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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Não é definitivamente um exemplo a seguir, mas tem piada...

No consultório:
- O senhor está muito magro e nervoso. É por causa do tabaco. Fume só um cigarro por refeicão.
Algum tempo depois:
- Resultou! O senhor está mais gordinho!
- Pudera, senhor doutor, como dez refeições por dia!

O saber não ocupa lugar - 323


A flauta do encantador de serpentes seduz a cobra pela sua forma e movimentos, e não pela música que emite.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O saber não ocupa lugar - 322


A primeira fotografia permanente foi criada por Joseph Nicéphore Niépce, em torno de 1826.

Café — bebida favorita de milhões


NÃO se trata duma bebida a ser engolida como água, dizem os que a apreciam. Não é simplesmente para acompanhar a comida. Não, afirmam, o café é uma bebida para ser saboreada. Para ser usufruída, tem de passar aos poucos pelos corpúsculos gustativos. Alguns derivam o maior prazer de bebê-lo bem cedo de manhã. Outros preferem tomá-lo após às refeições. Mas, há multidões dispostas a bebê-lo em qualquer hora. É, verdadeiramente, a bebida favorita de milhões.
O café trilhou um grande caminho em pouco tempo. Como bebida, sua história remonta a uns 700 anos atrás, tendo apenas a metade do tempo de seu competidor, o chá. Mas, como foi que o café começou?
Segundo a lenda, alguns pastores na Etiópia notaram que as ovelhas e os cabritos permaneciam despertos à noite depois de comerem folhas de certa árvore. Os pastores provaram as folhas e frutos e, por fim, fizeram uma beberagem à base delas que resultou estimulante.
Os mercadores e viajantes da Arábia levaram com eles da Etiópia algumas plantas e, estas cresceram bem em seu novo ambiente. Deveras, é desta emigração para a Arábia que a planta obtém seu nome científico, Coffea arabica. Por cerca de duzentos anos, o café continuou a ser um segredo intimamente guardado dos árabes. Por fim, outros chegaram a saber da planta, e, perto do fim do século dezessete, os holandeses já a cultivavam em Java — mais tarde também em Surinam, na costa setentrional da América do Sul.
Apesar de sua atual popularidade, o café não foi de imediato aceito como bebida popular. Bases morais e religiosas foram usadas em oposição a seu uso. Os muçulmanos estavam divididos em suas opiniões quanto a se era religiosamente correto usar esta bebida estimulante. Em 1674, um grupo de mulheres inglêsas formulou uma petição ao governo para que proibisse o uso duma bebida que, segundo disseram, tendia a degenerar os homens de família. Todavia, sua popularidade continuou a crescer progressivamente até que obteve a reputação de ser uma das bebidas quentes favoritas em virtualmente todo país nos climas temperados ou frios.


Conquistas do Café


Para atingir seu maior triunfo, o café teve primeiro de encontrar um clima melhor adaptado ao seu cultivo — quente e úmido, com outros requisitos essenciais tais como solo rico e arenoso em áreas elevadas e de temperatura contínua entre 15, 6-32, 2° C. Já observamos que os holandeses o introduziram na América do Sul e eles, como os árabes antes deles, esforçaram-se de manter o café como segredo nacional.
Foi somente em 1727 que um Oficial do Exército, Francisco de Melo Palhêta transportou secretamente as primeiras plantas de café da Guiana Francesa para o Brasil. Pouco compreendiam ele ou outros que grandes resultados adviriam desse ato. O Brasil agora produz cerca de um têrço do café mundial, e é agora o principal exportador mundial, produzindo três vezes mais que a Colômbia, seu próximo competidor.
A colheita brasileira por árvore é surpreendente. A produção média anual de um cafeeiro brasileiro se acha entre um a três quilos de bagas, ao passo que em outros países a produção provavelmente varia entre uns duzentos gramas e pouco mais de setecentos gramas. Por que a diferença? É porque as árvores brasileiras podem produzir duas ou três safras por ano.


O Cafeeiro e Suas Bagas


Em geral, os cafeeiros começam a dar fruto quando têm três anos e continuam produzindo ano após ano por vinte e cinco a cinqüenta anos.
As bagas são como pequenas azeitonas verdes de início. Mais tarde, transformam-se em vermelhas e, quando maduras, adquirem a cor vermelho escura, com superfície lisa e lustrosa. No estágio em que o fruto é vermelho, o espaço entre a semente e sua casca contém doce néctar que é verdadeiro deleite para o paladar. As bagas devem ser colhidas na época correta. Se não estiverem bem maduras, não terão sabor; se maduras demais, caem ao chão e se estragam.
Uma vez comece a colheita de café, os trabalhadores empenham-se nela desde a manhã cedo até tarde da noite. Há boa razão para isto, visto que súbita chuva poderia estragar a colheita.
Daí, as bagas são ensacadas e levadas às secadoras ou espalhadas à mão por áreas planas para secarem ao sol. Se o tempo fôr apropriado, de três a dez dias é tempo suficiente para completar a secagem. Quando já é possível romper as bagas à mão, é hora de serem colocadas numa máquina que retira as polpas.


Classificar o Café


As pessoas não raro ficam aturdidas pelo amplo número de marcas de café dentre as quais têm de escolher — qualidades, misturas e diferentes preços. Por trás de tudo isto há uma criteriosa classificação de café, baseada no tipo, pureza, tamanho do grão e sabor.
Por exemplo, a classificação do tipo é determinada por se tomarem exemplares de diferentes sacos. Por contar o número de defeitos em cada amostra de uns 250 gramas, o perito classifica a partida como sendo de qualidade superior ou inferior.
A cada defeito se atribui determinado número de pontos ou certo valor. Os defeitos podem ser de dois tipos, a saber, impurezas tais como pedras ou ramos que não foram eliminados pela seleção à máquina ou à mão, e defeitos nos próprios grãos, devido a deficientes métodos agrícolas.
Daí, vem a prova da chícara. Peritos, treinados em determinar pela prova se o café é mole ou duro, sorvem um gole de uma amostra após outra, sem jamais engoli-la, mas simplesmente deixam que o café fique brevemente em sua garganta antes de cuspi-lo.
A maioria das marcas bem conhecidas de café não diferem grandemente quanto aos tipos de café que constituem suas misturas; todavia, cada uma tem uma característica distintiva que agrada a algumas pessoas. O fabricante usa seus materiais como um artista para produzir um resultado equilibrado e agradável. Certa mistura, por exemplo, talvez contenha o tipo “Brasil” para dar corpo ao mesmo e “suaves” para aumentar seu sabor delicado. Pela combinação de sabores, aromas e cores, o fabricante se esforça em obter um produto que agrade ao olho, estimule os corpúsculos gustativos e prime pelo aroma.
Alguns dos cafés solúveis que se acham no mercado são compostos de tipos mais baratos de grãos, visto que os grãos são reduzidos a pó, e quem sabe se os grãos eram ou não da melhor variedade?


Alguns Conselhos Úteis


Por causa de sua capacidade de estimular, o café é não raro proscrito como bebida para os que sofrem de doenças cardíacas ou para as pessoas de temperamento muito nervoso. Mas, até mesmo entre os de saúde normal deve haver consciência de que há a tendência de habituar-se a beber café. Alguns acham mais saudável beber café descafeinizado.
Se gosta de beber café, contudo, talvez ache vantagem comprar café torrado em grão, ao invés de café em pó embalado. Quando possível, é melhor pedir que moam os grãos de café em sua presença. Desta forma, pode estar seguro de obter café mais fresco e haverá menos probabilidade de ser tapeado pela mistura de outros ingredientes junto com o café — ingredientes tais como areia, milho, feijão, amendoim, ou sangue, para se mencionar apenas alguns.
Uma prova simples da pureza do café em pó é lançar uma pitada de café em pó sobre uma chícara de água. Se o café for puro, o pó flutuará, visto que absorve água mui vagarosamente. Se o café contiver matéria estranha, o pó absorverá água rapidamente e mergulhará no fundo da xícara.
Se devidamente protegido, o café torrado se mantém por dez a vinte dias sem perder seu sabor. Mas, quando exposto ao ar, quer torrado quer não, perderá seu aroma, sabor e cor. A umidade lhe dará um cheiro de mofo. Por tais razões, deve-se manter o café num lugar seco e em embalagens bem fechadas.


Muitos Usos do Café


O sabor atraente do café pode deleitar o paladar em várias formas diferentes. Por exemplo, o café gelado com açúcar e uma rodela de limão é bem revigorante. Nos meses quentes do ano, o café gelado e o sorvete de café são muito populares. Alguns também usam o café como ingrediente daquele delicioso petisco — o bolo de café. No entanto, a forma mais popular, favorita de milhões em todo o mundo, ainda é o café simples ou o café com leite.
Mas, os cientistas estão testando muitos outros usos do grão de café. Tem-se notado, por exemplo, que as cinzas de café constituem bom fertilizante. Também, desinfetantes e isolantes de paredes, pisos e tetos foram feitos de café. Pode-se produzir a glicerina do óleo de café, e o óleo do café pode ser usado em tintas, sabões e uma infinidade de outros produtos.
Assim, o grão de café está tendo usos e mais usos. Mas, sua popularidade, como é natural, é principalmente como bebida. Pense só nisso! Os estadunidenses bebem mais de 500 milhões de chícaras de café todo dia. O estadunidense mediano usa cerca de sete quilos de café anualmente. E, cada ano, nos Estados Unidos, quase 1.300.000 quilos de café são consumidos. Estranhamente, esse total está bem próximo da inteira produção cafeeira do Brasil. Será que há qualquer dúvida de que o café é a bebida favorita de milhões?


in Despertai de 8/6/1971 pp. 24-26

Provérbio da semana (16:32)

Melhor é o vagaroso em irar-se do que o homem poderoso, e aquele que controla seu espírito, do que aquele que captura uma cidade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Haiti


Esta semana resolvi tirar uns minutos para escrever algo de minha própria iniciativa. Já agora aproveito para reafirmar a minha intenção de escrever com mais assiduidade acerca do que penso e sinto, afinal este é o meu blog, mas por falta de tempo ou inspiração, este tem sido usado mais como base de dados do que como página pessoal. Mas por agora vou falar de algo que me tem incomodado nestes últimos dias, sendo que este será o único post esta semana.


Todos nós temos visto as imagens que nos chegam do Haiti, imagens reveladoras do que aconteceu com aquele povo devido a um terramoto devastador. Por diversas vezes me confrontei com essas imagens, dando por mim quase que paralisado perante o que via, sensível ao sofrimento e incrédulo perante a miséria. Só me recordo de ter passado por este estado de quase congelamento por altura do ataque às Torres Gémeas. Mas o "espanto" que tenho por estes dias não tem nada a ver com o que senti em 2001.


Para enquadrar o que descrevo, recordo que o Haiti é um dos países mais pobres do Mundo, com uma população estimada em cerca de 8 milhões, sendo a sua capital Port-au-Prince uma "cidade" parecida com uma favela brasileira. Para a maioria de nós, seria talvez uma ilhota nas Caraíbas, talvez com umas praias jeitosas e tal...

Em relação à organização política e policial do país, basta dizer que as convulsões dos últimos anos simplesmente criaram uma espécie de anarquia, em que o poder político é fraco e instável, enquanto que as autoridades policiais praticamente não existem.


Foi importante para mim perceber este historial, pois olhando para as primeiras imagens que recebemos na nossa casa, parecia algo surreal, algo virtual, algo inimaginável. Mas rapidamente me apercebi das condições do país, ficando estarrecido com uma situação completamente abominável, levando-me a pensar como é possível, neste século 21, ainda existirem pessoas a "viver" daquela forma...

A degradação humana é algo que mexe comigo, há coisas neste mundo que não consigo entender, embora perceba as razões que estão por trás de muita desgraça que assola o Mundo.


Penso que já entenderam como me sinto perante o que vejo, resta salientar a minha surpresa perante a dificuldade que tem sido em dar ajuda humanitária e de resgate de sobreviventes, além do devido apoio médico. Causa-me estranheza só passados 3 dias após o terramoto é que começou a chegar a ajuda por parte de vários países, mas que ainda hoje, 5/6 dias depois é que parecem estar a estruturar-se. Eu sei que estas coisas exigem muita organização, eu sei que falta o apoio das estruturas do poder do país, eu sei que a ONU, que tinha a seu cargo alguma organização, foi fortemente abalada pelo cataclismo, mas pergunto quantas pessoas poderiam ter sido salvas dos escombros se a ajuda fosse mais rápida?! Quantas pessoas poderiam continuar vivas se tivessem o devido apoio médico?!

Eu percebo que o estado caótico em que ficou o país exigiria uma organização mais concentrada e dedicada, mas, bolas, não teria sido preferível avançar com uma ajuda "caótica"?! Não perder tempo com pormenores burocráticos ou logísticos poderia ter feito a diferença para muitas pessoas...


Estou profundamente impressionado com o que vejo, parece impossível, mas acaba por ser bem real, perturbador, assustador e sem dúvida um acontecimento que ficará marcado e nos fará pensar 2, 3, 4 ou mais vezes quando nos vemos confrontados com os nossos "problemas" diários, aqueles que nos causam stress e dores de cabeça, mas que nada são comparados com o que seres humanos por vezes passam...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O saber não ocupa lugar - 320


O hidrogênio é o elemento químico mais abundante no Universo, compondo 75% da matéria normal por massa e mais de 90% por número de átomos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Os sapatos que calça


QUE estilo de sapatos devo usar! Será este meu tamanho correto? Como posso saber se os sapatos realmente são bem feitos? Tais perguntas e muitas outras têm de ser respondidas cada vez que se escolhe e compra um par de sapatos.
É importante responder tais perguntas de forma sábia, pois a compra de um novo par de sapatos pode exercer profundo efeito sobre a saúde e felicidade da pessoa em geral. Calçados que não assentem bem podem causar grande dose de dor e desconforto, levando até a dores de cabeça, dores nas costas e cãibras nas pernas. Em grande grau, dolorosas doenças dos pés, tais como calosidades, problemas com unhas, deformidades dos artelhos e pés chatos podem ser evitados pela cuidadosa escolha do calçado.
A pessoa talvez ande mais de 120.000 quilômetros em sua vida toda. Por que não andar tais quilômetros em conforto?


Não Sacrifique o Conforto Pelo Estilo


Como, então, se deve proceder ao comprar sapatos? Infelizmente, muitos escolhem sapatos pelo estilo e não pelo conforto. Com maior probabilidade, as compras desse tipo levam a consideráveis dores. Ademais, o dono provavelmente porá de lado os sapatos, não mais podendo suportar esta forma de autotortura nos interesses da moda.
Em alguns casos, sérios problemas e deformações dos pés podem ser o resultado, se a moda for o fator primário na escolha dos sapatos. Por exemplo, há anos atrás, o estilo era o de sapatos de bico fino, e, neste respeito, foi impressa uma carta no Plain Dealer de Cleveland, sob o título “O Preço do Estilo, A Moça Pagou Demais — a Perda de Dois Dedos”. A carta dizia:
“Como a maioria das moças, eu queria andar na moda e comprei os sapatos que todos usavam. Os sapatos de bico fino e salto bem alto eram desconfortáveis, mas pensava que este era o preço do estilo. Poderá compreender quão abalada fiquei quando fui a um médico por causa dos meus pés doerem tanto e ele me disse que teria de amputar dois dedos do pé. Isto se deu há um ano, e, desde então, já ouvi falar de muitas outras moças que perderam um ou dois dedos do pé.”
Assim, ao comprar sapatos, não sacrifique o conforto pelo estilo. Escolha sapatos apropriados para o fim deles: andar, trabalhar, ocasiões comuns, ocasiões especiais, ou uso constante.


Assegure-se de que Calcem Bem


Poderá comprar bons sapatos e ainda acabar com dores nos pés se não for cuidadoso de ver que calcem bem. De ajuda neste respeito é verificar a ocasião do dia antes de comprar um par de sapatos. Por quê? Porque se for bem cedo de manhã, talvez não consiga um par que calce bem. Visto que os pés tendem a inchar um pouco ao passar o dia, é sábio comprar sapatos em fins da tarde. Lembre-se, também, de que o tempo quente fará com que os pés se expandam.
Muitas pessoas acham desejável mandar medir seus pés quando compram sapatos novos. Por um lado, os tamanhos talvez variem com diferentes marcas de calçados. Alguns verificaram, também, que é sábio ficar em pé quando seus pés são medidos. O pé se expandirá, e é mais provável que a pessoa obtenha calçados que se adaptem melhor. Ademais, visto que um dos pés é provavelmente um pouquinho maior do que o outro, mande medir ambos os pés e escolha um tamanho que se ajuste ao pé maior.
Os sapatos de salto alto devem ser confortáveis mas não apertados. Também, a altura e formato do salto precisam ser considerados, em especial nos sapatos de mulher. As mulheres em geral sofrem quatro vezes mais dificuldades com os pés do que os homens, principalmente devido aos sapatos de salto alto. Quanto mais alto o salto, mais o corpo se projeta para a frente, e, para manter o equilíbrio, o corpo se inclina para trás nas cadeiras. Isto é desnatural e resulta numa infinidade de problemas nas pernas e costas, se saltos desarrazoadamente altos forem usados por extensivo período de tempo. Falando-se em geral, os saltos não devem ser mais altos do que uns quatro centímetros e devem prover boa base ampla para se pisar. Os saltos finos como um prego ou chamados “Luiz XV” não tendem ao bom cuidado dos pés e à boa postura.
A parte mais ampla de seu pé deve espalhar-se com facilidade pela parte mais ampla do sapato. Deve haver suficiente espaço para que os artelhos se estendam retos, e o sapato deve ser um pouco mais comprido do que o dedo mais longo. Se não puder agitar os dedos até certo ponto, o sapato é pequeno de mais. Quando os sapatos são apertados ou pequenos demais, pode-se forçar os dedos a uma posição de V invertido chamada de “dedo em martelo”, uma deformação comum. O sapato deve ser confortável quando o compra; é insensato confiar num processo de “alargamento” para assegurar-se do conforto.
Depois de comprar um par de sapatos, poderá experimentá-los de novo em casa, mas ande apenas sobre um tapete. Se tiver dúvidas de que realmente se ajustem, talvez consiga trocar sua compra.


Sapatos de Criança


Cuidados especiais devem ser dados à escolha de sapatos de criança. Sapatos mal ajustados são a causa mais comum de dificuldades nos pés entre crianças e adolescentes. O problema não raro é que se tornam maiores do que seus sapatos. Neste respeito, The World Book Encyclopedia indica:
“Nas crianças de 2 a 6 anos de idade, os tamanhos de sapatos mudam a cada 4 a 8 semanas. De 6 a 10 anos, os tamanhos mudam a cada 2 ou 3 meses. As crianças de 12 a 15 anos devem ter os tamanhos de seus sapatos examinados a cada 4 meses. As crianças com mais de 15 anos devem ter seus tamanhos de sapatos examinados à cada 6 meses, até que seus pés estejam plenamente desenvolvidos.”
Muitos pais que possuem filhos cujos pés se tornam maiores do que seus sapatos, antes de gastá-los, verificam que uma marca mais barata de sapatos cumpre seu propósito. Quando os compra, a pessoa pode passar a mão por dentro dos sapatos e verificar se há arestas ásperas que poderiam causar desconforto.
Os pés das crianças estão crescendo e precisam de cuidadosa atenção a fim de se evitar deformações na vida posterior. Nos Estados Unidos, a Associação Médica Estadunidense calcula que de 50 a 80 por cento das crianças possuam alguns defeitos nos pés. Assim, é bom deixar alguma “margem para crescimento” quando escolhe sapatos de criança, possivelmente cerca de uns dois centímetros de espaço na área dos dedos do pé. Verifique se há sinais de desgaste consistente em certo lugar, pois isto talvez indique que os sapatos são pequenos demais ou não calcem bem e poderiam produzir anormalidades nos pés. Usualmente não é boa diretriz passar os sapatos de um filho para o outro, pois os sapatos se moldam às características dos pés do usuário.


Busque Qualidade e Bom Acabamento


Em especial, quando os sapatos forem para adultos, a qualidade e o bom acabamento são importantes, porque deseja que durem. Examine cuidadosamente os sapatos que planeja comprar. Observe se há sinais de fabricação ruim ou descuidada. Na parte de cima, linha solta, costuras com pontas ásperas e grossura demasiada, furos ampliados da agulha e traços observáveis de colas são todas as coisas que se deve observar quando se compram sapatos. Também examine a costura da sola; se for irregular ou chegar até as extremidades, é sinal de péssimo acabamento.
É forrado o sapato? Deveria ser, pelo menos na lingüeta, para impedir o estiramento e a fricção e para absorver a transpiração.
Sapatos de baixo preço nem sempre são boa compra no que tange à durabilidade, aparência e conforto. Sapatos realmente duráveis usualmente custam mais. Não julgue a durabilidade dum sapato pela mera grossura da sola exterior. A durabilidade depende mais da qualidade do acabamento e do couro.


Cuidar dos Sapatos


Importante para a vida dos sapatos é o devido cuidado deles. Todavia, os sapatos são não raro um dos artigos mais negligenciados no guarda-roupa da pessoa. Quando compra novo par de sapatos, é sábio engraxá-los com uma boa graxa antes de usá-los; isto protegerá seu acabamento.
As primeiras vezes em que calçar novos sapatos, é bom assegurar-se de que as lingüetas e cordões estejam colocados direito e alisados. Daí, é provável que continuem assim enquanto durar o sapato, mas, se já de início ficarem contorcidos, talvez permaneçam dessa forma.
Uma calçadeira ajuda a se calçar sapatos, e é bom soltar os cordões quando os tira. Isto impede que os pontos rebentem e que o calcanhar se estrague.
Se tiver mais de um par de sapatos, pode prolongar consideravelmente sua vida por calçar um par um dia e diferente par no outro dia. O arejamento entre os usos ajuda a impedir a perspiração de apodrecer o couro. Quanto aos sapatos que não estão em uso, muitas pessoas notam ser proveitoso colocar os mesmos numa forma. Isto impede o arqueamento e as rugas. No entanto, o tipo de forma usada não deve cortar a livre circulação de ar e assim impedir que o sapato seja devidamente arejado.
De tempos a tempos, os sapatos devem ser limpos. Lave-os com um pano úmido, com esponja ou escova, usando preferivelmente sabão para couros. Isto remove a matéria estranha encrustrada e permite que a graxa seja aplicada mais livremente. Não negligencie a ponta da sola e do calcanhar nesse processo de limpeza. Uma rápida esfregadela com um pano aquece o couro, tornando-o mais receptivo à graxa.
Aplique moderada quantidade de graxa e espalhe-a bem com um aplicador. Uma esponja de pó serve bem de aplicador e pode não raro ser guardada numa latinha de graxa. Esfregue o sapato rapidamente com um pano de polir. Isto impregna a graxa no couro, produzindo um acabamento seco e duro e não deixando excesso de graxa. O brilho durará algum tempo e pode ser renovado com rápidas escovadas. Para manter a sua boa aparência, repita este processo tão amiúde quanto necessário, possivelmente uma vez por semana se os sapatos forem usados com freqüência.
Não deixe de mandar substituir os saltos e as solas quando necessário. Além de parecerem desleixados, os saltos gastos e os sapatos fora de forma provocam tensão nos pés.
Os sapatos que calça definitivamente produzem grande efeito sobre sua saúde e seu usufruto da vida. Por conseguinte, será sábio se escolher cuidadosamente seus calçados, evitando os excessos da moda, tendo presente a necessidade de conforto, durabilidade e uma aparência agradável.


in Despertai de 8/6/1971 pp. 16-19

Provérbio da semana (16:29,30)

O homem de violência seduzirá seu próximo e certamente o fará ir num caminho que não é bom. Ele pisca os olhos para maquinar intrigas. Apertando os lábios, certamente leva a cabo a maldade.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Americano usa 54 toneladas de esterco para escrever mensagem de amor à sua mulher


A norte-americana Carole Kleis ganhou uma mensagem de feliz aniversário inusitada em Zwingle, no estado de Iowa (EUA). Como presente para a esposa, Dick Kleis escreveu uma mensagem com esterco, segundo a emissora de TV "Fox". Dick, que mora com a mulher em uma fazenda, utilizou mais de 54 toneladas de esterco para escrever a mensagem "Feliz Aniversario, te amo". De acordo com a "Fox", ele levou apenas três horas para fazer a homenagem. "Não foi difícil", disse Kleis.


G1 / portaldascuriosidades.com


Bom, eu poderia levantar várias questões... Mas... esterco???!!! "Te amo" em cócó???!!!!

:-s

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Qual deles será loiro?

Três amigos à conversa numa mesa de café:
- A minha mulher anda com um padeiro. Imaginem que descobri farinha debaixo da cama.
- Deixa lá, a minha anda com um carpinteiro, vê lá que encontrei serradura debaixo da cama.
- A minha mulher anda com um cavalo. Vê lá que encontrei um campino debaixo da cama.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Desenterrando carvão da pradaria


O CARRO se desviou da rodovia principal em direção aos “montes” cinzentos esboçados lá adiante na pradaria. Em quase toda direção, “serras” desoladas pareciam surgir das planícies. Estávamos a caminho para visitar uma mina incomum, não naqueles “montes”, mas ao lado deles.
A estrada atravessava uma represa de terra contendo uns quatorze quilômetros de reservatório para a enorme usina geradora de energia logo adiante. Um letreiro rezava: “Usina Geradora da Represa Boundary — Companhia de Energia de Saskalchewan”, lembrete de que estávamos apenas a uns onze quilômetros ao norte da fronteira Canadá — Estados Unidos. O carro passou entre a usina e enorme pilha de carvão, daí, deu uma volta para acompanhar a curva de uma “serra”, que resultou ser, não de rochas e pedras, mas pilhas de terra colocadas lado a lado. Em torno de uma destas pilhas, a estrada se tornou estreita trilha que conduzia à beira de profundo buraco.
As duas crianças pequenas pularam excitadas para fora do carro. Foram avisadas para não se desviar de nós, pois, embora fosse feriado, ainda havia perigo em perambular pela mina sem alguém cuidar delas. Mas, nosso anfitrião estava bem preparado para dirigir nossa excursão de forma segura por esta mina incomum. Gostaria de juntar-se a nós?


Máquinas Que Desenterram Uma Mina


Nossa primeira surpresa é quando espreitamos para dentro da mina, não num poço escuro, mas num buraco aberto de cerca de 15 metros de fundo! Foi há cerca de cem anos que a mineração a céu aberto fez pela primeira vez tais escavações para desenterrar o carvão da pradaria.
Mas, o que chama a nossa atenção é a elevada máquina ao lado do buraco. Trata-se de enorme draga rolante — apelidada de “Mr. Klimax”! Diz-se-nos que é a maior de seu tipo no Canadá e que tais máquinas são um dos fatores principais de êxito na mineração a céu aberto. Ah, eis aqui o capataz do dia que bondosamente tirará tempo para fornecer-nos inesperado destaque à nossa excursão.
“É tão alto quanto um prédio de dez pavimentos e pesa 1.700 toneladas”, diz-nos o capataz sobre o “Mr. Klimax”. Isso é cerca de mil vezes mais posado do que nosso carro!
“Pode escavar a uns 27,50 metros de profundidade e traga quase 27 metros cúbicos de uma só escavada”, continua. “Mas, visto que não estamos operando hoje a máquina, talvez apreciasse vê-la por dentro?”
Deveras apreciaríamos! Subimos na enorme base, e o capataz abre a porta como se estivéssemos prestes a entrar num grande prédio. Dentro, olhamos admirados as gigantescas engrenagens, cabos e motores.
“Todos os motores e engrenagens estão colocados dentro desta parte principal”, explica o capataz. “Estes controlam os cabos que movimentam a lança e a caçamba da parte da frente da máquina. Quando a lança é abaixada, um cabo deixa cair a caçamba e outro a empurra ou arrasta pelo solo, enchendo-a com terra. A lança sobe, a máquina inteira gira em sua base e a caçamba é inclinada, deixando cair a terra na pilha de restos junto ao buraco aberto.”
Subimos então alguns degraus metálicos, desta vez em direção à pequena cabina do operador, que se situa num canto superior frontal da máquina. Deste lugar vantajoso, um homem usa três alavancas e dois pedais para controlar a inteira operação de escavação.
“É tão fácil quanto guiar um carro”, sorri o capataz. “O operador pode comunicar-se com o escritório da mina a qualquer tempo por meio de um rádio de duas faixas em sua cabina.”
A vista da pradaria, estendendo-se abaixo, é estimulante, mesmo para a menininha para quem tal aventura inclui o perigo de que o pó de carvão ou graxa possa sujar um lindo vestido. E para o menininho que se senta na cadeira acolchoada do operador e segura as potentes alavancas em suas mãozinhas, tal visão inspira a deleitosa imaginação da infância.
Ao descermos em direção à saída, ficamos admirados de como tão monstruosa máquina poderia mover-se pela pradaria.
“Ao mover-se, abaixa os enormes pontões laterais, ergue-os e salta como uma rã para trás. É por isso que é chamada de draga ‘andante’ ”, explica o capataz. “Trata-se duma operação delicada, contudo, visto que a lança de 72 metros e a caçamba de 20 toneladas precisam ser equilibradas com precisão ou, de outra forma, a inteira unidade virará.”
“Mr. Klimax” deu longo passeio pelo país recentemente. Isso deve ter sido uma cena e tanto!
“Sim, a grande draga andou cerca de treze quilômetros de uma mina para o atual local, à velocidade de quase dois metros por minuto. Visto que funciona a eletricidade, tivemos de estender cabos e pequenas barracas — ou ‘casas de cachorro’ como nós as chamamos por todo o caminho. As casas de cachorro contêm transformadores que reduzem a voltagem da linha de 72.000 volts para 4.160 volts, o que é o exato para ‘Mr. Klimax’.”
Em caminho, o “Mr. Klimax” atravessou uma linha férrea, duas rodovias, um rio e uma corrente. Mas, a parte mais difícil da jornada foi através do vale corrente abaixo da represa.
“A queda vertical por ali é de 27 metros e tivemos de abrir uma estrada especial a um grau de 10 por cento pelas encostas do vale”, o capataz nos conta. Apesar disto, dezesseis dias depois de começar seu passeio, o “Mr. Klimax” chegou são e salvo a seu novo emprego.
Talvez pense que esta escavadora deve ser a maior do mundo, mas não é. Com efeito, parece ananicar-se diante daquela que faz um trabalho similar em Ohio meridional, EUA. Sua caçamba escavadora tem capacidade de 167 metros cúbicos.
Como pode a mineração a céu aberto ser econômica quando envolve o uso de dragas que custam milhões de dólares? A eficiência com que tais máquinas removem as sobrecargas para atingir o carvão torna prática a mineração a céu aberto. Usualmente operam-nas vinte e quatro horas por dia. Desse modo, a mina aqui, por exemplo, pode produzir carvão ao custo de um sexto das minas de poço em outras partes do Canadá.


Passeio Pela Mina de Carvão


Então, visto que se juntou a nós na nossa excursão, venha ter uma experiência incomum! De volta ao carro, passamos por montes de terra desolados que se parecem a áridas regiões devastadas. Seguindo a estrada em um ângulo bem inclinado, chegamos a um campo de terra preta — estacionamos numa mina de carvão!
“A faixa de carvão sobre a qual estamos poderia estender-se por mais de três quilômetros”, observa nosso anfitrião. “O carvão é dum tipo chamado lignita. Certa vez considerado inferior, os métodos aprimorados de combustão o transformaram agora em seleto combustível para as usinas geradoras de energia elétrica.”
“É como se estar num canyon.”
“As encostas têm cerca de dezoito metros no local em que estamos.”
“E quão profunda é a faixa de carvão?”
“Tem, em média, um metro e oitenta de fundo. As faixas sobem e descem por toda a sua extensão como as ondas oceânicas. Em certos lugares, terminam de repente, e daí o carvão começa a aparecer de novo a alguns metros.”
Pelo menos dois anos antes de qualquer mineração ser efetuada, delineiam-se as faixas e estabelece-se um programa que reduza a movimentação do equipamento pesado, dando-se a mínima distância de transporte.
“Ao ser desenterrado o carvão, tratores removem alguns centímetros da camada superficial e escovas especiais talvez limpem o carvão, se necessário”, continua nosso anfitrião. “Daí, escavadeiras montadas sobre tratores de lagartas chegam e carregam os caminhões basculantes, alguns dos quais podem transportar oitenta toneladas.”
Ao examinarmos o cenário e perscrutarmos os pedaços brutos de carvão, ficamos intrigados com a formação de tão amplos depósitos.
“Partes de árvores podem não raro ser reconhecidas nas faixas de carvão lignita”, explica. “Evidentemente, o carvão resultou de tal vegetação em decomposição.”
Nossa palestra se volta para a extensão de tempo exigido para a transformação de tal matéria orgânica em carvão, visto que as teorias comumente aceitas, envolvendo milhões de anos, colidem com a cronologia acurada da Bíblia. Nosso anfitrião nos lembra que antes do dilúvio global dos dias de Noé, o inteiro clima da terra era igual a úmida estufa. Esta condição existia por milhares de anos depois da criação da vida vegetal, no terceiro “dia” da criação. Era muito adequado para o crescimento de enormes florestas e de vegetação pesada e, também para a decomposição preliminar das árvores e das plantas quando morressem.
É digno de nota que as mudanças químicas e físicas necessárias para formar o carvão resultam de tremenda pressão e do calor gerado por tal pressão. O tempo não é todo-importante. Em um ano, em que as águas do Dilúvio cobriram a terra, tremenda pressão deve ter sido exercida sobre estas matérias orgânicas decompostas. Talvez tenha acontecido que tais condições anormais desempenharam um papel principal na formação mais rápida do carvão.
Estudos científicos confirmam não só as condições climáticas que certa vez existiam, mas também que o carvão pode ser formado em tempo muito mais curto do que se crê comumente. Em 1963, o Times de Nova Iorque noticiou que, em apenas seis semanas, um grupo de cientistas australianos conseguiu produzir um carvão que não se podia diferençar quimicamente do carvão linhita minerado no estado de Vitória, Austrália.


Valioso Recurso


Ao retornarmos à usina de energia, nosso anfitrião aponta para a enorme pilha de carvão.
“Os caminhões basculantes sobem por aquele aclive até uma balança, que pesa o carvão que entregam É então lançado num funil de carga, e britadeiras reduzem o tamanho dos pedaços para estocagem. Mais tarde, é transportado pela correia transportadora fechada que passa sobre nós para depósitos no alto da usina geradora. Dali, é introduzido em grandes moinhos de esferas, que pulverizam o carvão até que se torna tão fino como pó-de-arroz das senhoras.”
O carvão pulverizado é então introduzido com jatos de ar nas fornalhas, onde a mistura explosiva queima como gás, quase. O vapor das fornalhas move as turbinas, que movimentam geradores que produzirão 432.000 kilowatts de eletricidade quando a usina ficar pronta.
Mas, a contribuição do carvão retirado da pradaria não termina no inferno da fornalha. Provê ainda outro serviço por suas “cinzas volantes”. Este pó fino é extraído como subproduto do carvão lignita que queima. É útil aditivo para se fazer concreto. Enormes silos junto da usina geradora podem estocar 4.250 toneladas de cinzas volantes para ser carregadas por caminhões gigantescos que transportam o pó para as indústrias de construção.
Milhares de toneladas de cinzas volantes indicam a queima de grandes quantidades de carvão. Com efeito, quando ficar pronto o novo anexo da usina geradora, o consumo anual deverá ultrapassar dois milhões de toneladas de carvão. Tal demanda conduzirá Saskatchewan à posição de segunda província produtora de carvão do Canadá.
Alto nível de produção é o que se espera que continue por algum tempo, visto que as reservas conhecidas apenas nesta área, ao redor de Estevan, são calculadas em 450 milhões de toneladas. E esta é apenas uma parte dos campos totais de carvão de Saskatchewan, que, abrangem cerca de 26.000 quilômetros quadrados, ou, a grosso modo, quase a área da Bélgica!
Aumenta a demanda de carvão. A indústria química exige o carvão para produzir uma variedade de produtos, inclusive perfumes, remédios, plásticos e fertilizantes. E o carvão permanece destacado como fonte barata de calor e energia, o uso principal do carvão lignita minerado das pradarias canadenses. Todavia, parece haver pouco perigo de se esgotarem as reservas no futuro próximo, pois algumas autoridades crêem que as reservas mundiais conhecidas poderiam durar outros 5.000 anos no presente índice de consumo. Deveras, o carvão permanece sendo importante e valioso recurso natural.


Apreciando as Riquezas da Terra


Partindo da usina geradora, à medida que os “montes” somem à distância, ficamos pensando nas pilhas desoladas de terra deixadas como lembretes áridos das riquezas ocultas da pradaria. Sob o atual sistema de coisas, os recursos da terra são explorados primariamente em troca de lucro comercial, de modo que, onde a lei não exige que as pilhas de terra sejam niveladas e cobertas de solo fértil, tal despesa é usualmente evitada.


in Despertai de 8/6/1971 pp. 12-15

Provérbio da semana (16:28)

O homem de intrigas continua a criar contenda e o caluniador separa os que estão familiarizados uns com os outros.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.