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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As bactérias que alimentam sua família


DIMINUTAS bactérias, pequenas demais para serem vistas a olho nu, produzem alimento nutridor para o leitor e sua família. É alimento saboroso que pode ser saboreado ao natural ou pode ser usado para destacar muitos outros alimentos. Este alimento delicioso é o queijo.
Há muitas variedades. Mas, por certo, as que vê no mercado não são todas. Juntando-se todas, há aproximadamente quatrocentas espécies diferentes. Quando contempla a variedade de queijos no local de suas compras, já se quedou admirado de como são feitos e o que torna um diferente do outro?
O queijo é usualmente feito de leite de vaca, mas o leite de qualquer animal pode ser usado. Na Índia, há queijos feitos de leite de búfala, e, no Oriente Médio, usa-se leite de camela para fazer um queijo chamado krutt. Os lapões fazem um de leite de rena, e, no Nepal, usa-se leite de iaque. O leite de cabra e de ovelha é também usado em vários países.
Mas, ao contemplar um copo de leite e um pedaço de queijo, não vê muita semelhança, vê? Todavia, um provém do outro. As bactérias tornam possível a notável transformação do leite em queijo.


Preparando o Leite


Se fosse fabricar queijo, como agiria? Primeiro, lembre-se de que o leite é especialmente adequado para a proliferação de microorganismos, de forma que é facilmente contaminado. Por isso, as vasilhas, bem como os utensílios usados na fabricação de queijo têm de ser esterilizados. Se o tipo errado de bactéria penetrar no leite, seus empenhos de fabricar queijo talvez não tenham êxito.
Para se fornecer um campo mais amplo às bactérias usadas para se fazer queijo, aqueça o leite de modo a destruir uma parte dos microorganismos que já existem nele. Daí, coloque as bactérias necessárias para transformar o leite em queijo. Trata-se do tipo de bactéria que produz o ácido láctico pela fermentação do leite.
Pode-se obter as bactérias, quer em forma líquida quer em pó, de companhias especializadas em produzir culturas de alta qualidade. Quando se coloca o pó em pequena quantidade de leite esterilizado, as bactérias são reativadas. Considere este leite como sua cultura inicial ou cultura mãe. Proteja-o cuidadosamente da contaminação por outros microorganismos.
Leva-se de doze a dezoito horas para a cultura mãe ficar pronta a fim de se preparar a massa caseosa. Daí, quando a massa caseosa ficar pronta, mistura-se num cincho de leite que deve ser transformado em queijo. Esta massa caseosa deve corresponder a cerca de 4 por cento do cincho todo.
Uma vez que a massa caseosa tenha sido misturada ao leite, a fermentação se inicia. Isto estabelece uma condição ácida no leite, resultante da ação bacterial. Para ajudar a atividade bacterial, aqueça o leite a 29,4° centígrados durante mais ou menos a primeira hora.


Formando a Coalhada


No momento em que a crescente condição ácida do leite estiver no ponto, misture algum coalho. O coalho contém a enzima lab-fermento, das células do revestimento estomacal dum novilho. Os fabricantes obtêm o coalho por processarem o revestimento tirado do quarto estômago dos bezerros.
O coalho age como catalizador, provocando uma reação química em que a caseína do leite coagula-se como coalhada insolúvel e visível. Se a acidez do leite estiver em nível ideal, a coalhada ficará firme em cerca de quarenta a cinqüenta minutos, enchendo todo o cincho com uma massa sólida. É bem parecida com o iogurte.
A temperatura em que o coalho produz uma coalhada que melhor se adapta a muitas variedades de queijo é de aproximadamente 30° centígrados. Depois de se agitar o coalho por todo o leite, deve-se parar a agitação e se permitir que o leite permaneça absolutamente assentado enquanto ocorre a coagulação.


Cortar a Coalhada


A massa sólida de coalhada precisa ser rompida a fim de se permitir que o soro se drene. Uma lira, consistindo em uma série de arames paralelos, é usualmente utilizada pelos fabricantes de queijo para tal fim. É inserida na coalhada e usada de tal modo que a coalhada é cortada em cubos de seis ou doze milímetros. Às vezes, são cortados cubos maiores quando se deseja um queijo com maior umidade.
À medida que o ácido atua sobre a caseína da coalhada, a coalhada sofre mudanças em suas propriedades físicas. Entretece-se e se torna mais suave, mais firme e mais elástica. Uma máquina de cortar é então usada pelos fabricantes de queijo para cortar a coalhada entretecida de certos queijos em pequenos pedaços.
Em alguns casos, salga-se a coalhada nesta ocasião, mas, em outros, a salga é feita depois, por mergulhar o pedaço de queijo numa solução salina. Os pedaços de coalhada são então colocados em moldes, e estes são submetidos a pressão de quatro a oito toneladas.
A quantidade de pressão varia conforme o tipo de queijo que se fabrica. Em alguns casos, não se aplica pressão externa. Isto se dá com o queijo roquefort. Se fosse comprimido com muita força, o ar não poderia penetrar nele, e isso impediria que se formasse um bolor desejável dentro dele.
O requeijão exige outros cuidados. Ao invés de se permitir que se entreteça, é lavado duas ou três vezes para se remover sua acidez. Adiciona-se então creme pasteurizado para tornar cremoso o queijo. Visto que o requeijão não fica curado, não pode ser guardado por muito tempo e, assim, deve ser comido enquanto está fresco.


Curando o Queijo


Das prensas, o queijo vai para a cave de maturação para o processo de amadurecimento. Isto também envolve a ação bacterial que provoca a decomposição da gordura, das proteínas e dos carboidratos. As enzimas produzidas pelas bactérias provocam tais reações químicas, e continuam por todo o período de amadurecimento.
Para que o processo de maturação se processe bem, a temperatura e a umidade da cave de maturação tem de ser cuidadosamente controladas. A temperatura poderá ir de 4,4° a 15,6° centígrados, dependendo do tipo de queijo, do aroma, contextura e aparência desejados.
O tempo em que o queijo permanece nesta cave de temperatura controlada varia conforme o tipo de queijo. Poderá ser de dois a quarenta e oito meses. Durante esse tempo, as bactérias e as enzimas que produzem provocam alterações químicas no queijo, fazendo com que se torne mais macio, mais maleável, e tenha maior sabor aromático. A coloração do queijo é obtida por se adicionar um agente colorador.


Pestes


Como seria de se esperar, há pestes que podem estragar o queijo. Uma delas é o ácaro do queijo. Trata-se dum diminuto inseto que se assemelha à aranha. Quando os ácaros do queijo infestam um queijo, deixam sua superfície coberta de pó marrom. Em curto tempo, podem reduzir um queijo a um montículo de pó.
Outra peste é a mosca do queijo. Deposita ovos nas rachaduras e fissuras de queijos muito velhos. As larvas de moscas nascem de tais ovos e penetram no queijo ao se alimentarem dele. Daí, permanecem num buraco até se desenvolverem em moscas. O queijo, naturalmente, fica estragado para consumo humano. Ainda outra peste é um vírus chamado bacteriólise, que pode ser muitíssimo destrutivo para um lacticínio.


Variedades de Queijos


Classificam-se os queijos como pertencendo a dezoito tipos diferentes, e estes são comumente divididos segundo a contextura e o aroma. A contextura poderá ser mole, média ou dura, e o aroma poderá ser brando, médio ou forte.
Um queijo mole talvez inclua um queijo curado tal como o camembert, bem como um queijo não curado tal como o requeijão. Este último é o mais simples dos queijos.
Um queijo médio ou semimole é um queijo curado. Inclui queijos tais como o limburger e o munster.
Os queijos duros também são queijos curados e incluem o suíço e o cheddar. Cerca de vinte litros de leite são necessários para se fazer cerca de um quilo de queijo duro.
Uma variedade muito popular é o queijo processado. Constitui-se pela mistura e aquecimento de diversas porções de queijo natural. Após a adição de um agente emulsificador, tal mistura se torna uma massa plástica homogênea. As pessoas apreciam usá-la para cozinhar por causa da forma suave com que se derrete. Não obstante, uma característica indesejável é que para emulsificá-la, colori-la, preservá-la, estabilizá-la e engrossá-la são usadas substâncias químicas.
Há, deveras, grande variedade de deliciosos queijos à sua escolha. Todos estes queijos são excelentes alimentos ricos em proteínas que contêm vitaminas, cálcio, fósforo e outros minerais. E, em vista do importante papel que as bactérias desempenham no fabrico do queijo, quando puser queijo na sua mesa, poderia afirmar que as bactérias alimentam à sua família.


*** g70 22/8 pp. 17-19 ***

O saber não ocupa lugar - 189


O Jardim de Serre de la Madone (6 hectares), muitas vezes mencionado apenas como Serre de la Madone ("Serra de Nossa Senhora"), é um jardim famoso pelo seu desenho e pelas plantas raras que possui.

Provérbio da semana (14:13)

Mesmo no riso o coração talvez sinta dor; e é em pesar que acaba a alegria.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O saber não ocupa lugar - 188


A língua wayuu (Wayuu: wayuunaiki) é falada por 305 mil indígenas do povo Wayuu no noroeste da Venezuela e noroeste da Colômbia, na península de Guajira.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dar presentes com consideração



"MUITO obrigado." Tais palavras se acham entre as mais lindas de qualquer língua, pois expressam apreciação por uma dádiva, um cumprimento ou um favor. E quanto mais consideração e esforço foram postos no que é oferecido, tanto mais calorosos os agradecimentos e tanto maior a apreciação. Todavia, conforme já observou sem dúvida, alguns presentes são aceitos gratamente, ao passo que outros talvez não sejam recebidos com entusiasmo. Por que isto se dá? Um fato talvez seja o motivo do dador. Outro talvez seja o próprio presente; e, não raro, a maneira com que é presenteado determina a maneira com que é recebido.

Importante o Nosso Motivo

Os presentes contribuem bastante para unir pessoas e manter amizades porque a bondade gera bondade. O motivo, contudo, é tão importante quanto o próprio presente. Quando foi a última vez que questionou seus motivos de oferecer presentes? Quando oferece presentes, é usualmente porque se sente obrigado a fazê-lo ou porque verdadeiramente dá com espírito generoso? Dá principalmente por considerar a ocasião ou por causa do interesse na pessoa? São seus presentes oferecidos livremente, ou há exigências ligadas a eles?
Durante a época de Natal, em especial, milhões são gastos em presentes. E, embora esta seja anunciada como a época de se sentir jubilantes, muitas pessoas nesta época se sentem justamente o contrário. Algumas contraem dívidas para satisfazer suas obrigações de dar presentes. Freqüentemente dão porque é o costume e não porque desejem fazê-lo. Não é de se admirar que, no fim dos feriados, se achem "gastas" financeira, física e emocionalmente. Os presentes que deram não lhes trouxeram a felicidade que deveriam, visto não terem sido dados por um coração generoso. Antes, os presentes devem originar-se do sentimento espontâneo de calor e bondade para com o recebedor, unindo as duas pessoas mais intimamente. Devemo-nos sentir livres para dar presentes a alguém sempre que o desejarmos fazê-lo e pudermos fazê-lo, e não por causa de datas numa folhinha.

Dar Presentes Práticos

Uma vez satisfeitos de que nosso motivo seja correto, podemos então examinar a espécie de presentes que damos e o que realizam. Por exemplo, são práticos os seus presentes? Em outras palavras, é o item oferecido algo que o recebedor verdadeiramente usará com bom proveito? Dar-lhe-á prazer por apenas um dia ou é algo que usará com prazer por muitos anos? Por outro lado, talvez seja simplesmente posto de lado numa prateleira ou metido numa gaveta? A praticabilidade é um fator a se considerar, mas de jeito nenhum é o único.
Outra coisa a ter presente é que o custo do presente não é realmente o verdadeiro índice do seu valor. O item barato talvez seja mais altamente apreciado do que um custoso que não é necessário nem desejado. Uma criança pode fazer uma figura apenas com alguns lápis e um pedaço de papel. Mas, essa figura não será avaliada financeiramente pelos pais ou avós. Ficarão orgulhosos de mostrar essa "obra-prima" a outros. Uma suéter tricotada por um ente querido talvez custe menos para ser feita, mas talvez seja mais altamente prezada do que uma custosa, comprada numa loja.
Alguns presentes têm valor sentimental, pois servem como lembrete da consideração do dador. Por exemplo, o marido talvez dê à esposa uma torradeira de que ela necessita. Talvez seja um presente prático, que toda a família possa usar. Naturalmente, ela lhe agradece por ele. Todavia, talvez não seja tão apreciado por ela quanto um item pessoal, tal como um colar ou um artigo de vestimenta. Pois, sempre que ela usar tal item, lembrar-se-á do marido e isso lhe dará prazer por anos. Não se lembra de um presente pessoal que seu cônjuge lhe tenha dado há algum tempo atrás?
Todavia, nem todas as mulheres são iguais. Algumas talvez prefiram um item prático doméstico em lugar de um item pessoal para si mesmas. Isto não as torna menos femininas. Apenas sublinha seu lado prático. Portanto, o marido deve levar em consideração todas as facetas da personalidade de sua esposa ao escolher presentes para ela. O mesmo se dá com a esposa que escolhe um presente para o marido.
A graciosidade é necessária ao se dar algo e também é necessária ao receber presentes, quer da família quer de amigos. Há tantas pequenas cortesias que os amigos fazem uns pelos outros que estão além de retribuição. Por exemplo, quando um amigo faz regularmente um serviço em seu favor, agradece-lhe sinceramente? Com o tempo, considera este serviço como coisa corriqueira? Há muitas formas de se mostrar apreciação se for genuinamente sentida. Há também modos em que pode insultar alguém sem querer, se não for cuidadoso. Se objetar à sua generosidade, insistir que não a deva fazer ou que deva ser retribuída talvez torne a situação embaraçosa e prive a pessoa de grande parte da alegria de presenteá-lo. Isto, naturalmente, ninguém tenciona fazer, mas às vezes acontece.

Presentes Dados aos Filhos e Recebidos Deles

Às vezes os adultos recebem presentes com indiferença, mas raramente o fazem os filhos. Simplesmente adoram receber presentes. No que toca a presentes para os filhos, os pais são naturalmente os melhores juízes do que os seus filhos precisam e preferem. Portanto, seus presentes são amiúde práticos.
São os de fora do círculo imediato da família que talvez tenham dificuldades em escolher presentes. É por isso que, quando em dúvida, usualmente resolvem dar brinquedos. Estes não só mantêm as crianças ocupadas durante as horas em que estão despertas, mas, se forem escolhidos corretamente, muito podem contribuir para desenvolvê-las mental e fisicamente. Alguns brinquedos visam desenvolver seus conceitos mentais. Os velocípedes e as patinetes muito contribuem para desenvolver sua coordenação muscular. Outros fortalecem sua destreza, estimulam sua imaginação e promovem sua habilidade criativa. Telefones de brinquedos, bonecas, lápis de colorir, argila, blocos de construção e quebra-cabeças se enquadram nesta categoria. No entanto, visto que os brinquedos desempenham uma parte em desenvolver as atitudes mentais das crianças, os brinquedos que têm temas violentos — revólveres, tanques, granadas, e coisas semelhantes — podem resultar em dano duradouro. Por certo, ninguém deseja ferir aqueles por quem sente afeição.
Os filhos não só devem ser recebedores de presentes, mas dadores também. O que dizer de seus filhos? São incentivados a dar a outros? Se sabem costurar, tricotar, pintar ou cozinhar, será que dão como presentes aquilo que fazem? Têm talentos especiais? Logo nos primeiros anos, pode-se-lhes ensinar que se tratam realmente de presentes do Criador que devem ser livremente compartilhados com outros e não apresentados por um preço. Um lenço bordado, um pano tricotado para segurar panelas quentes, um quadro ou uma lata de biscoitos que fizeram constitui excelente oportunidade de iniciá-los na arte de dar a outros. Contribui muito para se sentirem dignos e com auto-respeito. Por que deveriam ser privados da felicidade que se deriva de dar? Sim, os pais sábios reconhecem que não só o que lhes dão ou fazem a favor deles mas também o que lhes ensinam a fazer em favor de si mesmos e de outros os ajudará a se tornarem adultos responsáveis e a ter êxito na vida.

Tempo — Presente Valiosíssimo

Muitas pessoas oferecem presentes materiais ao invés de devotarem parte de seu tempo a outros. Todavia, o tempo, com freqüência, é tido como de maior valor. Que esposa amorosa há que não preze o tempo que passa a sós com o marido? Similarmente os filhos, cercados por um quarto de brinquedos, talvez se sintam sós se seus pais não lhes dedicarem tempo. Dar de si mesmo a outros talvez exija mais tempo, mas aqueles que fazem verificam que os resultados são muitíssimo mais satisfatórios. Não é verdade que as famílias que passam tempo juntas usualmente permanecem unidas?
Há várias coisas que todos da família podem fazer juntos. Por que não visitar um museu local, uma impressora ou um parque nacional. Faça uma viagem de barco, passe um dia na praia ou num lago, goze um piquenique ou um passeio pela floresta. Juntos, cultivem apreciação pelos presentes oriundos do Criador — a vida, o alimento, a roupa, o abrigo, e todas as pequenas coisas que contribuem para a felicidade.
Em muitos lares, precisam ser feitos ajustes para que se dê mais generosamente uns aos outros esse precioso presente do tempo. Alguns pais raramente vêem os filhos porque os enviam para a rua, para o cinema local ou para a casa dos vizinhos, ao invés de gastarem tempo com eles. Outros talvez não permitam que seus filhos brinquem nas ruas cheias de crimes, mas permitem que passem grande parte do dia em frente da TV, onde obtêm uma dieta constante de crime e violência, simplesmente porque isso mantém os jovens ocupados. Quão muito melhor seria se, nos seus anos pré-escolares, se lhes lessem, e se lhes ensinassem a desenhar, a pintar e a ajudar nos trabalhos domésticos. Ajudem-nos a criar bons hábitos limpos que serão mantidos em suas vidas adultas. O tempo gasto com seus filhos paga ricos dividendos no futuro.
O presente do tempo da pessoa também pode ser estendido a parentes e amigos. Especialmente é apreciado pelas pessoas mais idosas. Que pai idoso prefere um presente material a uma visita pessoal de seus filhos? Exige-se muito pouco para contribuir para a felicidade das pessoas mais idosas: uma visita inesperada, um telefonema de surpresa de longa distância, uma carta amorosa. Por que não tenta fazer isso?
Sim, deriva-se muito prazer de receber presentes, em especial quando damos livremente aos outros do coração, pensando no que lhes trará proveito e lhes agradará.


*** g70 22/8 pp. 13-16 ***

O saber não ocupa lugar - 187


O tempo médio de vida da mosca é de 30 dias.

Provérbio da semana (14:12)

Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

O saber não ocupa lugar - 186


Bombaim, na Índia, é a cidade mais populosa do mundo em sua área urbana, com mais de 13 milhões e 600 mil habitantes.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Cuidar de seu jardim interior



A BELEZA de um jardim bem cuidado, com suas cores ardentes e frios contrastes verdes é apreciada por pessoas de todo o mundo. Para os hodiernos milhões de citadinos, no entanto, o prazer de cultivar coisas provavelmente se limite às plantas interiores. Até mesmo muitos jardineiros exteriores, quando se aproxima o frio do outono, começam a olhar em redor de suas casas e planejar um jardim interior que abrilhante os meses cinzentos do inverno.
"Mas, que plantas crescerão melhor dentro de minha casa?" — talvez pergunte. Bem, isso dependerá primariamente das condições atmosféricas — luz, temperatura e umidade — que seu lar ofereça. O solo correto, a água suficiente e a nutrição adequada também são importantes, mas podem ser variados para adaptar-se às plantas escolhidas. O ar fresco, também, é importante, embora a maioria das plantas devam ser protegidas de correntezas frias se hão de prosperar.
A origem de cada planta muito lhe dirá sobre como lidar com ela. Por exemplo, as samambaias crescem em florestas frias e sombreadas. Assim, podem crescer bem na casa em que até mesmo a luz solar é limitada. Os cactos pululam em desertos áridos e quentes e, assim, sobreviverão embora as temperaturas aumentem e o ar se torne muito seco na casa.

Exigências de Luz

O bem-estar das plantas depende de receberem a quantidade correta de luz. Via de regra, as plantas florescentes necessitam de muito mais luz do que as folhagens. A luz insuficiente fará com que as plantas fiquem com caules compridos, hastes fracas e folhas pálidas, com pouca ou nenhuma flor.
Tem presente uma janela voltada para o norte para o seu jardim? Em tais lugares em que a luz é mínima, talvez considere cultivar a hera ou a peperômia. Para dar um toque colorido, poderia adicionar uma ou duas violetas africanas, mas tenha cuidado de manter as folhas longe das vidraças frias.
Outras plantas de folhagem que não exigem grande porção de luz incluem: as bromeliáceas, a aglaonema, a seringueira, a sanseviéria, os antúrios e qualquer das cerca de 250 variedades de filodendro. Num lugar brilhante, embora não necessariamente ensolarado, um vaso ou dois de begônias ou não-me-toques, colocados entre as suas folhagens, aumentarão a agradável variedade de cores.
Por outro lado, se tiver abundante sol, sua escolha se amplia de forma a incluir quase todas as plantas florescentes cultivadas em vasos. E que excelente espetáculo o cóleo e outras plantas de folhagem lhe darão num local ensolarado!

Vitais a Rega e a Nutrição Adequadas

Quanta água uma planta deve receber, e com que freqüência, depende de muitos fatores, inclusive o tamanho e tipo da planta, o solo, a temperatura do aposento e a umidade do ar. Até mesmo a espécie de vaso em que a planta cresce é um fator. Freqüentemente as pessoas regam demais suas plantas. Isto pode matá-las tão seguramente quanto a falta de água.
A maneira mais simples e mais fidedigna de dizer se suas plantas precisam de água é introduzir o dedo por um centímetro dentro da terra, mais ou menos. Se sentir que está seca, aplique água generosamente, mas não molhe o vaso de modo excessivo. Por outro lado, não deixe até que as folhas se tornem flácidas, para regar a planta, visto que, por volta dessa ocasião, a planta já ficou enfraquecida.
A devida drenagem diminuirá o perigo de se regar demais. Para facilitar a drenagem, deve-se colocar no fundo dos vasos uma camada de cascalho ou de pedrinhas ou fazer-se buracos de drenagem. Caso não faça isso, o solo se torna ensopado, as raízes se decompõem e as plantas morrem. Assim, assegure-se de que as plantas tenham boa drenagem e as regue só quando mostrarem precisar disso.
Eis aqui algumas deixas: As plantas florescentes e as que estão no auge de crescimento precisam ser regadas com mais freqüência do que as em estado dormente. As plantas de folhas finas precisam geralmente ser regadas com mais freqüência do que as de folhas grossas e coriáceas. As plantas que crescem num aposento quente e seco precisam ser mas regadas do que as num aposento frio. Também, o solo arenoso seca mais rápido, e, assim, as plantas cultivadas nele precisam ser regadas com maior freqüência do que as em solo argiloso ou em solo com húmus. É bom costume remexer a parte superior da terra com freqüência, para arejá-la.
Suas plantas não só precisam de água, mas também de nutrição. Um fertilizante completo adequado para a maioria das plantas domésticas inclui o nitrogênio, o fósforo e a potassa. Os fertilizantes domésticos comerciais contêm uma fórmula com estes elementos. As plantas florescentes devem ser fertilizadas ao começarem a florescer, e tanto as plantas em florescência como as plantas de folhagem usualmente vicejam com a fertilização duas vezes por mês. No entanto, a nutrição deve cessar à medida que as plantas entram em seu estado dormente ou período de descanso. Lembre-se sempre de regar as plantas antes de aplicar o fertilizante a fim de impedir que se queimem as pequeninas raízes nutridoras.

Temperatura e Umidade Corretas

As temperaturas do ambiente que lhe são confortáveis serão adequadas para a maioria das plantas domésticas. Umas exigem condições mais frescas do que as que costumeiramente achamos em nossas modernas casas aquecidas. Esta exigência deve ser determinada antes de comprar suas plantas. A umidade talvez represente um problema, especialmente durante os meses do inverno, quando os aposentos aquecidos se parecem às condições do deserto. Tanto as plantas florescentes como as de folhagem vicejam melhor quando a umidade do ar gira por volta de 50 por cento ou mais. As plantas tendem a perder as folhas quando não há suficiente umidade no ar em torno delas.
Uma forma de se fornecer a umidade de que suas plantas tanto necessitam é encher uma bandeja rasa de pedrinhas, adicionar água e então colocar seus vasos na bandeja, em cima das pedrinhas. A umidade adicional que isso fornecerá nos quartos aquecidos, não só será saudável para suas plantas, mas sem dúvida beneficiará também ao leitor e sua família. A aspersão semanal com água tépida, também, adicionará a umidade e também manterá as folhas das plantas limpas.

Prevenção de Doenças

A prevenção é sua primeira linha de defesa contras as doenças e pestes das plantas. Manter as folhas das plantas limpas pode ajudar a impedir as doenças das plantas.
Embora a maioria dos insetos das plantas domésticas sejam pequenos demais para ser vistos, sua presença é observada pelos danos que causam. Pulgões e ácaros causam deformações ou manchas amareladas na superfície das folhas. Se isto ocorrer com suas plantas, isole as doentes até ficar certo de que o problema foi eliminado.
Se suspeitar de que os insetos causam dificuldades a suas plantas de folhas brilhantes, uma boa lavagem não raro eliminará tanto os insetos adultos como seus ovos. Um modo fácil de lavar tais plantas é cobrir a superfície do solo com um papel. Daí, com seus dedos separando o caule para impedir que a terra caia, incline a planta para um lado e sacuda a inteira planta em água ensaboada tépida. Enxágüe-a e coloque-a num lugar escuro até que as folhas sequem.
Em casos avançados de infecção, um aerosol comercial talvez precise ser usado. Um inseticida aerosol é fácil de usar, mas assegure-se de estudar o rótulo do conteúdo e de seguir de perto as suas orientações. É sábio usar o aerosol em lugar aberto. Mas, a coisa principal é impedir as doenças por manter suas plantas saudáveis.

Mudar de Vaso

À medida que suas plantas crescem e prosperam, chegará o tempo em que provavelmente precisará considerar a sua mudança de vaso. Em verdade, as plantas florescentes vicejam mais quando as raízes ficam cercadas dentro do vaso. Mas, se as raízes começarem a crescer para fora da parte inferior do vaso e formar uma sólida bola de raízes, já é tempo de mudar de vaso. As plantas grandes e bem estabelecidas talvez precisem mudar de vaso a cada dois anos, ao passo que as plantas jovens, que crescem rapidamente, devem ser verificadas com maior freqüência.
Escolha um vaso apenas de um ou dois tamanhos maiores que o antigo. Os vasos quer de barro quer de plástico são adequados. Caso deseje usar de novo um vaso, assegure-se de lavá-lo primeiro. Água quente e espumosa e uma escova dura removerão a terra velha e as algas que talvez contenham moléstias.
Quanto ao solo a usar, a condição ou a contextura do solo para vasos usualmente exige maior consideração do que sua riqueza ou seu conteúdo nutritivo. Para se obter a correta contextura do solo, a mistura de meia parte de marga, uma quarta parte de areia e uma quarta parte de musgo de turfa ou humo satisfará as necessidades da maioria das plantas domésticas. A marga dos jardins exteriores é geralmente pesada demais para os jardins interiores.
Antes de mudar de vaso, terá de mudar a planta de seu antigo vaso. É melhor fazer isso quando o solo estiver úmido, a fim de evitar estragar ou machucar as raízes. Uma boa forma de se tirar uma planta de seu vaso é colocar sua mão sobre o solo, com o caule da planta entre os seus dedos. Daí, vire o vaso de cabeça para baixo e dê uma batida firme no fundo do vaso. Se o solo estiver umedecido, o inteiro sistema de raízes sairá com facilidade.
O seguinte é um bom processo de se mudar de vaso: Primeiro, cubra o fundo do novo vaso com grandes pedaços dum vaso quebrado ou de pedrinhas. Isso fornecerá boa drenagem. Adicione uma camada de terra para vasos. Daí, coloque a bola de raízes de sua planta sobre esta camada e vá enchendo com mais terra ao redor dela. Comprima com firmeza e regue bem para fixar o solo em torno das raízes.
Uma forma eficaz de regar a planta recém-mudada de vaso é imergir o vaso até sua beirada numa bacia de água. A água entrará pelo fundo do vaso através dos furos de drenagem e penetrará no solo. Quando a superfície da terra estiver úmida, pode estar certo de que a planta está devidamente regada. Coloque a planta que foi recentemente mudada de vaso num lugar sombreado por dois ou três dias antes de devolvê-la a seu jardim interior.

Reprodução de Novas Plantas

Há muitas formas de se começar novas plantas, tais como cortar pedaços ou mudas, divisões, aeromergulhia, e, naturalmente, sementes. A melhor época de tirar mudas é quando a planta mostra forte crescimento. Corte um pedaço de sete a doze centímetros da extremidade da planta. Daí, remova as últimas duas ou três folhas da muda e coloque-a no meio apropriado para criar raízes.
As mudas de filodendros, begônias, cóleos e muitas outras plantas de caules macios criam raízes facilmente apenas em água. Na maioria dos casos, contudo, as plantas criam raízes melhor num veículo de plantas, tais como o musgo da turfa ou areia, ou a mistura de ambas. A perlita e a vermiculita são também excelentes veículos para a formação de raízes, uma vez que retêm bem a água e são livres de doenças, uma vez que se use uma porção fresca de cada vez.
As mudas tiradas de plantas de caules fortes não raro precisam de um pouco de incentivo para criarem raízes, e este pode ser suprido por meio dum hormônio de raízes. Mergulhe sua muda em água, daí, no pó hormonal, e sacuda a muda um pouco para remover o pó em excesso. Em seguida, abra um buraquinho em seu veículo de raízes, a fim de evitar retirar o pó quando colocar a muda no solo. Finalmente, coloque o vaso numa área brilhante, mas não sob o sol direto. Para apressar a formação de raízes, talvez tente cobrir a muda, o vaso e tudo o mais com um plástico. A idéia é reter a umidade do ar, formando uma condição de estufa, tão de perto quanto possível.
As mudas da begônia e da gloxínia ceráceas podem ser feitas da seguinte forma: Dê talhos ou cortes nas veias da folha em três ou quatro lugares. Daí, coloque a folha em areia úmida, com os cortes virados para baixo. Em seguida, segure a folha com palitos ou pequenas pedrinhas, e insira o talo da folha na areia. Novas plantas devem surgir nas áreas cortadas.
Um método muito bem sucedido de propagar tais plantas como as sanseviérias, as bromeliáceas e as violetas africanas é pelo que se chama de divisão de plantas. Tal método envolve separar-se as coroas ou plantinhas laterais da planta genitora. Pode-se fazer isso por cuidadosamente enfiar uma faca afiada entre a planta principal e a plantinha, removendo-se a plantinha com suas raízes intactas. Daí, esta nova planta pode ser colocada em boa terra num vaso, ser regada e posta num lugar sombreado por alguns dias, antes de ser adicionada a seu jardim interior.
Ainda outro método, chamado de aeromergulhia é utilíssimo em produzir novas plantas de plantas robustas, tais como a seringueira, que tendem a perder as folhas de baixo e apresentar um caule comprido e desatraente. Eis o que poderá fazer:
Dê um talho no caule, e prenda um braço de madeira para segurar o caule enfraquecido. Daí, envolva o talho do caule em musgo que tenha sido ensopado em água e espremido para remover-se o excesso de umidade. Então, cubra a inteira bola de musgo com um plástico, segurando-a em cima e em baixo talvez com um elástico ou arame fino. Com o tempo, surgirão raízes no musgo; poderá vê-las através do plástico. Quando o musgo estiver cheio de raízes, corte a planta um pouco abaixo do novo sistema de raízes, e coloque-a num vaso. Deve-se lembrar que todas as plantas que criaram raízes recentemente devem ser bem cuidadas por meio de umidade extra, menos luz e maior umidade do ar até que se firmem.
Um jardim interior pode ser recompensador de muitas maneiras. Há o drama constante dos botões em flor, das folhas que se desenrolam e do crescimento de novas plantas. Mas, quer tenha poucas ou muitas, o êxito de suas plantas domésticas depende, até certo grau, do cuidado que lhes dedique.




*** g70 22/8 pp. 9-13 ***

Provérbio da semana (14:11)

A casa dos iníquos será aniquilada, mas a tenda dos retos florescerá.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O saber não ocupa lugar - 185


Desde sua primeira edição, em 1877, e até hoje, o Torneio de Wimbledon só permite aos tenistas que joguem vestidos com roupa branca.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

A inteligência superior ou A desculpa imperfeita...

Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte. Na manhã seguinte, eles desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo e foram ter com o director da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou. E eles tiveram que empurrar o carro todo caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste. O director, que era uma pessoa justa, disse que eles fariam um teste-substituição em três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados. No terceiro dia eles apresentaram-se para o teste. O director disse que aquele era um teste sob condições especiais e que os três teriam que o fazer em salas diferentes. Os três, dado que tinham estudado bem para o teste e achavam-se preparados, concordaram com o director.
O teste tinha 5 perguntas com um total de 20 valores.
Q .1. Escreva o seu nome ( 0.5 valores)
Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foi há quatro dias (5 valores)
Q.3. Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou? (5 valores)
Q.4 . Qual das 4 rodas rebentou? ( 5 valores )
Q.5. Qual era a marca da roda que rebentou? (2 valores)
Q.6. Quem ia a conduzir? (2.5 valores)

Saltador bêbado na Athletissima de Lausanne

Ivan Ukhov deu nas vistas durante a Athletissima de Lausanne, na Suíça. O saltador russo, segundo os relatos, dedicou-se ao vodka misturado com bebida energética, antes de entrar em competição, e acabou por ser o motivo da chacota dos adeptos presentes no recinto.Ao longo de penosos dois minutos, Ukhov deixou indícios de um estado completamente alterado. Tanto que motivou a intervenção de um colega, para acabar de tirar as calças, bem como a de um juiz, alertado pelos aplausos jocosos dos espectadores, a incentivar o atleta.O saltador russo cambaleou, deitou as mãos à cabeça mas tentou recuperar a pujança com uma aproximação ao chão. Baixou-se, olhou para o objectivo e foi em frente. A abordagem à fasquia não prometia muito. Ukhov correu, correu mais um pouco, ainda deve ter pensado em levantar voo, mas já não dava. Foi sempre em frente, sem tocar na fasquia, ficando largos segundos no colchão, a recuperar o raciocínio. Perante os assobios generalizados, o infeliz russo lá vou saindo de fininho, a pensar na ressaca do dia seguinte. E na vergonha, sobretudo.

http://www.youtube.com/watch?v=oZq-6PL8L6A

EstranhomasVerdade.com

Devia ter bebido Red Bull...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Vicio de Elefante


Um jovem elefante completou um ano de tratamento para se livrar do vício da droga, depois de ter comido bananas injectadas com heroína. A metadona salvou a vida do enorme animal. Afinal, não são só os humanos que têm problemas com droga. Xiguang, um elefante de 4 anos, ficou viciado em heroína e só com muitas doses (de elefante) de metadona é que o animal ficou livre do martírio.O paquiderme ganhou o vício em 2005, quando foi ilegalmente capturado numa floresta do sudoeste da China. A polícia acredita que os criminosos deram bananas injectadas com heroína a Xiguang para controlar a sua raiva.No ano passado, as autoridades chinesas prenderam os traficantes de animais. Após alguns exames veterinários, foi descoberto que Xiguang sofria todos os sintomas normalmente associados aos toxicodependentes em período de ressaca.O elefante foi então enviado para uma reserva animal na ilha cinesa de Hainan, onde recebeu um ano de tratamento à base de metadona. Todos os dias, Xiguang recebeu uma dose cinco vezes maior àquela que é dada aos toxicodependentes em recuperação.Agora, as autoridades chinesas dizem que Xiguang está curado, e o elefante chega sábado à sua nova casa: uma enorme reserva animal na província de Yunnan.


SOL com agências / EstranhomasVerdade.com


Um toxicodependente de peso...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Dá valor à sua vida?


Faz sentido por em perigo a vida por arriscar-se desnecessariamente? Por que a pessoa deveria cuidar-se?
A VIDA é possessão preciosíssima. Com ela podemos gozar muitas coisas. Sem ela não podemos usufruir nem uma coisa sequer.
Na verdade, a vida traz dificuldades. Apesar disto, porém, toda pessoa de mente sã deseja viver. As pessoas preferem a vida à morte.
Entretanto, cada vez mais pessoas se sentem desiludidas com o modo de as coisas irem neste mundo. Além dos problemas pessoais, vêem crescentes dificuldades quase em toda a parte para onde olham — guerras, índices de crimes que aumentam vertiginosamente, inflação, tensões raciais, pobreza, fome. Tudo isto exerce efeito deprimente. Muitos procuram um meio de escape.
Alguns encontram tal escape em fazer coisas que acham que lhes dão ‘estímulos’. Procuram emoções para contrabalançar o mundo desagradável em que vivem. Isto se dá em especial no caso de muitos jovens. Crescentes números deles acham que não há nada para o qual valha a pena viver senão para ‘comer, beber e alegrar-se’.
Na busca de emoções, alguns vão ao ponto de participar em jogos ‘suicidas’. Um deles é dirigir carros em alta velocidade um em direção ao outro. Quem se desviar primeiro é ‘mulherzinha’. Outros brincam de ‘roleta russa’, caso em que se coloca uma bala num revólver, gira-se seu tambor, e puxa-se o gatilho. Provavelmente já leu na imprensa relatos de ferimentos e morte causados por tais ‘jogos’.
A maioria das pessoas quer que a vida seja mais interessante. Mas, são os danos graves ou a morte uma forma de melhorar a situação? Não importa quão pouco tenha usufruído a vida antes, irá usufruí-la menos ainda depois de grave ferimento, e da não-existência depois da morte.


Dirigir Veículos


Naturalmente, poucas pessoas brincam de ver quem é ‘mulherzinha’ ou de ‘roleta russa’. Mas, muitas pessoas chegam alarmantemente perto disso em sua maneira habitual de dirigir. As estatísticas apontam que as duas principais causas de mortes e de ferimentos em acidentes automobilísticos são: (1) Excesso de velocidade; e (2) dirigir de forma irresponsável. São responsáveis por grande proporção das mais de 50.000 pessoas mortas e diversos milhões de feridos cada ano em acidentes automobilísticos apenas nos Estados Unidos.
O que dizer da maneira de dirigir dos jovens? A publicação Attitudes and Platitudes (Atitudes e Banalidades) declara: "A folha-corrida dos motoristas jovens parece especialmente ruim. Para fazer com que sua folha pareça pior ainda, os motoristas jovens se envolvem coerentemente numa porcentagem mais elevada de acidentes fatais do que em acidentes não-fatais." Relata a revista Time: "Os acidentes de trânsito são a principal causa da morte de rapazes de 16 a 24 anos. Embora os motoristas jovens do sexo masculino eqüivalham a apenas um oitavo de todos os motoristas registrados, são responsáveis por um terço de todos os acidentes fatais." É por isso que os prêmios de seguro são muito mais altos para os motoristas jovens.
Os jovens querem que os outros "digam as coisas como elas realmente são". A verdade é que os motoristas jovens estão morrendo em proporções epidêmicas. Com efeito, cada ano, mais motoristas jovens morrem nos EUA em acidentes automobilísticos do que os que morrem na guerra do Vietnam!
O pesquisador Dr. Stanley Schuman disse: "O mais perigoso motorista jovem do sexo masculino é o que está a sós em seu carro, porque se arriscará surpreendentemente quando a sós." Verificou-se que os motoristas jovens masculinos não raro usam o carro qual instrumento de ‘expressão’ para obter alívio de algum problema na escola, no lar ou no trabalho.
Mas, será que causar mais problemas resolverá outros? E causar mais problemas é precisamente o que ocorre com a avolumante porcentagem dos que procuram emoções ou alívio de frustrações quando dirigem. Cada vez maior número deles se envolvem em acidentes que aleijam ou matam. Quantas emoções pode gozar quem fica aleijado ou morre?


Uso de Entorpecentes


Um hábito que cada vez se torna mais difundido é tomar drogas para ter ‘emoções’ e fugir da realidade. Mas, realmente atinge tais objetivos?
De início, pareceria que sim. Mais cedo ou mais tarde, contudo, as ‘emoções’ desaparecem, e a realidade se torna muito pior. Tais conseqüências se tornam inevitáveis; não se pode fugir delas. Se a vida, antes de se tomar drogas, já apresentava poucas emoções e era difícil de enfrentar, contém ainda menos emoções e se torna muito mais difícil depois de a pessoa se viciar em entorpecentes.
Isto é verdade de muitos modos. Por um lado, o viciado em tóxicos verifica que sua saúde se esvai. Tem menos possibilidades de gozar os prazeres simples, tais como comer e beber, que, com moderação, podem ser deleitosos. Muitos viciados em tóxicos roubam, tapeiam e mentem para obter dinheiro a fim de pagar seu hábito dispendioso. Neste processo, talvez até firam ou matem pessoas em assaltos. Têm constante medo da polícia. E, para um número cada vez maior, resulta em morte agonizante. Pergunte a qualquer toxicômano inveterado se sua vida tem melhorado por tomar drogas. Se responder verazmente, admitirá que não. E como poderia ser de outro jeito? Será que o conflito com a lei, o roubo, sentenças de prisão, saúde debilitada e angústia contribuem para a felicidade na vida? Faz sentido tomar drogas para fugir da realidade, quando a realidade se torna muito pior ao se agir assim?


Esportes


A palavra "esporte" significa, segundo certo dicionário: "diversão; recreação; passatempo agradável". Mas, consideraria recreação agradável as atividades que envolvam aleijar ou matar? Alguns "esportes" envolvem justamente tal desconsideração pelo valor da vida.
O boxe, ou pugilismo, mostra desprezo pela dádiva da vida. Seu propósito é ferir, deixar nocautizado o oponente. Ao passo que isto talvez pareça aos jovens um caminho para a fama e a fortuna, sem considerar os ferimentos recebidos ou infligidos, pergunte a si mesmo: Dos milhares em penca que foram boxeadores através dos anos, quantos pode citar que granjearam fama e fortuna? Pouquíssimos. Muitos, porém, são os que foram postos sem sentidos e ficaram mental e fisicamente aleijados. Alguns morreram em resultado direto de golpes no ringue.
De forma alguma este "esporte" poderia ser considerado como mostra de respeito pela vida. Deseja que alguém o esmurre com seus punhos até perder a consciência? Daí, deveria o leitor fazer isso com esse alguém, se dá valor à dádiva da vida?
A luta livre é tida por muitos como esporte "seguro". Todavia, a intenção é causar, ou dar a aparência de causar, dano físico a outrem. E não raro resulta em dano.


Altamente Perigosas


Ainda mais perigosas à vida e aos membros são algumas outras atividades denominadas "esportes".
Uma delas é a corrida de automóveis. Os veículos são impulsionados às maiores velocidades possíveis. Mas, ocorrem regularmente acidentes à medida que os veículos fogem do controle, seus pilotos ficando aleijados ou morrendo. No Grande Prêmio da Itália, certo ano, famoso piloto internacional foi morto quando seu carro saiu da pista. Mas, não parou aí. Seu carro mergulhou contra uma massa de espectadores e quinze deles morreram, outros ficando feridos. E um carro de corridas que mergulhou no meio de espectadores em Le Mans, França, matou 85 pessoas!
Escalar montanhas é "esporte" popular para muitos. Por escalar montanhas não queremos dizer a subida por trilhas seguras em que se empenham milhões de pessoas em todo o mundo. Referimo-nos ao tipo em que cordas e cavilhas e outro equipamento especial são necessários, em que se escalam as faces das montanhas e picos gelados. Certa tragédia no Monte McKinley, o mais alto pico da América do Norte, colheu a vida de sete dentre uma turma de doze montanhistas. Depois do desastre, um perito disse: "É surpreendente que mais pessoas não tenham morrido no McKinley quando se considera que 400 pessoas morrem nos Alpes cada verão."
Em adição, alguns voltam do alpinismo com dedos das mãos ou dos pés congelados que têm de ser amputados. Ou, devido a uma queda, talvez fiquem acamados por semanas, até meses, com membros quebrados, talvez ficando permanentemente aleijados. Será essa a forma de aumentar o prazer da vida? Correndo-se sempre a ameaça de sério ferimento ou de morte, diria que este "esporte" mostra o devido respeito pela dádiva da vida?

Dezenas de milhares participam no "esporte" de pára-quedismo. Saltam dum avião bem alto no ar, deixam-se cair livremente por certo tempo a velocidades de mais de 160 quilômetros por hora, daí puxam o anel de seu pára-quedas. Em certo pulo, dezoito pára-quedistas foram lançados a uma altitude de 6.000 metros. Caíram em queda livre à velocidade de 200 quilômetros por hora numa nuvem a 1.200 metros. Quando passaram por esta coberta de nuvem, verificaram, para seu horror, que haviam sido lançados num local errado. Estavam acima das águas agitadas do Lago Erie, ao invés de num campo de descida. Dezesseis dos dezoito se afogaram. Um dos dois sobreviventes declarou: "Jamais saltarei de novo."


Considere os Outros


O que se ignora com freqüência ao se arriscar sem necessidade é que não é apenas o participante que pode ferir-se. Muitas vezes, são outros que são feridos ou morrem, inclusive pessoas que prezam altamente suas vidas. Também, o que dizer da angústia sentida pelos parentes ou entes queridos dos que são feridos ou mortos quando uma pessoa se arrisca desnecessariamente? O que farão? Em grande medida, suas vidas também são arruinadas.
Talvez seja uma pessoa que não arrisca desnecessariamente sua vida. Talvez tenha elevada consideração pelo valor dela. Mas, num assunto relacionado, o que pensa das "brincadeiras de mau gosto"? Algumas pessoas amiúde recorrem a elas como meio de obter ‘emoções’. Acha que consideram o bem-estar dos outros?
Por exemplo, acha que é considerado para com os outros puxar uma cadeira antes que alguém se sente nela? Na verdade, isto não raro provoca risadas. Mas, também já resultou em ferimentos permanentes. Se isto lhe fosse feito, e outros rissem do leitor enquanto estivesse sentindo dores e vergonha, consideraria de "bom gosto"? Que sensação muito melhor se obtém por se colocar bondosamente a cadeira para as pessoas sentarem à mesa!
Há os que talvez não achem nada de mal em empurrar a cabeça de alguém para baixo quando a pessoa bebe água numa fonte. Mas, isto já causou ferimentos na boca e nos dentes. Não traria mais alegria para todos se, ao invés disso, alguém mantivesse aberta a fonte para outrem? Daí, alguns acham engraçado assustar outros. Mas, isto tem resultado em se provocar um ataque cardíaco em algumas vítimas.
Tais "brincadeiras" que resultam em embaraçar outros, em danos e talvez até mesmo na perda de vida, não consideram realmente o bem-estar de outros.


*** g70 22/8 pp. 4-8 ***

Provérbio da semana (14:10)

O coração se apercebe da amargura da alma, e nenhum estranho se meterá na sua alegria.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.