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sexta-feira, 10 de maio de 2013

E porque não oferecer uma prenda a alguém de que não se gosta?


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Palavra da semana ( 44 )

Atenção, leiam como deve ser!


caraolho |ô|

(alteração de caolho) 
adj.
1. [Portugal: Algarve, Brasil]  Pessoa que tem estrabismo. = ESTRÁBICO, VESGO
2. [Portugal: Algarve, Brasil]  Pessoa que só tem um olho ou só vê de um olho.

Sinónimo Geral: CAOLHO, ZAROLHO
Plural: caraolhos |ó|.

domingo, 5 de maio de 2013

O saber não ocupa lugar ( 366 )




De 1889 até 1960, a medida padrão de um metro foi definida com base em uma barra de platina iridiada.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O rio gigante da África Central





QUASE que silenciosamente, serpenteando entre a vegetação tropical luxuriante, ele corre. Sua superfície ondulada marrom reflecte os raios do reluzente sol africano. Não se trata duma serpente das selvas, e sim do segundo rio mais comprido do continente africano e o sexto mais extenso do mundo.
Trata-se da poderosa corrente conhecida de muitos como o Rio Congo. O rio foi redenominado de Zaire pela República de Zaire em 1971. Longe de ser um riacho sussurrante, este rio gigantesco tem uma descarga de mais de 37.800.000 litros de água a cada segundo. Em termos de volume de água, é somente excedido pelo Rio Amazonas do Brasil.

Viajando Corrente Acima

A fim de familiarizar-se com esta maravilha natural, venha comigo numa viagem rio acima. Ela nos levará por cerca de 4.800 quilómetros, e verá os panoramas que fascinaram o Dr. Livingstone e Mr. Stanley, famosos exploradores do século dezanove. É deveras o paraíso do explorador.
Antes de começarmos nossa jornada, note quão forte é a corrente do rio em seu estuário. Lançando-se incansavelmente no Atlântico azul, deixou de resto pequeníssimo delta, mas cortou um canhão de uns 1.200 metros na plataforma continental, e suas águas marrons são discerníveis a cento e sessenta quilómetros da costa.
A primeira etapa de nossa viagem nos leva do estuário do rio a uns 130 quilómetros no interior, ao porto de Matadi. Neste ponto, temos de desembarcar, pois as montanhas de Cristal erguem uma barreira natural ao curso do rio. As águas espumantes cascateiam numa série de trinta ou mais cachoeiras conhecidas de forma colectiva como Quedas de Livingstone. Nos pouco mais de 320 quilómetros da capital, Kinshasa, até Matadi, o rio se abaixa mais de 240 metros. Parte desta energia natural é agora captada por turbinas duma hidroeléctrica, mas estas quedas d’água são também o motivo de se saber tão pouco sobre as cabeceiras do rio até há uns cem anos atrás. Actualmente, uma ferrovia é usada para transferir passageiros e carga de um barco para outro entre estes dois pontos.
Pouco acima da primeira das corredeiras, chegamos ao centro governamental de Kinshasa, cidade bem moderna que se espalha sobre uma ribanceira arenosa. Do outro lado desta vasta extensão do rio se acha a pululante cidade de Brazzaville, capital da República do Congo, país que margeia o rio por várias centenas de quilómetros.

Viagem de Barco

Para a segunda etapa de nossa jornada, desejaremos chegar ao ancoradouro dos barcos bem cedo a fim de pegar uma das barcas fluviais. Tudo está sendo colocado nela, pois tais barcas não só transportam pessoas (da primeira à terceira classe), mas também mercadorias e veículos de todos os tipos. Barcaças são também amarradas aos lados, ou na frente ou na traseira, a fim de serem puxadas ou empurradas a lugares distantes. Muitos itens importados, tais como combustíveis e manufacturados, percorrem sua longa jornada rio acima, ao passo que as barcas retornam trazendo as riquezas da bacia em forma de borracha, madeira, café, dendê, e produtos agrícolas.
Soltando as amarras, começamos a deslizar continuamente contra a corrente mais vagarosa, desviando-nos das milhares de ilhotas cobertas de mato que existem no rio. Estas e as enganosas correntes fluviais põem à prova as perícias de navegação até mesmo do capitão e da tripulação mais experientes. Calcula-se que, ao passo que o próprio rio pode receber barcos de carga em aproximadamente 2.700 quilómetros de sua extensão, as águas navegáveis são aumentadas para mais de 12.800 quilómetros quando combinadas com a de seus tributários. Às vezes, o rio se alarga de dezasseis a vinte e quatro quilómetros.

A Terra Intacta

Que vistas apreciamos pelo caminho! Progressivamente, sentimos que deixamos para trás a maior parte do que chamamos de civilização. Apenas as cidades ribeirinhas de Mbandaka e Kisangani, e algumas outras cidades crescentes, abertas nas selvas, nos lembram dos passos do país para viver no século vinte. A maior parte do cenário permanece intacta pela passagem do tempo.
“Mbote!” “Jambo!” Estas são as costumeiras saudações nativas ao atingirmos portos de parada ao longo do caminho. Em cada povoado que passa, grupos de crianças nuas correm à beira do rio, mostrando seus dentes imaculadamente brancos ao sorrirem e gritarem de forma excitada. No fundo, vemos várias casas de barro ou com telhado de colmo, cada uma com sua horta de milho, mandioca, abacaxi e banana.
Ali, vê aquele senhor de idade em pé em sua pequena canoa? Talvez contemple onde possa apanhar melhor seu jantar de hoje. E, mais adiante, um casal de papagaios cinzentos, com penas da cauda de um vermelho brilhante, voam baixo, chalrando estridentemente um para o outro. Ao dobrarmos a curva, um crocodilo desliza silenciosamente da ribanceira à procura de um jantar.
Actualmente, somos afortunados de ver um grupo de hipopótamos chafurdando alegremente nas águas lamacentas. E ali, à distância, um deles nada apenas com os olhos e as orelhas fora d’água.
Os animais e as aves de grande variedade habitam este grande rio do equador. E, ao continuarmos seguindo corrente acima, as árvores e os arbustos se tornam tão prolíficos que o reluzente sol do meio-dia adquire tonalidades escuras quando contemplamos as sombras das margens densamente arborizadas.

Comerciantes Fluviais

Mas, o que está à frente? Parece um comboio de pirogas ou canoas que pertencem aos lokeles, uma das mais de duzentas tribos que vivem em Zaire. Estas pessoas já vivem por séculos quer em suas canoas quer em casebres ribeirinhos. São comerciantes e percorrem o rio, vendendo comida e mercadorias de muitos tipos aos viajantes fluviais.
Para tornar mais fácil o comércio, alguns conseguem prender seus pequenos barcos no lado da barca mais rápida. Veja só aquela piroga ao lado. Pode-se ver que a própria piroga foi escavada numa árvore, sendo longo tronco recto escavado por horas e horas. A maioria delas são manobradas por um remo, mas algumas das maiores hoje em dia possuem motores de popa e deslizam pelas águas marrons como um torpedo, levando às vezes até quarenta ou cinquenta pessoas. São verdadeiros ‘ônibus fluviais’. Numa terra em que são poucas as grandes pontes, a viagem de canoa é um fato diário da vida de muitos.

Trovejantes Corredeiras de Stanley

Chegando a Kisangani, pouco abaixo das Corredeiras de Stanley, viajamos mais de mil e seiscentos quilómetros de barco e ainda assim o ponto que indica a metade do rio ainda está à frente. Nossa barca voltará daqui depois de receber a carga, visto que as sete cataratas que constituem as Corredeiras de Stanley impedem que se continue rio acima. Mesmo neste ponto, bem rio acima, cerca de 17.000.000 de litros de água por segundo rugem e trovejam sobre as falhas naturais rochosas da terra, sendo várias vezes maior a vazão que nas Cataratas do Niágara na América do Norte.
Mas, venha, eu lhe mostrarei uma vista que não desejará perder. Junto das corredeiras vivem os wagenias, que pegam peixes de forma incomum. Desafiando as correntes rápidas, fixam uma rede de varas nas reentrâncias das rochas, às quais prendem cestas em forma de cone, feitas de madeira e cipós, medindo cerca de um metro e oitenta de diâmetro na abertura. Duas vezes por dia, os wagenias inspeccionam suas armadilhas a fim de apanhar os peixes que se alojam nas cestas e que ficam presos ali devido à correnteza forte. Não demonstrando nenhum temor, remam em suas canoas no meio das correntes agitadas e mergulham bem no meio das águas espumantes, seus músculos cor de ébano se encrespando ao pegarem sua presa.

Em Direcção às Cabeceiras

Deixando para trás as Corredeiras de Stanley, continuamos rio acima, mas, agora, viajamos quase que para o sul. Curvando-se como uma gigantesca cimitarra, o curso do rio primeiro vai para o nordeste, mais tarde se volta para o leste, ao cruzar o equador, e então se curva para o sul.
Visto que a bacia fluvial recebe a chuva das épocas de ambos os lados do equador em ocasiões diferentes, não existem os extremos de enchentes e vazantes existentes em muitos outros grandes rios. A proporção de sua vazão mais baixa para a mais alta é de 1 para 3 (o que significa pouca variação sazonal no nível das águas e em seu fluxo), quando comparada com a de 1 para 20 para o Mississippi nos Estados Unidos, e de 1 para 48 no Nilo.
Além das Corredeiras de Stanley, o rio é conhecido localmente como Lualaba. Estendendo-se para o interior de Zaire, chega à vizinhança de Lubumbashi (antiga Elizabethville). No entanto, as cabeceiras mais distantes começam no nordeste de Zâmbia.
Gigantesco rio da África Central! Este é o poderoso Congo, agora conhecido como Rio Zaire, nome igual ao do país que depende grandemente dele para satisfazer suas necessidades diárias. Na verdade, trata-se duma infindável maravilha e de mais um testemunho da sabedoria e força dinâmica dum Criador inteligente.

in Despertai de 22/5/1973 pp. 24-26

terça-feira, 30 de abril de 2013

Provérbio da semana ( 22:5 )


Há espinhos [e] armadilhas no caminho do pervertido; quem guarda a sua alma mantém-se longe deles.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Problema de comunicação


Freneticamente, o sujeito berrava ao telefone:
- Sr. doutor, a minha mulher está grávida e as contracções já estão a vir com intervalos de dois minutos!!
- É o seu primeiro filho? - pergunta o médico.
- Não, seu idiota! - grita o sujeito - Daqui é o marido!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Palavra da semana ( 43 )


malacia

(grego malakía, -as, suavidade, moleza, fraqueza)
s. f.
1. Calmaria, sossego.
2. Condição do que se encontra fraco ou débil. = DEBILIDADE, FRAQUEZA
3. Desânimo, desalento.
4. [Medicina]  Amolecimento anormal de tecidos ou órgãos.
5. [Medicina]  Distúrbio do apetite que consiste no desejo de ingerir comidas de sabor ácido ou picante.

domingo, 21 de abril de 2013

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como aguçar o apetite com saborosos queijos





UM DOS alimentos mais comuns ingeridos pelas pessoas em todo o mundo, desde os pólos até os trópicos, é o queijo em suas infindáveis variedades. Ora, até aqueles astronautas comeram queijo com biscoitos na lua! O queijo goza da reputação de ser um dos alimentos mais antigos do homem, que veio para ficar. Não só há mais de setecentas variedades feitas de leite de vaca, de cabra, de ovelha e de iaques, mas há ainda mais formas de servi-los.
Alguns países excedem a outros na arte de fabricar queijos, os Países-Baixos sendo um destes. Além de exportar grandes quantidades para o usufruto de muitas pessoas ao redor do globo, os holandeses mesmos também consomem grande dose de queijo. Como resultado, têm várias sugestões para se servir este alimento nutritivo que eles gostariam de compartilhar com o leitor.
Da próxima vez que tiver visitantes especiais em sua casa, por que não lhes oferece algo fora do comum no sentido de saborosos pedacinhos de queijo, ou até mesmo um prato mais requintado de queijo? Mas, por que esperar que “visitantes especiais” cheguem, quando sua própria família usufruirá cabalmente esse mesmo requinte?
Há um número quase ilimitado de antepastos na família do queijo que excitarão o apetite tanto dos jovens como dos mais velhos. Tente apenas colocar pequenos cubinhos de tipos diferentes de queijo para seus convidados provarem, e daí, enfeite alguns dos cubinhos com uma variedade de coisas — cebolas em pikles, pepinos em conservas, cerejas em confeito, nozes, tâmaras, pedaços de presunto, porções de linguiças, e borrifos de temperos, como gengibre. Ao lado inclua uma variedade de biscoitinhos salgados. Daí, se se desejar uma amostra ainda maior de guloseimas, adicione vários molhos grossos de queijo ao menu.
Se a ocasião favorece, sirva um pouco de vinho ou outra bebida alcoólica junto com estes acepipes de queijo. O leite também é compatível com o queijo e é muito melhor para as crianças e para muitas pessoas mais idosas.
Isto é importante: os antepastos devem estimular e aguçar o apetite, mas não acabar com ele. Assim, seja generoso na variedade, mas moderado na quantidade servida. Deixe que seus convivas saboreiem com fome a refeição que se segue.

Outras Sugestões Interessantes

Para um lanche ou refeição leve que seja mais substancial do que apenas os aguçadores do apetite, eis aqui algumas combinações que poderá experimentar. Muitos gostam dum cheeseburgo (um hamburgo encimado por uma camada de queijo cheddar), ou um sanduíche de queijo tostado, bacon e tomate. Se aprecia o queijo azul dinamarquês, coloque uma generosa fatia no hamburgo regular, ao invés de picles. A cerveja vai bem com isso.
Ou, experimente este — a taça de abacaxi. Misture o extracto de fermento com queijo de pasta macia e passe generosamente sobre fatias de pão. Daí, ponha em cima uma rodela de abacaxi e em seu centro insira uma fatia de bacon. Agora coloque no grill até que o bacon fique tostado.
A minipizza é uma contribuição da Itália. Como base, usa biscoitos do tipo crackers ou fatias de pão em que se passa uma pasta de enchova dum tubo. Coloque-se sobre cada uma das bases uma fatia de queijo mozzarella e encime com molho de tomate ou massa de tomate, ou uma fatia de tomate. Adicione um pouco de azeite de oliveira, uma pitada de orégão esmigalhado e alho em pó. Coloque numa bandeja de assar e deixe na grelha até que se derreta o queijo.
Eis aqui um prato espanhol diferente: Para cada porção, tome um pedaço de carne de porco ou de vitela de uns nove milímetros de espessura. Salgue e unte com azeite de oliveira; daí, toste na manteiga por três ou quatro minutos. Ponha sobre isso uma fatia de presunto e de queijo, e continue fritando até que o queijo se derreta. Sirva com salada de frutas à qual se adicionou uma dose de vinho de cerejas.
Outro regalo é a raclette suíça. Unte com manteiga taças individuais resistentes ao calor e ponha em cada uma uma fatia de cerca de um centímetro e meio de queijo rico como o tilsiter. Coloque num forno pré-aquecido de modo que o queijo comece a derreter. Descasque batatas previamente cozidas e coloque duas ou três junto com queijo derretido em cada taça. Adicione cebolas e pepinos e coloque umas pitadas de pimenta-do-reino em cima.

Por Que não Servir Fondue?

Este nome é de origem francesa, significando “derretido”, mas, não é certo se foram os franceses ou os suíços ou outrem que primeiro o fizeram e serviram. Para quatro porções, precisa-se de uns quatrocentos e cinquenta gramas de queijo, quase meio litro de vinho branco, uma cabeça de alho, duas colheres de chá de maizena, suco de limão, noz-moscada e pequeno vidro de quirche.
Esfregue abruptamente o alho na parte interna do caquelon, como é chamada a panela de preparar o fondue. Adicione suco de limão e vinho (um Moselle ou vinho de mesa meio-seco), e aqueça até que chie. Misture antes a maizena com um pouco de vinho e adicione-a agora ao queijo, que já foi gratinado. Há uma variedade de queijos à escolha — gouda maduro, tilsiter, gruyére ou emmentaler. Ou talvez possa combinar vários deles, como quatro partes de gouda e uma parte de kernhem.
Leve o prato inteiro ao ponto de cozimento, ao mesmo tempo o agitando de forma contínua com uma colher de madeira ou batedeira de fios até que fique macio e cremoso. Deve-se ter cuidado para se obter a consistência correta. Se estiver ligeiramente fino, simplesmente o deixe cozinhar um pouco mais. Se consideravelmente tender a ficar fino, adicione mais queijo ou bata um pouco de maizena que foi antes misturada com um pouco de vinho. A maizena o aglutinará. Por outro lado, se estiver grosso demais, adicione um pouco de vinho quente. Por fim, com a consistência correta, tempere com pimenta, noz-moscada e uma dose de quirche, e transfira-o para o centro da mesa, colocando-o sobre um fogareiro de álcool para mantê-lo quente.
Aqui tem uma refeição completa, não precisando de entrada nem de sobremesa. Cada pessoa recebe um garfo especial para o fondue em que são colocados pequenos pedaços de pão francês ou pão preto ou torradas. Depois de mergulhar e girar até que não pingue, tem-se um petisco de deixar água na boca, uma verdadeira delícia. Se, durante a festa, o fondue endurecer, adicione um pouco de vinho quente. Caso coalhe, mande-o de volta ao fogão e bata com um pouco de suco de limão ou vinagre.
Há muitas variações do fondue. Por exemplo, use caril ou pimentão, ao invés de pimenta. Ou tempere com mostarda, cominho, endro ou manjericão, até mesmo usando vários temperos de acordo com seu gosto e sua imaginação. Se houver outros pratos de cogumelos cozidos, bolinhos de carne, camarão ou azeitonas, estes podem ser mergulhados no fondue junto com o pão. Pratos adicionais de alface, aipo, cenouras inteiras ou outros legumes frescos são apreciados e ajudam a ressaltar o interesse no prato principal de fondue.
Confiamos que apreciarão tais pratos tanto quanto nós, comedores de queijo aqui nos Países-Baixos, pois o queijo é deveras tanto nutritivo como delicioso.

in Despertai de 22/5/1973 pp. 19-21

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Provérbio da semana ( 22:3 )


Argucioso é aquele que tem visto a calamidade e passa a esconder-se, mas os inexperientes passaram adiante e terão de sofrer a penalidade.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tá certo...


Uma senhora entra numa drogaria e pede:
- Queria uma ratoeira, se faz favor. Mas tem que ser depressa. Tenho de apanhar o comboio.
Responde o empregado, muito calmo:
- Desse tamanho não temos...

sexta-feira, 5 de abril de 2013

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Palavra da semana ( 42 )


impermisto

(latim impermixtus, -a, -um)
adj.
Que não foi misturado (ex.: doutrina impermista). = GENUÍNO, PURO, SIMPLES ≠ PERMISTO

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O saber não ocupa lugar ( 364 )




Se o núcleo de um átomo fosse do tamanho de um limão com um raio de 3 cm, os elétrons mais afastados estariam a cerca de 3 km de distância.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.