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Mensagens populares

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O saber não ocupa lugar - 316



Jacques Charles François Sturm e Jean-Daniel Colladon foram os primeiros a determinar a velocidade do som na água.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Um desenho em movimento

A professora diz:
- Façam um desenho à vossa escolha.
Cinco minutos depois o Joãozinho diz:
- Já fiz!
Quando a professora vê exclama:
- O que é que desenhaste?
- Uma vaca a comer relva.
- E onde está a relva?
- A vaca comeu.
- E a vaca?
- Foi-se embora.

Prefere a prisão a ficar com a mulher


Santo Gambino, um italiano de 30 anos, quer voltar para a cadeia, depois de ter sido enviado para casa, onde se encontra a cumprir o resto de uma pena em prisão domiciliária. Na raiz da insatisfação do detido estão as constantes discussões com a esposa que diz não aguentar mais. A mulher, segundo diz, acusa-o de não ter dinheiro para sustentar a família. Gambino contactou as autoridades, solicitando o regresso às instalações prisionais de Villabate, perto de Palermo. A polícia avisou-o para não violar as regras da prisão domiciliária, aconselhando-o a voltar para casa e resolver os problemas conjugais.


PD / estranhomasverdade.com


Ele é santo mas não aguenta a diabinha em casa!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

É para ver melhor os jogos do Benfica...

Um alentejano entrou numa loja de electrodomésticos e perguntou:
- Tem televisões a cores?
- Sim, temos - respondeu o dono
- Então, venda-me uma encarnada.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O saber não ocupa lugar - 315


Neptuno possui ventos que ultrapassam os 2000 km/h.

Desenterrando o seu jantar


SEJA como for que chame as batatas, “spuds”, “taters”, “praties”, na língua inglesa, ou “maçãs da terra” em francês, as batatas são deveras um alimento popular. Duvida disso? Ora, nos últimos dez anos, cerca de 2.800 milhões de toneladas delas foram desenterradas da boa terra.
Sem comparação, a maior parte desta enorme colheita foi plantada e colhida pela maquinaria moderna, mas não resta dúvida de que boa parte foi cultivada por cidadãos humildes em suas próprias hortas pequenas. As famílias que têm exercido o hábito de cultivar suas próprias batatas têm sido recompensadas com uma boa reserva de alimento saudável a baixo preço, ao passo que também usufruem as satisfações de um projeto familiar — projeto este em que tanto os adultos como os jovens podem participar.
Já teve o prazer de revolver com um forcado a terra macia da horta para descobrir tubérculos limpos e redondos ainda ligados à planta? Quando era criança, será que sua mãe lhe pediu que fosse apanhar um balde de batatas para o jantar? Foi uma tarefa agradável. Lá se ia você para a horta, passando pelas traves do portão improvisado, sentindo a terra fria sob seus pés descalços. O forcado estava provavelmente onde o deixara da última vez, enterrado no solo. Metia o forcado bem para trás da área das raízes da planta e movia com cuidado os dentes do forcado no fundo na terra solta e então o erguia. Lá se vinham rolando as “maçãs da terra”. Depois de fazer isso algumas vezes mais, dispunha logo do suficiente para a refeição do dia.


Na Mesa do Jantar


Seu próximo encontro com as batatas foi quando foi chamado para o jantar — talvez um prato de batatas assadas, ainda fumegantes. Rompeu sua casca fina como papel, soltando o vapor e o aroma convidativo. Uma pitada de manteiga no meio do conteúdo, e estava pronto para uma verdadeira iguaria.
Não há necessidade de a família jamais se cansar, muito embora a humilde batata conste cada dia do cardápio. Qualquer bom livro de cozinha oferecerá uma variedade de receitas sob títulos tais como “Cozida”, “Assada”, “Batatas com Creme”, “Fritas”, bem como uma variedade de saladas. Outras receitas, que desafiam a cozinheira, mas são deleitosas para o jantar, incluem “Croquetes de Batata”, e muitas outras.
Naturalmente, o método mais simples é cozinhar suas batatas. Esfregue-as bem na água, apare qualquer parte machucada ou irregularidades superficiais, deixando a casca sempre que possível. Coloque numa caçarola com suficiente água para cobri-las, adicione sal e cozinhe-as até que fiquem tenras — de vinte a trinta minutos. Um garfo de cozinha pode logo testar sua condição tenra. Escoe a água, remova a tampa e seque-as ao calor, balançando brandamente a caçarola. Até mesmo as cascas das batatas preparadas desse jeito são bem apetecíveis.
Quando assadas, as batatas são deliciosas. Primeiro, corte-as de forma transversal ao invés de longitudinal. Passe nos cortes um pincel com gordura e coloque-as com os cortes para baixo numa bandeja de assar. Asse de trinta a trinta e cinco minutos. Há diversas formas de servi-las — com manteiga e salsa picada para uns, e, para outros, com manteiga e suco de limão.
Outra forma de destacar o prazer de batatas assadas inteiras é fazer uma incisão no alto e inserir lingüiça frita ou cozida ou uma pasta de cebola.


Valor Nutritivo


Em que lugar se coloca a batata no campo da nutrição? Há alguns que a rejeitam por causa de sua alta dose de amido. No entanto, deve-se ter presente que a batata é baixa em calorias. Por exemplo, considere esta comparação: uma batata de tamanho normal tem cerca de 100 calorias, uma rosquinha, cerca de 200.
As batatas são uma boa fonte de vitamina C. Uma batata assada de tamanho médio tem cerca de 15 miligramas de vitamina C. Também se acham presentes as vitaminas A e B. Ferro, cálcio, magnésio, fósforo e potássio são algumas das contribuições minerais da batata. Segundo o volume The Complete Book of Food and Nutrition, de J. I. Rodale, as batatas “contêm tantos minerais vitaminas que bem que podem sustentar a vida por um período de tempo, mesmo que não haja nenhum outro alimento disponível de forma alguma”.
Para preservar a maior dose possível de vitaminas e sais minerais, a autoridade acima recomenda cozer as batatas com suas cascas. “Cozinhar em panela de pressão e assar destrói apenas um pouco destes elementos nutritivos”, adiciona. Mas, “descascar as batatas e então cozê-las resulta em uma perda de 47 por cento da vitamina C. Fazer um purê de tais batatas destrói então outros 10 por cento”.
Apenas estes fatos sucintos nos ajudam a avaliar por que as batatas têm sido um fator importante na sobrevivência de nações inteiras, as da Europa oriental em particular. Embora cultivadas praticamente em todo continente e ilha do mar, mais de quinze milhões de toneladas são produzidas anualmente nos EUA, e uns dois milhões no Brasil.
Quando falamos de tão ampla produção, naturalmente, não estamos mais falando sobre o rapazinho com um balde de metal que se dirige para a horta do quintal dos fundos. Não, pois a produção de batatas é agora uma grande indústria que dispõe de maquinaria sofisticada para a plantação, a escavação e a seleção, e exige silos com temperatura e ventilação cuidadosamente controladas. Os biólogos pesquisam de contínuo o desenvolvimento das batatas que dêem alta safra, enquanto combinam o bom sabor, a boa aparência e a resistência às pragas. Até mesmo agora, as batatas produzem mais alimento por hectare do que qualquer cereal.


Nosso Próprio Projeto


As batatas dão bem em regiões em que os dias são mais longos mas não quentes demais, ao passo que há abundante umidade e o solo que retenha a umidade. Se seu clima e país se aproximam desta descrição, e tem pequeno terreno, por que não estabelecer sua própria plantação de batatas? Esqueça tudo sobre a maquinaria empregada em grandes operações. Simplesmente revolva o solo, faça um buraco, lance sua “semente” e a cubra de terra. Se jamais plantou “batatas” antes, sua semente é a própria batata, cortada em pedaços, cada pedaço tendo pelo menos um ‘olho’ ou broto.
Para enriquecer o solo, pode usar estrume de estábulo, composto de terra e lixo, alga marinha, ou algum fertilizante comercial recomendado. Na Terra Nova, obtiveram-se bons resultados com algas pardas e um peixinho chamado ‘capelin’. Este último chega em cardumes às praias por volta do tempo em que os ramos de batatas começam a aparecer acima do solo. São espalhados pela fileira de ramos de batata e recobertos por leve camada de terra.
Quando as batatas já são suficientemente grandes para serem comidas, digamos, três meses após o plantio, são verdadeira iguaria quer servidas quentinhas, com manteiga, quer numa salada fria. Pode tirá-las fresquinhas do solo, conforme sejam necessárias, ou, melhor ainda, enviar seu filho rapaz ou sua filha mocinha com um balde para pegá-las. Apreciarão muito fazer isso. Mas, conceda-lhes bastante tempo, pois a imaginação do jovem talvez fique tomada pela surpreendente variedade de formas e tamanhos em que surgem estes tubérculos.


Outros Pontos Sobre a Batata


Se aparecerem lagartas da batata entre as plantas em crescimento, como é quase certo que aparecerão, então a família toda pode combinar esforços em raspar estas pestes em receptáculos de papel para serem queimados. Isto deve ser feito ao primeiro sinal dos intrusos, de outra forma as plantas serão destruídas e as batatas deixarão de amadurecer. Em grandes operações, as plantas de batatas são periodicamente aspergidas para eliminar as lagartas.
Quando chega o tempo da colheita e da estocagem da safra para uso no inverno, a família inteira pode gozar o prazer de trabalhar como cooperativa. Usualmente isto se da depois da primeira geada leve nas regiões temperadas, quando as plantas e folhas já se secaram. A escolha pode ser feita, visando-se guardar as batatas boas, sólidas e de maior tamanho, pondo outras de lado para pronto uso.
Para que as batatas durem bastante através do inverno, a temperatura de estocagem deve ser de uns frescos 4,4° centígrados ou por volta disso. Se mantida mais fria, pode produzir indesejável sabor adocicado; se muito mais quente, isso poderá resultar em as batatas brotarem ou se enrugarem. A escuridão, alguma umidade e a circulação do ar são também desejáveis para a estocagem. Assim, remove-se a umidade em excesso e dispersa-se o calor das batatas vivas.
Seu saco de batatas de sementeira talvez lhe dê cinco, seis, sete ou até mais sacos de batatas, dependendo da extensão da estação, do solo e da cooperação dos membros da família em eliminar as lagartas e o joio. Mas, esta redução do custo alimentar é apenas uma fração do benefício de tal projeto. Há, também, o verdadeiro prazer e o sentido de consecução cooperadora experimentados tanto pelos jovens como pelos mais idosos. Quão muito mais saudável é desenterrar seu jantar do que dirigir-se à mercearia para comprar aquele quilo de batatas!


in Despertai de 8/4/1971 pp. 24-26

Provérbio da semana (16:17)

A estrada principal dos retos é para se desviar do mal. Quem resguarda seu caminho guarda sua alma.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Nossos músculos — mistério da criação


NOSSOS músculos, que usamos de tantas formas e para tantas finalidades, são usualmente considerados coisas corriqueiras por nós — isso é, até fazermos algo que os deixem doloridos. Mas, o que sabe sobre o seu funcionamento?
Durante anos, há pesquisadores que ficam intrigados com o mistério da ação dos músculos. Estudam os músculos na esperança de entender exatamente o que ocorre quando os músculos entram em operação. A ação muscular apresenta verdadeiro desafio para tais senhores.
Um famoso cientista no campo, o químico húngaro Szent-Gyorgyi, declarou: “O problema da contração muscular ainda não foi resolvido.” Algum tempo depois, outro investigador declarou: “Ainda não podemos responder à pergunta fundamental: ‘Como é que a maquinaria molecular do músculo converte a energia química acumulada pelo metabolismo em trabalho mecânico?’” E o Professor Ville, da Universidade de Harvard, declarou em seu livro Biology: “Os fisiólogos e bioquímicos têm tentado por muitos anos solucionar o problema de como um músculo consegue exercer uma tração, mas os reais eventos químicos e físicos que ocorrem na contração muscular ainda são questão de conjectura, antes que fato estabelecido.” Mas, muitas coisas interessantes foram aprendidas pelo caminho.


Características dos Músculos


Os músculos se acham entre as coisas que põem o homem e os animais à parte da maioria das plantas no sentido de que tornam possível a mobilidade. E não só os músculos nos habilitam a ficar de pé e fazer muitas coisas com as mãos, mas, muitas das funções vitais de nossos corpos dependem grandemente de nossos músculos. Respirar, a circulação do sangue, a digestão, a excreção e a reprodução, todas dependem de nossos músculos, dos quais existem de quinhentos a seiscentos ou mais.
Os músculos representam de 40 a 50 por cento do peso do corpo. Consistem em cerca de 75 por cento de água, 20 por cento de proteína, 2 por cento de gordura, bem como em vários tipos de minerais ou sais. Os músculos de per si variam em comprimento, de cerca de três milímetros, no ouvido interno, a quarenta e cinco centímetros ou mais, nas pernas. Talvez os músculos mais diminutos sejam os que fazem com que nossos cabelos fiquem eriçados quando ficamos com medo, ou que nos provoquem arrepios quando trememos de frio.
Uma publicação científica popular certa vez declarou que “um dos maiores segredos da natureza é o mistério dos músculos”. Alguns músculos podem erguer milhares de vezes o seu próprio peso; alguns podem exercer uma tensão de cerca de três quilos para cada centímetro quadrado de seu corte transversal. O músculo de um marisco pode manter uma compressão como de um torno durante horas sem aparentemente consumir energia alguma Os músculos de nossos corações e de nossos pulmões trabalham desde o berço até o túmulo sem parar. Alguns de nossos músculos podem contrair-se e descontrair-se numa fração de segundo. Os músculos de certos insetos conseguem mover-se ou vibrar a fantásticas taxas — de 55 vezes por segundo, no caso de alguns besouros, a até 1.046 vezes por segundo no caso do maruim, diminuto inseto.


Três Tipos de Músculos


Há três tipos de músculos em nossos corpos: (1) Músculos voluntários, que incluem os músculos do esqueleto e da face; (2) músculos ‘involuntários, que se acham entre os músculos nos vasos sangüíneos, intestinos, estômago, vesícula e útero, e (3) o músculo cardíaco.
Os músculos voluntários são também denominados “estriados” ou listrados, porque, ao microscópio, apresentam listras alternadas claras e escuras, ou estrias que correm transversalmente. A maioria de tais músculos são compridos e estreitos, como nos braços e nas pernas; outros, porém, são laminados, como os do abdômen e das costas. Os músculos voluntários são dotados de rica reserva nervosa e sangüínea de modo que possam cumprir seu propósito. Alguns, tais como os músculos respiratórios, pode-se dizer que são tanto voluntários como involuntários. Usamo-los voluntariamente quando tomamos fôlego profundo, mas, na maior parte do tempo, e especialmente quando dormimos, trabalham sem qualquer decisão de nossa parte.
Em contraste, os músculos involuntários são denominados “lisos”, pois não têm tais estrias listradas. Com a ajuda do microscópio eletrônico, descobriu-se uma diferença notável e intencionada da estrutura dos músculos voluntários e involuntários, ou lisos. Nos músculos lisos, os filamentos que fazem o trabalho real de contração se dispõem em paralelo, superpondo-se uns aos outros, e num ângulo no máximo de 10 graus do longo eixo da célula muscular. Este arranjo oblíquo dos filamentos nos músculos lisos talvez lhes dêem até dez vezes o vigor que de outra forma não teriam, e, assim, os habilita a suster poderosas contrações por longos períodos de tempo. Por outro lado, a forma de os filamentos estarem dispostos nos músculos voluntários ou estriados, em série, ou de ponta a ponta, permite-lhes mover-se com maior velocidade. E a contração pode ser bem maior do que no músculo liso. É justamente o que tais músculos voluntários precisam para servir bem ao homem.
O músculo do coração se acha numa classe ímpar. Por causa de sua grande carga de trabalho, dispõe dum tipo especial de construção, tornando-o o músculo mais forte no homem. Na mulher, apenas o músculo do útero, necessário para expelir um bebê que nasça, é mais forte, segundo se diz. O músculo cardíaco é construído segundo o modelo do músculo voluntário, mas funciona como músculo involuntário.


Ação Muscular


Os músculos voluntários ou esqueléticos, que se prendem por meio de tendões ou nervos aos ossos, realmente servem como pontes das juntas. É o grupo de músculos entre o cotovelo e o ombro que move o antebraço, assim como é o grupo muscular entre o cotovelo e o pulso que move a mão. Um grupo? Sim, é necessário um grupo para tornar possível os diferentes tipos de movimento, e isso por meio dos tendões. Os tendões, contudo, não devem ser confundidos com os ligamentos que ligam um osso ao outro e que não podem estender-se. Quando os ligamentos são distendidos, há dolorosa torcedura.
Quanto à própria ação muscular, há apenas dois tipos que os músculos podem realizar: Podem (1) puxar, contrair-se ou ficar tensos e (2) descontrair-se. Nunca podem empurrar.
Principalmente, nossos músculos voluntários existem em par ou em pares de grupos. Grupos de dois ou três são emparelhados para agir como antagonistas uns dos outros. Por exemplo, os dois músculos flexores frontais conseguem flexionar o antebraço, e os três músculos extensores por trás do braço podem endireitar o antebraço. Estes “antagonistas” sempre cooperam. Assim, quando um se contrai, o outro se descontrai, tornando possível a contração do outro. Isto, naturalmente, exige a coordenação dos nervos, o envio de sinais ao conjunto de músculos para se contrair e, ao mesmo tempo, ao grupo antagônico de músculos para que se descontraia.
Um músculo consiste em fibras revestidas cujos diâmetros podem variar de 1/250 a 1/2500 avos de uma polegada, e podem ter o comprimento total do músculo. As fibras são feitas de elementos paralelos, de 1/25.000 avos duma polegada em diâmetro e estas, por sua vez, consistem em filamentos paralelos de actina e miosisa. Parece que a chave para a ação muscular se acha nestes filamentos de actina e miosina. Entende-se agora que, quando um músculo se contrai, um destes desliza pelo outro.
A atividade muscular consome oxigênio e nitrogênio, provocando uma demanda dos mesmos do sangue, e, ao mesmo tempo, resulta num aumento dos produtos residuais, a saber, o bióxido de carbono e o ácido láctico, que é transportado pelo sangue. É a presença do ácido láctico no músculo que faz com que a pessoa se sinta cansada. A corrente sangüínea serve tanto para alimentar os músculos como para transportar seus produtos residuais e faz isso sem confundir os dois. Ao passo que se conhece pelo menos isso, o que precisa ainda ser entendido é exatamente como a força nervosa consegue transformar os produtos do metabolismo alimentar estocados no músculo em energia mecânica. Isso ainda constitui grande mistério para o homem.


Tono Muscular


Nossos músculos voluntários jamais ficam completamente descontraídos. Há sempre leve tensão ou “tono”, e esta tensão torna possível que os músculos entrem prontamente em ação. Tanto a rapidez de movimento como a suavidade de movimento dependem deste tono muscular. Vê-se a prova do tono quando um tendão, que prende um músculo a um osso, é cortado. O músculo se retrai.
No entanto, o tono muscular não é conseguido pelo músculo inteiro ficar sempre um tanto tenso. Nas fibras musculares, a regra de “ou tudo ou nada” se aplica. Isso é, as fibras de per si não respondem de jeito nenhum até que certo grau de estímulo nervoso seja aplicado, e, daí, contraem-se por completo. Então, como é mantido o tono muscular? Pela contração de pequenos grupos de fibras em revezamento, de modo que a maioria das fibras descansem enquanto comparativamente poucas fiquem ativas, suprindo o tono muscular necessário, ficando alertas, por assim dizer.
Esta atividade de revezamento das fibras musculares é responsável pelo fato de podermos manter a boa postura por longo tempo sem ficar cansados demais. Certa dose desta atividade ou tono muscular é necessária quando nos sentamos eretos. Ficar em pé exige ainda mais dela. E, quando se trata de andar, a coordenação de muitos músculos mais se acha envolvida. Não é de admirar que uma criança precise de muito tempo e esforço para aprender a andar.


Cuide Bem de Seus Músculos


O Criador não só deu ao homem centenas de músculos maravilhosos, mas também ordenou que o primeiro homem ‘cultivasse e tomasse conta’ do jardim do Éden. Isso exigia que o homem usasse seus músculos. O homem tinha um trabalho essencial a fazer que o auxiliava a manter-se em excelente condição física. O Criador não fez o homem para uma vida de preguiça. Com efeito, um dos maiores inimigos dos músculos fortes e saudáveis é a preguiça.
No caso de a ocupação diária da pessoa não lhe fornecer o necessário exercício, deve-se manter alerta quanto a preservar seus músculos em boas condições de algum outro modo. Subir escadas ao invés de sempre andar de “elevador” pode ser de grande ajuda; também, andar sempre que possível, ao invés de usar o carro da família ou o transporte público. Exercícios de flexão dos braços ou corridas a passo lento também lhe podem fazer muito bem.
De mãos dadas com o exercício suficiente andam o descanso e o sono suficientes. Em especial, é de ajuda aprender a trabalhar de forma descontraída, ao invés de sempre apressada e tensa. A tensão desnecessária prejudica tanto os nervos como os músculos.
Também é importante certificar-se de que os músculos obtenham a espécie certa de alimento. Isso significa, entre muitas outras coisas, certificar-se de obter suficientes vitaminas e sais minerais por escolher alimentos não-refinados e comer bastantes frutas e legumes, sempre que for prático, em forma crua.
O que pode ser feito quanto à fadiga, espasmos e coisas semelhantes? Compressas quentes e úmidas e massagens se acham entre os melhores remédios, embora certos alimentos também ajudem. E, naturalmente o descanso é o melhor tratamento de todos. Se continuarem os espasmos, as cãibras ou dores agudas, seria sábio consultar um médico, em especial se não estiverem localizadas nos membros.
Não se deve desperceber os fatores psicossomáticos. Se os músculos duma pessoa sentem cansaço a todo o tempo, embora ela goze suficiente descanso e coma o alimento da espécie correta, problema talvez bem que poderá ser psicossomático, o efeito da mente e das emoções sobre o corpo.
Nossos músculos são deveras uma maravilha, mas os pormenores de como operam ainda constituem mistério. No entanto, a apreciação que já temos deles deve ajudar-nos a cuidar bem deles.


in Despertai de 8/4/1971 pp. 20-23

Provérbio da semana (16:16)

Quanto melhor é obter sabedoria do que ouro! E obter compreensão deve ser preferido à prata.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O saber não ocupa lugar - 314


A mãe de Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, chamava-se Marion Moon (Moon significa Lua em inglês).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Como passar um sinal vermelho sem ser multado


Hipnotizador diz que aumenta o peito das mulheres


Um hipnotizador alega que pode ajudar as mulheres a aumentar o tamanho e a firmeza dos seus seios através do poder da mente. David Knight afirma que pode ajudar as mulheres aumentando o seu busto até dois tamanhos, através do recurso à hipnose, explica o jornal britânico «The Sun».

Knight revela que, ao ouvir o seu conjunto de CD, as clientes podem verificar mudanças significativas no tamanho do peito no prazo de 12 semanas. O hipnotizador oriundo de North Yorkshire, afirma que a taxa de sucesso da técnica é de 85 por cento, de acordo com o que lhe dizem as clientes. David Knight está de tal modo confiante da prática que oferece garantia de reembolso, caso as mulheres que a ele recorrem não se sintam satisfeitas. O especialista explica ainda que «os seios de todas as mulheres são produzidos pela mente».

«A mente aumenta-os, assim como a mente também os pode melhorar», assegura. No entanto, a sua empresa foi destaque num programa da BBC, que revelou como é simples o registo de um hipnoterapeuta sem qualificações. Knight defende-se: «Eles poderiam ter tentado antes de afirmar categoricamente que a técnica não funciona».


PD / estranhomasverdade.com


Já podiam ter dito que era assim tão fácil!

Galinha morre nos EUA após botar ovo gigante


Uma das galinhas do norte-americano Chris Schauerman, que mora na cidade de Honeoye Falls, no estado de Nova York (EUA), morreu depois de botar um ovo gigante de 138 gramas, segundo reportagem da emissora de TV "ABC 7".

A Galinha 'Roberta' morreu algumas horas depois de botar um ovo gigante.

“Eu simplesmente não conseguia acreditar", disse o agricultor ao encontrar o ovo colocado por sua galinha chamada “Roberta”. Ele destacou que a ave morreu algumas horas depois de botá-lo.


in Planeta Bizarro / estranhomasverdade.com


Hoje o almoço pode ser uma galinha no forno e uma omolete a acompanhar...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A hora de enfeitar-se entre os animais


PENTES e escovas! Pó-de-arroz e esponjas de pó! Palitos e escovas de dentes! Dificilmente se pensaria em associar tais itens com a vida animal. Em realidade, a própria idéia poderia parecer ridícula para certas pessoas. Não obstante, os pesquisadores e observadores da conduta animal verificam que muitos de nossos vizinhos marinhos, entômicos e animais já vêm equipados destes artigos de toucador e costumeiramente os usam para se limpar e embelezar.
Nossos vizinhos animais não inventaram esta idéia de se enfeitarem. Não. O Deus Onipotente, o Criador deles, é quem os muniu destes aparelhos de beleza. E foi ele quem lhes deu o instinto para usar estes artigos de toucador para os fins tencionados. Por isso, é por tais meios que os animais podem seguir um programa de higiene prática que os ajuda a conservar boa saúde.


Seus Pentes e Suas Escovas


Considere os artigos de toucador das humildes formigas. Estes minúsculos insetos têm pentes, escovas, sabonetes e cremes que usam com freqüência e com grande vigor. A verdade é que as formigas dispõem de pentes finos e grossos, iguais aos humanos. Estes pentes lhes estão afixados à quarta junta de patas.
R. Dixon e B. Eddy, no seu livro Personality of Insects (Personalidade dos Insetos) citam o Dr. McCook, que estudava as formigas durante muitos anos, como dizendo: “Este (o pente tibial), é um pente de verdade, que poderia ter servido de modelo para o inventor de nossos próprios pentes, sendo a principal diferença que está permanentemente afixado ao membro que o opera. Tem cabo curto, base rígida e fio com dentes regulares.” Os dentes são “pontudos no ponto livre e alargados na base, são rígidos, mas elásticos, e voltam-se para trás quando curvados, como os dentes dum pente.”
As escovas das formigas são dispositivos engenhosos e práticos. Compõem-se de pêlos ocos e macios, através dos quais segregam um lubrificante ou creme. Este lubrificante faz com que os grãos de sujeira e pó se juntem uns aos outros, tornando-se fácil removê-los.
A hora de enfeitar-se para as formigas é, em geral, ao despertarem pela manhã. É nessa hora que se pode vê-las pentear-se e escovar-se com vigor. É claro que, insetos tão fastidiosos que são, as formigas enfeitam-se sempre que acham necessário fazê-lo. É interessante que as formigas ajudam-se umas às outras a se pentear, escovar e lavar, limpando partes do corpo das outras formigas que estas não possam alcançar sozinhas. Sim, até mesmo dão massagens.
Outra criatura aparelhada com artigos de toucador é o castor. Possui um suprimento embutido de pentes e artigos de cabeleireira. A unha do segundo dedo de cada pata traseira é fendida, e o próprio dedo, sendo articulado, pode dobrar-se em qualquer direção. De modo que, com este pente, o castor costuma sentar-se sobre a cauda, o que parece ajudar suas glândulas produtoras de óleo a eliminar o necessário óleo para pentear-se, e enfeita seu casaco peludo.
Entre as criaturas aladas, os morcegos de cauda livre possuem as mais úteis escovas para cabelo. Nos dedos externos dos pés há franjas de pequenas barbas curtas que sobressaem. Pouco antes de sua ponta, estas barbas se dobram em ângulo reto. Assim, seja qual for a direção em que o Sr. Morcego mova os pés, ele pode escavar até às raízes de seu cabelo. E ele leva bastante tempo para se enfeitar. Repetidas vezes costuma usar as duas escovas de cabelo de maneira alternada. Acabada esta tarefa, os pêlos das costas se acharão partidos esmeradamente no meio.
As escovas do pitu, criatura marinha semelhante ao camarão, têm barbas curtas que ficam eretas como as da escova para limpar garrafas. Ficam nas quelas dianteiras, e ele aplica com vigor estas escovas a toda parte do corpo, mesmo até à distância surpreendente debaixo da carapaça. Ficando sujas suas escovas, ele as limpa por simplesmente passá-las pelas mandíbulas.


Passar Pó-de-arroz


Entre as ajudas à beleza usadas por alguns de nossos vizinhos animais para se enfeitar se acha alguma forma de pó, na maioria dos casos, poeira. Entretanto, dê uma espiada no tocador no quarto de vestir da garça, ave pernalta cuja dieta principal é de criaturas aquáticas que ela engole cruas. Visto que tal comida limosa suja-lhe as penas, a garça precisa limpar-se assim que acaba de comer. Está equipada com ajudas para a beleza a fim de fazer isto.
No peito, tem uma esponja de pó feita de penas curtas e quebradiças, revestidas de pó ceroso. A garra do dedo médio do pé é serrada. Debaixo do microscópio parece idêntica a um pente. Depois de jantar, a garça passa bastante pó na cabeça e no pescoço por simplesmente mergulhá-los na esponja de pó no peito. Isto absorve o limo. Daí, balançando-se em um dos pés, serve-se do outro para tirar o pó das penas com sua garra-pente. Em seguida, arruma o bico e, depois, alternadamente, cada asa. Esticando uma das asas, passa o pé debaixo dela e arruma nitidamente as penas.
O abetouro é outra ave que se enfeita de maneira igual, porque sua dieta se parece à da garça. Seu pente, porém, é ainda mais eficaz. Tem trinta e seis dentes bem-formados!
Os faisões e as perdizes tomam regularmente banhos de pó. Ambos possuem lugares favoritos, ou seja, banheiras de pó. Os faisões ocupam um lugar cheio de poeira tantas vezes que este fica com muito pó fino. Quando se assenta nele e começa a sacudir o pó fino nas penas, a poeira sobe em nuvens. Durante a estação seca, as perdizes visitam suas banheiras de pó diariamente, seja numa estrada ou num lugar desnudado ao pé dum declive.
Os elefantes gostam também de tomar banho de pó. Preparam seu banho de pó arrastando as enormes patas para a frente e para trás. Tendo ajuntado um monte suficiente de pó, eles o sopram por cima das costas. Fazem isso muitas vezes quando as moscas ou o calor os incomodam. A Mamãe Elefanta é muito exigente no que toca a arrumar o Júnior. Apesar dos protestos deste, ela o obriga a entrar na água e o lava bem. Daí, depois do banho, ela passa pó fino nele todo e acaba de enfeitá-lo com uma massagem da tromba.


Manter Limpos os Dentes


Sabe como certos animais mantêm limpos os dentes? Acha-se a resposta na própria boca deles. Dentro dos lábios e bochechas há excrescências que formam escovas de dentes naturais. Há mamíferos que têm estas excrescências também do lado da língua. Cada vez que o animal abre e fecha a boca, estas escovas naturais de dentes se movem para cima e para baixo, numa ação limpadora.
O lêmure tem seis dentes da frente no maxilar inferior que se estendem reto para a frente. Este é o pente dele, mas, como o limpa quando fica sujo de fragmentos de pele? Bem, o lado inferior da parte frontal da língua tem saliências córneas. Por movê-la rápido para a frente e para trás pelos dentes, ele os limpa mui eficazmente.
Os mangustos usam suas garras aguçadas quais palitos. Frank W. Lane, no seu livro Nature Parade (Desfile da Natureza), relata o que certo homem disse sobre seu mangusto de estimação: “Ele era excessivamente asseado, e depois de comer costumava limpar os dentes com as garras de uma forma mui absurda.”
No mar, os dentes unidos e laminados do bodião recebem atenção e cuidados por pequenos labrídeos, peixes de barbatanas espinhosas. Estes camaradas limpam também as escamas de outros peixes. Costumam até ajudar a temida moréia em sua higiene oral. Entram-lhe na boca e tiram-lhe os parasitos. Enquanto faz isto, a moréia deixa, geralmente, de atacar seu dentista.
As animadas escovas de dentes do crocodilo vêm em forma de pássaros do tipo anum e tarambolas. Quando os crocodilos tomam sol numa margem, costumam abrir bem as mandíbulas e deixar as tarambolas limpar-lhes os dentes e a boca. As afiadas esporas nas asas das tarambolas, conforme se diz, servem para manter os crocodilos cientes da presença das suas escovas de dentes, para que não fechem sobre elas as mandíbulas antes de acabarem seu serviço.
Frank Lane relata que havia um crocodilo velho que se esqueceu e fechou as mandíbulas sobre os pássaros-dentistas que lhe limpavam os dentes, triturando-os. Parece que os outros pássaros jamais se olvidaram desta má ação do velhinho, pois o evitavam como se evita a peste.


Tratamento de Beleza de Outros


Já notou um macaco examinar assiduamente os pêlos de seu companheiro? Talvez pensasse que caçava pulgas. Não, não eram pulgas que apanhava, senão pedaços escamosos de pele, cujo sabor salgado o deleita. Não só isto, mas aquele que se enfeita desta forma sem dúvida experimenta uma sensação muito agradável.
As vacas ajudam-se umas às outras a enfeitar as partes não facilmente acessíveis. Costumam ficar cara a cara e lamber a cabeça e o pescoço uma da outra. Na realidade, dão um tratamento facial uma à outra.
O naturalista canadense, Dan McCowan, relata que viu certo veado enfeitar o casaco peludo duma lebre que muda de pêlo. A lebre deu pulos até ao veado que pastava na beirada dum bosque, e se assentou na frente dele. Imediatamente, o veado começou a lamber a cabeça, as costas e os flancos da lebre. Isto continuou por dez ou doze minutos. McCowan verificou que outras pessoas também viram os veados enfeitarem as lebres desta maneira. Evidentemente, o veado gosta das substancias salgadas da pele da lebre, e a ação afagante da língua do veado simplesmente deleita a lebre.
É verdade, enfeitar-se é rotina regular na vida animal. Os humanos não são os únicos que o fazem.


in Despertai de 8/4/1971 pp. 16-18

Provérbio da semana (16:15)

Na luz da face do rei há vida, e sua boa vontade é como a nuvem da chuva primaveril.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O saber não ocupa lugar - 313


O consumo de uma noz-moscada, inteira ou 5 g do seu pó em média, pode causar alucinações auditivas e visuais, descontrole motor e despersonalização.

O relógio das abelhas


HÁ muitos anos, o fisiólogo suíço Auguste Forel estava tomando o desjejum junto com sua família num terraço ajardinado. Algumas abelhas descobriram o mel e a marmelada em sua mesa. Cada manhã, depois disso, as abelhas vinham petiscá-los na mesma hora e em números crescentes. O desjejum no terraço por fim se tornou impossível, e a família passou a ficar dentro de casa.
Na manhã seguinte, Forel olhou pela janela e ficou surpreso de ver que as abelhas haviam voltado para a mesa do terraço na hora usual. Mas, não havia nada na mesa para atraí-las! Forel então fez algumas experiências que confirmaram que “as abelhas se lembravam das horas em que usualmente haviam encontrado coisas doces”.
Mais tarde, outro cientista observou que as abelhas trabalhavam nos campos de trigo-mourisco nas horas matutinas em que as flores do trigo-mourisco segregavam néctar. Mas, as abelhas não visitavam os campos a tarde. Todavia, na manhã seguinte, voltavam à mesma hora. É óbvio que as abelhas sabiam a hora em que tais flores segregavam néctar e vinham quando a colheita era grande. O cientista chamou a esta notável habilidade das abelhas de “sentido do tempo”.
Pesquisadores têm trabalhado desde 1929 para tentar aprender como é que a abelha laboriosa consegue medir o tempo. Na década de 1950, o Instituto zoológico de Munique, na Alemanha, estabeleceu por meio duma experiência, que as abelhas sabem a hora por meio dum relógio interno que é governado por seu próprio organismo.
Sob condições de luz e temperatura constantes, certas abelhas foram treinadas em Paris, França, a achar água açucarada num pires por volta das 20,15 horas. Daí, certa noite, depois de se alimentarem, as abelhas foram enviadas de avião à cidade de Nova Iorque e alojadas sob as mesmas condições. Por causa da diferença de cinco horas, quando são 20,15 horas em Paris são 15,15 em Nova Iorque. Assim, sairiam as abelhas para alimentar-se as 20,15, hora de Nova Iorque? Se o fizessem, isso indicaria que as abelhas dispõem dum sentido de tempo determinado por algo exterior a seus corpos. Ou sairiam as abelhas para alimentar-se às 15,15, hora de Nova Iorque? Se assim fosse, isso seria forte evidência de que as abelhas dispõem dum relógio interno que mantém um ritmo de vinte e quatro horas e que opera independente do ambiente. As abelhas saíram para alimentar-se por volta das 15,15 horas. As abelhas deveras dispõem dum relógio interno.
Outra experiência foi feita mais tarde, mas, desta vez, num ambiente natural. Os resultados demonstraram que o relógio das abelhas é também influenciado pela mudança da noite para o dia, o que varia durante o ano.
Será que seu relógio cumpre algum propósito? A revista Natural History responde: “Até mesmo se certas plantas, como o trigo-mourisco, segregarem néctar apenas de manhã, há certamente outras que segregam néctar durante as horas do meio-dia ou da tarde. É verdade: as abelhas certamente poderiam coletar néctar sem seu sentido de tempo. Mas, com ele, suas atividades diárias se tornam mais fáceis e mais racionais e, como sabemos, tudo na colônia de abelhas é organizado racionalmente.
“As abelhas coletoras, que têm explorado uma fonte de néctar por horas a fio, não a abandonam de imediato quando se torna temporariamente esgotada. Fazem bom uso do período de descanso e se retiram para um canto quieto da colmeia. . . . Só quando se aproxima a hora em que ‘suas’ flores segregam néctar, reiniciam a sua coleta. Seria desperdício de mel e energia se tivessem que voar em reconhecimento a cada vinte minutos, mais ou menos, para assegurar sua chegada na própria hora em que a fonte começasse a fluir de novo.
“Mesmo assim, o sentido de tempo das abelhas bem que poderia ser dispensado, se o sentido não fosse absolutamente necessário para a orientação das abelhas no espaço — para o que usam o sol como bússola. A bússola solar . . . pode funcionar apenas se se levar em conta a hora do dia. E, por fim, quando a abelha coletora volta à colmeia depois de um vôo de reconhecimento de néctar, a direção e a distância da fonte é comunicada as outras obreiras por meio duma dança. Para a execução e a compreensão correta desta dança, o sentido do tempo que opere com exatidão é também um requisito absoluto.”
A habilidade da humilde abelha de medir o tempo é, naturalmente, governada pelo instinto. E esta habilidade dá testemunho de que foi feita por um criador inteligente.


in Despertai de 8/4/1971 p. 15

Provérbio da semana (16:14)

O furor de um rei significa mensageiros da morte, mas homem sábio é aquele que o evita.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bebé de quase 9 Kg


Uma mulher deu à luz, esta segunda-feira*, num hospital na Indonésia, um bebé de 8,7 quilos e 62 centímetros. O bebé é saudável e apenas precisou de receber oxigénio para evitar problemas de respiração. Os médicos do hospital da cidade de Medano, na Sumatra do Norte, Indonésia, optaram por cesariana dada a grandiosidade da criança. Um ginecologista que acompanhou a cesariana, Binsar Sitanggang, afirma que o bébé tem muito apetite a toda a hora assim como um choro fora do normal. "É muito alto!", desabafou. A mãe teve de ser levada para o hospital devido a complicações com a gravidez, que mesmo assim chegou aos nove meses. Este foi o quarto filho de Anni, 41 anos, e o único que não nasceu de parto natural. O médico explica que o grande tamanho da criança é explicado pelos diabetes gestacionais da mãe. Quando o nível de glicose de uma mãe diabética é alto durante a gravidez, o bebé pode receber glicose a mais e crescer muito, segundo o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas.


* 21 de Setembro




Um pequeno gigante!

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.