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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Palavra da semana ( 53 )

megaletoscópio

s. m.
(mega- + aletoscópio)
substantivo masculino
[Óptica]  Aparelho provido de lentes de aumento e de espelhos laterais que permite a visualização aumentada de fotografias, dando a ilusão de profundidade, relevo e perspectiva.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O saber não ocupa lugar ( 375 )




Na Caverna dos Cristais estão contidos alguns dos maiores cristais naturais já encontrados no mundo, sendo que o maior deles tem mais de 10 metros de comprimento.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Aquedutos — grandes feitos de engenharia!




DISPÕE de água utilizável na quantidade desejada? Muitas donas de casa ainda usam parcamente seu suprimento diário, visto que precisam retirá-lo das correntes e fontes próximas, ou dum poço distante. Outras, talvez, nem pensem no assunto, graças ao progresso moderno que tornou a água tão acessível. Mas, nem sempre foi assim. Sabe como é que muitos citadinos obtinham a água há séculos atrás?
A resposta são os aquedutos. Os aquedutos antigos eram usualmente túneis compridos, estreitos, completamente fechados que forneciam um canal acima do solo para que a água fluísse de uma fonte natural até uma cidade. O fluxo da água era gravitacional, o aqueduto dispondo de uma inclinação gradual de trinta a sessenta centímetros a cada quilómetro e meio, mais ou menos. Onde existiam vales, era necessário construir uma estrutura, em forma de ponte, que levasse a água na mesma inclinação colina abaixo. Quando o curso d’água encontrava colinas ou montanhas, isto exigia cavar-se um buraco através da montanha.
É claro que eram necessários bons projectos de engenharia. A Bíblia relata que Ezequias, rei de Judá (745-716 A. E. C.) dirigiu a construção de notável aqueduto que atravessava rocha maciça. Fez isto por usar duas equipes de homens que trabalhavam uma em direcção à outra, partindo de extremos opostos até se encontrarem no meio. E não se tratava dum túnel pequeno, sua altura média sendo de mais de 1,80 metros e seu comprimento sendo de 533 metros!

Aquedutos Romanos

Os romanos mais tarde aperfeiçoaram o traçado dos aquedutos e construíram dezenas deles em todas as partes de seu vasto império. Longas filas de arcos ainda subsistem como monumentos à habilidade de engenharia dos romanos. Qualquer pessoa que visite a Europa pode vê-los. Um aqueduto antigo se acha em Ponte de Gard, Nîmes, França. Em Segóvia, Espanha, magnífico aqueduto de mais de 800 metros, construído pelo Imperador Trajano (98-117 E. C.), ainda se acha operacional.
A quantidade de água transportada por tais aquedutos era tremenda. Em 97 E.C., os nove aquedutos que alimentavam Roma, segundo se afirma, forneciam à cidade uma reserva diária de quase uns 144.000.000 de litros dentro de suas muralhas e outros 75.000.000 de litros fora de suas muralhas! Naqueles dias, a água era uma dádiva gratuita para a Comunidade, ninguém tendo de pagar por ela. Quanto às despesas de construção, estas geralmente eram pagas pelos despojos da guerra, pelo tesouro imperial ou por alguns benfeitores ricos. Assim, aconteceu que a Roma antiga se tornou famosa por suas fontes públicas, seus reservatórios e seus banhos.

Aquedutos de Portugal

Alguns dos muitos aquedutos de Portugal foram construídos pelos romanos, tais como os de Beja e Conímbriga. A maioria, contudo, foi construída desde o século quinze. Uma estrutura verdadeiramente notável é o aqueduto de Vila do Conde, construído em 1350 E. C. e que tinha um total de 999 arcos elegantemente traçados. Outra imponente vista é o aqueduto de Elvas, que consiste em nada menos de quatro fileiras de arcos que atravessam profunda ravina.
A cidade de Lisboa é dotada do mais famoso aqueduto do país, ainda operacional, e tanto os turistas como os cidadãos locais apreciam a vista notável que apresenta. Em 1731 E. C., o Rei D. João V expediu um decreto para se construir este aqueduto. Era realmente necessário, pois conseguir água naquele tempo era deveras um desafio diário.
Imagine-se em Lisboa há uns 250 anos atrás. Quase todo o mundo tem de ir à bica central da cidade para obter seu suprimento diário. Os consumidores privados, que dispõem de seus próprios poços, são relativamente poucos e altamente privilegiados. Assim, com duas bilhas de barro na mão, andamos até a bica pública da cidade. Que enorme multidão já se acha ali reunida!
Embora a maioria das pessoas aguarde pacientemente sua vez, alguns são arruaceiros e tentam empurrar os outros e passar na frente deles. Brigas e discussões são quase que uma ocorrência diária, e já foram mortas algumas pessoas! Por fim, chegando à bica, ansiosamente enchemos nossas bilhas e rapidamente nos afastamos da multidão. Reflectindo por um instante sobre o homem encarregado da bica, prontamente admitimos que ele tem um trabalho e tanto. Dirigimo-nos alegremente para casa, gratos de ter conseguido nossa porção diária — apenas uns oito litros para todas as nossas necessidades.
Não é de admirar que a construção do aqueduto foi saudada como maravilhosas novas para os lisboetas. Os custos de construção foram cobertos por se aplicar uma taxa especial na compra de itens básicos locais tais como o sal, o azeite de oliveira, o vinho, a carne e a palha. Quando por fim foi completado, uns vinte anos depois, a água potável jorrou na cidade em quantidade, provindo das fontes em Caneças, a uma distância de uns dezoito quilómetros.
A água presentemente percorre colinas por meio de túneis subterrâneos, atravessando muitas ravinas e vales. O aqueduto foi ampliado para trazer água de uns 58 quilómetros de tributários, usando ao todo um total de 127 arcos. Quão majestosos são os trinta e cinco arcos elevados que cruzam a ribeira de Alcântara em Lisboa, o maior vão central sendo um arco de uns 33 metros de largura e de 68 metros de altura, ou igualando, em altura, a um prédio de vinte e dois pavimentos! Que contraste é ver hoje este antigo aqueduto de Lisboa bem iluminado à noite, estendendo-se pelos limites da cidade, e modernas rodovias passando sob seus arcos. Apropriadamente, é chamado de “Aqueduto das Águas Livres”, representando o fluxo desimpedido de água para os cidadãos.
Venha e vamos dar uma espiada lá dentro deste aqueduto. Somos conduzidos ao alto dos elevados arcos que cobrem a ribeira de Alcântara e ficamos surpresos de saber que o aqueduto também servia como passarela para o trânsito de pedestres através da ribeira. Ambos os lados do canal de água têm um parapeito que protege os pedestres de cair das beiradas.
Por enquanto ainda não vimos nenhuma água, visto que o curso d’água é completamente coberto. Em intervalos regulares, observamos pequenas torres quadradas no aqueduto, cada uma tendo uma porta que dá acesso à própria água. Espreitando para dentro de uma destas portas, vemos a água potável correndo canal abaixo — e quão rápido flui! Para nossa surpresa, podemos entrar dentro da área coberta e verificar que estamos dentro do próprio aqueduto.
Imagine só, o túnel tem quase 4 metros de altura! Paralelo à água, construiu-se pequena calçada. Esta é usada para os operários consertarem quaisquer danos. Pequeno entalhe na parede contém pequena caneca de barro, e oferecem-nos se queremos provar a água. Oh, quão fresquinha e gostosa é! A água que flui não é profunda demais, tendo apenas cerca de 18 centímetros de fundo, e o curso d’água em si não tem mais de uns 90 centímetros de largura. O aqueduto por fim termina num reservatório no coração da cidade. Naturalmente, este aqueduto não é mais a única fonte de água de Lisboa, visto que sistemas modernos há muito substituíram os métodos gravitacionais.
Outro indício da distribuição d’água nos dias de antanho são as muitas bicas d’água públicas que ainda funcionam em Lisboa. À medida que a água se tornou mais abundante e cresceu a população, foram construídas muitas excelentes bicas d’água. É interessante que documentos existentes na câmara municipal de Lisboa revelam muita coisa sobre os métodos usados para se distribuir a água no século dezoito.
Cada bica pública tinha um determinado número de homens licenciados que distribuíam a água potável aos moradores por carregarem um barril de madeira de 30 litros nas costas. Água não potável também era vendida de casa em casa, mas os vendedores que tentavam vender tal água como sendo potável estavam sujeitos a pesadas multas. Assim começou a prática de se pagar a água entregue em casa. Em Lisboa, até o dia de hoje funcionam alguns tanques públicos de lavagem de roupa em que aqueles não privilegiados de ter água corrente em casa podem ir para lavar a roupa da família. Muitos ainda usam os banhos públicos.

Aquedutos Modernos

Em comparação com os aquedutos antigos, construídos quase que de pedra, de canos de madeira ou até de bambu, os aquedutos modernos são colossais empreendimentos de engenharia, e podem incluir canais, adutoras e túneis. Com o crescimento e o desenvolvimento urbano resultando em cidades que se espalham, atingindo milhões de pessoas, a capacidade do homem de fornecer adequado suprimento de água foi desafiada. Notáveis consecuções podem ser observadas nos estados de Nova Iorque e da Califórnia.
A cidade de Nova Iorque produziu o gigantesco aqueduto de Catskill, a fim de trazer uns 2.000.000.000 de litros por dia para aquela cidade. Organizou-se uma comissão para garantir o suprimento de água a umas quatorze cidades do sul da Califórnia. O resultado foi o notável aqueduto do Rio Colorado, que traz água sob pressão de uns quase 400 quilómetros, atravessando várias cadeias de montanhas. Este projecto envolvia a construção de três represas de concreto, e de cinco grandes estações de bombas para erguer a água a um total de 490 metros.
Sem dúvida, todo o mundo avalia que a água é essencial.

in Despertai de 8/7/1973 pp. 13-16

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Provérbio da semana ( 22:26,27 )

Não venhas a ficar entre os que batem as mãos, entre os que são fiadores de empréstimos. Se não tiveres nada com que pagar, por que tirarias a tua cama de debaixo de ti?

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Palavra da semana ( 52 )

umbrático

(latim umbraticus, -a, -um)
adj.
1. Sem luz. = ESCURO, SOMBRIO
adj.
2. Que procura a sombra.
3. Relativo a sombra.
4. Que só existe na imaginação. = FANTÁSTICO, IRREAL, QUIMÉRICO

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Ajudas mentais para o cérebro emperrado

( Continuação do artigo "Aprende a pensar com lucidez?" )




SERÁ que seu cérebro parece ficar emperrado quando se trata de pensar e de fazer decisões no dia a dia? Talvez imagine que “pensadores” são sempre pessoas peritas ou os génios. Bem, isso não é verdade. A maioria dos pensadores reais são pessoas comuns que sabem enfrentar a incontável multidão de desafios diários que os confrontam. O que pode ajudá-lo a desenvolver a mesma habilidade?

Mantêm em Vista Todos os Seus Alvos?

Conforme explicado no artigo anterior, a ajuda básica para melhorar o seu modo de pensar é ter sempre presente seu propósito global na vida. Quando perde de vista seu alvo principal, o pensamento se torna inseguro.
Mas, também importantes, para estimular seus processos de raciocínio, são o que se poderia chamar de alvos secundários. Alguns problemas do dia a dia jamais são solucionados porque as pessoas só pensam nos alvos principais, de longo alcance, ignorando os alvos menores, porém importantes.
Como os alvos secundários ajudam o raciocínio pode, novamente, ser ilustrado por uma viagem. A pessoa que viaja de Madrid, Espanha, para Berlim, Alemanha, sabe qual é seu alvo principal. No entanto, talvez queira dividir a viagem em secções menores, talvez fazendo paradas em Toulouse e em Paris, França. A viagem geral então parece mais curta e ela dispõe dum alvo imediato para o qual orientar seu modo de pensar.
Similarmente, se dá com nossa vida. A pessoa talvez saiba qual é seu alvo principal na vida. Mantendo isso destacado, a pessoa deveria, depois de pesar cuidadosamente suas circunstâncias, decidir sobre certos subalvos. Empenhar-se em atingi-los faz com que o alvo principal pareça vir com mais facilidade e rapidez.
Depois disso, quando qualquer um destes homens considerar uma decisão, não deve pensar apenas: ‘Como isso influirá em meu alvo principal na vida?’, mas também deve perguntar: ‘Como isso influirá em quaisquer alvos secundários que eu tenha?’ Isto ajuda a manter correto, em foco, o raciocínio diário.
Com efeito, as pessoas podem ser muito ajudadas a raciocinar por fixar um alvo para cada dia. Saber que gostaria de realizar certas tarefas naquele dia amiúde o estimula a considerar como fazer todas as coisas da forma mais eficiente. Isto, por certo, significa que cada dia precisa ser planeado.
Alguns acham tempo para planear o trabalho do dia por se levantar um pouco mais cedo de manhã ou por dormirem um pouco mais tarde na noite anterior. Outros aproveitam o tempo que de outra forma seria perdido em ver televisão. Alguns tomam apenas alguns minutos antes de saírem do trabalho, cada dia, para esboçar as actividades do dia seguinte.
Certo director atarefado, com nove filhos, faz grande parte de seu planeamento ao viajar de trem. Afirma: ‘Se eu não gozasse destes momentos a sós, cada dia, jamais conseguiria pensar sobre coisas importantes e fazer minha programação diária.’

Pensa de Forma Sistemática?

Outra ajuda para fazer mover um cérebro emperrado é aprender a pensar de forma sistemática. Isto exige que se tente ver todo ângulo dum assunto. Para aprender a fazer isso, alguns sugerem que se encare os problemas como se estivéssemos participando do jogo de “Vinte Perguntas”. Neste jogo, um grupo ou painel tem vinte oportunidades de descobrir um assunto que está na mente dum mediador. A ideia é eliminar tantas possibilidades quantas seja possível com cada pergunta, estreitando progressivamente o campo até à resposta lógica.
O jogo engloba um modelo de pensamento produtivo, na realidade, os princípios da pesquisa científica, a saber, percorrer uma lista de perguntas, eliminando as possibilidades, até que se possa seleccionar uma resposta. O engenheiro recapitula mentalmente se determinado problema pode ser solvido por meios eléctricos, hidráulicos, químicos, mecânicos ou por outros meios. O médico que faz o diagnóstico mental examina uma lista de doenças com sintomas similares, empenhando-se, através dum processo de eliminação, em chegar à conclusão correta.
Este processo de raciocínio ordeiro pode ser ilustrado por uma família que, tendo decidido mudar-se para outra localidade, fixa uma lista de exigências relativas a uma nova casa que querem encontrar: Exemplificando: (1) Queremos uma casa ou um apartamento? (2) Uma nova ou velha? (3) De um ou dois andares? (4) O preço não deve ultrapassar que quantia? (5) Na cidade ou nos subúrbios? (6) Distância máxima até o trabalho? (7) Da escola? (8) De supermercados e outras conveniências, e assim por diante?
Até que o hábito de encarar todos os problemas de forma sistemática se torne arraigado no leitor, não fique embaraçado em usar uma lista de verificação escrita similar a esta. Naturalmente, tal raciocínio pode ser aprendido por usá-lo em relação com todas as suas tarefas diárias, e não nas mudanças principais da vida, apenas.
Por exemplo: é uma dona de casa que raciocina? Ao invés de invejar secretamente as chamadas mulheres “talentosas”, por que não usa os mesmos processos de raciocínio que elas empregam a fim de efectuar seu trabalho? Samm S. Baker, em seu livro Your Key to Creative Thinking (Sua Chave do Raciocínio Criativo; 1962) mostra os meios de fazer isso:
“Declarou destacado professor de psicologia: ‘A capacidade de criar . . . não se limita à pessoa altamente dotada, mas é o direito inato de toda pessoa de talento mediano.’ . . . Se for uma dona de casa, há muitos desafios criativos em sua volta, que esperam ser solucionados para a conveniência e usufruto de sua família. Considere algo tão simples quanto um armário embutido de roupas. Poderá permitir que se crie uma confusão, como se dá em muitas casas . . . Ou, poderá planear criativamente de modo que tudo tenha um lugar asseado e ordeiro no armário, economizando tempo e mantendo a serenidade de todos na família, e granjeando louvor para si mesma.” — Páginas 1, 17.
Pode-se dizer o mesmo de seu modo de cozinhar. Disse famoso psicólogo: “Produzir uma sopa de primeira qualidade é mais criativo do que lambuzar um quadro de segunda categoria.”
Ou, como pai que contempla férias para sua família, pára realmente um pouco para planear toda a viagem? Considera todos os problemas possíveis que possam surgir quanto a seu carro? As roupas para um clima diferente? A diversão para os filhos enquanto dirige, e assim por diante?
Ou, tem dificuldades em dar-se bem com determinadas pessoas? Já pensou em que passos definidos possa dar que possivelmente solucionem tal situação?
Em toda área da vida, o raciocínio sistemático sobre tudo que o confronte, em coerência com seus alvos na vida, é de imensurável valor para sacudir o cérebro complacente.

Emperra ao Ter de Fazer Decisões?

Outra ajuda para estimular o raciocínio hesitante é lembrar-se de que os problemas simplesmente não “desaparecem” em resultado de se deixá-los para depois, ou de se recusar fazer uma decisão. Não fazer nenhuma decisão, com efeito, é em si mesmo uma decisão. Muitos que emperram quando confrontados com decisões verificam que, mais tarde, tornam-se mais difíceis de fazer. Por que muitos têm tal tendência?
Alguns temem consequências imaginárias. Outros se lembram de decisões passadas e, lamentando como resultaram as coisas, hesitam em fazer novas decisões. Mas, suponhamos que tivessem decidido de outro modo quanto a tais decisões passadas — quem pode realmente afirmar que as coisas teriam dado resultados muito melhores?
Por outro lado, é possível que tenha feito decisões erradas no passado. Deveria o orgulho agora impedi-lo de fazer decisões futuras? Não foi outro pensador senão Albert Einstein que disse, no tocante a suas próprias conclusões do estudo: “Penso e repenso, durante meses, durante anos, por noventa e nove vezes, que a conclusão é falsa. Na centésima, estou certo.” Felizmente, nas decisões pessoais, a média é amiúde bem superior a essa.
No entanto, como ajuda para fazer decisões corretas e prontas, pergunte a si mesmo: ‘Estou disposto a considerar os pontos de vista dos outros, em especial se estiverem, de qualquer modo, envolvidos na decisão? O supervisor ou o chefe de família sábio avalia que não é o único que sabe pensar. Sim, até no nível familiar, cada membro talvez tenha algo a contribuir. Rudolph Flesch observa:
“Se desejar colher rapidamente os pontos de vista de várias idades e sexos, fique aí em casa mesmo. A base para o raciocínio claro . . . é a compreensão de que pensamos com nossa experiência. A família . . . é o lugar para se aprender isto, de uma vez para sempre. . . . O trabalho em equipe familiar em raciocinar é comum quando se trata de grandes decisões, como comprar uma casa nova. É nisso que os maridos, as esposas e os filhos mais velhos se juntam para discutir o problema, pesando os prós e os contras das possíveis soluções, planeando com lápis e papel, e examinando as informações concretas disponíveis.” — The Art of Clear Thinking (A Arte do Raciocínio Claro; 1951), páginas 160, 163.
Naturalmente, não só nos projectos principais, mas até mesmo nos menores, é boa ideia consultar outras pessoas. Considerar os conselhos de outros também impede que a pessoa faça decisões precipitadas ou “apressadas”.
Outra fonte de informações baseada na experiência é o material de leitura. Nesse caso, podemos beneficiar-nos da experiência do autor, talvez uma pessoa que tenha gasto muitos anos no campo abrangido por seu livro ou artigo. Todavia, se ler algo para obter informações antes de fazer uma decisão, seja selectivo. Amiúde, apenas pequena parte de tudo que é publicado sobre determinado assunto lhe é de real valor. Tenha bem claro na mente o tipo de informações que deseja. Evite tangentes. Em outras palavras, ao invés de “leitura rápida”, aprenda a “raciocinar rápido”, tendo presente o seu propósito.
Uma vez disponha de razoável quantidade de fatos, ajuntados pela leitura e por palestras, e tenha gasto tempo meditando, então faça sua decisão. Por fim, a menos que evidência sobrepujante ao contrário se apresente depois, apegue-se ao que já decidiu.
Resumindo, aprender a pensar de forma clara exige concentrar a mente em seu alvo principal na vida, bem como estabelecer outros alvos secundários na vida. Daí, ao manejar seus problemas diários, ao planear seu trabalho, pense de forma sistemática e faça decisões dum modo coerente com seus alvos.

in Despertai de 8/7/1973 pp. 6-9

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Provérbio da semana ( 22:24,25 )

Não tenhas companheirismo com alguém dado à ira; e não deves entrar com o homem que tem acessos de furor, para não te familiarizares com as suas veredas e certamente tomares um laço para a tua alma.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Palavra da semana ( 51 )

ginecocracia

(grego gunaikokratía, -as)

substantivo feminino
Preponderância das mulheres no governo do Estado.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Aprende a pensar com lucidez?




PENSAR com lucidez é um dos principais factores na vida bem sucedida.
É de imenso valor na vida quotidiana e em fazer decisões, poupando muito tempo e despesa para a pessoa.
No entanto, ainda mais importante, a pessoa que pensa com lucidez é ajudada a evitar decepções e perigos que, de outra forma, facilmente desencaminham o incauto. O conceito lúcido a ajuda a enfrentar os problemas e as situações da vida, que de outra forma são espinhosos.

Por Que a Maioria não Pensa com Lucidez

Muitos simplesmente preferem, de modo passivo, deixar que os outros pensem por eles. Para a maioria, portanto, o padrão básico de pensamento é estabelecido principalmente pela comunidade e pelo mundo em que vivem. Pensam e agem de forma similar àqueles que os cercam. Discerne-se isso até mesmo nas questões relativamente pequenas da vida, sendo que a propaganda e os veículos de notícias ditam seu ponto de vista. E, nas principais áreas da vida, o modo em que outros pensam muito por eles poderá ser ilustrado pelo que ocorre no tempo de guerra.
Quando seu país natal faz propaganda para atiçar a população para a guerra, será que a maioria analisa criteriosamente todas as questões envolvidas no conflito? Ou simplesmente aceita aquilo que se lhe manda pensar? Ao escrever sobre a Primeira Guerra Mundial, o falecido Winston Churchill observou: “Precisa-se apenas dum sinal para transformar estas multidões de camponeses e trabalhadores pacíficos nas poderosas hostes que despedaçarão uns aos outros.” Observou, ademais, que, quando se lhes disse o que deviam fazer, a maioria das pessoas acatou isso sem pensar. (The World Crisis [A Crise Mundial], Volume VI, página 93) Vinte e cinco anos depois, outra geração permitiu que o mesmo modo de pensar a conduzisse a um conflito muito maior, a Segunda Guerra Mundial.
Que resultado obtiveram muitos por terem permitido que outros pensassem por eles? Milhões morreram ou ficaram aleijados, não raro travando guerras em solo estrangeiro por questões que não compreendiam. E, agora, vemos que a norma de pensar do mundo, e os esforços que ela produziu, não trouxeram paz duradoura. Com efeito, o mundo de hoje se acha armado com armas muito mais devastadoras do que nunca antes.
Mas, não se voltam alguns contra o modo de pensar por trás de tais guerras? Sim, muitos da geração mais jovem se rebelam contra o “modo de pensar” dos mais velhos. Todavia, será que a perspectiva dos jovens rebeldes é realmente mais lúcida ou mais satisfatória do que aquela da qual procuraram fugir? Será que sua rebelião os conduziu a qualquer coisa realmente melhor?
O “modo de pensar” dos líderes mundiais em um extremo, e o dos jovens rebeldes, no outro, se combinam para mostrar que a forma de pensar do homem não produz resultados desejáveis duradouros. Talvez se sinta compelido a perguntar: ‘Se isto é assim, então, como é possível pensar com lucidez?’

Necessário o Alvo Definido Para Se Pensar com Lucidez

Pensar com lucidez exige, primeiro de tudo, que se tenha um propósito ou alvo na vida. Por que isso se dá?
Bem, viajar pela vida pode ser assemelhado a se fazer uma viagem; quanto mais certo for seu destino, tanto mais positiva será sua rota. Suponhamos que more em Madrid (Espanha) e diga que irá à Alemanha. Trata-se dum alvo muito amplo e se apresentam várias rotas alternadas. No entanto, ir de Madrid a Berlim, Alemanha, reduz grandemente o número de diferentes estradas em que poderia viajar; trata-se dum alvo mais preciso. Assim, também, quanto mais definido for o alvo da pessoa na vida, tanto mais estável é provável que seja o modo de pensar da pessoa.
Todavia, sabia que bem poucas pessoas podem declarar de forma simples e lúcida exactamente qual é o seu alvo na vida? Um comentário do Professor Aaron Levenstein, da Faculdade Municipal de Nova Iorque, sublinha quão sem propósito são realmente as vidas da maioria das pessoas:
“As pessoas talvez tenham vago entendimento de sua posição actual, mas não podem resolver onde é que desejam ir. Vivem sua vida sem uma filosofia. Não têm êxito em alcançar nenhum alvo, porque jamais fixaram um.”
Ao passo que é verdade, como afirma o Professor Levenstein, que a maioria não tem um alvo na vida, não é isso algo um tanto compreensível? Que alvo duradouro e satisfatório qualquer parte do mundo realmente oferece a uma pessoa, em direcção do qual possa orientar seu modo de pensar?
Entretanto, alguns poderiam perguntar: Será que ter um único alvo na vida não resulta em a pessoa ter mente “fechada”, ao invés de mente “aberta”? Vejamos.
Usualmente, quando as pessoas falam de mente “aberta” simplesmente estão dizendo que são tolerantes para com os conceitos de outrem. Mas, simplesmente tolerar os conceitos de outrem não exige realmente o pensar, exige? Com efeito, a mente completamente “aberta” poderia ser assemelhada a um cano que simplesmente deixa tudo fluir por ele, mesmo o esgoto. Nenhuma pessoa que respeite a si mesma deseja uma mente contaminada com lixo. Assim, precisa ser selectiva, precisa seleccionar o que aceita na sua mente. Em suma, precisa pensar. No entanto, não deseja ser tão estreito ou preconcebido que se recusa a considerar fatos que podem aprimorar seu modo de pensar.
Por conseguinte, é necessário o equilíbrio em seu modo de pensar. Como o Professor Levenstein se expressou: “É necessário pensar tanto de forma estreita como ampla.” Como é que fazemos isto?

O Benefício das Normas Correctas

Por dispor de uma norma com a qual medir novas informações apresentadas, pode-se alcançar o modo de pensar equilibrado. O indivíduo, destarte, controla o que lhe vem à mente e não se desvia de perseguir seu alvo, todavia, não despreza novas informações de valor.
Cada dia, a pessoa de pensamento lúcido precisa filtrar ou peneirar aquilo que é errado e para o qual sua mente está devidamente “fechada”. O constante bombardeio da propaganda através da imprensa pública, dos jornais e das revistas, bem como de livros, da televisão e de programas de rádio, torna isto mais essencial agora do que nunca antes.
Naturalmente, muito do que é publicado hoje se mostra, de imediato, como indigno da atenção da pessoa. Novelas, peças teatrais ou programas de televisão, por exemplo, que glorificam a perversão sexual, a imoralidade ou a violência se acham entre tais. Estimulando os desejos mais degradados, sua intenção é usualmente desencorajar o modo de pensar que valha a pena, em realidade entorpecendo a mente em favor da paixão irreflectida.
Mas, até mesmo aqueles livros e programas dos quais se pode obter algumas informações úteis exigem o exercício da cautela. Não raro, com subtileza, revelam a tendência errada de pensar, sendo talvez influenciados por teorias não provadas. Nisto, em especial, a pessoa de “mente aberta” precisa ter cautela ao ler, se há de evitar ser adversamente influenciada.
Aprende a pensar com lucidez? Terá tido um bom começo se tiver um alvo definido na vida e se tiver um padrão pelo qual julgar as novas informações que são trazidas à sua atenção. Mas, poderá dizer: ‘Eu realmente tenho um alvo na vida e um padrão. Não são estas grandes coisas que atrapalham meu modo de pensar. Antes, é a multidão de pequenas decisões diárias — isto é que me confunde. Como posso estimular minhas faculdades de raciocínio para enfrentar estas pequenas preocupações diárias da maneira mais eficaz?

( continua )

in Despertai de 8/7/1973 pp. 3-6

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Provérbio da semana ( 22:16 )

Quem defrauda ao de condição humilde para suprir-se de muitas coisas, bem como aquele que dá ao rico, seguramente se destina à carência.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Palavra da semana ( 50 )

sarcómero

(sarco- + -mero)
s. m.
[Citologia]  Cada um dos segmentos dos músculos estriados voluntários que permitem a contracção muscular.

domingo, 8 de setembro de 2013

O saber não ocupa lugar ( 372 )

Hoje com 3 em 1!



O Letreiro de Hollywood foi originalmente construído para fazer propaganda de um empreendimento imobiliário.



A banana é um alimento naturalmente radioactivo.



O peso estimado de todas as formigas existentes no planeta supera o peso de toda a humanidade.

É caso para dizer... WOW!!!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

As línguas do homem




QUÃO dividida se acha a humanidade por falar diferentes línguas! Os peritos já chegaram a contar cerca de 3.000 línguas faladas. Se fossem acrescentados ao número acima todos os dialectos (formas locais de uma língua), ele provavelmente seria bem maior. Mas, o caso é que até os peritos discordam em alguns casos sobre o que é uma língua separada e o que é simplesmente um dialecto. Por quê? Porque, mesmo quando as pessoas falam o que se chama de dialectos da mesma língua, talvez não consigam compreender uns aos outros.
A maioria das línguas podem ser agrupadas em umas dez famílias de línguas, mais ou menos, (novamente neste caso diferentes autoridades fornecem diferentes números). Todas as línguas na mesma família são ramos de uma antiga língua “mãe”, e, em muitos casos, essa língua “mãe” já é morta.
Muitos sabem que o francês, o italiano, o espanhol, o português e várias outras línguas são todas modernas variedades do latim, grandemente mudadas. Não são muitos que estão a par que até mesmo o latim é classificado como sendo membro de uma família de línguas. Junto com muitas outras línguas da Europa e da Índia, diz-se que surgiu dum ancestral perdido, chamado indo-europeu.
É possível que as línguas “mães” tenham sido relativamente poucas. Com o tempo, as pessoas que falavam a mesma língua se separaram e não tiveram contacto umas com as outras por séculos, de modo que seus hábitos de linguagem divergiram e duas ou mais línguas vieram a ser usadas onde antes só havia uma.
Qualquer língua viva muda constantemente, apesar da influência estabilizadora da imprensa e de boas comunicações. Assim, gradualmente, os grupos separados deixavam de entender uns aos outros. Mesmo assim, as línguas resultantes retêm suficientes características em comum que tornam óbvio que se relacionam umas com as outras.

A Família Indo-Europeia

Examinemos em mais pormenores uma família de línguas. Quase cerca da metade da população do mundo fala uma língua classificada como pertencendo à família indo-europeia. Não foi por acidente que a palavra três, por exemplo, é tão similar em russo (tri), alemão (drei), francês (trois), dinamarquês (tre), holandês (drie), irlandês (trí), grego (treîs), lituano (trys), sânscrito (trí), albanês (tre), e assim por diante. Diz-se que todas estas línguas se derivam da desaparecida indo-europeia.
Muitas delas são menos filhas daquela língua antiga do que netas, porque diz-se que muitas se derivam de línguas desaparecidas que eram, elas mesmas, ramos da indo-europeia. Exemplificando: o galês, o bretão, o gaélico, e assim por diante, são alistados como descendentes de uma antiga língua céltica que surgiu da indo-europeia. O russo, o polonês, o sérvio, o checo, e assim por diante, têm seus ancestrais numa antiga mãe eslavônica. O inglês, o holandês, o alemão, e assim por diante, tem mãe germânica comum.

Classificar as Línguas

Apenas em data comparativamente recente, desde cerca do fim do século dezoito, é que os linguistas começaram a analisar a história e a relação das línguas vivas. Antes disso, tendiam a comparar apenas as formas escritas das palavras nas línguas diferentes, mas há muito mais nas relações familiares do que isso. Mesmo quando duas línguas têm poucas palavras similares, talvez a colocação de suas sentenças seja tal que mostre uma afinidade entre elas.
Tome o exemplo do laociano e do chinês. Seria difícil encontrar muitas palavras similares nestas duas línguas, todavia, têm três importantes características em comum. Primeira, uma palavra em ambas as línguas talvez tenha diferentes significados, segundo o tom da voz usado ao dizê-la. Por exemplo, a palavra laociana mu, proferida em tom baixo de voz, significa amigo, ao passo que em tom crescente significa porco.
Segunda, a maioria das palavras só tem uma sílaba ou se compõem de diversas palavras de uma só sílaba ligadas juntas.
Terceira, quando se fala duma série de objectos, é preciso usar uma palavra chamada classificadora toda vez para identificar a classe de objectos a que pertencem. Assim, o laociano não pode simplesmente dizer ‘Três moças’, mas tem de dizer ‘Moça três pessoas’, mostrando que as moças pertencem à classe de ‘pessoas’. Estas três características sugerem que o chinês e o laociano são parentes dentro da mesma família de línguas.
Por outro lado, não se atribui grande importância aos caracteres em que a língua é escrita. O inglês e o vietnamita usam ambos o alfabeto romano, que os vietnamitas deliberadamente adoptaram no século dezassete, mas as línguas são muito diferentes. O japonês e o chinês usam escrita similar, o que faz com que alguns os associem. Todavia, são classificados em famílias de línguas completamente diferentes. Por outro lado, o inglês e o russo, alistados como parentes distantes dentro da mesma família, usam caracteres diferentes.

Dificuldades de Aprendizagem

Talvez possa entender agora porque algumas línguas são mais fáceis de se aprender do que outras. Uma língua estrangeira que pertença à mesma família de línguas que a nossa usualmente terá muitos sons, palavras ou padrões de sentenças que verificamos serem familiares. A língua menos aparentada é, comparada à nossa, a mais estranha possível. De início, talvez nem sequer possamos diferençar os sons, e a ordem de colocação das palavras na frase talvez nos pareça esquisita.
Compare os números um a dez em alemão com os em português: eins, zwei, drei, vier, fünf, sechs, sieben, acht, neun, zehn. Especialmente se se lembrar que o alemão “z” é pronunciado “ts” e o alemão “v” é pronunciado “f”, poderá ver de imediato que há alguma semelhança. Agora, veja os números em laociano: neung, sohng, sahm, si, ha, hok, chet, bpaat, gow, sip. Não existe nenhum som em comum com o português. Quão muito mais diferentes pareceriam ser se se pudesse mostrar por escrito que cada número laociano tem de ser proferido em certo tom de voz que a pessoa decora junto com a palavra!
Observe a ordem das palavras. Em português, talvez se pergunte: “Quantas filhas tem?” Em alemão, isso seria “Wieviele Töchter haben Sie?” Aqui, palavra por palavra, a estrutura é a mesma quase. Mas, o laociano diz: “Chow mi luk sow chag kon?” Literalmente, isso significa: “Você tem filho fêmea quantas pessoas?” Estruturalmente é bem diferente do português.
Amiúde, as palavras encontradas em uma língua não têm equivalente em línguas de outras famílias. Por conseguinte, é muito mais difícil traduzir para uma língua que pertence a uma diferente família. Por exemplo, a revista A Sentinela no idioma tai ou siamês usa a mesma palavra para transmitir o que se quer dizer pelas palavras simpatia, empatia e consideração em inglês. Palavras separadas não existem em tai (ou laociano, seu parente próximo) para transmitir estas subtis diferenças. Por outro lado, o inglês consegue passar com uma única palavra para carregar, ao passo que o laociano e o tai tem palavras separadas que significam “carregar na mão”, “carregar no ombro”, “carregar numa vara de carga”, “carregar nos braços”, ou “carregar nas costas”.
A fim de ajudar os alunos a enfrentar esta situação não familiar a algumas línguas, novos métodos de ensino foram criados. Um deles é às vezes chamado de método directo. O aprendiz começa a dominar as sentenças básicas e os padrões de formação de sentenças desde o início. Aprende gramática à medida que se relacione às sentenças que ele já conhece, ao invés de penetrar nela desde o início e aprender longa lista de vocabulário sem poder falar ou entender a sentença mais simples.

in Despertai de 22/6/1973 pp. 12-15

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Provérbio da semana ( 22:15 )

A tolice está ligada ao coração do rapaz; a vara da disciplina é a que a removerá para longe dele.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.