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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Questão de cabelos



Pode ser uma questão parva. Tem a ver com um gosto pessoal, mas ao mesmo tempo a observação detalhada que tenho feito leva-me a colocar esta questão.
Gosto de ver as mulheres com cabelo comprido e de preferência liso ou ligeiramente ondulado, mas isso não interessa para o caso. O cabelo comprido versus o cabelo curto é o que me faz questionar se existe alguma regra que invoque a necessidade ou a obrigação de que as mulheres vão diminuindo o comprimento do seu cabelo ao passo que envelhecem. É de facto isso que reparo na maioria das senhoras. Na sua juventude e até chegarem perto dos 40 anos, o cabelo comprido impera, o que para mim é sem dúvida a forma mais feminina de se apresentarem. Depois dessa idade, geralmente o cabelo começa a ficar mais pequeno e raríssimas são as senhoras de 3ª idade que usem cabelo comprido. Porquê? Haverá alguma razão que desconheço?
Verifiquem por vós mesmos e vejam se não tenho razão. E tentem perceber ( independentemente das opiniões e gostos pessoais ) porque isso acontece. Elucidem-me.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Palavra da semana ( 40 )

É o que vai acontecer mais dia menos dia em Portugal...


abiótico

adj.
Diz-se da zona ou dos lugares onde a vida animal ou vegetal não é possível, ou fica, pelo menos, atrofiada.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Material de construção do mar





ENTÃO, não é esta uma forma maravilhosa de descontrair-se? Sentar-se aqui, na areia branca, com enorme pára-sol protegendo-nos do sol, vendo as ondas tentarem escalar a praia.
Por falar nisso, sabia que há enorme projecto de construção em andamento lá, onde as ondas acumulam aquela espuma branca? Não, não existe pesado equipamento de construção ali, nada de barras de aço, blocos de cimento nem tijolos. Mas, ali está sendo produzido o maravilhoso material de construção — o coral.
O mundo submarino do coral é um mundo estranho e belo — estranho na forma e contorno, belo na cor e na variedade. Há corais em forma de miolos, ou maeandras, de todos os tamanhos, assim chamados porque é justamente com os miolos do cérebro que se parecem. Há corais estrelas em forma de flor, e os que se parecem com madrepérolas ou com a armação dum veado. Há, também, o coral alface, o coral picante e muitas outras formas estranhas. Fascinantes, também, são as suas cores — marrom, amarelo, laranja, rosa, púrpura e vermelho.

Onde Se Encontra o Material

Onde poderia ir a fim de investigar este maravilhoso material de construção, o coral? A muitos lugares. Poderia visitar as suaves águas turquesas da Baía de Montego, na costa norte da Jamaica, ou viajar para outra parte no Atlântico oeste, das Bermudas ao Brasil. Outra área de observarão é a região indo-pacífica, desde a costa leste da África, através das ilhas do Pacífico oeste até o Havaí. Nesta área, pode-se ver a Grande Barreira da Austrália, uma massa de coral que se estende por uns 2.000 quilómetros ao longo da costa nordeste da Austrália.
Em certos lugares, pode-se ver o surpreendente material de construção do mar através do fundo transparente de um barco. Ou a pessoa talvez prefira colocar nadadeiras, uma máscara de mergulho e um tanque de ar e descer para olhar mais de perto. Ao entrar na água, porém, a pessoa desejará acostumar-se com o movimento ao redor dela, pois parece que o panorama marítimo sobe e desce em consonância com o movimento do próprio mar. Deve-se ter cuidado, porém, pois os cortes feitos nos corais são muito lentos de sarar.

Como É Produzido o Coral

Os animais que fabricam o coral são chamados de pólipos coralinos. São aparentados à medusa e à anémona do mar semelhante à flor. Depois de muito breve estágio de nado livre, no estado de larva, estas criaturinhas se estabelecem numa vida sedentária, prendendo-se firmemente aos esqueletos de outros corais.
Uma vez rigidamente estabelecidos, os pólipos produzem um pequeno tubo carnoso, que varia de tamanho de uns dois e meio centímetros a mais de trinta centímetros de diâmetro. Na sua extremidade superior se acha a boca, cercada de pequenos tentáculos. À noite, estes se estendem e capturam plânctons microscópicos como alimentos.
Ao mesmo tempo, estas criaturinhas estão muito ocupadas em construir. Retiram o cálcio da água e segregam um carbonato de cálcio (calcário). Usando tal secreção, constroem ao redor de si uma formação dura, caliciforme. Esta constitui uma colónia ou esqueleto coralino, ao qual se retraem para proteger-se.
À medida que muitos pólipos constroem suas casas coralinas, estas se fundem para formar uma massa colorida e dura. Os pólipos morrem, mas outros se prendem a seus esqueletos e continuam a construir. Em resultado, são erguidos edifícios incrivelmente estupendos, maiores do que qualquer coisa que o homem já tenha construído.

O Que É Construído

Os recifes coralinos são produzidos por diminutos pólipos. Alguns recifes se estendem da praia até o mar. São chamados de recifes em franja. Um recife de barreira, por outro lado, separa-se da praia pela água, mas segue ao longo da costa.
O segundo maior recife de coral do mundo, depois do Recife da Grande Barreira da Austrália, estende-se por mais de 200 quilómetros ao longo da costa das Honduras Britânicas. Entre o recife e a praia, a água tem de cerca de um a quatro metros e meio de profundidade. Os fabricantes coralinos também formam atóis. Estes são ilhas coralinas circulares no mar aberto que circundam uma massa de água chamada lagoa. Um atol pode ser formado à medida que o coral se acumule na orla da cratera de um vulcão submerso. Alguns destes atóis são habitados. Um deles, no Oceano Índico, possui um campo de pouso de emergência para jactos.
Assim, a construção de ilhas não é projecto por demais ambicioso para tais diminutos pólipos. A ilha de Barbados, nas Antilhas, por exemplo, compõe-se mormente de corais. A desintegração gradual causada pela água e o tempo cobriu o coral da ilha com solo de barro vermelho.
As formações coralinas podem surgir em qualquer oceano, mas os pólipos coralinos que constroem recifes se limitam a águas em que as temperaturas mais frias não descem abaixo de 18,3°C. Assim, restos de antigos recifes coralinos nas águas do Árctico indicam que prevalecia um clima tropical nestes mares do norte em algum tempo do passado.
Ao passo que os construtores coralinos continuam sua prodigiosa tarefa de construir no mar, outros organismos, tais como o bodião e o peixe-anjo, perfuram a estrutura ou a picam, para debilitá-la e desmoroná-la. As esponjas, as algas e plantas marinhas vêm em seu socorro, cimentando pedaços para impedir a desintegração total. O resultado é uma rocha calcária porosa, com túneis, cavernas e esconderijos.

História e Uso do Coral

O porto fenício de Tiro, certa vez, era famoso por seu comércio coralino. Do Mar Mediterrâneo se colhia, e ainda se colhe, um coral vermelho altamente prezado. Cresce em pequenas formações ramalhudas, e tem um centro que pode ser polido para revelar tonalidades vermelha e rosa. É usada em colares, braceletes e em outros adornos.
Em Barbados e nas Bermudas, o coral é usado na construção de casas. É fácil de cortar, e endurece e se torna durável quando exposto ao ar.
Possivelmente, a função mais importante do coral, contudo, seja a protecção que dá às orlas marítimas diante da marulhada, das ondas sísmicas e dos furacões. Muitos marujos, durante uma tempestade, encontraram seguro ancoradouro por trás dum recife de coral.

in Despertai de 8/5/1973 pp. 28-29

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Palavra da semana ( 39 )


xilófago

(xilo- + -fago)
adj.
1. Que rói madeira.
s. m.
2. [Entomologia]  Insecto que rói madeira.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O saber não ocupa lugar ( 361 )




A água, diferentemente da crença popular, possui uma cor inerente, que se apresenta como um leve matiz de azul.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.