Praticante do Brandismo - "Empenha-te pela justiça, pela devoção piedosa, pela fé, pelo amor, pela perseverança, pela BRANDURA de temperamento"
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Provérbio da semana (11:17)
O homem de benevolência age de modo recompensador com a sua própria alma, mas a pessoa cruel traz banimento ao seu próprio organismo.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
O saber não ocupa lugar - 4
O saber não ocupa lugar - 3
Reclamações
Fazendeiro sacrifica noivas e vende corpos para casamento no além
Polícia chinesa prendeu três homens acusados de matar duas mulheres para vender seus corpos como "noivas fantasmas" para homens solteiros. Elas foram vítimas de uma antiga crença que ainda sobrevive em algumas regiões do oeste da China. Eles acreditam que homens que morrem jovens e solteiros devam ir para a sepultura acompanhados por uma mulher, que será sua esposa no além. O normal é que essas moças tenham morte natural. Mas um fazendeiro de 35 anos resolveu ganhar um dinheiro rápido em cima dessa lenda. Yang Donghai confessou ter assassinado uma mulher que ele comprou de uma família pobre por 1.500 dólares no ano passado. Eles pensavam que a rapariga estava sendo negociada para um casamento arranjado. Yang matou a noivinha e e vendeu seu corpo por 2 mil dólares. Entusiasmado com o novo ramo de negócio, arranjou dois cúmplices, matou uma prostituta e a vendeu por mil dólares. "Fiz isso pelo dinheiro fácil", confessou Yang. "Se eu não tivesse sido apanhado tão cedo, já tinha planeado mais alguns", confessou, friamente. Ele disse ainda que é peixe pequeno no esquema e que quem comprou as moças foi o agente funerário Li Longsheng. Li é especializado nos macabros casamentos.
Fonte: Adaptado de G1
Costureiras Polocas usam renda que já vestiu o Papa para fazer cuecas
Fonte: Adaptado de G1
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
O saber não ocupa lugar - 1
I'm back!!!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005
Neste momento de eternidade absoluta
meu olhar inquieto se esvai no horizonte
Aventuro-me na recondução dos sonhos
que escapam de minhas mãos
pelas veredas da minha mente
Dispo-me do peso de sorrisos amarelos
coibindo o falsear de palavras
Piso sobre folhas caídas
no quintal das minhas ilusões
Solto as amarras para que possa
o amor se perder (ou encontrar)
pelas estradas do mundo
Insana fantasia de amor povoada por vagalumes
a iluminar o breu inconsciente do meu ser
É vil ir contra as forças da minha natureza
Abrigo-me do orvalho que verte dos meus olhos
na primavera inebriante que não tardará
Enquanto isso, a noite me faz companhia.
meu olhar inquieto se esvai no horizonte
Aventuro-me na recondução dos sonhos
que escapam de minhas mãos
pelas veredas da minha mente
Dispo-me do peso de sorrisos amarelos
coibindo o falsear de palavras
Piso sobre folhas caídas
no quintal das minhas ilusões
Solto as amarras para que possa
o amor se perder (ou encontrar)
pelas estradas do mundo
Insana fantasia de amor povoada por vagalumes
a iluminar o breu inconsciente do meu ser
É vil ir contra as forças da minha natureza
Abrigo-me do orvalho que verte dos meus olhos
na primavera inebriante que não tardará
Enquanto isso, a noite me faz companhia.
terça-feira, 30 de novembro de 2004
Basta um minuto...
Um minuto serve para você sorrir:
Sorrir para o outro, para você e para a vida.
Um minuto serve para você ver o caminho,
olhar a flor, sentir o cheiro da flor,
sentir a grama molhada,
notar a transparência da água.
Basta um minuto para você avaliar a imensidão
do infinito, mesmo sem poder entendê-lo.
Em um minuto apenas você ouve o som
dos pássaros que não voltam mais.
Um minuto serve para você ouvir o silêncio,
ou começar uma canção.
É num minuto que você dará o sim
que modificará sua vida... e basta.
Basta um minuto para você apertar a mão
de alguém e conquistar um novo amigo.
Em um minuto você pode sentir
a responsabilidade pesar em seus ombros:
a tristeza da derrota,
a amargura da incerteza,
o gelo da solidão,
a ansiedade da espera,
a marca da decepção
e a alegria da vitória...
Quanta vitória se decide num simples momento,
num simples minuto!
Num minuto você pode amar,
buscar, compartilhar, perdoar,
esperar, crer, vencer e ser...
Num simples minuto você pode salvar a sua vida...
Num pequeno minuto você pode incentivar
alguém ou desanimá-lo!
Basta um minuto para você recomeçar
a reconstrução de um lar ou de uma vida.
Basta um minuto de atenção para
você fazer feliz um filho,
um aluno, um professor, um semelhante...
Basta um minuto para você entender
que a eternidade é feita de minutos.
Enviado por Angela Fernandes
"OBRIGADO"
Um minuto serve para você sorrir:
Sorrir para o outro, para você e para a vida.
Um minuto serve para você ver o caminho,
olhar a flor, sentir o cheiro da flor,
sentir a grama molhada,
notar a transparência da água.
Basta um minuto para você avaliar a imensidão
do infinito, mesmo sem poder entendê-lo.
Em um minuto apenas você ouve o som
dos pássaros que não voltam mais.
Um minuto serve para você ouvir o silêncio,
ou começar uma canção.
É num minuto que você dará o sim
que modificará sua vida... e basta.
Basta um minuto para você apertar a mão
de alguém e conquistar um novo amigo.
Em um minuto você pode sentir
a responsabilidade pesar em seus ombros:
a tristeza da derrota,
a amargura da incerteza,
o gelo da solidão,
a ansiedade da espera,
a marca da decepção
e a alegria da vitória...
Quanta vitória se decide num simples momento,
num simples minuto!
Num minuto você pode amar,
buscar, compartilhar, perdoar,
esperar, crer, vencer e ser...
Num simples minuto você pode salvar a sua vida...
Num pequeno minuto você pode incentivar
alguém ou desanimá-lo!
Basta um minuto para você recomeçar
a reconstrução de um lar ou de uma vida.
Basta um minuto de atenção para
você fazer feliz um filho,
um aluno, um professor, um semelhante...
Basta um minuto para você entender
que a eternidade é feita de minutos.
Enviado por Angela Fernandes
"OBRIGADO"
quinta-feira, 12 de agosto de 2004
FÁCIL E DIFÍCIL
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem para fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência.Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém e saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Carlos Drummond de Andrade
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem para fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência.Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém e saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 12 de abril de 2004
Quanto vale um sorriso ?
Quanto poder ele possui ?
Um sorriso vale muito, muito mesmo, mas não custa nada.
Um sorriso suaviza, acalma uma feição pesada.
Remove o vazio, enriquecendo quem o ganha.
Alegrando, não empobrecendo quem o dá.
Um sorriso, como uma onda, dura apenas um instante,
Mas, sua lembrança dura ternamente como o mar.
Sorrir é um ato poderoso que opera transformações
Reais e magníficas, nada de ilusões.
Um sorriso consola a tristeza
É prova de profunda amizade
Atenua o cansaço e o desânimo
Céu estrelado de grande beleza
Portador de felicidade.
Um sorriso dá força e coragem
Poderoso remédio para muitos males curar
Tão simples, tão forte, não há quem o possa recusar.
Sorriso, um alento para quem o entende.
Não se compra, não se vende.
Só tem valor quando o damos livremente
Não se rouba, nem se empresta;
Tem que brotar naturalmente
Como refrescante água d’uma nascente.
E, se um dia, um sorriso te for negado,
Não te entristeças, não fiques com o coração magoado.
Pois, ninguém precisa mais do conforto de um sorriso,
Do que aquele que fechado em si mesmo, não aprendeu.
Então, com o amor e carinho em teu viso,
Simpática e generosamente... Dá-lhe o teu.
Sorria !
Sorria para todos, para tudo.
Sorria para você, sorria para a vida.
Sorria de corpo e mente.
Você consegue, você pode !
Um sorriso traz felicidade e bem-estar
Ninguém tem tanta assim que o possa desprezar.
Sorria, seu coração também vai se alegrar !
Quanto poder ele possui ?
Um sorriso vale muito, muito mesmo, mas não custa nada.
Um sorriso suaviza, acalma uma feição pesada.
Remove o vazio, enriquecendo quem o ganha.
Alegrando, não empobrecendo quem o dá.
Um sorriso, como uma onda, dura apenas um instante,
Mas, sua lembrança dura ternamente como o mar.
Sorrir é um ato poderoso que opera transformações
Reais e magníficas, nada de ilusões.
Um sorriso consola a tristeza
É prova de profunda amizade
Atenua o cansaço e o desânimo
Céu estrelado de grande beleza
Portador de felicidade.
Um sorriso dá força e coragem
Poderoso remédio para muitos males curar
Tão simples, tão forte, não há quem o possa recusar.
Sorriso, um alento para quem o entende.
Não se compra, não se vende.
Só tem valor quando o damos livremente
Não se rouba, nem se empresta;
Tem que brotar naturalmente
Como refrescante água d’uma nascente.
E, se um dia, um sorriso te for negado,
Não te entristeças, não fiques com o coração magoado.
Pois, ninguém precisa mais do conforto de um sorriso,
Do que aquele que fechado em si mesmo, não aprendeu.
Então, com o amor e carinho em teu viso,
Simpática e generosamente... Dá-lhe o teu.
Sorria !
Sorria para todos, para tudo.
Sorria para você, sorria para a vida.
Sorria de corpo e mente.
Você consegue, você pode !
Um sorriso traz felicidade e bem-estar
Ninguém tem tanta assim que o possa desprezar.
Sorria, seu coração também vai se alegrar !
terça-feira, 9 de março de 2004
Uma boa interpretação
Certa vez um sultão sonhou que tinha perdido todos os dentes. Ele acordou
assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
- Mas que insolente, gritou o sultão. Como se atreve a dizer tal coisa?!
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.
E o outro sábio chegou e disse:
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do sultão se iluminou e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou ao sábio:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!
- Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio, TUDO DEPENDE DA MANEIRA DE DIZER AS COISAS...
E esse é um dos grandes desafios da humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra. A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita...é que faz a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa.
Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceite com mais facilidade.
Certa vez um sultão sonhou que tinha perdido todos os dentes. Ele acordou
assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
- Mas que insolente, gritou o sultão. Como se atreve a dizer tal coisa?!
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.
E o outro sábio chegou e disse:
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do sultão se iluminou e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou ao sábio:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!
- Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio, TUDO DEPENDE DA MANEIRA DE DIZER AS COISAS...
E esse é um dos grandes desafios da humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra. A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita...é que faz a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa.
Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceite com mais facilidade.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2004
Mais um poema...bonito!
As palavras
São como cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
Obrigado,Nélia!
As palavras
São como cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
Obrigado,Nélia!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2004
Obrigado,Nélia Rodrigues!
Um bonito poema para vocês da Nélia...
Renascer
“Olhos negros,
fundos de tristeza
abalam castelos celestiais,
construídos de incessante alegria
castelos, que ninguém diria
que pudessem ser abalados...
Olhos pesados,
presos de sofrimento
transparentes de agonia,
destroem jardins perfumados
construídos de pleno êxtase...
Jardins, que ninguém diria
que deixassem de existir...
Olhos cansados,
soltos nas lágrimas
de palavras feridas,
eliminam a música de movimentos
dançados à luz das estrelas...
Passos, que ninguém diria
que se deixassem de dar...
Mas o coração é senhor
sobre todos os reinos,
conhece todos os jardins,
domina todas as danças
e apaga todos os lagos
em olhos cansados...
Usando o tempo como aliado,
vence todas as batalhas,
construindo castelos e jardins
com a ajuda da música...
Traz luz e côr
a olhos ansiosos por amor,
aconchega o perfume das flores
em seu regaço
e a lua e as estrelas
cantam de novo
aquela canção de embalar
e beija, beija aqueles olhos
num beijo rejuvenescedor de felicidade,
felicidade, que ninguém diria
que àqueles olhos pudesse jamais voltar... “
Um bonito poema para vocês da Nélia...
Renascer
“Olhos negros,
fundos de tristeza
abalam castelos celestiais,
construídos de incessante alegria
castelos, que ninguém diria
que pudessem ser abalados...
Olhos pesados,
presos de sofrimento
transparentes de agonia,
destroem jardins perfumados
construídos de pleno êxtase...
Jardins, que ninguém diria
que deixassem de existir...
Olhos cansados,
soltos nas lágrimas
de palavras feridas,
eliminam a música de movimentos
dançados à luz das estrelas...
Passos, que ninguém diria
que se deixassem de dar...
Mas o coração é senhor
sobre todos os reinos,
conhece todos os jardins,
domina todas as danças
e apaga todos os lagos
em olhos cansados...
Usando o tempo como aliado,
vence todas as batalhas,
construindo castelos e jardins
com a ajuda da música...
Traz luz e côr
a olhos ansiosos por amor,
aconchega o perfume das flores
em seu regaço
e a lua e as estrelas
cantam de novo
aquela canção de embalar
e beija, beija aqueles olhos
num beijo rejuvenescedor de felicidade,
felicidade, que ninguém diria
que àqueles olhos pudesse jamais voltar... “
sexta-feira, 2 de janeiro de 2004
Mais uma contribuição do meu amigo Nuno Mendes.
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que
hoje tem idade compreendida entre os 25-30.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando falei a um rapaz no
Tom Sawyer.
"Quem?", perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas
sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos
deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em
mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não
conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói
canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Galáctica, que acalentava os
sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu
Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida,
com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; O Barco do Amor,
que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela
altura era actual...; E para acabar a lista, a mais clássica de todas as
séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a
morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não
sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram,
o que os torna fracos. Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de
uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser
duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com
os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos
nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que
se vá a uma obra. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem,
por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em
que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à
toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio,
nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a
fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai,
está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e a fazer exames a
possíveis infecções, e depois está dois meses em casa a fazer tratamento a
uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo
"Moleculum infanticus", que não existiam antigamente. No meu tempo, se um
gajo dava um malho (muitas vezes chamado de "terno") nem via se havia
sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por
cima não estancasse. Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos
pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um
gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se
entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos
tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia
para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos
até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,
sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na
universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o
carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K,
tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda de anos
e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil,
Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de
bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM
tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que
8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o
tóto de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e
que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum
partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos dentes,
as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua até às dez da
noite, os outros são proibidos de se dar com ele.
Valha-me Deus. "What's wrong with the world, momma?"
Obrigado,Nuno!
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que
hoje tem idade compreendida entre os 25-30.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando falei a um rapaz no
Tom Sawyer.
"Quem?", perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas
sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos
deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em
mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não
conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói
canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Galáctica, que acalentava os
sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu
Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida,
com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; O Barco do Amor,
que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela
altura era actual...; E para acabar a lista, a mais clássica de todas as
séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a
morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não
sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram,
o que os torna fracos. Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de
uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser
duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com
os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos
nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que
se vá a uma obra. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem,
por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em
que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à
toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio,
nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a
fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai,
está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e a fazer exames a
possíveis infecções, e depois está dois meses em casa a fazer tratamento a
uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo
"Moleculum infanticus", que não existiam antigamente. No meu tempo, se um
gajo dava um malho (muitas vezes chamado de "terno") nem via se havia
sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por
cima não estancasse. Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos
pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um
gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se
entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos
tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia
para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos
até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,
sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na
universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o
carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K,
tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda de anos
e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil,
Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de
bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM
tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que
8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o
tóto de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e
que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum
partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos dentes,
as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua até às dez da
noite, os outros são proibidos de se dar com ele.
Valha-me Deus. "What's wrong with the world, momma?"
Obrigado,Nuno!
terça-feira, 30 de dezembro de 2003
Em quantas línguas se pode amar?
Quantas vezes dizemos que amamos alguém?
Como demonstramos o nosso amor?
Será que amamos?
English love
Italian amore
Spanish amor
French amour
German Liebe
Russian любовь
Arabic حب ; عشق
Chinese 喜爱 ; 热爱 ; 爱 ; 恋爱
Afrikaans liefde
Albanian dashuri
Aragones aimor ; amor
Armenian սեը
Azeri (Arabic Script) عئشق ; چوخ يسته مه
Basque maitasun
Bresciano amur
Bulgarian любов
Calabrese amuri
Caló belén ; jelén ; jelí
Catalan amor
Croatian ljubav
Czech láska
Danish kærlighed
Dutch liefde
Esperanto amo
Estonian armastus
Finnish rakkaus
Flemish liefde
Furlan amôr
Galician amor ; paixón
Greek αγάπη
Guarani mborayhu
Gujarati ઇશ્ક
Hebrew אהבה
Hindi आसक्ति ; प्रेम ; प्यार ; अनुराग
Hungarian szeretet
Icelandic elska
Indonesian cinta
Irish grá
Japanese 愛
Judeo-Spanish amor
Korean 사랑
Latin amor
Latvian; Lettish mīlestība
Lithuanian meilė
Macedonian љубов
Malagasy tia
Maltese imhabba
Mantuan amur
Mapunzugun poyenyen
Marathi प्रीति
Mongolian хайр
Mudnés amór
Neapolitan ammore
Norwegian kjærlighet
Old Greek έρος
Paduan amore ; ben
Papiamentu amor
Persian عشق
Piemontese amor
Polish miłość
Português amor
Punjabi ਪਿਆਰ
Rapanui haηa
Reggiano amòur
Romagnolo amàur
Roman amore
Romanian dragoste
Sanskrit मदन
Sardinian Campidanesu amori ; carìgnu
Sardinian Logudoresu amore ; carìgnu
Serbian љубав
Sicilian amuri
Slovak láska
Slovenian ljubezen
Swahili upendo
Swedish kärlek
Tagalog pag-ibig ; pagmamahál
Thai รัก
Turkish aşk ; sevgi ; sevi
Ukrainian кохання ; любов
Urdu چاھت
Valencian amor
Venetian amore ; ben
Welsh cariad
Yiddish ahave ; libshaft
Zeneize amô
Zulu uthando
"O AMOR NUNCA FALHA"
Quantas vezes dizemos que amamos alguém?
Como demonstramos o nosso amor?
Será que amamos?
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Italian amore
Spanish amor
French amour
German Liebe
Russian любовь
Arabic حب ; عشق
Chinese 喜爱 ; 热爱 ; 爱 ; 恋爱
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Aragones aimor ; amor
Armenian սեը
Azeri (Arabic Script) عئشق ; چوخ يسته مه
Basque maitasun
Bresciano amur
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Caló belén ; jelén ; jelí
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Croatian ljubav
Czech láska
Danish kærlighed
Dutch liefde
Esperanto amo
Estonian armastus
Finnish rakkaus
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Furlan amôr
Galician amor ; paixón
Greek αγάπη
Guarani mborayhu
Gujarati ઇશ્ક
Hebrew אהבה
Hindi आसक्ति ; प्रेम ; प्यार ; अनुराग
Hungarian szeretet
Icelandic elska
Indonesian cinta
Irish grá
Japanese 愛
Judeo-Spanish amor
Korean 사랑
Latin amor
Latvian; Lettish mīlestība
Lithuanian meilė
Macedonian љубов
Malagasy tia
Maltese imhabba
Mantuan amur
Mapunzugun poyenyen
Marathi प्रीति
Mongolian хайр
Mudnés amór
Neapolitan ammore
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Paduan amore ; ben
Papiamentu amor
Persian عشق
Piemontese amor
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Português amor
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Rapanui haηa
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Romagnolo amàur
Roman amore
Romanian dragoste
Sanskrit मदन
Sardinian Campidanesu amori ; carìgnu
Sardinian Logudoresu amore ; carìgnu
Serbian љубав
Sicilian amuri
Slovak láska
Slovenian ljubezen
Swahili upendo
Swedish kärlek
Tagalog pag-ibig ; pagmamahál
Thai รัก
Turkish aşk ; sevgi ; sevi
Ukrainian кохання ; любов
Urdu چاھت
Valencian amor
Venetian amore ; ben
Welsh cariad
Yiddish ahave ; libshaft
Zeneize amô
Zulu uthando
"O AMOR NUNCA FALHA"
sexta-feira, 12 de dezembro de 2003
Texto enviado pelo meu amigo Nuno Mendes.
Diz um Conto Chinês que um jovem foi visitar um sábio
conselheiro e disse-lhe sobre as dúvidas que tinha a respeito
de seus sentimentos por uma bela moça.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma
coisa:
- Ame-a, e logo se calou.
Disse o rapaz:
- Mas, ainda tenho dúvidas..
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E, diante do desconcerto do jovem, depois de um breve
silêncio, disse-lhe o seguinte:
- Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é
dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é
o amor. O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que
faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e
cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou
excessos de chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura,
admire e compreenda. Simplesmente: Ame!!! A inteligência sem
amor, te faz perverso. A justiça sem amor, te faz
implacável. A diplomacia sem amor, te faz hipócrita. O
êxito sem amor, te faz arrogante. A riqueza sem amor, te faz
avarento. A docilidade sem amor te faz servil. A pobreza
sem amor, te faz orgulhoso. A beleza sem amor, te faz
ridículo. A autoridade sem amor, te faz tirano. O trabalho
sem amor, te faz escravo. A simplicidade sem amor, te
deprecia. A lei sem amor, te escraviza. A política sem
amor, te deixa egoísta. A vida sem AMOR... não tem
sentido!!!!!!!!!
Pensem nisto!
Diz um Conto Chinês que um jovem foi visitar um sábio
conselheiro e disse-lhe sobre as dúvidas que tinha a respeito
de seus sentimentos por uma bela moça.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma
coisa:
- Ame-a, e logo se calou.
Disse o rapaz:
- Mas, ainda tenho dúvidas..
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E, diante do desconcerto do jovem, depois de um breve
silêncio, disse-lhe o seguinte:
- Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é
dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é
o amor. O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que
faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e
cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou
excessos de chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura,
admire e compreenda. Simplesmente: Ame!!! A inteligência sem
amor, te faz perverso. A justiça sem amor, te faz
implacável. A diplomacia sem amor, te faz hipócrita. O
êxito sem amor, te faz arrogante. A riqueza sem amor, te faz
avarento. A docilidade sem amor te faz servil. A pobreza
sem amor, te faz orgulhoso. A beleza sem amor, te faz
ridículo. A autoridade sem amor, te faz tirano. O trabalho
sem amor, te faz escravo. A simplicidade sem amor, te
deprecia. A lei sem amor, te escraviza. A política sem
amor, te deixa egoísta. A vida sem AMOR... não tem
sentido!!!!!!!!!
Pensem nisto!
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OBRIGADO RUI COSTA!
AMOR MEU, DOR MINHA
DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;
PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;
NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;
FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;
FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;
POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.
