário mudar de emprego, ou, se isto não for prático, então talvez seja necessário um programa de trabalho aprimorado. Por certo, seria tolo trabalhar horas extras ao ponto de prejudicar sua saúde. Se for dona-de-casa, e trabalhar em casa, uma tabela prática de rotina doméstica será de grande ajuda em evitar a fadiga ou estafa excessiva. Quer no trabalho, quer no lar, é importante assegurar-se de ventilação adequada e luz apropriada.
É aconselhável obter, não só suficiente sono, mas também um sono reparador. Para isto, talvez precise dum travesseiro mais macio ou mais firme, um travesseiro extra, ou um a menos, ou até novo colchão, se há de evitar o porte ruim e a tensão muscular que talvez contribuam para algumas dores de cabeça.
O reajuste de suas actividades talvez exija um breve período de descontraimento cada dia, talvez apenas dez a quinze minutos depois das refeições. Se puder aprender a deixar seus músculos se descontraírem, especialmente seus músculos faciais, poderá contribuir muito para aliviar a tensão muscular.
Será proveitoso, bem como agradável, recrear-se com moderação, preferivelmente de uma forma que os demais da família possam participar, uma forma que não esgote suas energias e que seja uma mudança agradável de sua rotina diária; por exemplo, uma visita ao zoológico, uma viagem ao litoral, ou apenas uma caminhada pelo interior, com a oportunidade de estudar a criação em toda a sua variedade.
Talvez a alteração mais difícil que precise fazer e a que provavelmente terá mais êxito em contrabalançar a tensão, a estafa e a fadiga, seja o reajuste mental de seu conceito ou atitude para com a vida e seus problemas. Se conseguir cultivar o “espírito quieto e brando”, aprendendo a permanecer tranquilo quando as pessoas ou as circunstâncias tendam a irritar, se puder chegar a avaliar o valor do contentamento, em contraste com a busca exigente e interminável de bens e prazeres materiais, e se puder desenvolver interesse altruísta no bem-estar de outros e não ficar preocupado demais com sua própria pessoa, deveras já andou longo caminho no sentido de eliminar aquelas tensões emocionais e estafas que tão amiúde resultam em dores de cabeça de tensão ou enxaquecas.

in Despertai de 8/2/1973 pp. 8-12

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Provérbio da semana ( 21:17 )


Aquele que ama a hilaridade será alguém em necessidade; quem ama o vinho e o azeite não enriquecerá.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Esta é antiga mas nunca me esqueci dela!


Dois bêbados cambaleavam ao longo de uma linha do comboio, quando um deles diz:
- Estas escadas nunca mais acabam.
- Isso não é nada! O pior é o corrimão que é baixinho.

domingo, 14 de outubro de 2012

Palavra da semana ( 32 )


alunato

(latim alumnatus, -a, -um, particípio passado de alumnor, -ari, criar, alimentar, educar)
s. m.
Conjunto dos alunos de um estabelecimento de ensino. = ALUNADO

sábado, 13 de outubro de 2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O que pode ser feito quanto às doenças das gengivas?





AS DOENÇAS das gengivas afligem grande número de pessoas. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, nos Estados Unidos, entre as pessoas na faixa etária de 18 e 24 anos, 70 por cento dos homens e 63 por cento das mulheres têm problemas nas gengivas, segundo se diz. Cerca de cinco milhões de estadunidenses vivos já perderam todos os dentes devido a moléstias nas gengivas quando atingem 35 anos. Com efeito, mais dentes adultos são perdidos em resultado de doenças das gengivas do que pela cárie dentária.
As doenças das gengivas começam com a inflamação das gengivas. Os dentistas chamam a isto de gengivite. A inflamação se apresenta como sangria das gengivas ao se escovar os dentes ou até mesmo ao se comer algum alimento que exija mastigação mais vigorosa, tal como a maçã fresca. Pode ser também apenas uma vermelhidão da margem do tecido da gengiva mais perto do dente. É geralmente indolor, e a gengiva começa a perder sua firmeza e retesamento normais. A doença pode começar cedo, com efeito, certo estudo indicava que 85 por cento das crianças da faixa etária de 11 a 18 anos tinham gengivite.
Os pesquisadores dos dentes afirmam que as causas das gengivas que sangram são várias. Mas, em geral, a causa básica é a falta de bons hábitos de higiene oral. Amiúde, há um acumulo de alimento entre os dentes. Embora a deficiência de vitamina C possa causar o sangramento das gengivas, a causa mais comum de todas é o escovar os dentes e gengivas de forma errada.
Quando a gengivite, ou as gengivas que sangram ou inflamadas não são tratadas, a moléstia progride gradativamente ao próximo estágio. Este é a doença periodental ou mais comummente chamada de piorréia. Se não se impedir o avanço da piorréia, talvez seja mister a extracção dos dentes.
O que se pode fazer quanto a estas doenças das gengivas?

Enfrentando as Placas Dentárias

As doenças das gengivas amiúde começam com o acumulo de placa. Trata-se duma substância esbranquiçada nos dentes, difícil de ver, e que adere tenazmente aos dentes. Esta placa dental, cheia de bactérias, se acumula sempre que não escovar bem seus dentes. As placas se formam mais rápido no meio de restos de alimentos carboidratados. Mas, escovar bem os dentes removerá estes depósitos macios e pegajosos.
Escovar regularmente os dentes com uma escova moderadamente macia pode remover as placas e impedir sua formação além de um nível bem baixo. Para a maioria das pessoas, uma escova moderadamente macia é melhor para as gengivas, visto que as autoridades dentárias verificam que as escovas duras podem fazer com que as gengivas recedam. As escovas duras e médias podem provocar grave erosão dental, em especial junto à linha das gengivas. As escovas duras exercem uma acção parecida a dum serrote. Também, as escovas mais duras não cedem o suficiente para limpar devidamente entre os dentes, onde se formam rápido as placas.
Visto que as placas dentais parecem relacionadas tão de perto às moléstias das gengivas, então, controlar sua formação ajudará a impedir a moléstia grave das gengivas. Algumas coisas têm sido aprendidas que o ajudarão a reduzir a quantidade de placas que se formam:
(1) Restrinja a quantidade de açúcar ingerido; verificou-se que isto reduz grandemente a formação das placas dentais.
(2) Escove regularmente seus dentes, em especial logo depois das refeições.
(3) O uso de fio dental é outro método prático de controlar a formação de placas.

Enfrentando a Formação de Tártaro

Quando as placas permanecem nas superfícies dentárias, endurecem, tornando-se uma substância mais escura chamada pelos dentistas de “cálculo”, mas comummente chamada de “tártaro”. Varia de uma coloração amarelo claro a marrom escuro. Forma-se nos dentes junto à linha das gengivas, e tem extremidades bem aguçadas, cortando as gengivas à medida que se mastiga o alimento. Pode-se assemelhar o tártaro ao depósito ou escama que se acumula numa chaleira depois de algum uso. Forma-se em camadas. Embora o tártaro se misture a outros restos na boca, é, como a escama da chaleira, constituída principalmente de cálcio.
O tártaro se forma mais fortemente em duas áreas gerais: Fora dos molares superiores e dentro dos incisivos inferiores. Por que isto acontece? Porque estas duas áreas da boca estão próximas da abertura das glândulas salivares, e a saliva deposita mais prontamente os sais de cálcio ali existentes.
O acumulo de tártaro amiúde leva à séria doença das gengivas. Isto se dá porque o tártaro, ao se formar e endurecer, afasta as gengivas dos dentes. Isto resulta em bolsões em que se forma mais tártaro. Microrganismos e partículas de alimento se acumulam nestes bolsões, provocando mais inflamação — um círculo vicioso. À medida que o tártaro afasta a gengiva do dente, ele escurece (resultado dos pigmentos do sangue).
O que acontece em seguida é explicado por uma publicação do Instituto Nacional de Pesquisas Dentárias dos EUA: “Ao se agravar a doença, a inflamação se espalha, os bolsões se aprofundam, e forma-se neles o pus. As gengivas inflamadas se ulceram e sangram, e aumenta o dano causado aos tecidos. Nos estágios finais, o osso que sustenta os dentes é atacado e destruído. A menos que a pessoa receba tratamento, os dentes se soltam e, por fim, caem.” — Research Explores Pyorrhea and Other Gum Diseases (A Pesquisa Explora a Piorréia e Outras Doenças das Gengivas).
O que se pode fazer para impedir o acumulo de tártaro? Escove com regularidade os dentes, de modo a remover os depósitos moles de placas dentárias antes que endureçam e se transformem em tártaro. Reduza ao mínimo os alimentos macios e pegajosos, visto que incentivam a formação de tártaro. Alimentos frescos ajudam a manter os dentes e as gengivas limpos.
Não obstante, apesar do bom cuidado dental, talvez ainda pareça criar-se algum tártaro, pelo menos no caso de alguns. É importante que seja removido profissionalmente. Os dentistas em geral chamam isto de “raspagem do tártaro”. Usam um instrumento aguçado para raspar o tártaro semelhante à pedra.
As autoridades dentárias relatam que as pessoas que mantêm alto grau de higiene oral sofrem muito pouca formação de tártaro em comparação com as pessoas que não são tão regulares e cabais em escovar os dentes. Embora alguns talvez necessitem uma “raspagem do tártaro” pelo menos uma vez por ano, os que praticam a boa higiene oral normalmente não precisam de uma “raspagem” com tanta frequência. Os dentistas, contudo, apreciam que seus pacientes os visitem pelo menos uma vez por ano, e muitos recomendam uma “raspagem” e limpeza anual.
Muitos, contudo, vão ao dentista apenas para uma “limpeza”. As autoridades dentárias, porém, afirmam que é muito mais sábio gastar seu dinheiro numa “raspagem”, ao invés de apenas numa “limpeza”. “Raspagem” é algo que o dentista ou o ajudante dental qualificado tem de fazer. Toma mais tempo e custa mais do que simplesmente uma limpeza, mas, pode ser importante em impedir graves doenças das gengivas.

Não Tem Remédio a Piorréia?

E se a pessoa já tiver piorréia? O que pode fazer? O tratamento imediato é necessário. De outra forma, não só os dentes por fim serão perdidos, mas há também a disseminação de bactérias prejudiciais por todo o corpo. A piorréia, em alguns casos, pode ser a causa de reumatismo, de artrite, de doenças do coração e de outros males.
Em seus primeiros estágios, a piorréia é curável, se devidamente tratada. Usualmente, exige a atenção profissional, e, às vezes, até mesmo a eliminação cirúrgica de bolsões de pus.
Há anos atrás, pensava-se que as pessoas com piorréia ou problemas nas gengivas deveriam remover imediatamente todos os dentes e mandar fazer dentaduras. Agora, dá-se cada vez mais ênfase ao tratamento das afecções das gengivas, no esforço de controlar o processo da doença, e manter os dentes por mais tempo.
Certo dentista, com muitos anos de experiência, explica que, na maioria dos casos, o osso destruído pela piorréia não pode ser restaurado, de modo que a ideia é “impedir o alastramento da doença e, destarte, impedir mais destruição. Êxitos dramáticos têm sido obtidos, até mesmo no que pareciam ser casos quase que sem mais esperança. . . . Tanto a experiência do tratamento moderno como o peso da evidência experimental me levaram a crer que, se se iniciar o cuidado preventivo com bastante tempo, tanto por parte do dentista como de seu paciente, quase ninguém precisará agora perder os dentes por causa da chamada piorréia”.
A pessoa com piorréia também precisa estar segura de nutrir-se bem. A ingestão adequada de cálcio, de fósforo, do complexo de vitamina B e da vitamina C, é considerada de importância pelos nutrólogos. Exemplificando: a nutróloga Catharyn Elwood declara que “a piorréia é similar à escarlatina [causada pela carência de vitamina C]. As gengivas sangram facilmente, tornam-se macias e esponjosas, os tecidos ósseos cedem”. Ela relata que o “Dr. Martin C. E. Hanke, da Universidade de Chicago, corrigiu a piorréia num orfanato de diversas centenas de crianças por lhes ministrar 16 onças [uns 450 gramas] de suco de laranja, às quais se tinha adicionado o suco de um limão, cada dia. A vitamina C se acha altamente concentrada nestes sucos de frutas”. Ela também declara que “por tomar de 300 a 1.000 miligramas de vitamina C diariamente em alimentos naturais, ou usar comprimidos de vitamina C”, pode-se refrear o processo destrutivo.
A piorréia é reconhecida como sendo mais comum e mais grave com o decorrer da idade, de formas que, a cada ano que passa, há maior possibilidade de tê-la. Se já tem uma forma de moléstia das gengivas, as possibilidades são de que irá agravar-se e não melhorar com o decorrer do tempo, isto é, a menos que seja tratada.
Como se dá com as outras moléstias das gengivas, a piorréia é melhor evitada pela higiene oral correta. Escovar os dentes e passar fio dental entre eles são especialmente importantes antes de se ir dormir. Depois de uma refeição no dia, se não for conveniente escovar os dentes, poderá ingerir alguns alimentos que exercem um efeito purificador natural. Estes são os alimentos duros, fibrosos, tais como saladas e frutas cruas.
Como a maioria dos problemas, as doenças das gengivas começam aos poucos, mas há o potencial de se tornarem grandes problemas. Há pessoas que, naturalmente, têm dentes e gengivas bons e saudáveis, mesmo cuidando bem pouco ou não cuidando nada deles. Mas, a grande maioria precisa exercer a boa higiene oral a fim de evitar e controlar as doenças das gengivas.

in Despertai de 8/1/1973 pp. 21-23

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Provérbio da semana ( 21:16 )


Quanto ao homem que se vai perdendo do caminho da perspicácia, descansará na própria congregação dos impotentes na morte.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.