Praticante do Brandismo - "Empenha-te pela justiça, pela devoção piedosa, pela fé, pelo amor, pela perseverança, pela BRANDURA de temperamento"
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Raridades e Recordações ( 111 )
Por vezes basta estar dois passos atrás...
(Whatever you do)
I'll be two steps behind you
(Wherever you go)
And I'll be there to remind you
That it only takes a minute of your precious time
To turn around and I'll be two steps behind
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Solidão
Percorrendo vielas obscuras
A solidão invade e destrói
Vidas confusas, cheias de loucuras
Não é quem procuras, não é o teu herói
Tristezas que impedem a emoção
Desgosto por ser o que não sou
Vivendo uma vida sem paixão
Solidão de quem nunca amou
Estranho viver de quem não está só
Rodeado de humanidade vazia
Procurando quem transmita conforto, oh!
Tarefa impossível, sem consequência!
Quando procuras a tua solidão
Buscas quem te faça companhia
Encontras o caos, anarquia e confusão
Sozinho ficas na falta de simpatia
A solidão invade e destrói
Vidas confusas, cheias de loucuras
Não é quem procuras, não é o teu herói
Tristezas que impedem a emoção
Desgosto por ser o que não sou
Vivendo uma vida sem paixão
Solidão de quem nunca amou
Estranho viver de quem não está só
Rodeado de humanidade vazia
Procurando quem transmita conforto, oh!
Tarefa impossível, sem consequência!
Quando procuras a tua solidão
Buscas quem te faça companhia
Encontras o caos, anarquia e confusão
Sozinho ficas na falta de simpatia
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Frutas incomuns dos trópicos
QUANDO nós, recém-chegados, pisamos pela primeira vez no solo da América do Sul, no país tropical do Equador, era um dia quente do verão meridional de Dezembro. A súbita mudança do tempo congelante que acabáramos de deixar no hemisfério norte foi bastante sentida, mas nos deu tremenda sede. Como apreciamos quando Carlos, nosso, anfitrião, nos serviu um geladinho refresco de frutas.
U-m-m! Que delícia! Mas, de que era? Jamais tínhamos provado nada semelhante. Nosso anfitrião explicou que era suco de naranjillas. Naranjilla, nome espanhol, significa laranjinha. Tinha um sabor delicado que nos fazia lembrar uma mistura de abacaxi, laranja e maçã, talvez com uma pitada de suco de tomate. A fim de fazer este refresco, Carlos explicou como primeiro descascou a fruta, colocou-a num liquidificador, adicionou água e adoçou com um pouco de açúcar.
Alguns dias depois, vimos algumas naranjillas numa banca do mercado. Tinham sido trazidas de seu lar nas selvas, sob as altaneiras montanhas dos Andes. A distância, pareciam deveras pequenas laranjas, tendo cerca do tamanho de tangerinas. Mas, ao chegarmos perto, a aparência mudou de laranjas para tomates de casca brilhante. No entanto, quando apanhamos uma, ficamos surpresos de descobrir que tinha diminuta penugem, um tanto como o pêssego, mas penugem dura e quebradiça. Que fruta estranha é esta laranja penugenta, parecida a um tomate!
Bem alto nos Andes, os habitantes da serra têm àquilo que chamam de tomate de árbol, que cresce em seus quintais junto com uma variedade de flores tropicais. As plantas têm uns dois metros e setenta e dão frutos multicoloridos, que variam do laranja’ brilhante ao púrpura forte. O fruto não é redondo como um tomate, mas é oblongo e nos extremos tem a forma de uma pequena bola ,de futebol americano. E o gosto? Bem, é um tanto parecido com o suco de tomate, apenas que é mais doce. Não só constitui uma deliciosa bebida, mas também serve para conservas deliciosas.
Apresentando Outras Frutas Estranhas
Pouco tempo depois, tivemos outra experiência agradável quando nos serviram pela primeira vez a badea. A badea cresce numa trepadeira e assemelha-se a pequena melancia, com casca tão brilhante que parece que acabou de ser encerada. Constitui também deliciosa bebida que sabe ao suco de abacaxi, mas sem a acidez do abacaxi. Nossa grande surpresa, contudo, surgiu quando verificamos que tal bebida estava cheia de sementes e nos mandaram engoli-las, assegurando-nos de que era a melhor parte. Mastigar tais sementes (cerca do tamanho das da melancia) dava à bebida um sabor completamente diferente, fazendo-nos lembrar certas uvas produzidas no hemisfério setentrional.
Em contraste com a naranjilla e a badea, a aparência exterior da chirimoya certamente não é atractiva. Tem cerca do tamanho e a forma duma bola de softball, dum verde embotado, e tem pele escamosa como a dum réptil. Assim, pode imaginar a surpresa que tivemos quando enfiamos pela primeira vez os dentes numa chirimoya e verificamos que tinha o sabor como de pêras maduras misturadas com creme e açúcar, apenas que eram mais macias! Muitos gostam de comer esta fruta fresca, mas outros preferem transformá-la em sorvete. De qualquer jeito, é preciso admitir que não se pode julgar a chirimoya despretensiosa por sua casca, assim como não se pode julgar um livro pela sua capa
Certo dia, quando passávamos pelo carrinho dum vendedor, um amigo nosso parou e comprou o que se chama de guabas. São compridas, verdes e achatadas, e são tão curvas como a bainha dum sabre. Tomando a guaba em sua mão, nosso amigo deu com ela contra a parede do prédio a fim de romper sua casca dura. E, eis que lá dentro havia uns doze ou vinte glóbulos de algodão branco como a neve, cada glóbulo contendo uma grande e brilhante semente preta. O agradável sabor doce da guaba é bastante convincente: esta deve ser a original bala de algodão dos trópicos!
Provavelmente, o tratamento mais popular para pequenos males do fígado aqui no Equador seja uma bebida feita da fruta chamada tamarindo. E, caso procure o tamarindo no mercado, procure o que se parece a grandes feijões em vagens marrons com de 15 a 20 centímetros. Daí, lá dentro, ao invés de feijões, conforme esperava, a vagem está cheia duma substância pegajosa que se parece muito com a polpa das ameixas, e, naturalmente, há caroços. A bebida feita desta fruta é bastante agradável, um tanto parecida com a cidra de maçã. Mas, lembre-se, é um laxativo brando. No entanto, se for isso que desejar, concordará que certamente é um remédio de óptimo sabor!
A Mais Popular de Todas
O mamão, que também é encontrado nos subtrópicos, é provavelmente a fruta mais comum da mesa equatoriana. Embora alguns, por engano, talvez pensem que é um melão, não cresce em trepadeiras. Antes, cresce em grupos, no alto de árvores semelhantes às palmeiras. Os mamões variam de tamanho, os grandes chegando a pesar quase sete quilos ou mais.
Do lado de fora, a fruta tem cor verde-escura que gradualmente se transforma em amarela, em certas manchas, ao amadurecer. Lá dentro, a polpa é dum amarelo forte, ou às vezes, de cor laranja brilhante ou avermelhada. Diferente de muitas outras frutas, o mamão tem fruto oco, em que uma porção de sementes pretas estão presas à polpa, mas são facilmente retiradas. A polpa é doce e suculenta e mui deliciosa, a menos que aconteça pegar um ruim, com gosto forte e um tanto desagradável. Usualmente os menores tendem a ter sabor bem forte; os maiores têm melhor sabor.
As pessoas neste país comem bastante mamão, não apenas pelo simples prazer de comer a fruta, mas também por questões de saúde. Nos trópicos, o corpo da pessoa precisa de bastante líquido necessário duma forma mui pura e deleitosa. Daí, também, é excelente ajuda para o sistema digestivo. Pode-se facilmente provar isto pela simples ingestão de uma fatia ou duas de mamão depois de uma refeição pesada, e assim evitar os; desconfortos comuns sentidos depois da ingestão de muito alimento rico. Há razoável explicação médica para isto, também. As autoridades em nutrição verificaram que o mamão e rico numa enzima chamada “papaína”, que ajuda na digestão das proteínas.
Neste respeito, uma amiga nossa descreveu como ela faz bom uso desta propriedade do mamão de outra forma. Ela mergulha a carne no suco de mamão por algumas horas, preferivelmente a noite toda, e verifica que é excelente amaciador da carne. Isto também se deve à enzima presente nesta fruta tropical.
Bem, não somos mais recém-chegados a este lindo país tropical, que possui uma variedade de aves, de flores e de frutas. O que parecia no início serem frutas um tanto esquisitas e incomuns são agora grandes conhecidos nossos — velhos amigos cuja companhia apreciamos em sentido muito especial. Se quiser familiarizar-se mais com elas, por que não vem visitar-nos?
in Despertai de 22/7/1973 pp. 13-15
terça-feira, 15 de abril de 2014
Provérbio da semana ( 23:9 )
Não fales aos ouvidos de alguém estúpido, porque ele desprezará as tuas palavras discretas.
terça-feira, 8 de abril de 2014
A música conVIDA... a ter objectivos
Uma vida sem objectivos? Há quem pense que o nosso objectivo é morrer um dia. Objectivo pouco audaz, confesso. E depois há quem pense que o objectivo da sua vida é quebrar todas as regras, liberdades e vontades. E também chatear os outros.
Sejam quais forem, acredito que uma vida sem objectivos não faz sentido. Há quem não queira perceber quais os seus objectivos, há quem não queira saber.
Mas a nossa vida tem sentido, tem objectivo. De outra forma, que sentido faria continuar a respirar?
Sejam quais forem, acredito que uma vida sem objectivos não faz sentido. Há quem não queira perceber quais os seus objectivos, há quem não queira saber.
Mas a nossa vida tem sentido, tem objectivo. De outra forma, que sentido faria continuar a respirar?
We get some rules to follow
That and this
These and those
No one knows
segunda-feira, 31 de março de 2014
Silêncio
Ruído perturbador na mente
Gritos silenciosos
Desejo ardente de ouvir o som
Palavras ausentes
Ecoando no vale de árvores frondosas
Letras por escrever
Vontade de gritar ao vento
Boca fechada
O que sentes quando falas para o vazio?
Silêncio preenchido
Palavras cheias de sentimento
Sem sentido
Livros vazios de letras
Papel silencioso
Nas ruínas da escrita
Muros caiados
Enorme vontade de soltar um som
Afonia presente
Consegues ouvir o que não te dizem?
É isto o silêncio
Gritos silenciosos
Desejo ardente de ouvir o som
Palavras ausentes
Ecoando no vale de árvores frondosas
Letras por escrever
Vontade de gritar ao vento
Boca fechada
O que sentes quando falas para o vazio?
Silêncio preenchido
Palavras cheias de sentimento
Sem sentido
Livros vazios de letras
Papel silencioso
Nas ruínas da escrita
Muros caiados
Enorme vontade de soltar um som
Afonia presente
Consegues ouvir o que não te dizem?
É isto o silêncio
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Palavra da semana ( 56 )
di·sor·to·gra·fi·a
(dis- + ortografia)
substantivo feminino
1. [Medicina] Dificuldade na aprendizagem da ortografia.
2. [Medicina] O mesmo que disgrafia.
(dis- + ortografia)
substantivo feminino
1. [Medicina] Dificuldade na aprendizagem da ortografia.
2. [Medicina] O mesmo que disgrafia.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Raridades e Recordações ( 110 )
Para os dias de chuva, que parecem nunca mais acabar...
And when it rains, you're shining down for me
And I just can't get enough, I just can't get enough
Just like a rainbow you know you set me free
And I just can't get enough, I just can't get enough
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O crepúsculo da vida — anos que podem ser úteis
A CADA dia que passa, ficamos mais velhos. Não há nada que possamos fazer para impedir o processo de envelhecimento. Mas, assim como o crepúsculo é uma ocasião pacífica e útil do dia, assim o crepúsculo da vida também o pode ser.
Considera apenas o cabelo grisalho, às rugas, o passo mais vagaroso, e a perda dos entes queridos? Ou sente-se grato pelas muitas experiências ricas e a maturidade de ideias que acompanham a velhice? Acha que as consecuções e a habilidade atingem um auge nos anos iniciais da vida e então declinam rapidamente?
A Produtividade nos Anos Avançados
Reader’s Digest, utilizando extensamente matéria editada pelos médicos E. W. Busse e E. Pfeiffer, comentou: “O auge da produtividade criativa permanece elevado nos anos avançados, em especial em campos tais como a matemática, a invenção, a botânica, as humanidades. No estadismo, a habilidade tende a aumentar com a idade, e, nas áreas de pensamento abstracto, tal como a lógica e a filosofia, os anos de auge potencial ocorrem entre os 45 e 83 anos. A habilidade mental deteriorante não é inevitável na velhice.”
O Professor N. J. Berrill concordou. “Aos 80, o padrão mental ainda é tão bom quanto era aos 35”, escreveu. “Ao passo que a mente jovem tende a criar novas concepções e ideias, a mente mais velha . . . possui maior constância, meticulosidade e riqueza de experiência.”
A evidência comprova que a habilidade mental não se deteriora na proporção da habilidade física. Num grupo de quatrocentos famosos estadistas, pintores, guerreiros, poetas e escritores, verificou-se que 35 por cento de suas grandes consecuções foram realizadas entre as idades de sessenta e setenta anos; 23 por cento foram realizadas entre setenta e oitenta anos e 8 por cento quando tais pessoas já haviam passado dos oitenta anos! Juntando-se tudo, dois terços delas foram realizadas depois dos sessenta anos.
Usufruindo a Vida Longa
Há muito já se observou que alguns vivem muito além da vida média, e mantêm notável habilidade física e mental.
Actualmente, há pessoas que vivem mais de cem anos. Não faz muito tempo, o correspondente de Washington, Bruce Biossat, escreveu: “Uns 15.000 estadunidenses, um número surpreendente, têm 100 anos ou mais. . . . Cerca de um terço dos actuais centenários se acham nas listas do Seguro Social.” Biossat disse que há cerca de 250.000 estadunidenses com mais de noventa anos, ou cerca de um em cada 800.
Outros lugares têm maior percentual de pessoas mais velhas, em especial a República da Geórgia nas Montanhas do Cáucaso, que se aninha na parte sudoeste da União Soviética. Em 1971, Sula Benet, professora de antropologia na Faculdade Hunter, na cidade de Nova Iorque, visitou o povoado de Dzhgerda naquela área. Disse ela: “Havia 71 homens e 110 mulheres entre 81 e 90 anos e 19 pessoas com mais de 91 anos — 15 por cento da população do povoado, de 1.200 pessoas.”
Daí, há o Vale de Vilcabamba no Equador, que se rivaliza com o registro de longevidade da parte sul da União Soviética. O Brasil, também, jacta-se de possuir seus centenários. No planalto do Estado de Goiás vive Delfina da Costa Freitas, que se diz ter 155 anos. Ela ainda acolhe os visitantes com o proverbial cafezinho, símbolo da hospitalidade brasileira.
Alguns estadunidenses, também, surpreendem pela vida longa. Charlie Smith celebrou seu 125.° aniversário em 4 de Julho de 1967. Comentando isto, a revista Time observou: “A afirmação da grande idade de Smith dispõe de mais apoio documentário do que a maioria delas, mas não é suficiente. Nenhuma da ‘evidência’ o menciona especificamente, ou prova que ele nasceu onde e quando ele diz que nasceu. . . . Até agora, nenhum destes registos documentou a sobrevivência de um cidadão dos EUA com mais de 111 anos.”
Mas, apesar da falta de documentação sólida para idades extremamente avançadas, torna-se óbvio que algumas pessoas, especialmente em certos lugares, gozam duma vida mais longa e mais saudável. Por quê?
Segredo da Vida Mais Longa
O bom ar da altitude mais elevada, alimento simples, porém nutritivo, e abundância de trabalho físico árduo são responsáveis pela excepcional longevidade dos que vivem no sul da União Soviética. “Os idosos jamais ficam sentados em cadeiras por longos períodos”, relatou Sula Benet. Consideram os gordos como doentes e, quando vêem tal pessoa, perguntam como vai de saúde.
Outro factor importante é que os idosos se sentem úteis. Escreveu o Doutor Albert Parry, russo, a respeito da vida rural nas Montanhas do Cáucaso: “A família e a comunidade fazem com que as pessoas idosas se sintam importantes, ou, pelo menos, necessárias, por irem a elas em busca de conselhos.”
Assim, os idosos ficam optimistas e encontram prazer na perspectiva de vida contínua. Conforme se expressou certo senhor de noventa e nove anos do povoado de Achandara: “Meus filhos e netos precisam de mim, e viver nesse mundo não é ruim — excepto que não consigo mais remexer o solo e se tornou difícil subir nas árvores.”
Que o trabalho satisfatório e sentir-se útil são importantes para longevidade tem sido documentado. Exemplificando, nos EUA, os pesquisadores do Centro de Estudo do Envelhecimento e do Desenvolvimento Humano da Universidade de Duke recentemente relataram que as pessoas satisfeitas com seu quinhão na vida e que se sentem felizes com seu trabalho vivem mais. Também se observou que a longevidade amiúde se dá em famílias, assim, a hereditariedade também é importante factor na vida mais longa.
Envelhecimento e Suas Causas
Todavia, apesar do que faça o homem, ele envelhece e morre. Com efeito, é a pessoa excepcional que consegue viver muito depois dos oitenta ou noventa anos. Conforme observado pelo jornal brasileiro O Globo: “Mesmo que a Medicina e a Cirurgia realizassem todos os milagres que delas esperamos, não haveria nenhuma perspectiva de alongar muito a vida humana. . . . Isto significa que, protegendo o homem contra todos os acidentes e contra todas as doenças possíveis e imagináveis, nosso tempo de vida não excederia a uma média de 80 anos.”
Por que isto? Por que a sequóia vive milhares de anos e mantém seu vigor ao passo que o corpo humano se enfraquece, encolhe e geralmente desaparece em menos de um século?
A ciência nos conta que a continuação da vida depende da capacidade do corpo de reconstituir as células. No entanto, em certa idade, as células deixam de renovar-se devidamente. Assim, resulta uma freagem do organismo e, por fim, chega a uma parada completa. Concluiu o Dr. Isaac Asimov: “Nossas células parecem ‘programadas’ pelos seus genes para sofrerem gradualmente tais mudanças com o tempo, a que chamemos de envelhecimento.”
A ciência moderna não proveu resposta satisfatória quanto a por que ocorrem tais mudanças nas células, resultando no envelhecimento e na morte, por fim. Crêem muitos médicos que o próprio envelhecimento não é uma doença; não mata os humanos. Explicou o Dr. Moisés Barnak, de São Paulo: “A ‘causa mortis’, senilidade, tantas vezes assinalada em atestados de óbito, não existe. Ninguém morre de velhice.” Isso é um fato prontamente observável: todos os homens são imperfeitos, e todos morrem.
Ajudar os Idosos a Usufruir os Anos Avançados
A satisfação que os mais idosos têm na vida depende, em grande medida, deles próprios. Também é influenciada pela atitude de seus filhos.
Se a pessoa tiver verdadeiro propósito na vida, cada dia lhe traz satisfação, muito embora sofra dores ou fraquezas.
( E todos ) precisam dum lugar para viver. Alguns deles preferem ter sua própria casa — talvez perto dos filhos, mas com a liberdade de entrarem e saírem sem perturbar os planos dos outros.
Em muitos casos, acidentes ou doenças tornam impossível que a mãe viúva ou pai viúvo que vive sozinho cuide de si mesmo nos seus anos avançados. O que fazer então? Alguns filhos, com calorosa apreciação pelo que seus pais fizeram, levam-nos para suas próprias casas, e os mais velhos, por sua vez, contribuem com os benefícios de sua experiência na vida para a família. Em outros casos, arranjos foram feitos de ficarem em casas de saúde, a fim de receberem os cuidados necessários. Às vezes tal arranjo é feito com genuíno interesse em todos os envolvidos. Em outros casos, é feito, não por ser o melhor arranjo, nem por que os filhos gostariam que lhes fizessem isso em seus anos avançados, mas porque parece ser a coisa mais conveniente.
Casas de convalescência e casas de saúde surgiram em crescentes números, havendo umas 25.000 delas nos EUA apenas. Todavia, pouco menos da metade delas oferecem cuidados peritos. Alguns destes lugares parecem mais interessados em obter lucro financeiro do que em fornecer bons cuidados. Outros, contudo, fazem verdadeiro empenho em ajudar as pessoas idosas a usufruir seus últimos anos.
A cidade de São Paulo tem cerca de 100.000 pessoas com mais de setenta anos, e tem dado passos para melhorar as condições dos idosos. A cerca de meia hora de carro do centro da cidade há verdadeiro jardim. Situado num lindo ambiente há uma instituição para os idosos que tenham necessidade de tal abrigo. Há cerca de 900 internados ali.
Há alojamentos em separado para homens e para mulheres, todos asseados, bem arejados e bem iluminados. Cerca de 65 por cento dos internados não podem pagar seu internamento e o obtêm de graça; os outros pagam quantias variáveis. Os que pagam os preços mínimos moram em enfermarias com trinta leitos; os que pagam preços mais altos têm seu quarto particular.
Médicos, assistentes sociais e enfermeiras se acham todos disponíveis. A sauna e os banhos a vapor são parte do equipamento de saúde. E uma horta fornece legumes frescos e frutas para a mesa.
Para ajudar a tornar significativa a sua vida, provê-se trabalhos para os idosos, e recebem pelo que produzem. Fazem sacolas, consertam sapatos e criam coelhos. Também, os internos podem sair e fazer compras no bazar do asilo.
Em outras partes da terra, os governos fornecem apartamentos modestos a preço bem baixo. Estes talvez forneçam maior privacidade, mas também exigem que a pessoa possa cuidar mais de si mesma.
É verdade que a idade avançada é acompanhada por reduzido vigor e pela deterioração do corpo. Todavia, a capacidade mental, a experiência, a sabedoria, a capacidade para o trabalho e a criatividade ainda se acham presentes e, em alguns casos, são até mesmo superiores. Por se manter activo, exercitando-se com regularidade, e participando em trabalho construtivo, o crepúsculo de sua vida pode ser deveras constituído de anos úteis.
in Despertai de 22/7/1973 pp. 9-13
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Provérbio da semana ( 23:6 )
Não te alimentes do alimento de alguém de olho não generoso, nem te mostres almejante dos seus pratos gostosos.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
A música conVIDA... a ter coragem
O dicionário define coragem como firmeza de ânimo ante o perigo, os reveses, os sofrimentos. E também constância, perseverança (com que se prossegue no que é difícil de conseguir).
Para viver é preciso ter coragem. A vida é uma aventura, por vezes épica, noutras alturas uma comédia, também várias vezes um drama, e, porque não, com algumas cenas policiais pelo meio. Mas diferente de um filme, a vida de cada um é bem real. E a coragem não se compara com a dos heróis dos filmes. Há dias em que a coragem começa logo ao acordar, coragem para levantar da cama quando lá fora o frio aperta e a chuva não convida. Mas é preciso mostrar muitas vezes coragem para enfrentar os familiares, os amigos, os colegas, os patrões. Mas a coragem maior parte de nos enfrentarmos. E, curiosamente, é em nós que falta demasiadas vezes coragem. Enfrentamos medos e pessoas, mas falta-nos a coragem maior, aquela que nos permitiria tomar decisões importantes e radicais, mas ao mesmo tempo que façam a nossa vida mudar. Já alguma vez ficaram a pensar que se fossem corajosos poderiam ter tomado decisões significativas na vossa vida?
Por outro lado, coragem também significa persistência. Em algo que decidimos ou em algo que queremos alcançar. Perante as dificuldades, precisamos mostrar coragem. E lutar pelo que queremos ou pelo que conseguimos. É fácil? Claro que não, de outra forma não seria preciso ter coragem.
Para viver é preciso ter coragem. A vida é uma aventura, por vezes épica, noutras alturas uma comédia, também várias vezes um drama, e, porque não, com algumas cenas policiais pelo meio. Mas diferente de um filme, a vida de cada um é bem real. E a coragem não se compara com a dos heróis dos filmes. Há dias em que a coragem começa logo ao acordar, coragem para levantar da cama quando lá fora o frio aperta e a chuva não convida. Mas é preciso mostrar muitas vezes coragem para enfrentar os familiares, os amigos, os colegas, os patrões. Mas a coragem maior parte de nos enfrentarmos. E, curiosamente, é em nós que falta demasiadas vezes coragem. Enfrentamos medos e pessoas, mas falta-nos a coragem maior, aquela que nos permitiria tomar decisões importantes e radicais, mas ao mesmo tempo que façam a nossa vida mudar. Já alguma vez ficaram a pensar que se fossem corajosos poderiam ter tomado decisões significativas na vossa vida?
Por outro lado, coragem também significa persistência. Em algo que decidimos ou em algo que queremos alcançar. Perante as dificuldades, precisamos mostrar coragem. E lutar pelo que queremos ou pelo que conseguimos. É fácil? Claro que não, de outra forma não seria preciso ter coragem.
Battles are fought by those with the courage to believe
They are won by those who find the heart
Find a heart to share
This heart that fills the soul will point the way to victory
If there's a fight then I'll be there, I'll be there
domingo, 12 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Palavra da semana ( 55 )
ca·bo·ti·no
(francês cabotin, comediante ambulante)
substantivo masculino
1. Comediante ambulante.
2. Mau actor.
adjectivo e substantivo masculino
3. [Figurado] Que ou aquele que presume ser importante ou se exibe pretensiosamente para se impor. = PRESUMIDO, PRESUNÇOSO, PRETENSIOSO
(francês cabotin, comediante ambulante)
substantivo masculino
1. Comediante ambulante.
2. Mau actor.
adjectivo e substantivo masculino
3. [Figurado] Que ou aquele que presume ser importante ou se exibe pretensiosamente para se impor. = PRESUMIDO, PRESUNÇOSO, PRETENSIOSO
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Raridades e Recordações ( 109 )
Us and Them
And after all we're only ordinary men
Me, and you
God only knows it's not what we would choose to do
And after all we're only ordinary men
Me, and you
God only knows it's not what we would choose to do
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Aceite um aperto de mão
PARA o observador, parece que algumas pessoas simplesmente se deleitam em dar apertos de mão. Fazem-no na primeira vez em que se encontram no dia, mesmo com velhos conhecidos, e, daí, novamente quando se despedem. Este processo talvez até mesmo se repita várias vezes no dia se tais conhecidos se cruzarem com frequência. Em países em que isto é costumeiro, poderia ser tido como insulto se tal saudação manual fosse despercebida, quer ao chegar quer ao partir.
Mas nem todos se entusiasmam com isso. Alguns afirmam: “É uma rígida formalidade!” “Por que a pessoa simplesmente não é natural?” “Como isso é imprático!” “Ademais, acho que não deve ser saudável andar por aí espalhando todos esses germes através de tal íntimo contacto!”
As atitudes e os costumes diferem, não é mesmo? Há outras pessoas que preferem beijar-se, abraçar-se ou esfregar os narizes, ou simples mesura basta. Enquanto tais costumes de nos saudar não pisotearem em seus princípios de consciência, por que não ser adaptável quando se está no país dos outros, não ignorando seu modo de vida e esperando que eles mudem o deles? Seja qual for a forma de saudação, acalenta-nos por dentro quando sentimos que é de coração e sincera!
Apertos de Mão nos Tempos Primitivos
Há algumas facetas interessantes do assunto dos apertos de mão. É mencionado até mesmo na Bíblia como sendo conhecido dos israelitas, embora não como forma de saudação. Os povos consideravelmente menos inibidos do Oriente Médio têm meios muito mais emocionais de expressar suas alegrias de encontrarem outras pessoas e suas dores da partida do que por meio do aperto de mão um tanto conservador. Nos tempos bíblicos, o aperto de mão ou bater as palmas das mãos eram gestos empregados para expressar acordo, ratificação ou confirmação dum contrato ou barganha. Este gesto não é desconhecido nem mesmo no presente, ainda tendo valor legal nos dias de nossos trisavós. Os antigos povos germânicos também o empregavam ao fazer acordos.
Ao passo que alguns afirmam que os romanos foram os primeiros a usar o aperto de mão como saudação, evidentemente foi durante a Idade Média que o aperto de mão se tornou costume comum na Europa. Apresentar a mão de certa maneira predeterminada também servia como sinal de identificação para indicar que se pertencia a certo grupo ou guilda. Tal sinal distintivo de ser membro dum grupo ou de partilhar de determinada forma de pensar permanece em uso até mesmo hoje em dia.
Apertos de Mão Típicos
E agora, gostaria de conhecer alguns que têm apertos de mão típicos de nossos dias? Cada um tem um jeito diferente de segurar. O primeiro que encontramos segurará ansiosamente sua mão brandamente estendida, como que triturando-a. Ficamos com medo depois de mover a mão, receando que todos os ossos tenham sido quebrados e, se costuma usar um anel, ficará com ferimentos por diversos dias.
Mas, nem todos são tão cheios de vitalidade. Por exemplo, nosso próximo amigo aqui. A frieza e desânimo que sente quando a mão dele molemente e sem desejo algum pende na sua faz com que boceje, tentando ver se não foi um peixe que apanhou. Nosso terceiro amigo é mais afectuoso, e seu aperto de mão, ou “sacudida”, destina-se a demorar um pouco.
Naturalmente, há outros que empregam o sistema de acertar ao acaso. Parece que nunca conseguimos segurar sua mão devidamente, pois verifica que a mão deles escorrega pelo seu polegar e corre pelo seu braço. E, talvez já encontrou o tipo “não tenho nenhum interesse” que, ao passo que lhe oferece a mão, vira logo a cabeça para olhar para outra coisa, de modo que, quando as mãos se encontram, não há um encontro de olhos.
Por último há o grande sustentáculo da tradição do aperto de mão. Se verifica que suas mãos estão ocupadas demais ou cheias demais para dar um correto aperto de mão, então lhe oferecerá um dedinho ou um cotovelo a bem da tradição.
Qual foi sua impressão daqueles que acabamos de lhe apresentar? Alguns mostram definida consciência da impressão que causam pela forma precisa e deliberada com que apertam a mão deles na sua. Tentam mostrar firmeza, com graciosidade, e dão uma torcidinha extra como prova de uma calorosa personalidade forte. Sim, o aperto de mão realmente revela muita coisa sobre as características duma pessoa. Mas, a pessoa natural que não se leva demasiado a sério sempre é apreciada.
Ser Equilibrado Quanto a Apertos de Mão
Embora não sendo regras, eis aqui algumas situações em que a razão deve ditar. Talvez a pessoa desacostumada a apertos de mão sinta-se justificada em achar que o hábito é imprático quando, depois de entrar numa sala, numa reunião, tem de realizar mais uma vez o ritual de apertar as mãos cada vez que entre alguém novo. E, se chegar atrasado numa reunião, ou a palestra já tiver começado, seria mostrar consideração usualmente sentar-se quietamente sem achar necessário interrompê-la para apertar a mão de todo o mundo. Alguém poderia pensar que é rude desperceber alguém com esta saudação formal do aperto de mão, mas seria mais respeitoso e considerado aguardar o momento natural e conveniente para expressar nossa alegria por vermos nossos amigos. E já pensou em quão inapetitoso poderia ser para alguém se se visse obrigado a apertar a mão de uma pessoa ou de várias que não lavaram as mãos, durante uma refeição?
Se gosta de poupar tempo, talvez tenha ficado amolado apenas com a frequência deste acto social, ao invés de com o acto em si. Tome, por exemplo, os alemães, cujo costume de apertar as mãos é tido em máxima estima, mas que agora começam a pensar se saudar a mesma pessoa uma dúzia de vezes num dia com um aperto de mão talvez não esteja indo longe demais.
A revista Time teceu a seguinte observação: “Alguns encarregados do pessoal alemães calculam que seus empregados gastam no emprego um mínimo de 20 minutos por dia dando apertos de mão.” O Comité de Peritos em Boas Maneiras da Alemanha se expressou assim: “Apertos de mão em exagero não são apreciados, e, com efeito, às vezes tornam mais difícil de se estabelecer o contacto pessoal. Basta dar um aperto de mão na primeira vez que se encontram.”
Assim, então, tentando-se ser razoável sobre o uso do aperto de mão normal, a sugestão mais simples a lembrar seria: Mostre calor humano sincero junto com discernimento. Daí, não teremos dificuldades em ser naturais, ao invés de seguirmos cegamente a tradição.
Chegou a hora de dizer até logo. Mas, diz que não deseja despedir-se com pancadinhas nas costas, nem com um beijo ou um abraço? Muito bem, então, aceite um aperto de mão!
in Despertai de 8/7/1973 pp. 26-28
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
A música conVIDA... a ter segredos
Segredos. Quem não os tem? Uma vida sem segredos será possível? Seria uma vida sem suspense, sem emoção. É claro que há segredos bons e segredos maus. E há quem consiga guardar segredos mas também as "coscuvilheiras" da vida que, qual incontinência urinária, não conseguem reter nada que lhes chegue aos ouvidos. Por outro lado, há quem goste de partilhar segredos, mas também há quem os queira partilhar e não tenha com quem o fazer. Finalmente, os que nem às paredes confessam os seus segredos. Podemos pensar que esses terão os segredos mais macabros, mais obscuros, mais ofensivos que podem existir. Por não os quererem partilhar. Por os renegarem da sua própria vida ou recordação. Mas nem sempre é assim. Afinal de contas, os eventos da vida das pessoas pertencem às mesmas. São eventos privados. Não são para os outros conhecerem. Salvo as devidas excepções, claro. Por isso devemos encarar tudo como segredos? Ou pior, devemos procurar saber tudo sobre os outros? Metermo-nos na vida de cada um? Afinal de contas, um segredo é isso mesmo. Algo íntimo, do âmago.
Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
por quem eu espero
Se gosto ou não afinal
Isso é comigo,
Mesmo que penses
Que me convences
Nada te digo.
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AMOR MEU, DOR MINHA
DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.





