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quinta-feira, 30 de abril de 2009

O saber não ocupa lugar - 242


Emil Zatopek, um dos maiores atletas olímpicos de todos os tempos, foi casado com uma atleta que nasceu no mesmo dia, mês e ano que ele e também foi campeã olímpica.


Um caso raro de pontaria...matrimonial!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O saber não ocupa lugar - 241


O caça-bombardeiro stealth F-22 Raptor, de última geração tecnológica da Força Aérea dos Estados Unidos, custa 160 milhões de dólares por unidade.


Dinheiro que dava para alimentar quantas pessoas???

terça-feira, 28 de abril de 2009

O saber não ocupa lugar - 240


A Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico, é o local mais fundo dos mares, atingindo 11.022 m de profundidade.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O saber não ocupa lugar - 239


O uso crônico de álcool pode resultar em feminização nos homens.

Bebam, bebam muito! LOL

"Desculpe a demora"


JÁ PLANEJOU escrever uma carta, mas pôs o assunto de lado continuamente? Então, quando realmente começou a pensar seriamente no assunto, a demora talvez se tenha estendido a semanas, talvez meses. Não é de admirar que sua carta talvez tenha começado então com a desculpa: "Desculpe a demora"!
Não é o único em tais circunstâncias. Sem dúvida, já recebeu cartas de outros, pedindo desculpas pela demora ou por um longo silêncio. Outros compreenderam, assim como o leitor, que deveriam ter mandado uma resposta mais prontamente. E quanto maior a demora, tanto mais desajeitada fica a situação, talvez, tanto assim que sabe-se de pessoas que desistiram da idéia de responder. Por que existe esta tendência comum de deixar as coisas para depois?
Muitos assuntos exigem nosso tempo e nossa atenção. Mas, realmente achamos tempo para as atividades vitais como nosso trabalho, para comer, fazer compras e para dormir cada noite. Assim, amiúde é mais uma questão de achar tempo para responder aos amigos cujas cartas apreciamos.


Por Que Escrevemos


Talvez, se considerarmos algumas das razões para escrever cartas a amigos e parentes sejamos ajudados a enfrentar este problema. Nos tempos primitivos, as famílias costumavam viver na mesma vizinhança próxima. Não havia a mesma necessidade de se escreverem cartas. Mas, hoje, a situação é bem diversa. Não é de todo incomum os membros da mesma família se acharem amplamente espalhados pelo país, ou, até mesmo em terras distantes.
Não há uma obrigação moral de preocupar-se uns com os outros, o pai com o filho, o filho com os pais, Por certo, a falta de interesse em tais circunstâncias pode ser entendida como significando falta de afeição natural?
Mas, mesmo sem nutrir qualquer idéia de obrigação, há o prazer inconfundível que a pessoa sente ao ministrar as necessidades de outrem. É até mesmo mais satisfatório do que se receber um presente de alguém. Seus amigos e parentes seriam certamente edificados por receberem alguma evidência de seu bem-estar, uma carta alegre e cheia de notícias, de sua caneta. Duvida disso? Então, pense só em sua própria experiência.
Poucas coisas são tão deleitosamente recebidas como uma ótima carta. Há, usualmente, agradável excitação ligada a ela. Torna-nos felizes, não torna, felizes de que alguém pensou em nós? E há vívida expectativa, ao abrirmos o envelope. Até esse ponto, é uma espécie de mistério. O que encontraremos lá dentro? Talvez se trate de experiências interessantes da pessoa, a expressão de amor de tal pessoa por nós, ou uma expressão de bondade e consideração.
Por certo, então, gostaríamos de ser o motivo de alguém gozar este mesmo estímulo e prazer de receber uma carta!


O Que Podemos Fazer


Mesmo que esteja extra ocupado, não há algo que possa fazer para manter-se em contato com parentes e amigos? O que dizer de enviar uma carta-envelope ou um cartão postal colorido? Talvez envie apenas umas notícias breves. Não há necessidade de escrever uma carta longa. Deveras, cartas longas podem ser cansativas, em especial se as pessoas a quem estiver escrevendo também são muito ocupadas. O livro Along the Road (Pelo Caminho), expressa-se da seguinte forma:
"Há muitas pessoas que praticamente nunca escrevem para os velhos amigos, porque acham que, se chegarem a escrever, têm de escrever bastante. Mas, esse é um grande erro; e pela indolente reticência rompem-se muitos bons vínculos. O ponto é a carta, não sua extensão ou a qualidade literária da carta. E é penoso pensar-se que algumas palavras rabiscadas num pedaço de papel, três ou quatro vezes por ano, poderiam impedir que uma boa amizade pereça indiferentemente por falta de nutrição."
Não, não há necessidade de esperar até que tenha bastante matéria para encher uma carta comprida. Deveras, talvez aconteça que a pessoa que espera sua carta esteja primariamente interessada em saber que está passando bem. Assim, por que não informar-lhe logo? E, naturalmente, expresse seu interesse em saber como esse seu correspondente está passando.
As amizades são preciosas. Os amigos estão ansiosos de conhecer e comunicar uns aos outros os eventos e acontecimentos que influem sobre eles. Os filhos e os genitores possuem íntimo vínculo. Os jovens distante de casa devem certamente querer saber como seus pais estão passando. E os pais podem escrever bons conselhos para a geração mais nova.


Escrever Pode Ser Apreciável


Escrever não precisa ser enfadonho ou uma obrigação. Poderá anotar num bloco de memorandos de tempos a tempos as coisas que deseja incluir em sua próxima carta. Talvez saiba de alguma estória engraçada para relatar, ou alguma experiência. As experiências que lhe trazem prazer também serão apreciadas por outros. Determine, também, que sua carta seja algo encorajador.
E, sempre pode recordar as coisas. Isso aproxima mais os amigos. Se estiver escrevendo a seus pais, seria ótimo deixar que saibam que não se esqueceu dos muitos pormenores interessantes da vida em casa — aquela planta na sala de estar que tanto orgulho trazia à mamãe, ou aquela cerejeira em pleno florido junto à janela da cozinha. Está o papai ainda trabalhando naquele projeto no porão! Será agora a vez do irmão mais jovem cumprir os deveres quanto à casa! Suas perguntas indicam que se importa.
Sim, uma carta pode abrilhantar o dia de alguém, assim como abrilhanta o seu. Sempre que se inclinar a deixar por muito tempo de escrever suas cartas, pense só em todo o bem que sua breve carta pode realizar. Tente evitar ter de iniciar suas cartas com a frase "Desculpe a demora." Antes, escreva logo!


in Despertai de 8/1/1971 pp. 19-20

Provérbio da semana (15:12)

O zombador não ama aquele que o repreende. Não vai ter com os sábios.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cabeleireira viola assaltante


Um assalto a um cabeleireiro na Rússia está a mobilizar a polícia. O crime envolve o assaltante e a cabeleireira do estabelecimento assaltado, avança o jornal G1.A cabeleireira, identificada como Olga, de 28 anos, viu o seu salão invadido por um homem na passada terça-feira, dia 14. Olga, experiente em artes marciais, conseguiu dominar Viktor, de 32 anos, e levou-o para uma sala reservada, segundo o site «life.ru». A cabeleireira utilizou um secador de cabelo para obrigar o assaltante a render-se e acabou por o prender. No entanto, não chamou a policia.Olga obrigou o assaltante a tomar Viagra para depois abusar dele várias vezes durante os dois dias seguintes.Quando foi libertado, o assaltante dirigiu-se ao hospital para curar o pénis «magoado» e depois à esquadra para registar queixa contra a cabeleireira que, por sua vez, só no dia seguinte registou queixa contra Viktor por assalto.No entanto, a história confunde-se ainda mais porque a policia não consegue ter a certeza sobre quem é o verdadeiro criminoso deste caso de assalto que terminou em «violação».


In TVI24 / EstranhomasVerdade.com
Esta história é muito estranha nos seus pormenores, mas se for verdade é um momento marcante...para o assaltante!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

As obras-primas australianas


IMAGINE-SE no sertão australiano. Ao olhar em redor, notará uma marca no solo que se assemelha ao número onze. O que está vendo? Ora, apenas uma das muitas características da criação animal australiana que a torna diferente da de outros países. Vê as pegadas deixadas pelo animal que saltita ao invés de correr — o canguru.
Imagine que siga um conjunto de pegadas por um pouco. Note que, aqui e acolá, há uma terceira marca adicionada ao par, abaixo e entre elas. E ali que descansou, sentando-se talvez sobre sua cauda grossa e talvez batendo no solo com ela para fazer sinais para outros do rebanho.
Fique bem quieto e simplesmente olhe. Ali, viu aquelas "folhas" pontiagudas levantar-se por trás daquele arbusto? Ele também já nos notou. Veja com que saltos graciosos o "papai canguru", como o chamamos, ultrapassa os obstáculos em sua fuga para a segurança!
Seu modo de andar é apenas uma das várias coisas que tornam diferente o canguru. "Joey", como chamamos o filhote de canguru, destaca ainda mais as diferenças. Estas começam antes de seu nascimento.
O canguru é o que se chama de "marsupial", significando que tem uma bolsa onde carrega seu filhote. Mas, realmente, a denominação "marsupial" tem uma conotação mais profunda do que simplesmente essa.


Notável Nascimento de Joey


Os animais que não são marsupiais (ou "monotremos", como veremos depois) são chamados "placentários", significando que a mãe dispõe dum útero em que o embrião é nutrido e ao qual se liga por uma "placenta". A mãe de Joey não tem útero. Ao invés, ele começa a crescer logo após a concepção num saco vitelino em que o embrião é nutrido até que, de oito a quarenta dias depois, de acordo com a espécie, o saco se rompe e Joey nasce.
Dizemos "nasce", mas "é produzido" poderia ser melhor. Porque, quando deixa sua mãe, ainda se acha num estado semi-embrionário, não tendo desenvolvido olhos nem orelhas, e tendo apenas o senso do olfato. Na aparência, assemelha-se a um pedaço de borracha torneada, quase transparente. Prepare-se agora para algo realmente surpreendente. Esta diminuta criatura embrionária, grande como um feijão, sobe de pata em pata pela pele de sua mãe, guiada, segundo se crê, pelo seu senso de olfato, em busca da bolsa dela — jornada que leva cerca de três minutos. Localizando-a, se o fizer, mergulha lá dentro, para ali completar o processo de nascimento, que leva diversos meses.
Mas, suponhamos que não encontre a bolsa, o que se dá então? Pior para ele! Poderia continuar perambulando por cerca de meia hora, e, se ainda falhar, sua carreira vitalícia atinge um fim prematuro. E o que faz a mamãe canguru durante tudo isso? Simplesmente nada. Ela nem se preocupa. Por volta deste tempo, com toda a probabilidade, ela já concebeu de novo, enquanto Joey se achava no seu canal de nascimento. Mas, o novo embrião não se desenvolverá além de cem células. Neste estágio, seu desenvolvimento é paralisado no que é chamado de "blastocisto", prevendo-se alguma emergência como esta. E, neste estágio paralisado de desenvolvimento, permanecerá até que a bolsa seja desocupada e só então reiniciará seu crescimento.
Mas, nosso Joey realmente conseguiu. Atingiu seu destino sem ser ajudado. A mamãe canguru fez muito poucos preparativos, simplesmente lambendo a bolsa para limpá-la, e daí sentando-se em sua cauda virada para a frente e encostando-se numa árvore para não tombar desta posição instável. Uma vez dentro da bolsa, Joey se fixa em uma teta e esta imediatamente se incha e o prende ali, e mamãe, pela ação muscular, injeta seu leite pela pequenina garganta dele. Daqui para a frente o único meio de remover Joey é por rasgar sua boca.
Tão incrível é todo este processo que os primitivos exploradores e naturalistas achavam que Joey nascia na bolsa, "como maçãs num ramo de árvore", como um deles o descreveu. Foi muitos anos depois que, no Zoológico de Londres, se testemunhou o nascimento embrionário e até mesmo então pensava-se que a mãe transferira o filhote para a bolsa com seus lábios. Não foi senão em 1932 que se soube que ele se dirigia para a bolsa sem ser ajudado.
Podemos pular o período em que Joey se acha na bolsa, exceto para observar que cresce ali do tamanho de um feijão, pesando menos de um grama, chegando a atingir vários quilos. Só depois de oito meses e quando desmamado, ele se desliga e então começa a deixar a bolsa por curtos períodos. Mesmo assim, ainda gosta de tomar seu desjejum na cama — proeza que facilmente executa por inclinar-se para fora da cama e petiscar a grama que passa, à medida que mamãe se alimenta.
Correndo (saltitando) agora, junto com de seis a cinqüenta cangurus, Joey atinge a maturidade como canguru, sendo chamado de "papai canguru" na linguagem do sertão. Se for da variedade "vermelha", talvez atinja de um metro e meio a um e oitenta de altura, pesando cerca de 90 quilos, pule até uns três metros de altura e percorra uns seis metros em cada salto, a uns quarenta e oito quilômetros por hora.
Trata-se duma criatura branda ou até mesmo tímida, a menos que seja encurralado e tenha de lutar pela sua vida. Nesse caso, com as costas viradas para uma árvore e sentado sobre a cauda, golpeia com as patas dianteiras e traseiras e unhas aguçadas — bom páreo para diversos cães. E, se achar que está levando a pior, saltita até um "bilabong" ou poço de água. Ali, com água até a cintura, submergirá um cão após outro, à medida que nadam até ele, e os segurará em baixo de sua cauda ou de suas patas até se afogarem. Isto já é o bastante quanto ao canguru.


O Coala


Há outros marsupiais além do canguru. Isto o surpreende? Surpreende a alguns, mas quem já não viu uma figura do acariciante coala? É marsupial, e as fêmeas dispõem duma bolsa. Seu nome significa, na linguagem dos aborígenes: "Não bebo." E, deveras, não bebe. Mas, o que come? Até um quilo e trezentos gramas de folhas de eucalipto diariamente. Isso explica por que, se vive fora da Austrália, não dispõe dum coala em seu zoológico local. O governo da Austrália proíbe sua exportação. Nenhum outro país pode alimentá-lo. Ele é um comedor seletivo. Dentre mais de cem espécies de eucaliptos, come as folhas de apenas seis, e, visto não se encontrarem fora da Austrália em profusão, ele morreria.
Diz-se que as folhas do eucalipto têm efeito narcótico, sendo possivelmente responsável pela natureza sonolenta e dócil do coala. Mas, cuide-se! Não permita que a amabilidade e a brandura dele o enganem. Certo soldado estadunidense cometeu tal erro, depois de acariciar um deles no zoológico. Encontrando um outro mais tarde na floresta, pensou que aceitaria isso e mostrou-o a sua namorada no carro. O coala pensava diferente. O preço da ignorância do soldado foi um novo uniforme e seis semanas no hospital.


Outros Marsupiais


Entre os outros marsupiais há muitos bem parecidos com seus "sósias" placentários, tanto em aparência como em hábito, que podiam ser facilmente confundidos com eles. Camundongos, ratos, gatos, toupeiras, tamanduás e lotos marsupiais são como os placentários em certos respeitos, todavia, são bem diferentes de outros modos.
Por exemplo, há um camundongo que pode saltar um metro e oitenta e apanhar um inseto no ar pela detecção do tipo sonar, um gato que dá à luz vinte gatinhos, mas só tem seis tetas, e um lobo que pode abrir a boca por 180 graus.
Há o ratão que pode fazer um buraco mais rápido do que o homem e sua pá podem segui-lo e cuja bolsa se abre sabiamente na direção da cauda, de modo a não encher-se de poeira. Certo canguru com cauda preênsil é arborícola e um notável acrobata. Há o tamanduá marsupial que não possui bolsa, também um pequeno camundongo marsupial que vive nas rachaduras secas da lama, e tem um crânio de apenas uns dois centímetros desde o cocoruto até o pescoço.
Ainda existe hoje na Austrália e na Nova Guiné um total de 175 espécies de marsupiais, das quais 104 são vegetarianos e 71 são carnívoros. Os marsupiais extintos, segundo se diz, incluem o diprotodon, tão grande como um rinoceronte, e um canguru de três metros de altura, o procoptodon.
Fica maravilhado de que os primitivos exploradores e colonizadores da Austrália ficaram perplexos com a vida selvagem ali, tão oposta a tudo que conheciam antes? Exceto dois nas Américas, os marsupiais não são nativos de nenhuma outra parte da terra.


Os Monotremos


Há milhares de espécies de placentários, 175 de marsupiais, como já observamos, mas apenas dois monotremos. Ambos se acham apenas na Austrália.
A palavra "monotromo" provém do grego e significa "uma cavidade". Isto se refere a que no corpo do monotremo só existe uma saída, chamada a "closea". Através desta passagem sai o excremento, a urina e os ovos. Sim, OVOS! As duas espécies de monotremos são os únicos mamíferos conhecidos que põem ovos.
A maioria das pessoas já conhecem o ornitorrinco. Como se não ficasse satisfeito de ser um mamífero que põe ovos, o ornitorrinco acumula uma excentricidade sobre a outra, até que parece alguma brincadeira dum taxidermista. E assim parecia aos que aos primeiro o viram. Com efeito, quando se enviou uma descrição dele a alguns naturalistas britânicos, simplesmente se recusaram a crer no informe. Até mesmo quando se lhes enviou um pele seca, decidiram que era impostura. Por que toda essa incredulidade? Vejamos.
Além de por ovos, o ornitorrinco tem a seguinte miscelânea: pele animal, condutos mamários, bico de pato, pés palmados, cauda pesada do tipo de castor, garras venenosas nos pés e bolsa nas bochechas semelhante à do macaco para estocar alimento. Pode imaginar a impressão que o ornitorrinco causou a estes primitivos naturalistas?
Todavia, por causa desta miscelânea de dádivas, o ornitorrinco reflete a sábia perícia do Criador, tornando-o admiravelmente adequado para seu ambiente, de modo que floresceu até o advento do homem e da espingarda. Com esporões para escavar e pele para manter-se quente, está bem à vontade em terra, embora seu ambiente real seja a água. O mais maravilhoso de tudo, porém, é seu bico.
Não se trata dum membro córneo e sem vida como o do pato. É altamente sensível — uma massa de terminais nervosas. Quando submerge e se impele pela poderosa cauda e pés palmados, seus olhos e ouvidos ficam hermeticamente selados e o bico assume o controle. Penetrando pelo limo, suga lama, areia e vermes! Vermes, e camarões grandes e larvas! Agora seu bico mantém-se ocupado em selecionar a carne da lama, estocando a primeira em sua bolsa das bochechas e expelindo a última até vir à tona em busca de ar e para consumir sua presa. Mantém-se ocupado, legitimamente, pois come a metade de seu peso em vermes por dia. Isto explica por que, em cativeiro, custa mais de ser mantido do que um elefante.
Além de funcionar como orelhas, olhos e nariz quando nada, seu bico se torna um radar embutido quando escava. A Nature Library (Biblioteca da Natureza) de Life, tem o seguinte a dizer: "O bico do ornitorrinco é uma massa de nervos que transmite sensações táteis . . . Quando escava, o ornitorrinco, segundo se diz, possui misteriosa consciência das cavidades na terra adiante, o que o habilita a evitar romper adjacentes coutadas de coelhos, buracos de ratos ou outras cavidades de ornitorrincos." Similarmente, sente as raízes das árvores e as rochas que estão adiante, desviando-se antes de atingi-las. Não concordaria que o ornitorrinco se acha maravilhosamente adaptado para seu ambiente?
O mesmo se pode dizer do outro membro da família dos monotremos, a équidna. Como o único outro mamífero que põe ovos, poder-se-ia esperar que se assemelhasse ao ornitorrinco. Mas, além de por ovos, assemelha-se ao outro esperar que se assemelhasse ao ornitorrinco. Mas, além de pôr ovos, assemelha-se ao outro apenas de duas formas: Ambos amamentam seus filhotes e ambos têm uma única saída para o corpo, ou cloaca.
O nome mais comum, tamanduá espinhoso, revela melhor a aparência da équidna. Em realidade, parece-se muito ao porco-espinho, exceto que seus espinhos são mais curtos, mais grossos e extremamente aguçados. Suas pernas curtas e poderosas se acham admiravelmente feitas para meter-se em cupinzeiros duros como o ferro em busca de sua dieta favorita, os cupins.
A équidna dispõe também duma bolsa. Ou, declarando-se melhor, pode produzir uma à vontade. Depois de ter chocado o filhote, a fêmea, por contração muscular, forma uma bolsa em torno das glândulas mamarias, e nela, por meios que não conhecemos, é colocado o filhote. Ali permanece como hóspede, lambendo a superfície saturada de leite para nutrir-se, até que seus espinhos comecem a formar-se e deixe de ser um ocupante pacífico do berço carnal da mamãe. E lá se vai ele!
Além destas, a équidna possui outras características singulares. Uma destas é sua prodigiosa força, apesar de ter apenas uns cinqüenta centímetros de comprimento e pesar apenas de novecentos gramas a um quilo e trezentos. Certo naturalista provou isto quando manteve uma a noite toda para a sua segurança em sua sala de estar. Por volta da manhã, nos esforços de conseguir um meio de fuga, a équidua havia arrastado toda peça de mobília pesada para longe da parede! Somente um fogão de ferro a derrotara — achava-se preso à parede!
Outro atributo interessante da Sra. Équidna é a sua habilidade de escavar verticalmente — em grande velocidade! O focinho e as garras se unem em mover até mesmo pedrinhas duras de debaixo dela para os lados e para cima a uma velocidade que a abaixará, escondendo-a da vista, em cerca de um minuto, não raro deixando visíveis alguns espinhos agudos para pegar qualquer nariz ou garra perscrutadores. Por fim, há a sua habilidade de achatar-se e penetrar por uma abertura de apenas dois centímetros e meio.


in Despertai de 8/1/1971 pp. 9-13

Provérbio da semana (15:10)

A disciplina é má para quem deixa a vereda; quem odiar a repreensão morrerá.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Homem tinha árvore a crescer num pulmão


O homem, Artyom Sidorkin, de 28 anos, consultou o médico porque tinha constantes dores no peito e tosse persistente com sangue. Os médicos suspeitavam que o paciente tinha cancro nos pulmões. Surpreendentemente, quando os médicos estavam a operar Artyom, para retirar o suposto tumor maligno, verificaram que não se tratava de cancro mas sim de uma pequena árvore a crescer dentro do pulmão, segundo informa o sítio online do jornal espanhol “ABC”.De acordo com o diário "Komsomolskaya Pravda", após a cirurgia, nos Montes Urais na Rússia ocidental, os médicos acreditam que Sidorkin pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo.O russo, quando confrontado com o relatório dos especialistas, nem queria acreditar. Pensou que “estava a delirar”, noticia o “Globo.com”, quando lhe disseram que tinha sido encontrada uma árvore num dos pulmões.




Pronto, vou deixar de engolir as grainhas das uvas!

O saber não ocupa lugar - 238


A bandeira da Líbia é a única bandeira do mundo que possui apenas uma cor.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Peruano operado depois de erecção que durou oito dias


Um agricultor peruano que mantinha uma erecção há oito dias foi operado de emergência, depois de se dirigir ao hospital com dores severas. O homem de 53 anos não havia tomado nenhum estimulante nem bebido álcool.«O paciente chegou ao hospital com fortes dores por causa da erecção», afirmou à AFP o cirurgião Nelson Carrasco, que esclareceu que o doente, um homem de 53 anos, não tinha tomado nenhum estimulante sexual ou bebido álcool. O clínico adiantou que o paciente, a quem submeteu a cirurgia, sofre de priapismo, uma patologia que pode até causar a perda do órgão genital. «Estamos a tentar descobrir a causa do priapismo, porque se não a resolvermos pode voltar a manifestar-se», indicou o médico.


SOL com agências / EstranhomasVerdade.com


Afinal não era do Viagra...

O saber não ocupa lugar - 237


Um total de doze homens pisou na Lua, sendo que nove deles ainda estão vivos.

São prejudiciais os aditivos químicos?


PEDE-SE que o público creia não haver nenhum dano em todos os aditivos químicos no alimento, visto que a quantidade ingerida cada dia é usualmente pequeníssima. Ainda assim, esta questão persiste nas mentes dos que arrazoam sobre o que se lhes pede que creiam: Se ampla dose de uma substância química é venenosa e prejudicial, não será também prejudicial um pouquinho dela cada dia, apenas que levará mais tempo para produzir seu efeito?
Os que argumentam a favor da segurança dos aditivos não raro se referem a que pequena quantidade de sal é boa para a saúde da maioria das pessoas, mas grandes doses de sal podem matar. Por conseguinte, concluem que outras substâncias químicas são seguras em pequenas doses. Isto pode ser verdade, uma vez que essas outras substâncias químicas possam ser eliminadas como as quantidades em excesso de sal e não sejam cumulativas como DDT no corpo.
Pode-se argumentar que ainda não há prova definitiva de que tais aditivos químicos prejudiquem as pessoas. Mas, não significa isso pôr o carro adiante dos bois? Talvez seja melhor declarar-se o oposto, que não há prova definitiva ainda de que tais aditivos alimentícios não prejudiquem as pessoas. Não seria, portanto, mais sensato reduzir ao mínimo absoluto o uso de tais aditivos, até o tempo em que desapareça toda sombra de dúvida quanto à sua segurança?
Um caso em pauta: Há aqueles que há muito argumentavam que o fumo era provavelmente prejudicial. Mas, no dia a dia não era possível ver-se qualquer mudança visível na saúde, de modo que os promotores de cigarros gostavam de dizer que não havia nenhum dano. Agora, depois de décadas de experiência, acha-se definitivamente comprovado que fumar é prejudicial à saúde. Pode provocar câncer, doença cardíaca e outros males. Mas, isto levou muitos anos para se provar. Quem diria que os aditivos em nosso alimento não têm também efeitos prejudiciais, muito embora a longo prazo?
Há amplas diferenças na constituição do corpo. Provavelmente conhece pessoas que podem ficar expostas ao tempo frio por longos períodos sem ficar doentes. Todavia, outras talvez só possam expor-se brevemente e, ainda assim, ficam doentes.
Ninguém pode afirmar qual é o limite de tolerância para qualquer pessoa. Aquilo que talvez não prejudique a alguém que goze de bastante vitalidade, de modo que seu corpo pareça eliminar os agentes prejudiciais, talvez mate outra pessoa que não goze de tal vitalidade. Assim, quem pode dizer quanto de certa substância química realmente prejudica a saúde da pessoa? Mesmo que seja apenas pequena porcentagem da população que é prejudicada, gostaria de fazer parte dessa porcentagem?
Os que argumentam a favor de certo ponto de vista talvez dirijam sua atenção para os resultados de certas experiências. Mas, é tal evidência sempre conclusiva? Por exemplo, ratos que foram bem nutridos por um período de seis meses não obtiveram nada para beber senão bebidas de cola. Verificou-se que seus dentes se dissolveram até às gengivas. Diz-se que os ácidos contidos nessas bebidas podem dissolver até o ferro e o calcário. Isso parecia, à superfície, uma experiência muito impressionante e poder-se-ia tirar a conclusão de que, certamente, algum dano poderia sobrevir aos humanos caso ingerissem tais bebidas, quer por um período longo quer apenas ocasionalmente.
No entanto, perde-se grande parte da força deste argumento quando se argumenta que os ácidos no suco de limão e no vinagre também dissolvem o ferro e o calcário. Por isso, se os ácidos da cola em pequenas doses são prejudiciais a longo prazo, então o suco de limão e o vinagre também, poder-se-ia afirmar, são prejudiciais à saúde. Assim, é evidente que ampla gama de conhecimento é necessária se hão de se tirar conclusões sólidas.


Quem Sabe Mais?


Nesta controvérsia quanto aos aditivos alimentares, verifica-se que as opiniões variam de um extremo ao outro. Há os que gozam ao máximo todo aditivo que agrada e excita seus sentidos. Os conservadores, por outro lado, talvez lhe perguntem: Se o Criador tivesse proposto que certas substâncias químicas existissem em nosso alimento, não as teria colocado lá? Afinal de contas, quem sabe mais qual é a correta composição e o equilíbrio certo no alimento — o Criador, ou os homens imperfeitos?
Seguindo-se esta linha de raciocínio: Se tivesse um excelente automóvel que usasse apenas gasolina de alta volatibilidade, o que aconteceria se começasse a pôr partículas sujas e combustível barato no tanque de gasolina? Com o tempo, começaria a funcionar mal e, por fim, ficaria estragado, diminuindo o seu período de vida útil.
O Dr. William E. Smith, cancerologista, afirmou: "O crescente costume de se introduzir uma série infindável de moléculas biológicamente estranhas no organismo humano por várias vantagens comerciais não é diferente de se lançar uma coleção de porcas e parafusos no mais delicado mecanismo conhecido."
Muitos concluíram que não se trata mais duma questão de se estes aditivos químicos são prejudiciais ou não. Em sua opinião, trata-se duma questão apenas de se saber a extensão de seu dano. O Dr. Edward Ryan, antigo editor do Dental Digest (Seleções de Odontologia), declarou: "Toda vez que uma substância natural é removida de certo alimento, toda vez que um adulterante é acrescentado a certo alimento, perturba-se o equilíbrio da natureza. . . . Os processos químicos e celulares das células do corpo não podem reagir aos caprichos passageiros dos químicos sem perturbar sua função."


Juntando Tudo


Chemical Week (Semanário de Química), comentou: "O crescente problema de se colocar cada vez mais substancias químicas nos alimentos, observou o participante num painel, Maurice Shils, professor-adjunto de medicina da Universidade de Cornell, é ‘parte do problema de poluição. Deve haver boa razão antes de novas substâncias químicas entrarem em nossas reservas alimentares’."
A comparação destas substâncias químicas a poluidores traz outro aspecto deste assunto. A pessoa mediana talvez não ingira o suficiente de qualquer substância química aditiva cada dia de modo a ser prejudicada, mas expõe-se a mais do que apenas uma substância química em seu alimento todo dia. E, ademais, fica exposta a muitas de outras fontes.
Cada vez mais pessoas se preocupam com o ambiente poluído em que vivem. Há substâncias químicas estranhas em grande parte da água potável. A terra que produz grande parte do alimento foi ensopada com pesticidas e fertilizantes químicos. E o que dizer do ar que respiramos, Em muitos países, é positivamente horrendo. Por exemplo, certo informe sobre as descobertas dos cientistas estadunidenses do Centro de Pesquisas das Ciências Atmosféricas declara: "O último vestígio de ar limpo que o centro notou nos Estados Unidos foi próximo de Flagstaff, Arizona, mas desapareceu há seis anos atrás quando . . . a poluição atmosférica da costa da Califórnia atingiu a cidade do norte do Arizona." — Register de New Haven.
Newsweek, noticiou: "Os resíduos na atmosfera dos EUA prejudicam o gado na Flórida, descoloram a pintura das casas e automóveis em Lincoln, Maine, matam pinheirais a uns 100 quilômetros de Los Angeles, e estragam orquídeas no Texas e em Illinois, bem como o espinafre na Califórnia meridional. Alguns norte-americanos pagam com sua vida; males respiratórios tais como a asma, a bronquite, o câncer pulmonar e o enfisema crescem em índices alarmantes."
Assim, quando se junta tudo, verifica-se que não mais se trata apenas de uma substância química em pequenas quantidades. O ataque de todos estes elementos antinaturais — as substâncias químicas em nossos alimentos, o ar sujo que respiramos, as substâncias estranhas na água que bebemos — bem que podem ser responsáveis por algumas das doenças sofridas pelo povo hoje em dia.


O Que Pode Ser Feito


O que pode fazer a pessoa se preferir não consumir tantas substâncias químicas? Ao passo que é impossível evitá-las por completo em grande parte do mundo hoje, visto que seu uso se acha tão difundido e, muitas vezes, acha-se oculto da vista, pode aplicar as sugestões na tabela abaixo.
Por fazer pessoalmente tais coisas, sem dúvida isso trará proveito para si mesmo e para sua família até certo ponto, mas não removerá as principais causas da saúde ruim e da doença. Até mesmo se vivêssemos num ambiente livre de poluição, e fossem proscritos os aditivos alimentares, a humanidade ainda continuaria a sofrer os efeitos do pecado e da morte. Também, o problema da poluição é inerente ao atual sistema de coisas em que vivemos, e este sistema de coisas não é algo que podemos mudar.

Para Reduzir Sua Ingestão de Substâncias Químicas
(1) Examine os rótulos de todos os alimentos que são acondicionados, enlatados ou engarrafados, e escolha os que contiverem o mínimo de aditivos possível.
(2) Diminua o uso de alimentos que já vêm prontos, só se precisando misturados com algo. Talvez leve um pouco mais de tempo para preparar os seus alimentos, mas, em alguns casos, talvez sejam mais saudáveis.
(3) Se não puder obter pão que seja saudável e na maior parte livre de aditivos, talvez lhe seja proveitoso cozer seu próprio pão. Alguns pães comerciais têm muito pouco valor alimentício real.
(4) Quando possível, sirva à sua família frutas e legumes frescos, cuidadosamente lavados. Talvez até possa cultivar alguns em seu próprio quintal.
(5) Prefira bebidas naturais, tais como leite, ao invés de "refrigerantes". Alguns sucos de frutas vendidos comercialmente talvez sejam na maior parte livres de aditivos. Em certos casos, talvez deseje espremer suas próprias frutas.
(6) Por obter carne fresca, sem ser processada, e cozinhá-la, evitará muitos dos aditivos usados em pedaços de carne congelada e em outros produtos relacionados.
(7) Visto que os pesticidas tais como o DDT tendem a concentrar-se na gordura dos animais, poderá reduzir sua ingestão dos mesmos por aparar os excessos.


in Despertai de 8/1/1971 pp. 5-8

Provérbio da semana (15:7)

Os lábios dos sábios estão difundindo conhecimento, mas o coração dos estúpidos não é assim.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Sobreviveu a três acidentes numa hora


Uma mulher alemã, de 69 anos, envolveu-se em três acidentes de viação em menos de uma hora, deixando no total sete veículos danificados.
A senhora, apesar de todos os contratempos, teve apenas ferimentos ligeiros, informou a polícia esta terça-feira.
A alemã, natural de Berlim, colidiu, num primeiro acidente, contra três carros ao tentar sair do parque de estacionamento do supermercado Island Usedom Baltic.
Depois, acidentalmente, a condutora pisou o acelerador e, a alta velocidade, acabou por se despistar e entrar num relvado de uma habitação.
A senhora foi então transportada para o hospital numa ambulância, mas, antes mesmo de chegar, o veículo foi atingido por um camião.
“Teve realmente muita sorte, pois não se magoou gravemente em nenhum dos acidentes” disse o porta-voz da polícia Zinnowitz Axel Falkenberg." Os acidentes pareciam dominós, uns sobre os outros...", ironizou.




É preciso ter sorte... Ou então pontaria!

terça-feira, 7 de abril de 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O saber não ocupa lugar - 235


Lenin, marxista e ateu, era filho de um homem monarquista e extremamente religioso.

Pessoas de tamanho pequeno


SE ESTIVESSE lutando com um empecilho físico, tal como uma perna coxa, gostaria que os outros zombassem de sua condição? Antes, apreciaria que manifestassem empatia. E isto se dá com os que são incomumente pequenos na estatura física.
Os que são incomumente pequenos pertencem principalmente a um dos dois grupos: nanicos e anões. No caso dos verdadeiros nanicos, tudo neles é ‘mini’ — a cabeça, o corpo, seus membros, sua força física — mas não suas faculdades mentais e emocionais. O menor nanico de que há registro era um árabe que alcançou a estatura de apenas trinta e quatro centímetros. Cerca de um em um milhão de nascimentos resulta num nanico, a maioria dos quais tem tamanho normal ao nascer.
Os nanicos são usualmente resultantes de deficiência do hormônio do crescimento segregado pela parte fronteira da glândula pituitária situada na base do cérebro. No entanto, às vezes as deficiências nutricionais ou infelizes condições domésticas podem ser as causas ou fatores contribuintes. Os nanicos que sofrem de deficiência apenas do hormônio do crescimento podem ter filhos que usualmente têm estatura normal. Assim, um casal de nanicos, de pouco mais de sessenta centímetros, criaram quatorze filhos, todos os quais atingiram a estatura mediana. Alguns nanicos, porém, são incapazes de ter filhos.
Os anões se confrontam com diferente problema. Sofrem duma doença óssea, a falta de formação da cartilagem. Ao passo que o hormônio humano do crescimento se tem provado de ajuda para os nanicos jovens, não se encontrou nenhum remédio para os anões. Como resultado de tal defeito, os membros dos anões são muito curtos, ao passo que o resto do corpo é de tamanho normal. E, ao passo que as mães nanicas podem ter filhos, apenas pela operação cesariana, não parece haver dificuldade de os anões terem filhos, que, com maior probabilidade, também serão anões. Como acontece com os nanicos, os anões são de tamanho normal ao nascerem.
Os nanicos, porém, têm algumas vantagens. Os nanicos mudam pouco de aparência ao se tornarem mais velhos. Como grupo, são extremamente saudáveis.
Os nanicos também têm alto índice de metabolismo, cerca de uma vez e meia à do povo de tamanho médio. Assim, diz-se-nos que um nanico de vinte e sete quilos pode comer tanto quanto um homem três vezes mais pesado!
É fácil de entender porque os nanicos e os anões não gostam de ser encarados fixamente, nem que se zombe deles, nem que se os considere como aberrações da natureza ou curiosidades. Desejam ser aceitos como pessoas à base de suas habilidades, suas perícias, suas consecuções. Certo nanico inglês de um metro e cinco centímetros de altura se tornou notável como ator e escultor e tinha um QI incomumente alto. Disse: "Por dentro não me sinto nanico!" Entre os estadunidenses de tamanho pequeno há os que dispõem de diplomas universitários, os engenheiros eletrônicos, os advogados, e assim por diante. Muitos guiam seus próprios carros, tendo extensões afixadas aos pedais, e alguns até pilotam seus próprios aviões. Com efeito, parecem determinados a provar que não estão nem um pouquinho atrás das pessoas de tamanho normal. Isto parece ser demonstrado pelo fato que dois quintos deles escolhem cônjuges de tamanho normal.
Assim, quando encontrar uma dessas pessoas de tamanho pequeno, trate-a como concriatura humana que é. Apreciará isso.


in Despertai de 22/12/1970 p. 28

Provérbio da semana (15:6)

Na casa do justo há provisão abundante, mas na safra do iníquo há o banimento.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.