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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Copérnico vai ser enterrado 467 anos depois


O astrónomo Nicolau Copérnico terá um enterro solene no próximo dia 22 de Maio, 467 anos depois da sua morte. A informação foi dada pelo porta-voz eclesiástico da diocese de Ermland, no Noroeste da Polónia. O funeral dos restos mortais deste cientista, que viveu entre 1473 e 1543, será realizado na catedral de Frauenburger. Os ossos cranianos desenterrados há quatro anos serão sepultados debaixo de um dos altares da catedral. Em Janeiro irão começar os trabalhos para se construir o túmulo de duas toneladas de granito negro. Os restos mortais foram descobertos por arqueólogos polacos em Grabungen. Três anos depois, uma análise de ADN trouxe a certeza de que eram os restos mortais do astrónomo. Especialistas policiais reconstruíram o rosto do cientista, com base nos ossos encontrados, que coincide com o retrato de Copérnico. O cientista desenvolveu a teoria heliocêntrica - a Terra move-se em volta do Sol. A sua obra "De Revolutionibus Orbium Coelestium" é considerada uma pedra basilar da astronomia.


DN / portaldascuriosidades.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Recordações havaianas do passado


SABIA que, de todos os cinqüenta estados dos Estados Unidos da América, o Havaí tem o único palácio com trono? E, para a maioria dos havaianos, aquele palácio constitui seu vínculo com a história diversificada dos tempos idos. Pouco é de se admirar, então, que houvesse exclamações de Auwe! Auwe! (Que pena! Que pena!) quando se noticiou pela primeira vez que o antigo Palácio Iolani e sua sala do trono ia dar lugar ao novo edifício do legislativo estadual.
Os ilhéus nativos podiam derivar algum conforto de que o antigo trono, que atualmente não passa de símbolo, será mantido intato e que se lhe fornecerá um local adequado para ficar em exposição. Não há dúvida de que traz muitas recordações — algumas felizes e outras não tão felizes. É certo que representa um modo de vida muito mais tranqüilo — que já se tem quase que desvanecido. Gostaria de saber algo sobre isso?
Conforme todo escolar havaiano lhe poderá dizer, estas belas ilhas foram descobertas em 1778 pelo famoso aventureiro, o Capitão James Cook. Para honrar o patrono de sua viagem, o quarto Conde de Sandwich, Cook as chamou de “Ilhas Sandwich”. Os descobridores aportaram primeiro na ilha setentrional de Kauai, daí, com o tempo, visitaram as outras ilhas. A primeira visita estava ligada a uma estranha combinação de circunstâncias.
Em primeiro lugar, Cook realmente achou as ilhas de forma bem inesperada — não as procurava. Então, em duas ocasiões, aportou na época do ano em que os nativos, de acordo com suas lendas antigas, esperavam a volta de um dos seus deuses. E, para aumentar o interesse dos ilhéus, os navios de Cook calhavam com a descrição dada nas lendas. Ainda mais importante, do ponto de vista moderno, o cronômetro acabara de ser inventado, de modo que os navegadores marítimos podiam determinar a longitude exata das ilhas, dando-lhes assim um lugar permanente nos mapas. Estas ilhas eram então uma realidade para os marujos.
O próprio Cook foi morto durante uma escaramuça com os ilhéus devido ao furto de um barco. Mas, os navios começaram a aportar aqui se achavam esplêndidos lugares para os negociantes de toda espécie passarem o inverno, para descanso e refrigério dos tripulantes de navios que sofriam de escorbuto e outros males de deficiência orgânica. Viçosas folhagens cobriam os vales profundos e se estendiam pelos topos das montanhas profundamente sulcadas. Águas azuladas e areias douradas convidavam à descontração. Conforme Mark Twain as descreveu: “São a cadeia mais linda de ilhas ancoradas em qualquer oceano.”


História das Ilhas


Antes da vinda dos europeus, guerras civis assolavam os nativos, ao passo que diversos chefes disputavam a supremacia uns com os outros. Da ilha mais meridional do grupo surgiu um jovem chefe que se iria tornar a figura mais destacada da história dos Mares do Sul. Kamehameha, o Grande, veio a ser conhecido como o Napoleão do Pacífico. Sua luta para conseguir o domínio das ilhas começou logo após a chegada de Cook, e em uns vinte anos (por volta de 1810) ele já unira todas as ilhas sob seu governo. Aquilo era o começo de uma dinastia que duraria quase cem anos, proporcionando aos havaianos uma era de paz e progresso.
Havia outros, contudo, além dos ingleses, que visavam estabelecer uma base de operações nesta parte do Pacífico. Em 1814, um cargueiro russo naufragou na praia de Waimea, Kauai. Sua carga se destinava à colônia russa em Fort Ross, Califórnia. O governador daquela colônia comissionou certo agente a tentar recuperar a carga e, ao mesmo tempo, estabelecer um posto comercial permanente nas ilhas. O agente excedeu-se em sua autoridade, envolveu o governador de Kauai em um acordo de alta traição para fazer da ilha um protetorado do Czar da Rússia e até chegou a construir um fortim em Honolulu, montar canhões e içar a bandeira russa.
Kamehameha, na Ilha Grande, mandou dizer a seus chefes de Oahu que se opusessem aos russos. Enfrentando forças superiores, os russos retiraram-se para Kauai, onde construíram outro forte na embocadura do Rio Waimea. Mais tarde foram expulsos deste forte pelo governador de Kauai, que, por volta deste tempo, se voltara contra eles. O agente, não tendo agido estritamente dentro das suas ordens, não recebeu apoio algum do governo russo. Por fim, ele e seus navios partiram para Cantão.
Em certa ocasião, Kamehameha ofereceu-se para pôr seu reino sob a proteção da Grã-Bretanha, visto que podia ver que pouca oportunidade lhe restava de sobrevivência na luta entre as potências européias daquela época para se apoderarem de território no Pacífico. Os britânicos, contudo, recusaram a oferta. Quando morreu, seu filho, Kamehameha II, sucedeu a ele. Durante o reinado deste, aboliu-se o temido sistema do kapu ou tabu. Os nativos tinham medo mortal do poder de seus sacerdotes, estando sempre sujeitos a terrível punição caso infringissem seu código supersticioso. Kamehameha II e sua jovem rainha morreram na mesma semana, durante uma visita à Inglaterra — de sarampo.
Durante o reinado de Kamehameha III, houve mudanças de longo alcance. Uma moderna monarquia constitucional substituiu a antiga monarquia polinésia. A educação tornou-se bem difundida, parcialmente pela atividade missionária, e parcialmente pelo grande sistema de plantações que tomava vulto. Também, o Havaí firmou seu primeiro tratado com uma potência estrangeira — os EUA.
Sob o quarto e o quinto (e último) regentes da dinastia Kamehameha, deu-se atenção adicional às necessidades do povo. Construiu-se um hospital, formou-se uma colônia para os leprosos sob adequado controle governamental, e se trouxe às ilhas a necessária ajuda agrícola — trabalhadores japoneses a começar em 1868, daí, portugueses, noruegueses, alemães e filipinos.
Terminada a dinastia Kamehameha, tornou-se mister escolher um nôvo rei. Lunalilo, “O Príncipe do Povo”, obteve a coroa, mas não por muito tempo. Por ocasião de sua morte prematura, Kalakaua, o “Monarca Alegre” lhe sucedeu no trono. Este fez muito para promover a primitiva cultura havaiana e desenvolver o apreço pela música. Ele tomou o tempo para fazer uma viagem ao redor do mundo e gozou a distinção de ser o primeiro rei de uma nação ocidental a visitar a corte do Japão. Ainda que fosse amante dos prazeres, diz-se que levava muito a sério seus deveres régios e se esforçou realmente de melhorar as condições de seu povo.
Deram-se passos largos no desenvolvimento das ilhas durante o reinado de Kalakaua. Fez-se disponível às ilhas o serviço de navios a vapor e o ferroviário. Introduziram-se a eletricidade e o telefone. O Havaí firmou um tratado recíproco com os Estados Unidos e, mais tarde, cedeu a este país o uso exclusivo da Baía das Pérolas qual posto de reabastecimento para suas esquadras. Apelou-se aos Estados Unidos para anexaram as ilhas, mas o apelo foi rejeitado pelo governo do Presidente Cleveland.
A irmã de Kalakaua, Liliuokalani, sucedeu a ele. Ela foi a última a sentar-se no trono no Palácio Iolani. Lembra-se dela por certa linda composição musical, “Aloha Oe”, que obteve renome e apreço mundiais. Em 1894, a monarquia foi substituída por um governo provisório, e, finalmente, em 1959, após muitos ansiosos pedidos e inúmeras delongas, o Havaí se tornou o qüinquagésimo estado dos Estados Unidos da América.


in Despertai de 8/6/1971 pp. 5-7

Provérbio da semana (16:27)

O homem imprestável escava o que é mau, e sobre os seus lábios há como que um fogo causticante.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Ai, ai... estes professores malucos!

Estavam duas loiras a falar uma para a outra, quando de súbito uma delas pergunta:
- Porque é que tens as unhas estragadas?
- É de arrancar árvores.
Pergunta a primeira:
- Árvores?!
- Então não é que o burro do meu professor de Matemática, mandou-me achar a raíz quadrada!!!...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Quem dera que os faróis pudessem falar


SEM dúvida já nos viu de sentinela nas costas rochosas por todo o mundo. Talvez tenha sido no Canadá, EUA, no Cabo da Boa Esperança, assolado pelo vento, nas ilhas espalhadas dos sete mares, ou, talvez, próximo das praias convidativas e ensolaradas de Portugal, onde por acaso estou localizado. Num dia de sol, pode-me ver atingindo uns 54 metros acima do nível do mar no ponto mais ocidental da Europa. Sou um farol.
Minha luz intermitente é bem-acolhida visão para os que estão no mar escuro e agitado pelas tempestades. Até mesmo o som lastimoso de minha buzina de cerração é confortadora quando dou sinal para os ouvidos daqueles que não podem ver. Mas, já se quedou imaginando como é que nós, os faróis, surgimos, e quando? Como acha que chegamos à nossa atual condição vital nas rotas marítimas do mundo?


Um Pouco de História dos Faróis


Um dos meus ancestrais foi incluído entre as sete maravilhas do mundo antigo. Por volta de 280 A. E. C., Ptolomeu II construiu um torre maciça de mais de 120 metros na ilha de Faros, um pouco afastado de Alexandria, Egito. No alto da torre, uma fogueira de lenha era mantida acesa para orientação segura da navegação mediterrânea. O Farol de Alexandria, aquele antigo farol, derivou seu nome da ilha e marcou o nascimento da farologia, a ciência de projetar e construir faróis. Esta antiga história também se acha refletida na palavra portuguesa para isso, a saber, farol.
Foi durante o século dezesseis, contudo, quando os homens começaram a abrir rotas comerciais, que realmente nos tornamos famosos. Um dos meus colegas faróis mais antigos que ainda existem pode ser encontrado na costa noroeste da Espanha, em La Coruña. Foi reconstruído por volta de 1634 E. C., e contém parte da torre construída durante o reinado do Imperador Trajano, de Roma (98-117 E. C.). Trata-se apenas de um dentre um bom número que os romanos construíram pelas costas da Europa. Depois da conquista da Bretanha, por exemplo, construíram faróis em pontos agora identificados como Dover e Bolonha. Meu primeiro parente estadunidense foi estabelecido na Ilha de “Little Brewster”, perto de Boston, Massachusetts, no ano de 1716.
No ínterim, tremendos avanços foram feitos na farologia. Os muitos estágios que atravessamos podem ser assinalados pelos materiais usados para iluminação. Começando com um clarão de fogueira de lenha, temos utilizado desde então o carvão, velas, lâmpadas de óleo, petróleo e eletricidade. Atualmente, ondas de rádio e energia atômica se acham em uso.


Localização dos Faróis


As pessoas muitas vezes se quedam pensando no que determina a localização dum farol. Alguns se acham relativamente perto do nível do mar, ao passo que outros encimam de forma exaltada as cercanias como mísseis prontos para serem lançados no espaço sideral. Há diversos fatores a ser considerados, não sendo de desprezar o perigo imediato a evitar, tal como perigosos bancos de areia ou a linha costeira irregular. Daí, há a disposição geral do terreno circundante. Bem vital, também, é a distância a ser coberta por nossa luz.
No Rio Tejo, por exemplo, os faróis não são de grande elevação porque a distância a ser coberta é curta. Minha altura, por outro lado, permite que minha luz seja vista por uns quarenta e oito a cinqüenta e quatro quilômetros mar adentro numa noite clara. É verdade que minha torre só tem 6,70 metros de altura, mas se eleva em rocha maciça a mais de 47 metros acima dos tons mutantes azuis e verdes da água lá em baixo.
O alcance geográfico de uma luz depende de duas coisas: sua altura e a altura do observador acima do nível do mar. Por exemplo, num dia claro, imaginemos alguém no convés de um navio a uns 4,50 metros acima da superfície da água. Nessa altura, o horizonte se acha a 4,44 milhas náuticas. O alcance horizontal de uma luz a uns 36 metros acima do nível do mar é de 12,56 milhas náuticas. Assim, se adicionarmos os dois números, temos o alcance geográfico da luz, a saber, dezessete milhas náuticas ou mais de 31 quilômetros.


Para Ser Vistos e Ouvidos


Visto que de nossa luz dependem vidas, tudo é feito para mantê-la brilhando. Quase tudo que é necessário para manter brilhando a minha luz é fornecido em dobro, e alguns itens em triplo. Disponho de seis geradores, dois dos quais têm trinta cavalos-vapor. Além do meu uso de baterias, disponho de outro sistema baseado em petróleo.
Minha luz é produzida por uma lâmpada de 3.000 watts afixada no centro de uma lente de prisma dióptrico, de um metro e meio de diâmetro, modelada um tanto parecida a um barril. Isso significa que se trata do tipo de lente prismática que auxilia a visão por refratar e focalizar a luz. Esta lente tem 1,80 metros de altura. Parte da lente é obscurecida por uma tela, de modo que a luz fique oculta por diversos segundos cada vez que a lente gire. Desta forma, produzo quatro relâmpagos consecutivos de luz branca, cada um de três segundos de duração, seguidos de seis segundos e meio de escuridão.
Cerca de vinte faróis principais cobrem a linha costeira de Portugal, e cada um deles tem sua personalidade distinta. Os navegantes experimentados sabem de cor nossas freqüências diferentes de luz, e podem dizer imediatamente onde se encontram ao verem o padrão de nossos relâmpagos. Para os de menos experiência ou de memória mais fraca, nossos códigos se acham alistados nos manuais e cartas de navegação.
A luz não é nossa única dádiva aos navegantes. Quando a cerração ou outras condições meteorológicas obscurecem nossas poderosas luzes, ainda dispomos de som para oferecer. Quem não é marinheiro talvez não aprecie o som monótono de nossas buzinas de cerração, mas é música agradável para os que estão envolvidos numa cerração lúgubre num mar escuro como breu. Então é que aparece outra faceta de minha personalidade. Solto três sinais de quatro segundos de duração cada um, e daí fico quieto por dezessete segundos. Tais sinais penetrarão pelo silêncio duma noite de cerração a uma distância de mais de 31 quilômetros.
Sendo eu um farol moderno, empoleirado num ponto estratégico de terreno, ainda disponho de outra forma de fornecer ‘luz’ aos em perigo. Uso os radio-faróis. Cada um de nós, faróis, dispõe de seu próprio rádio ou código Morse para identificar quem é e onde está. Meus sinais de rádio podem ser captados pelos navios equipados de rádio a uma distância de 54 milhas náuticas (97 km). Por fazer a leitura ou comparação com qualquer outro sinal, podem determinar, dentro de meia milha náutica, mais ou menos, exatamente onde estão. Envio meu código a cada vinte segundos. Quando o mau tempo o exige, envio meu sinal muitíssimo apreciado a cada cinco segundos.


Nossa Devotada Equipe


Nem todos dentre nós, faróis, podem fazer tudo por si mesmos. Deveras, apreciamos os homens que cuidam de nós e nos mantêm sempre prontos para realizar nosso serviço salva-vidas. Dispõem de excelentes oportunidades para ver a beleza da obra-prima de Deus no por de um sol carmesim sobre um mar silencioso e estático, ou o poder das ondas, ao baterem implacavelmente contra a praia rochosa. Diz-se que para se adaptar à solidão e à rotina da vida de um faroleiro, a pessoa tem que nascer com esse dom ou ter ‘sangue de marujo’ nas veias. Será verdade? Não, porque os faroleiros vivem sob ampla variedade de condições.
Muito depende da localização do farol. Aqui no Cabo da Roca, estamos apenas a uma hora de carro de Lisboa. Assim, os nove homens que cuidam de mim não se acham de forma alguma isolados. No entanto, há muitos faroleiros cujo único contato com o mundo se dá uma vez por mês ou até com menor freqüência, quando o navio de suprimentos paga sua visita regular. O trabalho de faróis mais antigos e isolados está sendo agora feito por equipamento inteiramente automático, operado por controle remoto do território continental.
E a vida dum faroleiro não é de jeito nenhum enfadonha. Durante o dia, fazem-se observações em intervalos regulares que contribuem para o serviço meteorológico. As informações sobre as condições do mar, a força dos ventos e sua direção, a pressão barométrica e as condições das nuvens são reunidas regularmente, de modo a se prover a previsão meteorológica. A aviação, também, tira proveito de nosso serviço, pois envio um sinal luminoso que serve como indicação para os pilotos aéreos de que se aproximam do continente europeu.
Antes de terminar, devo lembrar-lhe que também constituo uma atração turística. Assim, da próxima vez que quiser fazer algo diferente, algo educativo, por que não me visitar? Talvez não possa vir a Portugal, mas, se morar próximo da costa, deve haver um de meus parentes perto do leitor. Estou certo de que o leitor e sua família apreciariam aprender mais sobre nossa família de faróis, em primeira mão, e certamente derivaria satisfação com a beleza selvagem e natural que usualmente cerca um farol. Verificará que os homens que cuidam de nós são gente feliz e amigável, e que alegremente lhe contarão algo mais sobre os valiosos serviços que presto, coisas que eu mesmo gostaria de lhe contar — e quem dera que os faróis pudessem falar!


in Despertai de 22/5/1971 pp. 24-26

Provérbio da semana (16:26)

A alma do labutador trabalhou arduamente por ele porque a sua boca exerceu muita pressão sobre ele.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Colombiano se castra com lâmina de barbear para não ser infiel


O agricultor colombiano Luis Alfonso Sánchez, de 40 anos, que mora no município de San Pablo (Colômbia), disse que se castrou com uma lâmina de barbear para não ser infiel a sua mulher, segundo o jornal colombiano “El Tiempo”. Após cortar os testículos, ele costurou com agulhas a bolsa escrotal. No entanto houve uma infecção no local, e o homem precisou ser internado no Hospital Universitário de Santander, em Bucaramanga. Ele não corre risco de morte. Sánchez afirmou ao “El Tiempo” que está casado há 23 anos, mas há seis anos sua mulher decidiu não ter mais relações sexuais com ele. Conforme o periódico, o homem alertou a mulher que ia se castrar, pois não queria ser infiel. De acordo com os jornais colombianos, os médicos vão submeter o paciente a uma avaliação psiquiátrica.


G1 / portaldascuriosidades.com


Uiiiii!!!!!!!

O saber não ocupa lugar - 319


Bruce Dickinson, vocalista da banda inglesa Iron Maiden, trabalha profissionalmente como piloto de aviação civil na empresa britânica Astraeus Airline.


Piloto?! Aquilo é que deve ser voar!!!!!!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Turista detido na Nova Zelândia com 44 lagartos nas cuecas


As autoridades aeroportuárias de Christchurch, no sul da Nova Zelândia, detiveram um turista alemão. Na roupa íntima do germânico seguiam 44 lagartos com destino ao mercado negro europeu. Segundo a France Press, nem mais nem menos que 44 lagartos de sete espécies protegidas seguiam nas cuecas de um turista alemão que domingo tentava deixar o aeroporto de Christchurch, no sul da Nova Zelândia. Hans Kubus, de 58 anos, foi abordado por funcionários da alfândega, que encontraram um pequeno pacote com os répteis dentro das suas roupas. O objectivo era comercializar os animais no mercado negro europeu, onde poderia conseguir cerca de 30 mil euros, reconheceu o próprio perante o tribunal.


in SOL com agências / estranhomasverdade.com


44?! Ou eram minúsculos ou o senhor tem um grandeeeeee rabo!!!!

Convivendo com tufões


REUNIDOS na Cidade de Quezón, República das Filipinas, um grupo de peritos internacionais tinha alguns assuntos vitais a considerar. Os povos de toda a área do Pacífico estavam vividamente interessados. O tema da discussão não era político. Não, pois se tratava da segunda reunião anual da Comissão de Tufões da Organização Meteorológica Mundial e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a Ásia e o Extremo Oriente.
Como tema de discussão, os tufões constituem mais do que apenas curiosidade para as populações do Pacífico Ocidental. Com efeito, muitas destas pessoas já sentiram a fúria dum tufão. Já viram telhados serem levados para longe. Já viram inteiras casas serem esmigalhadas como se fossem feitas de papel e palitos de fósforo. Conhecem o terror causado pela água lamacenta rodeando suas casas — água que caiu em lençóis durante o decorrer da tempestade. Ficam encolhidas e esperando indefesas, à medida que ventos de cento e sessenta quilômetros por hora açoitavam todo o interior.
Assim, não é surpresa que às deliberações de toda uma semana desta comissão comparecessem delegados de Formosa, Hong Kong, Coréia, Laos, Vietnam, Tailândia e Filipinas. Também, representados por observadores, se achavam outros países interessados, tais como a Austrália, França, Holanda, Rússia, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Todos estavam ansiosos de ver o que se poderia fazer para restringir este gigante caprichoso, o tufão, quando sai a fazer das suas.


Alguns Fatos Sobre Tufões


O que é um tufão? A palavra descreve um fenômeno meteorológico em que o vento sopra em torno de uma área de baixa pressão. Na mesma família dos tufões se acham os remoinhos de vento, os tornados e as trombas-d’água. Mas, o tufão é o maior de todos em largura, em altura e na velocidade do vento. Deveras, quando a velocidade do vento excede 120 quilômetros por hora, isso é um tufão. Tempestades similares são chamadas “furacões” no mar das Caraíbas e na parte oriental dos EUA.
Quando se considera a tremenda energia liberada por um tufão, não se pode deixar de imaginar de onde é que toda ela veio. A resposta é que vem do vapor d’água. Mas, como? Pense nisto da seguinte forma: Exige-se muito calor para evaporar por completo uma chaleira de água num fogão. Todo esse calor é então encerrado, por assim dizer, no vapor d’água. A energia absorvida durante o processo de evaporação poderia então ser liberada se fizéssemos que a mesma quantidade de vapor d’água se condenssasse de novo em estado líquido.
Por este mesmo processo, num tufão de tamanho médio, há em energia o equivalente a 40.000 bombas de hidrogênio. Isto nos ajuda a ver que, para um tufão manter sua intensidade, é preciso haver contínuo suprimento de água. E isso explica por que, quando passa sobre a terra, o tufão tende a aumentar de velocidade e a perder força, mas, quando sobre a água, diminui de passo e aumenta em intensidade.
Quais são as condições que geram tufões? Até essa época, os cientistas não conseguiram ainda apresentar uma resposta completa. Alguns dos fatores contribuintes, contudo, são conhecidos. Eis aqui três deles: (1) Uma superfície oceânica quente, com a temperatura marítima de pelo menos 79° F.; (2) uma camada grossa de ar úmido que se estende a uma altura de mais de três quilômetros ou ainda mais; e (3) suficiente latitude, visto que as tempestades tropicais não se podem formar no equador, e raramente se formam num raio de cinco graus do equador. A área principal de formação de tufões que atingem o Sudoeste da Ásia é a região sul de Guam, mas ao norte do equador, no Oceano Pacífico. Uma segunda área é o Mar da China.


Necessidade de Aprimorados Sistemas de Alarme


Um dos principais tópicos desta reunião da Comissão de Tufões foi como aprimorar os sistemas de alarme, de modo que as pessoas tivessem amplo tempo para proteger a si e a suas propriedades. Ao considerar a vasta expansão oceânica que constitui a principal região que gera tufões, é fácil entender quão imensa é a dificuldade de se estabelecer estações meteorológicas. Quanto à atualidade, as previsões de tempo dependem das informações de radares, de fotos tiradas por satélites, e cartas de anteriores padrões meteorológicos, a fim de localizar a formação de tempestades.
Ao serem localizadas tais formações, enviam-se aviões para verificar seu progresso e determinar suas posições. Registram-se as pressões barométricas, bem como a velocidade do vento e outros fatores que talvez ajudem a determinar a vida, a velocidade, o curso e a distância da tempestade. À base de tais relatórios, traçam-se mapas e preparam-se avisos para distribuição ao público por meio dos veículos informativos.
Pode-se ver que quanto maior for o número de estações meteorológicas através da área de geração ou junto a ela, tanto mais exatas serão as previsões. Fazem-se esforços de estabelecer melhores comunicações entre os vários países envolvidos, de modo que sejam dados melhores alarmes.
Navios meteorológicos, também, estão em pauta. Tanto a Rússia como os EUA mostram interesse em estabelecer um navio meteorológico oceanográfico no Pacífico perto de Guam. Seu propósito seria localizar tempestades em potencial e registrar fatos meteorológicos na área. Estando bem no local, tal instalação meteorológica flutuante poderia observar os primeiros indícios de perigosa tempestade.


Esforços de Diminuir os Danos


Várias experiências foram feitas no esforço de diminuir os danos dos tufões. Visto que a fonte de energia dum tufão é seu vapor d’água, então condensar o vapor de novo em água liberaria a energia e causaria que o tufão dissipasse sua força antes de atingir a terra. É por isso que se dá tanta atenção a semear as nuvens com substâncias químicas, visando obrigá-las a liberar a água enquanto ainda se acham no mar. Embora não se tenha conseguido realizar muito com isso, por enquanto, espera-se que este método ainda venha a ser desenvolvido, ao ponto de obter êxito.
Grande parte do dano causado pelos tufões surge das formidáveis enchentes causadas pelas suas chuvaradas sobre a terra. Planejam-se represas e barreiras a ser construídas, visando controlar a água em excesso. Há atualmente projetos em curso na bacia do Rio Tansui em Formosa, e na área baixa do Rio Pampanga nas Filipinas.
Naturalmente, reconhece-se agora que uma das causas principais das enchentes tem sido o emprego errado do solo por parte do homem. As derrubadas indiscriminadas de matas desnudaram o país de um preventivo natural da inundação. A chuva pesada dos tufões é realmente proveitosa, se o solo puder absorvê-la. No entanto, quando se removem florestas e o solo é cultivado sem consideração pela conservação do solo, grande parte da chuva simplesmente corre pela superfície, não raro produzindo grave erosão. Procuram-se criar leis para controlar os desmatamentos, e incentivam-se os lavradores a plantar safras de cobertura e praticar a lavoura em curvas de nível.


O Que Pode Fazer


Muito embora considerável aviso de antemão seja agora mesmo dado de tufões que se aproximam, muitos tendem a ignorá-los ou a considerar com leviandade a seriedade do alarma. Talvez tenham sobrevivido a anteriores tempestades e achem que não há necessidade de se preocupar. Ou talvez aconteça que a passagem do tempo desde o último tufão cegou a agudeza de seu sentido de grande perigo. O seu proceder é bastante insensato. O melhor proceder é preparar-se para o pior, acatar os alarmas de tempestade da agência de meteorologia, e familiarizar-se com os significados dos sinais públicos de tempestade em qualquer forma em que sejam dados. Fique a par com as medidas práticas de precaução, e não deixe de segui-las à medida que o tufão se aproxima.
É de ajuda poder reconhecer os sinais que marcam a vinda dum tufão — características do vento e das ondas, seu comportamento em geral. De forma geral, os tufões se movem numa direção norte-oeste no Sudoeste da Ásia.
Recuse-se a ficar indevidamente alarmado pelos rumores. No entanto, preste atenção de perto aos boletins meteorológicos providos pelo rádio, televisão ou jornais. Se avisado que deve evacuar uma área perigosa, faça-o sem delonga. Se se sentir justificado a permanecer em sua casa, assegure-se de levar em conta todas as suas necessidades. Lembre-se, a energia talvez sofra um corte temporário. O suprimento de água talvez cesse ou seja contaminado. Assim, desejará dispor de alimentos que exijam pouco ou nenhum cozimento, e definitivamente precisará duma reserva de boa água potável. Outro equipamento de emergência deve ser examinado para certificar-se de que saiba onde se acha e que esteja em ordem utilizável.
De forma usual, as casas bem construídas são consideradas bem seguras. No entanto, é sábio não ser confiante demais. Em ventos de até 320 quilômetros por hora, talvez não sejam seguras, em especial se situadas perto da costa ou em local desabrigado. Algumas perguntas a considerar de antemão são: Há galhos de árvores ou árvores pesadas que talvez desabem sobre a casa? É seguro o teto? Até que ponto uma enchente representará um perigo?
Em grande parte do Sudoeste da Ásia, as casas não são de construção sólida. O bambu, folhas e produtos de madeira são os materiais de construção. Quando se dá o aviso dum tufão, o que se pode fazer? Para dar mais vigor à estrutura, fincam-se vigas em ângulos contra a casa e enterram-se os mesmos no solo. Cordas de retenção são também ligadas da casa ao solo. Visto que o vento se inverte durante a passagem dum tufão, usam-se vigas e cordas em todos os lados da habitação. Assim, não importa de que lado o prédio seja submetido à pressão, há algo para contrabalançá-la.
O efeito dum tufão sobre os meios de vida da pessoa também precisam ser levados em conta. Em muitas áreas do Sudoeste da Ásia e das ilhas do Pacífico, os coqueiros são a principal fonte de renda. Embora não sejam usualmente desarraigadas, tais árvores sofrem consideráveis danos dum tufão, principalmente o dano às folhas. Parece que as folhas atraem a umidade para nutrir o fruto e contêm a clorofila tão essencial para converterem a luz solar em alimento para a planta. Mesmo que uma árvore continue a dar fruto, depois de grande tempestade, é mais provável que os cocos não tenham água, e, assim não tenham valor comercial.
Não parece haver algo que se possa fazer para impedir os tufões, mas algumas sugestões sobre como evitar certos danos econômicos poderiam ser considerados. Encorajam-se os lavradores, por exemplo, a plantar legumes tais como amendoim, ou mangas e bananas, entre os coqueiros. Em muitos casos, quando se seguiu tal sugestão, os lavradores não só obtiveram uma segunda fonte de renda, mas a safra dos coqueiros aumentou até em 69 por cento. E, se acontecer mesmo que os coqueiros sofram danos devido a tempestade, tais colheitas secundárias crescem muito mais rápido, de modo que o lavrador não fica sem nenhuma renda ou fonte de alimento.
O arroz é outro plantio principal nesta região. No entanto, devido aos repetidos tufões, algumas áreas são inúteis no que tange a produzir colheitas bem sucedidas de arroz. Uma delas se acha na província de Batanes, no extremo norte das Ilhas Filipinas. Ao invés, plantam-se raízes, colheitas não tão gravemente atingidas como o arroz, plantações de camote ou de batata-doce, talvez. Poderia ser uma colheita extra em muitas outras áreas em que as perdas resultantes dos tufões são usualmente elevadas.


Benefícios dos Tufões


Em vista do que se disse aqui sobre os perigos dum tufão, não seria surpresa se as pessoas tivessem a impressão de que os tufões não apresentam quaisquer características redentoras. Todavia, essa não seria a verdade do assunto. Os tufões produzem grande dose de bem, também. Por exemplo, por seu intermédio, milhões de litros de água salgada são dessalinizados e distribuídos amplamente pelo solo seco. Para o homem dessalinizar tão grandes quantidades, seriam necessárias instalações custosas e muitos anos.
É possível que haja outros benefícios concedidos ao homem e ao seu lar pelos poderosos ventos do tufão? Nesse caso, também, o homem simplesmente não dispõe de todas as respostas. Em sua ignorância, o homem sofre os efeitos prejudiciais do tufão e é isso que toma vulto em sua mente. Seu estudo de todos os benefícios do tufão ao homem, para o ar que respiramos e para o solo de onde vem nosso sustento ainda se acha em estágio elementar.


in Despertai de 22/5/1971 pp. 20-23

Provérbio da semana (16:25)

Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Na hora de beijar a noiva, preferiu actualizar o Twitter


Alterar o status no Facebook e postar um comentário no Twitter foram as primeiras coisas que Dana Hanna, um engenheiro de Maryland, nos Estados Unidos, fez no momento seguinte ao pastor o eclarar um homem casado. A cerimónia decorreu no dia 21 de Novembro e o vídeo ficou disponível no Youtube logo de seguida. “Estou no altar com Sarah, que acabou de se tornar minha mulher há um segundo. Tenho de ir, está na hora de beijar a minha mulher”, podia ler-se no Twitter de Dana Hanna. "Dana está a actualizar o seu estado no Facebook", disse o pastor que conduzia a cerimónia, quando o noivo surpreendeu a noiva ao pegar no telemóvel, antes de a beijar. A surpresa foi geral mas a noiva não parece ter ficado descontente. "Eu e a minha mulher somos pessoas muito centradas nas tecnologias e temos usado muito o Twitter e o Facebook para manter o contacto com as nossas famílias, espalhadas pelos EUA", argumentou Dana Hanna. Já na altura em que ficaram noivos, a notícia foi dada a todos através das redes sociais.


in estranhomasverdade.com

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Viciada em sexo ...enquanto dorme


Belle Floor, holandesa de 32 anos, sofre uma «misteriosa doença» que a torna viciada em sexo, mas apenas enquanto dorme. O desejo sexual de Floor dispara durante o sono e, acompanhada ou não, atinge o orgasmo várias vezes. No dia seguinte garante não se lembrar de nada, refere o jornal «The Sun». A jovem, residente na cidade de Almelo, criou um site para tentar encontrar uma solução que os médicos não conseguem descortinar. Médicos e psicólogos afirmam tratar-se de um caso inédito de sonambulismo sexual, que atinge a jovem há já uma década. O desejo incontrolável de Belle levou mesmo o seu último namorado a desistir do namoro. «Ele nunca acreditou que eu não tivesse o controle sobre isto e achava que tudo decorria da sua performance na cama», conta a holandesa. Os impulsos sexuais nocturnos esmorecem apenas quando a jovem ingere fortes relaxantes musculares.


in TVI24 online / estranhomasverdade.com


Resta saber como é quando está acordada...

Já provou a sopa de ninho de ave?


O QUÊ? Verdadeira sopa de ninho de ave? Sim, feito do ninho duma ave, como qualquer pessoa familiarizada com a cozinha chinesa prontamente lhe dirá. Esta sopa leve, clara, com sabor delicado, é feita do ninho comestível de andorinhão.
Este pássaro mede de uns onze centímetros e meio a quase quatorze centímetros do bico à cauda. Voa rápido, na maior parte colhendo seu alimento enquanto voa. Sua cor é marrom escura, freqüenta as terras costeiras tropicais e pode ser achado ao norte até no Vietnam do Sul e ao sul até a costa australiana de Queensland.
O andorinhão realmente fabrica seu ninho com filamentos de sua própria saliva coagulada. O ninho é colado ao teto ou à parede de alguma caverna quase inacessível. Recolhem-se os ninhos no início da época de darem crias. Primeiro, todos os velhos ninhos são retirados das paredes ou do teto das cavernas. Os nativos de Bornéu sobem em varas de bambu até com 30 metros ou mais, e, com outras varas derrubam os ninhos. Assim que novos ninhos são construídos, são recolhidos, e isto se repete várias vezes. Mas, por fim, deixam-se intactos os ninhos de modo que os pássaros possam dar crias em paz.
O próximo passo é romper em pedaço os ninhos, secá-los ao sol e enviá-los a povoados e a cidades em que os chineses nativos os apreciem em seus lares ou, orgulhosamente, apresentá-los aos convivas estrangeiros em seus restaurantes.
A apreciação chinesa pelo ninho de ave vai mais fundo do que as simples papilas gustativas. A pessoa bem escolada nas tradições lhe dirá que há valor medicinal neste prato. Na verdade, a ciência médica não ofereceu confirmação oficial da afirmação, mas as análises químicas revelam que o ninho gelatinoso consiste principalmente em proteína, alguns carboidratos e quantidades utilizáveis de cálcio, ferro e tiamina.
As pessoas na classe alta e média podem usualmente se dar ao luxo de tomar esta sopa sempre que estiverem dispostas a isso. Nas cidades ocidentais, naturalmente, o custo será bem alto, mas, nas cidades asiáticas é mais barata, sendo até vendida em barracas à beira das estradas.
Talvez a forma mais aventureira de prová-la seja prepará-la em sua própria cozinha. Aqui, em Kuala Lumpur, como na maioria das cidades do sudoeste da Ásia, o ninho do pássaro é vendido principalmente em casas de ervas medicinais chinesas. Ao entrarmos em uma delas, o vendedor polidamente pergunta o que desejamos.
“Yin woh”, respondemos em cantonês.
“Ah”, exclama o vendedor, assumindo ares de perito. “Deixem-me recomendar-lhes o melhor.” Apresenta suas mercadorias e continua: “Esta é a Pah Sai yin, a variedade mais popular entre os consumidores.”
“O que a torna melhor?”
“Porque poderá cozinhá-la por um dia inteiro e os pequenos filamentos manterão sua forma. Este tipo é de Bornéu, e posso garantir que não ficará desapontado com o mesmo.”
Parece que os ninhos se acham disponíveis em várias qualidades. Realmente notamos que a variedade local tem filamentos soltos, e não é de jeito nenhum como a forma de colher bem vedada da variedade importada.
Depois de pechincharmos e da resultante redução de preço, corremos para casa com nossa compra. O ninho é deixado de molho na água de um dia para o outro. Daí a primeira coisa a fazer de manhã é dispor-se a catar pacientemente as penugens, penas e outras impurezas do pássaro no ninho amolecido e expandido.
Uma obsequiosa vizinha chinesa nos informa: “Simplesmente adicione bastante água ao ninho limpo para atingir a consistência desejada, suficiente açúcar em cubos para obter o grau correto de doçura. Daí, cozinhe por duas horas em banho-maria.”
Quando lhe pedimos com insistência outra receita saborosa, ela passa a dizer: “Uma forma simples de cozinhar o ninho é com um pouco de galinha e presunto, ambos cortados em pedaços, e a quantidade apropriada de água. Cozinhe em banho-maria por três horas. E para enfeitar o prato, pode-se fazer um fu-yong, isto é, misturar um ovo batido na sopa pouco antes de tirá-la do fogão.”
“Quando me casei há mais de quarenta anos atrás”, recordou ela, “tinha de servir chá a todos os parentes mais velhos do meu marido. E, visto que nossas famílias eram abastadas, o ‘chá’ que usávamos era sopa doce de ninho de ave.”


in Despertai de 22/5/1971 p. 11

Provérbio da semana (16:24)

Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dá que pensar...

Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:
- A que é que se deve a sua idade tão avançada?
- Método, meu filho... Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.
O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:
- Sempre evitei as mulheres, meu jovem!
A seguir pergunta a outro:
- Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.
A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:
- Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
- Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais...
- Então, e quantos anos é que tem?
- Trinta e dois.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A língua — de formato surpreendente


UM PEQUENO pedaço de músculo é tudo o que ela é. Mas, quão surpreendente é seu formato! Pois a língua pode formar todos os sons proferidos nas centenas de línguas conhecidas ao homem. É também supremo provador, podendo diferençar o doce e o amargo, o quente e o frio, o salgado e o ácido dum modo que traz deleite aos homens de toda a parte. Com efeito, sem ela, acharia muito difícil até comer.
Sim, este órgão surpreendentemente versátil também foi feito para mover o alimento de uma parte para outra sem esforço, colocando-o e retendo-o entre os dentes para a devida mastigação e daí o movendo para a parte de trás da garganta, para ser engolido.
Se saboreou sua comida hoje, se o sabor fez com que sua boca se enchesse d’água, a língua desempenhou grande papel em seu prazer. A língua ajuda a misturar a saliva com o alimento que estamos saboreando, assim poupando-nos da possibilidade de dificuldades estomacais mais tarde. Pode até mesmo dizer-nos se a comida é boa ou ruim pelo nosso senso de paladar, que se localiza principalmente na língua. É por isso que observa a cozinheira provar o que cozinha, para ver se está no ponto ou se precisa adicionar um pouco mais de tempero. Apenas uma pequena prova contará a estória.


Formato Complicado


Embora a língua humana pareça ser um simples pedaço de músculo, um estudo mais de perto dela mostra que se trata realmente de um órgão um tanto complicado, feito com grande inteligência. Dispõe de músculos que correm em diferentes direções, e isto explica sua excepcional mobilidade e maleabilidade. Alguns correm longitudinalmente, outros transversalmente, alguns verticalmente. Isto torna possível encurtar ou alongar a língua, fazê-la subir ou descer, virar sua ponta em diferentes direções ou estreitá-la e virar as partes laterais para cima. É esta versatilidade que torna possível mover o alimento pela boca, empurrando-o entre os dentes ou até encontrando e segurando uma pedrinha que talvez não foi notada na salada.
Além de a língua estar coberta de membrana mucosa, pode-se encontrar em sua superfície quatro tipos de pequenas protrusões chamadas papilas. Por exemplo, um tipo se compõe de pequenas projeções em forma de cone que cobrem a inteira superfície, bem como as partes laterais e a ponta da língua. São essas que fazem a língua da família dos felinos ser tão grosante que pode facilmente remover toda a carne dos ossos.
Em seguida, há outro tipo de cerca do tamanho de uma cabeça de alfinete. Assemelham-se a um diminuto cogumelo guarda-chuva, do qual obtiveram seu nome (fungiforme). Localizados principalmente na ponta e nas laterais da língua, são de coloração rósea e usualmente contêm especiais corpúsculos gustativos.
Outro tipo atinge apenas de sete a dez ao todo e estão dispostos por toda a parte traseira da língua, estando cercados de corpúsculos gustativos. Podem ser vistos a olho nu.
Por fim, os cientistas mencionam um quarto tipo que se pode encontrar nas partes laterais da língua e nas dobras da membrana mucosa da parte traseira da língua.
Um simples pedaço de músculo? Longe disso. A língua tem formato complicado e é de grande valor a seu dono. Além de ser tão sensível ao paladar e ao calor, a língua é mais sensível de se tocar do que qualquer outra parte do corpo.


Variedade de Surpreendentes Formatos


No reino animal, pode-se encontrar ampla variedade de surpreendentes formatos. Por exemplo, considere a língua bifurcada da cobra. Alguns crêem que uma serpente venenosa morde com sua língua açoitante, destarte derramando veneno sobre sua vítima, mas este não é o caso. Ela usa suas presas para tal fim. Além de ser bifurcada, a língua da cobra é estreita e muito sensível. A cobra a põe fora da boca de vez em quando para sentir o ar. Então, quando toca as cavidades sensórias ou o chamado órgão de Jacobson no céu da boca, com a ponta da língua, as moléculas fragrantes do ar, que aderiram à língua, lhe fornecem um senso de olfato. Uma língua para cheirar? Sim, as cobras a possuem. Dispõem até mesmo dum estojo ao qual podem recolher a língua, de modo que não sofra danos quando não está em uso.
O camaleão dispõe duma língua especializada, telescópica, que é excepcionalmente longa para o tamanho dele. Paciente e vagarosamente, esta criaturinha se aproxima de sua refeição em potencial até chegar o suficientemente perto. Daí, rápido como o relâmpago, lança a língua para fora e o petisco em forma de inseto adere a ela. Um tanto similarmente, a maioria das rãs possuem uma língua comprida e saliente que usam como pega-moscas para apanhar insetos.
Os tamanduás-bandeiras ou papa-formigas são campeões quando se trata de desembainhar rapidamente a língua. Quando rompem por completo um cupinzeiro com suas poderosas garras, então, tão rapidamente que é difícil de se ver, sua língua começa a trabalhar. Seu nariz é comprido, e a língua sai da boca como uma bala de fuzil. É comprida, move-se rápido e é coberta de uma substância pegajosa. Assim, tudo que o papa-formigas tem de fazer é puxar a língua para dentro da boca e os cupins que aderiram a ela são atraídos como deliciosa refeição. Similarmente, o pangolim asiático, uma espécie de papa-formigas escamoso, possui língua comprida e parecida a um verme, usada para capturar formigas para o jantar.
As aves também possuem línguas de formatos notáveis. Por exemplo, o pica-pau dispõe duma língua com ponta farpada e escorregadiça idealmente adaptada para atrair e arrastar larvas de insetos das árvores em decomposição. Daí, há o belo colibrizinho que usa sua língua surpreendente como canudinho de palha! Para obter seus goles de néctar, voa de flor em flor. Embora seja um pássaro pequenino, algumas espécies chegando a medir apenas seis a sete centímetros da ponta do bico até a ponta da cauda, é suficientemente pesado para que as frágeis flores não agüentem seu peso. Assim, adeja perto da flor, usando sua língua comprida e delgada para retirar o doce líquido pelo método de sucção.
A lampréia chupa-sangue, um peixe do tipo das enguias que vive no Mediterrâneo e nas costas do Atlântico Norte, dispõe de notável língua. É um músculo forte, recoberto de membrana córnea. A lampréia a usa como bomba de sucção para ancorar-se nas rochas ou aderir a outros peixes para derivar nutrição deles.
Os vegetarianos, como a girafa, também dispõem de línguas de maravilhoso formato. A língua da girafa pode chegar a atingir até cinqüenta centímetros e pode enrolar-se rápido em matéria folhosa e arrancá-la para consumo.
O prêmio para a maior língua de todas tem de ser dado à baleia. Noticiou-se que a língua de uma baleia azul de trinta metros pode pesar cerca de 3.000 quilos. Com efeito, a língua de uma baleia azul de uns vinte e sete metros, quando pesada com suas raízes, pesou quase tanto quanto um elefante de tamanho médio. Imagine a força exigida para se mover uma língua como essa!
Além de línguas para caça, para sucção, para raspagem e arrancar coisas, porém, o que dizer de seu uso para limpeza e primeiros socorros? Não se esqueça do gato doméstico e quão prazerosamente se lava todo dia com a língua, assim como o fazem a maioria dos animais. E não lavam e limpam cuidadosamente uma ferida com suas línguas os gatos, os cachorros e outros animais? Ou se perder um dente, não verifica que sua língua se interessa bastante pelo assunto, perscrutando cuidadosa e ternamente a área?


Cuidado e Uso da Língua


Tal órgão notável e necessário por certo merece nosso cuidado atencioso, porque até mesmo este membro resiliente de nosso corpo pode sofrer abusos. É interessante que a Encyclopœdia Britannica diz que a inflamação crônica da língua pode ser causada pela irritação dos dentes estragados ou por uma chapa mal-ajustada de dentes postiços, ou pelo fumar em excesso. Visto que tal inflamação crônica pode levar ao câncer, declara: “O tratamento exige a remoção de toda fonte de irritação . . . Tem-se que abandonar o fumo de forma absoluta e completa . . . e tudo o mais que seja provável de causar uma irritação deve ser evitado.”
É bom, também, evitar a irritação causada pelo uso incorreto da língua na linguagem. Linguagem berrante, irada e abusiva irrita os outros e não traz benefício a ninguém.


in Despertai de 22/5/1971 pp. 8-10

Provérbio da semana (16:23)

O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Homem mal diagnosticado com 'coma' passa 23 anos consciente


Um erro de diagnóstico fez com que um homem passasse 23 anos consciente e «amarrado» a uma cama, enquanto os médicos pensavam que estava em coma, na Bélgica.
Rom Houben, que tinha 23 anos quando sofreu um acidente de carro que o deixou completamente paralisado, foi submetido a vários exames para diagnosticar o coma, baseados em respostas motoras, verbais e oculares. Houben, no entanto, ouvia e via tudo o que acontecia à sua volta, sem conseguir comunicar com os médicos, familiares e amigos. Há apenas alguns meses atrás, exames com aparelhos de tomografia de última geração mostraram que o seu cérebro estava a funcionar de maneira praticamente normal. Houben foi então submetido a várias sessões de fisioterapia e agora consegue digitar mensagens num computador. Um aparelho especial colocado sobre a cama permite-lhe ler livros enquanto está deitado. «Nunca vou me esquecer do dia em que descobriram qual era o meu verdadeiro problema. Foi um segundo nascimento», disse. «Durante este tempo todo, tentava gritar mas não saía nada para as pessoas ouvirem». «Frustração é uma palavra muito pequena para descrever o que sentia», afirmou Houben, que deve permanecer internado numa clínica perto de Bruxelas. O neurologista Steven Laureys, que liderou a equipa que descobriu a situação de Houben, publicou um estudo há dois meses alertando que muitos pacientes avaliados em estado de coma na verdade podem estar conscientes. «Apenas na Alemanha, a cada ano, 100 mil pessoas sofrem de traumatismo cerebral grave. Estima-se que de 3 mil a 5 mil deles se mantêm presos num estágio intermediário entre o coma verdadeiro e a total recuperação dos sentidos e movimentos», disse Laureys, chefe do Grupo de Coma do Departamento de Neurologia da Universidade de Liège.


SOL com agências / estranhomasverdade.com


Bolas! E o homem não dar em doido foi uma sorte...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Atracções do mundo submarino


ARMADOS com equipamento de “scuba” ou simplesmente com máscara e nadadeiras, os homens exploram agora as maravilhas do mundo submarino. Que outros vão à lua e planejem explorações adicionais do espaço; os entusiastas do mundo submarino sentem-se felizes de explorar algumas destas regiões pouco conhecidas de nosso planeta. A vida e as atividades sob o mar oferecem seu fascínio particular. O mundo silencioso oferece refrescante contraste ao tumulto e correria da vida na superfície.
A aventura submarina não precisa necessariamente envolver a matança desenfreada dos habitantes do mar. Há nela finalidades boas e práticas, também. Os oceanógrafos que estão cônscios do grande potencial da lavoura submarina sugerem isso como solução parcial para o problema alimentar do mundo. Os estudantes de botânica e biologia estão vividamente interessados na flora e fauna marítimas. Muitos outros sentem-se atraídos pela beleza e colorido e pelas miríades de formas de arte que afundam nos mares.
O local preferível para tal aventura sob as ondas se acha nos mares tropicais, onde a temperatura da água não é tão fria, permitindo demoradas visitas submarinas. As águas claras e límpidas dos mares de corais convidam os aventureiros aos melhores lugares.


O Banco de Coral


Por que os mares de corais deveriam constituir atração especial? Porque os corais pululam em águas suficientemente agitadas de forma a permitir a substituição segura da água e da reserva conseqüentemente fresca de plancton microscópico, e em torno do crescimento de corais se pode encontrar a maior variedade de vida submarina. As menores criaturas procuram o banco de coral protetor com sua multidão de cavidades e fendas, ao passo que as maiores cruzam constantemente a vizinhança na expectativa de interceptar alguma criaturinha descuidada que se tenha afastado demais.
O que é este banco de coral! Talvez se pareça bem à rocha perfurada. No entanto, sua formação não é de jeito nenhum semelhante à da rocha. A formação de coral, com efeito, é o resultado dos esforços arquitetônicos de muitas gerações de diminutas criaturas marítimas — criaturas que estão aparentadas à familiar medusa e à anêmona do mar. Tais criaturas, chamadas pólipos, são como a geleia, maleáveis’ tendo forma cilíndrica. Um extremo se fixa na colônia de coral, os lares abandonados de uma prévia geração. O outro extremo é a boca da criatura, que se abre à noite numa coroa de pequenos tentáculos que se estendem e se alimentam do plancton que se ergue nas águas superficiais. Cada pólipo cria uma cobertura protetora ao redor de si, uma espécie de apartamento individual formado de carbonato de cálcio segregado pela sua própria pele externa. Durante o dia, tais pólipos se retiram para dentro de seus refúgios.
Havendo infinitos números destes diminutos arquitetos que trabalham lado a lado, construindo em direção ao sol, ano após ano, século após século, o recife assumiu seu atual aspecto. As plantas marinhas se arraigaram, ás plantas marinhas se alojaram ali, as esponjas e algas — todas compartilharam em algum grau para a cimentarão da estrutura. O resultado — o recife coralíneo, que com freqüência foi chamado de “bloco de apartamentos submarino”.
Em geral, o recife ocorre em águas rasas costeiras em que a luz e o calor do sol penetram bem profundamente. Uma razão disso parece ser que, dentro do corpo de cada pólipo há plantas microscópicas que fazem vital contribuição para seu processo digestivo e, como a maioria das plantas, dependem da fotossíntese. Sem a luz solar estas plantas morrem, e, por conseguinte, também morre o pólipo.
Embora a arquitetura do recife seja forte e duradoura, há forças de desintegração, também, não sendo a menor destas as poderosas tempestades que não raro soltam pedaços de rochas coralíneas que pesam diversas toneladas e os lançam como madeira de fósforo em cima do recife.


Variedades de Corais


Há outros corais, também, que não se juntam ao recife em si, embora sua presença aumente sua massa. Há o coral madrepérola, cujo crescimento se assemelha a ramos maciços de árvores, alguns deles tendo quatro metros e meio a seis metros de comprimento e sessenta centímetros de grossura na base. O coral maeandra assume a forma de grandes pedras com marcas bem similares às circunvoluções do cérebro. Estes crescem em marismas próximas ao recife.
Há o coral picante, que é o terror dos mergulhadores, pois pode infligir dolorosa ferida nas criaturas que se aventurem a chegar perto demais. Outro tipo de coral se parece muitíssimo com a forma da alface. Os corais moles, diferentes dos corais rochosos, incluem o coral estrela vividamente colorido, outros que são apenas uma massa flácida, com dedos macios e esponjosos que se abrem, e ainda outros que se parecem a grandes pratos, alguns com um metro e oitenta a dois e quarenta de diâmetro, tendo os pólipos distribuídos em círculos concêntricos.


Senhores do Recife


Embora os pólipos corais sejam arquitetos e mestres construtores, deve-se admitir que os peixes são verdadeiramente senhores do recife. Aqui se alimentam, passeiam e encontram refúgio das criaturas rapaces maiores do mar. A população dos recifes se apresenta em fantástica variedade de formas, tamanhos, cores e sinais esquisitos. Vistas contra o fundo dos muitos tons dos corais, fazem a pessoa lembrar-se das coloridas aves tropicais e borboletas que adejam num jardim florido. Há vermelhos, verdes, amarelos, azuis e toda tonalidade sutil intermediária. A atividade se compõe de rápidos inícios e curtas paradas no meio do coral irregular. A ligeireza e mobilidade são vitais. Por esta razão, a maioria dos habitantes do recife são de dimensões modestas.
Perto do recife, no chão arenoso, a pequena perca de cabeça amarela pode ser vista escavando seu abrigo com suas mandíbulas. Apenas a uns poucos centímetros de profundidade, seu buraco prove um refúgio em que entra de ré, com a cauda primeiro, sempre que ameaça o perigo. Tais tocas são usualmente revestidas de pedrinhas cuidadosamente selecionadas. Cardumes de peixes-anjos e cangulos, alguns deles belamente marcados, deslizarão ao lado. Na própria superfície do recife, o bodião, com bico de ave, estará quebrando pedaços de coral e alimentando-se dos saborosos pólipos dentro dele.
Bem dentro dos esconderijos e recessos do recife ou escondendo-se entre pilhas de antigas pedras de lastro de navios afundados vivem os mais formidáveis, talvez, de todos os habitantes dos recifes — a moréia verde de um metro e oitenta e sua prima, a moréia pintada de pouco mais de noventa centímetros. Trata-se de criaturas poderosas de presas afiadas que poderiam arrancar os dedos ou artelhos dum homem se não tivesse cuidado onde os punha. Além do recife, em águas mais profundas, espreitam os grandes saqueadores, sempre vigilantes, aguardando a oportunidade de uma boa refeição — o cação-martelo, o cação de pontas brancas, o cação amarelo e a grande barracuda de um metro e oitenta
A barracuda, feita para ser veloz e ter poder de ataque, é uma comilona muito seletiva. Alguns dos raros ataques aos humanos por parte de tais criaturas, segundo se crê, foram erros de sua parte. Em geral, só matam aquilo que irão comer, e parece não haver nem desperdício nem crueldade deliberada em sua matança.
Ao passo que estes peixes de maior porte que ficam pouco além do recife apresentam alguns problemas para os visitantes humanos do mundo submarino, há outro perigo mais imediato a evitar. Tome, por exemplo, o comum ouriço do mar. Trata-se duma criatura que se atocaia, espinhosa, dotada de espinhos aguçados e quebradiços. Quando a pessoa roça nele, os espinhos penetram na carne e se quebram. São extremamente difíceis de remover e podem produzir rápida infecção.
Outro perigo é a medusa urticante. Como que para desarmar o visitante, padronizam-se nas cores azul-escuro, marrom e amarelo. Mas, muitas delas podem dar uma picada chocante. Uma das mais perigosas delas é a urtiga-do-mar. Flutua na superfície, balançando seus longos filamentos venenosos. Envolver-se com uma delas pode significar uma picada bem ruim, em alguns casos raros até mesmo provocando a morte.
Não é fora de propósito sublinharmos aqui um perigo para os pólipos, estes diminutos arquitetos do recife. A espinhosa estrela-do-mar ordinariamente busca e digere tantos pólipos quantos possa encontrar. No entanto, na área do Pacífico, parece que as estrelas-do-mar estão experimentando uma explosão demográfica, tanto assim que os pólipos estão sendo arrancados de um recife após outro, transformando-os em cemitérios revestidos de algas ou blocos de apartamentos sem vida e condenados.
O mundo submarino certamente tem sua variedade, seus perigos, e suas atrações, assim como o mundo na superfície.


in Despertai de 8/5/1971 pp. 13-15

Provérbio da semana (16:22)

Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Jovem prova inocência através do Facebook


A polícia nova-iorquina soltou um jovem de 19 anos, acusado de assalto à mão armada, que justificou a sua ausência do local do crime por ter estado numa outra ponta da cidade a actualizar o seu perfil no Facebook. O caso teve lugar no mês passado, quando duas pessoas ligadas a Rodney Bradford, o jovem acusado, foram assaltadas à mão armada em Brooklyn. Na altura o jovem foi acusado pelas autoridades de ser responsável pelo assalto e acabou preso durante 12 dias. Como álibi o jovem sempre afirmou que na altura do crime tinha estado em Manhattan, no escritório do pai. Para provar a sua presença naquele local, Rodney Bradford alegou que estava a actualizar o seu perfil do Facebook, algo que foi depois confirmado pelos procuradores que acabaram por libertá-lo. Para justificar a medida, os procuradores de Brooklyn revelaram à imprensa local que o Facebook teve um papel muito importante na resolução do caso.


SOL / estranhomasverdade.com


Afinal as redes sociais podem ser úteis... ;-)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Preso por ligar para o «112» a pedir sexo


O norte-americano Joshua Basso foi preso na quarta-feira, em Tampa, no estado da Flórida, EUA, depois de ligar para o serviço de emergência americano, 911, ou seja, o 112 português, e perguntar à telefonista se ela teria relações sexuais com ele, noticia o jornal St. Petersburg Times. De acordo com o relatório policial, disponível na Internet, Basso, de 29 anos, ligou quatro vezes para o serviço de emergência e acabou por ser detido 15 minutos depois da última ligação, sob a acusação de chamada falsa para o 911. O suspeito terá pedido à telefonista para ir a casa dele, mas ela desligou o telefone. Basso voltou a ligar, mas não teve sorte. A polícia acabou por o deter. A polícia declarou que o suspeito não confessou se estava a masturbar-se quando conversava com a telefonista, como terá declarado durante o telefonema. Basso está agora preso e só poderá sair da prisão se pagar uma caução de 300 euros. À polícia, o suspeito afirmou que ligou para o serviço de emergência por que não tinha dinheiro no telemóvel para ligar para os serviços de sexo por telefone.


TVI24 / estranhomasverdade.com


-Olhe que este número é só para urgências!

-Mas é que eu estou mesmo com urgência para fazer sexo!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Estômago... pesado!


Uma equipa médica do Peru encontrou um quilograma de pregos, moedas e metal no estômago de um paciente, na sequência de uma intervenção cirúrgica de emergência, noticia a «AFP». Requelme Abanto Alvarado, de 34 anos, que sofre de problemas mentais, deu entrada, sexta-feira passada, no hospital de Cajamarca, acompanhado de familiares, queixando-se de fortes dores abdominais. «Nunca tinha visto nada assim», afirmou o cirurgião Carlos Delgado. «O paciente encontra-se em situação estável. Agora, a equipa médica avaliará a sua saúde mental», para encaminhá-lo para os cuidados necessários, rematou.


PD / estranhomasverdade.com


Alimentação rica em ferro...

O saber não ocupa lugar - 317


Os peixes da espécie Garra rufa são utilizados na limpeza dos pés.

Fazendo sua carta chegar a seu destino


SUA carta está fechada em seu envelope, põe-lhe um selo e a lança na caixa de correio mais próxima. Dificilmente pensa mais no assunto. Está confiante de que sua mensagem chegará até a pessoa mencionada no envelope.
Mas, por que tem tal certeza? Já pensou alguma vez na organização exigida para levar sua carta e milhares de outras de um ponto da terra a outro, às vezes a milhares de quilômetros de distância? Como é que pequenino selo, custando apenas algumas moedas, talvez apenas uma, pode realizar tal notável proeza — levar sua mensagem aos próprios confins da terra? E quem recebe o dinheiro representado pelo selo, visto que a carta talvez atravesse várias terras até alcançar seu destino?
Talvez aprecie ver esclarecidas tais perguntas, bem como outras, tais como: Como foi que o atual sistema postal internacional veio a existir? Que passos estão sendo dados para melhorar e ampliar sua utilidade para a humanidade?


Os Primeiros Estágios


A história primitiva fala dos sistemas de correios entre os persas, os romanos, e os incas da América do Sul, organizados com o único fim de comunicações governamentais. Não havia então nenhum arranjo para o cidadão comum. E, ademais, bem poucos cidadãos sabiam sequer ler e escrever, de modo a tirar proveito de tal meio de comunicação.
Alguns fatores que operaram juntos para produzir súbito aumento na demanda de comunicações foram: a descoberta do hemisfério ocidental, com sua conseqüente difusão populacional; o advento da imprensa; e a grande ampliação das oportunidades educacionais. Para satisfazer tal demanda, Franz von Taxis introduziu um serviço postal internacional no século dezesseis. Operava entre limitado número de estados europeus. Este intercâmbio de correspondência foi governado por acordos internacionais — não uma convenção geral, mas, antes, vários tratados bilaterais.
A era dos navios a vapor e das ferrovias trouxe o transporte a baixo custo de correspondência particular, e grandemente estimulou o aumento das comunicações por carta. As administrações postais se tornaram cônscias da necessidade de padronizar seus métodos e tarifas e simplificar as formalidades envolvidas. A introdução do “selo de um pêni” na Grã-Bretanha em 1840 e a criação do selo postal, por Rowland Hill, foram passos dados na direção certa.
É estranho, não é, pensar que até os meados do século dezenove a correspondência dos Estados Unidos operava sem o benefício de selos ou envelopes como os conhecemos agora? A folha da carta era simplesmente dobrada seguramente e o endereço era escrito do lado de fora. Usualmente a última dobra era presa com cera lacradora. Pagava-se o custo de despacho na agência dos correios, e a quantia era carimbada do lado exterior da carta.
Outro passo à frente surgiu em 1863, quando, por iniciativa de Montgomery Blair, o diretor dos correios dos EUA, quinze países europeus e americanos reuniram seus representantes em Paris, visando ampliar o escopo dos arranjos postais internacionais.


Fundando a União Postal


A grande necessidade, então, era de um congresso ou acordo internacional geral. Alto funcionário da administração postal da Confederação do Norte da Alemanha traçou o esboço para tal união postal com atribuições plenipotenciárias. A convite da Suíça, realizou-se uma conferência em Berna em 1874. Delegados de vinte e dois Estados chegaram rapidamente a um acordo que foi desde então conhecido como Tratado de Berna.
Assim nasceu a União Postal Geral, entrando em vigor em 1.° de julho de 1875. O acesso de muitos novos estados-membros sugeriu um nome mais apropriado, que foi adotado três anos depois, a saber, União Postal Universal.
O vigésimo quinto aniversário da fundação da União foi devidamente comemorado na Suíça por se erguer imponente monumento — um globo erguido em granito toscamente esculpido, com figuras graciosas, representando as comunicações internacionais, rodeando o globo e passando cartas de mão em mão. Milhares de pessoas visitam este local todo ano.
Por cerca de setenta anos, a admissão de novos membros na União foi feita por declaração unilateral, mas, no Congresso de Paris de 1947, este arranjo sofreu emenda. Dali por diante, os pedidos seriam examinados pelo governo suíço, e então apresentados aos membros. A aprovação de pelo menos dois terços era exigida antes de um peticionário ser admitido. O Congresso de Viena, em 1964, determinou que qualquer membro das Nações Unidas poderia ter acesso à União simplesmente por uma declaração formal feita ao governo suíço, e sem precisar dos dois terços de votos de aprovação.
(...)

Entre numa moderna Agência dos correios e observe o grande número de serviços disponíveis ao cidadão comum. Podem-se comprar vales postais quer com destinação doméstica quer para o exterior. Daí, há as encomendas postais e os arranjos de reembolso postal. Também, pode-se registrar e segurar cartas e encomendas de modo a garantir sua entrega — modalidade importantíssima quando o item de correspondência é valioso ou urgente.
A maioria dos centros urbanos ao redor do mundo, e muitas cidades menores, gozam pelo menos de duas entregas por dia — entregas feitas bem na casa ou no local de negócios. Apenas em tempos comparativamente recentes o transporte aéreo de correspondência ajudou a apressar a entrega de cartas e pequenos pacotes em fantástico grau. Agora já se pode receber uma carta enviada de um ponto a uns três ou cinco mil quilômetros de distância em quarenta e oito horas a partir do tempo de expedição!
Já por muitos anos as ferrovias têm contribuído para acelerar e tornar eficientes os correios. Vagões especiais permitem a separação de correspondência a medida que o trem percorre velozmente seu caminho, dia e noite, até algum ponto distante.’ Em algumas pequenas estações à margem da estrada lança-se a correspondência de primeira classe sem parar. Mais do que isso, com ajuda de engenhoso dispositivo, malas postais também podem ser recolhidas pelo trem em movimento.
Assim, há muito mais envolvido na entrega de sua carta do que aquilo que pode ver na sua Agência local dos correios. Apanhar a correspondência, separar e ensacar a mesma e estabelecer o roteiro das mais postais para pronta entrega, são apenas questões de rotina envolvidas na rede mundial dos correios. Não é notável que se’ possa sentar e escrever uma carta a alguém do outro lado do planeta, com razoável expectativa de que sua carta chegará ao destinatário, mesmo se ele ou ela for um prisioneiro de guerra ou um internado civil? E, falando-se em geral, sua carta será inviolável. Muitos poucos países dispõem de pessoal ou da inclinação de censurar os grandes volumes de correspondência que chegam de dia em dia.
Por motivo das operações da União, as tarifas postais se acham ao alcance da maioria das pessoas. E, embora as limitações políticas e econômicas impeçam sua visita a algum parente ou amigo numa terra muito distante, calorosa correspondência pessoal pode ajudar a manter os vínculos familiares ou de amizade.
A velocidade e a eficiência do correio bem montado da Pérsia provocou a admiração de Heródoto, o historiador grego. Sua expressão incluía as seguintes palavras, agora inscritas por cima da entrada’ do Correio Geral da cidade de Nova Iorque: “Nem a neve, nem a chuva, nem o calor, nem as trevas da noite impedem estes correios da execução rápida de suas rondas designadas.” Mesmo enquanto dorme, sua correspondência se apressa a chegar a seu destino.


in Despertai de 8/5/1971 pp. 9-12

Provérbio da semana (16:21)

Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uma piscina para pobres


Aluno come mosca morta para ter «A» num teste


Um aluno de uma escola da Califórnia, nos Estados Unidos, comeu uma mosca morta para ter um «A» num teste, depois de um desafio lançado pelo professor de Álgebra. O docente terá prometido dar nota «A» a quem engolisse o insecto, mas Stephen Zeldag alega que o professor não cumpriu a promessa. A notícia é avançada pela estação de televisão norte-americana CBS. Stephen Zeldag, que estuda no colégio Oak Ridge em El Dorado Hills, na Califórnia, conta que, em Outubro, o professor de álgebra II matou uma mosca com as mãos durante uma aula e desafiou um dos alunos a comê-la. «Se alguém comer esta mosca, dou-lhe um A na prova», terá dito o professor. Stephen Zeldag não pensou duas vezes: aceitou o desafio e comeu o insecto. O estudante e o docente selaram o acordo com um aperto de mão. Para surpresa de Stephen, o professor não respeitou o acordo: quando o resultado do teste chegou a nota era «F». Em 46 perguntas, o aluno apenas tinha acertado em nove. Num canto da prova, o mestre colocou um «A», com o texto: «aqui está o teu A no teste», mas na pauta o estudante levou um «F». Só nessa altura, Stephen percebeu que tudo não tinha passado de uma brincadeira. Contactado pela CBS, o director da escola afirmou não ter conhecimento do caso, mas garantiu que vai abrir uma investigação. Stephen Zeldag conta agora que não comunicou o caso ao director da escola, com medo de represálias do professor. Triste por ter sido enganado, o aluno diz que ainda reclamou junto do docente, mas sem sucesso. Stephen Zeldag pediu ao professor para repetir a prova, mas o docente recusou.

in http://www.tvi24.iol.pt/ / estranhomasverdade.com


Só digo o seguinte: tanta burrice merece mesmo um "F"...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Burros espertos "resgatam" mulher enterrada viva


Dois burros salvaram sua dona no vilarejo de Wartga, nos arredores de Sidi Bouzid, a 300 km de Tunis, capital da Tunísia. A mulher tinha sido enterrada viva, depois de entrar em coma profundo. Os médicos informaram que a paciente tinha morrido.Os familiares preparam então os rituais fúnebres, seguindo a tradição muçulmana do país. Houve o cerimonial e a moça – que não teve o nome divulgado e é casada e tem dois filhos – foi enterrada.A sepultura ficava na propriedade onde ela morava, um pequeno sítio. Segundo a TV local Al Arabiya, os burros ficaram desolados com a morte da dona, que, contaram parentes e amigos, “eram os bichos de estimação dela”.Pois parece que eles sentiram o baque mesmo. Plantaram-se sobre a tumba da dona e não saíram mais de lá. Ficaram horas sobre o túmulo. Uma amiga da mulher enterrada percebeu algo estranho com os animais, que ficavam cheirando o local.A moça foi até a sepultura e se assustou com os gritos vindos de lá.
- Ela está viva, minha amiga está viva! - berrou a mulher.Familiares chamaram coveiros, que desenterraram a ex-defunta. Ela passou duas horas dentro do túmulo, de acordo com a reportagem da TV.


R7.com / portaldascuriosidades.com
Nem sei o que é passível de ser comentado: se a postura inteligente dos burros ou a postura burra dos inteligentes que enterraram a senhora viva...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Homem preso por estar nu na própria cozinha


Eric Williamson, de 29 anos, vive em Springfield, na Virginia, e insiste que «não fez nada de mal». Garante mesmo que qualquer «exposição das suas partes íntimas foi puramente acidental». Num determinado dia, foi colocar o café a fazer pouco depois às 05h30 na sua cozinha, quando uma mulher passou na rua com o seu filho de sete anos e o viu nu. De imediato chamou a polícia que o deteve. A notícia é avançada pela «Skynews». A porta-voz da polícia de Fairfax County, Mary Ann Jennings, explicou que a mulher se queixou que ele «se exibiu várias vezes através da grande janela da cozinha». Mas Williamson justifica: «Estou sozinho em casa. Todos os meus colegas saíram para trabalhar e eu venho, à cozinha da minha casa, fazer o café». «Não falei com ninguém, não vi ninguém. Nem sequer pensei que estava nu. Simplesmente vim pôr o café a fazer e se parecia "confortável" é normal, já que estou dentro da minha casa», acrescenta. Pai de uma menina de cinco anos garante: «Nunca faria isso de propósito frente a uma criança. Sou um pai responsável e quem me conhece sabe isso». Em declarações à «Skynews», um advogado não directamente relacionado com o caso, explicou que «para ser considerado crime é preciso que se prove que ele sabia da presença das pessoas na rua, enquanto estava nu na cozinha. É preciso que haja um comportamento exibicionista intencional». Ainda de acordo com o causídico se «a exposição não foi intencional, se foi acidental ou inadvertidamente, não é crime». A provar-se que foi acidental a porta-voz da polícia garantiu que não avançará com o caso.


PD / estranhomasverdade.com


Isto é o que dá beber café! Que droga horrível! :-p

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Negócio dos preservativos na China atrai falsificadores


A China vende anualmente mais de 2000 milhões de preservativos, um negócio de centenas de milhões de euros que já alastrou à Internet e atraiu também alguns falsificadores, revelou hoje um jornal oficial. A polícia chinesa descobriu no Verão passado na província de Hunan, sul da China, uma fábrica clandestina que terá produzido cerca de 2,1 milhões de preservativos não esterilizados, metade dos quais já foram vendidos. Num caso idêntico, ocorrido em Junho de 2008, em Ningbo, na costa leste, a polícia apreendeu cerca de meio milhão de preservativos falsos. A China é o quarto mercado de preservativos do mundo, a seguir ao Reino Unido, Estados Unidos e Japão, refere o mesmo jornal. É um negócio que factura por ano o equivalente a 365 milhões de euros e já é feito, também, através da Internet. O Global Times, um jornal do grupo Diário do Povo, o órgão central do Partido Comunista Chinês, adverte, contudo, que "muitas lojas online oferecem preservativos baratos e sem indicação do local de produção. Segundo o jornal, a falsificação afecta também as marcas estrangeiras mais conhecidas. Nestes casos, uma caixa com doze preservativos é vendida por 15 yuan (1 euro e meio), um terço do preço legal. O ano passado, um jornal de Wuhan, no centro da China, disse que um terço dos preservativos à venda na cidade eram falsos.


Lusa / estranhomasverdade.com


Tenham cuidado, muitooooooo cuidado! Ou medo, muitoooooo medo!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sai mais barato pagar à vista


“COMPRE AGORA — PAGUE DEPOIS!” Essa idéia bombardeia constantemente as pessoas em muitos países hoje. Estão sendo persuadidas a crer que a coisa a fazer é comprar um produto anunciado, daí, pagar mais tarde, por um período de tempo. Isto se chama ‘comprar a prazo’, ou comprar a crédito.
No entanto, comprar agora para só pagar depois realmente significa endividar-se. E cada vez mais pessoas fazem isso. Como declarou o economista John Kenneth Glalbralth: “As pessoas mudaram seu conceito sobre as dívidas. Assim, tem havido um inexplicável mas bem real recuo do cânone puritano que exigia que a pessoa economizasse primeiro para gozar depois.
Comentando esta tendência, um economista do Instituto de Pesquisa de Motivação, disse: “Em geral, estamo-nos desviando cada vez mais duma cultura puritana para uma hedonística . . . O cartão de crédito é um símbolo desta era hedonística. Obtemos nossos prazeres, nossas compras, nossa diversão, antes de realmente os termos ganhado pelo trabalho.”
Nos EUA, tantas são as pessoas agora endividadas que Hillel Black, em seu livro Buy Now, Pay Later (Compre Agora, Pague Depois), declarou: "O resultado tem sido uma explosão no crédito ao consumidor que torna a explosão demográfica pequenina, em comparação. . . . A dívida particular total é certamente maior do que a dívida particular combinada do homem através da história. Jamais tantos deveram tanto.”


Como É Pago


Como é pago todo este débito? Sai dos proventos futuros da pessoa, dinheiro que não possui agora, mas que espera ganhar.
Eis onde surge o problema. Números, avolumantes de pessoas verificam agora que não conseguem pagar todas as suas compras a crédito. Como declarou um porta-voz da Associação Estadunidense de Cobradores: “As pessoas saem e usam o crédito sem realmente saberem de que se trata. A pessoa mediana não conhece a responsabilidade que assume quando abre uma conta. Fica chocada no fim do mês quando descobre que tem gasto mais dinheiro do que ganha.”
Por algum tempo, os financistas se quedaram pensativos sobre o que aconteceria com toda a dívida se a nação sofresse qualquer retrocesso econômico prolongado. O que fazer se os trabalhadores não ganhassem tanto, ou perdessem por completo o emprego? — perguntaram. Os peritos não mais têm de se quedar pensativos. Agora sabem, pois os EUA estão sentindo uma recessão econômica, mesmo com os preços continuando em escalada.
Como resultado, muitos trabalhadores perderam seus empregos, ou sofreram redução salarial. Isto tem feito com que mais pessoas fiquem em dificuldades econômicas do que em qualquer tempo desde os anos da depressão. Estão endividadas, mas agora não podem pagar as dívidas. Por isso, crescente número estão abrindo falência, as coisas que compraram retornando aos credores.
Até mesmo muitos que têm empregos sofrem dificuldades por causa de demasiadas dívidas. Em Atlanta, EUA, certo banqueiro disse: “Quase todo mundo vive além de suas posses nos níveis de renda médio e baixo. A família típica conseguia manter-se até recentemente por poder fazer mais empréstimos, mas o crédito restrito acabou com isso e agora muitas pessoas não conseguem ‘fazer empréstimos para liquidar suas dívidas’.”
A situação é justamente como observou Newsweek: “Deveras, a queda já atingiu amplos números de estadunidenses de uma forma ou de outra.”


Vale a Pena Pagar à Vista


Não só o ‘crédito fácil’ induziu muitos a comprar coisas que não estão a seu alcance real, mas, ao assim fazer, perdem dinheiro. Têm de pagar mais pelo produto por causa dos juros cobrados.
Deve-se lembrar que emprestar dinheiro é enorme negócio porque é proveitoso para quem empresta. Com efeito, muitas companhias não desejam que os fregueses paguem à esta, por causa do enorme lucro obtido de juros nos pagamentos a prazo. Alguns lucram mais nos juros do que lucrariam com o próprio item se tivesse sido pago à vista!
Nos EUA, cerca de 25 centavos de cada dólar no pagamento de dívidas atualmente vai para o pagamento de juros. Isto significa que as pessoas que dependem do crédito não obtêm o pleno valor de seu dinheiro. Estão, em realidade, desperdiçando muito dinheiro arduamente ganho. Se comprassem itens à vista, teriam mais para gastar.
Um exemplo do que pode ser economizado quando se compra à vista; é observado em Buy Now, Pay Later: “Um loja vende um refrigerador por US$ 329.95. Num contrato de vinte e quatro meses, com uma entrada de US$ 10, o Sr. Consumidor paga à loja US$ 66 extras para o crédito.” Pense em quantos litros de leite esses US$ 66 teriam comprado! Quanta carne poderiam ter comprado, quanta roupa para a família? Comprar tal item a crédito foi como rasgar e jogar fora US$ 66 .
Não, o crédito não é barato, de forma nenhuma. Os pagamentos de juros reais podem variar de 12 por cento até o dobro ou mais do custo original.


O Proceder Sábio


As dificuldades econômicas não desaparecerão no futuro. O proceder sábio é manter equilibrado o conceito da pessoa sobre as coisas materiais.
Compre apenas o que estiver a seu alcance. Sempre que possível, pague à vista para evitar pagar juros. Se desejar um item que não precisa agora, comece a economizar para comprá-lo. Ponha o dinheiro no banco ou empregue-o para obter dividendos. Daí, quando tiver o dinheiro de que precisa, compre tal item à vista.
Quando fizer quaisquer compras, pague-as prontamente. As vezes as firmas dão descontos para pagamentos à vista, o que lhe economizará dinheiro. Se tiver de usar crédito, certifique-se de que é apenas para algo indispensável. Use o crédito mui esparsamente, e leia as partes impressas em letrinhas miúdas dos contratos para saber exatamente quanto está pagando além do preço à vista.
Outra sugestão prática: Visto que já se provou que as pessoas com cartões de crédito usualmente compram mais do que quando, compram à vista, uma boa idéia qual o vai fazer compras e deixar seus cartões de crédito em casa!
Jamais permita que um vendedor o encha de dívidas por lhe falar do ‘crédito fácil’. Não existe tal coisa. Todo o crédito é difícil. Pergunte a alguém que agora não consegue efetuar os pagamentos ou que tem de se declarar falido. Sim, sai mais barato pagar à vista. É mais fácil não só para a carteira, mas para o sistema nervoso também, pois pode poupar-lhe de muita angústia.


in Despertai de 8/5/1971 pp. 7-8

Provérbio da semana (16:19)

Melhor é ser humilde em espírito com os mansos, do que repartir despojo com os que se enaltecem.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O terror dos restaurantes

Um homem entra numa tasquinha e pede uma sopa do dia. Quando o empregado vinha a servi-la o homem diz:
- Não se importa de aquecer a sopa um pouco mais?
O empregado levou a sopa para dentro da copa e, quando voltou com ela já aquecida, o homem voltou a pedir-lhe:
- Não se importa de aquecer a sopa um pouco mais ainda?
Quando o empregado voltou para servir a sopa pela terceira vez, disse para o homem:
- Espero que agora já esteja suficientemente quente!
Ao que o homem lhe respondeu:
- Não, enquanto você trouxer os dedos dentro da sopa, é porque ela não está suficientemente quente!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amante fotografado a fugir pela janela


Um homem fugiu pela janela de casa da amante quando foi descoberto pelo marido da senhora. A fotografia, tirada na China, corre o Mundo. É um clássico do cinema: marido entra em casa, anuncia-se com um “querida, cheguei” e o amante salta da cama à procura de refúgio. Apressa-se, indeciso entre o clássico armário ou a janela, enquanto a mulher se recompõe.
Na vida real, Sun Meng optou pela janela. Ainda estão por esclarecer as circunstâncias que o denunciaram, mas as imagens, a circular na Internet, mostram um amante encolhido ao frio, a temer pela vida em cima de um aparelho de ar condicionado, do lado de fora de um prédio. À janela, o marido enganado."As pessoas riem-se ao ver-me nu, mas devo lembrar que estava muito frio", disse Sun Meng. O susto, de morte, também deve ter contribuído para esfriar o ânimo do amante. "Sei que o que fiz foi errado, mas tinha medo que ele me matasse", acrescentou, em declarações recortadas do "The Daily Telegraph".O insólito aconteceu em Chengdu, capital da província de Sichuan, no centro da China e corre o Mundo. As imagens foram captadas por um vizinho. "A minha família está envergonhada e não me fala", lamentou Sun Meng, de 25 anos.


in JN / estranhomasverdade.com
Pensava que isto só acontecia nos filmes!!! LOL

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ponto de vista interessante...

O Joãozinho estava batendo a um menino que deveria ter metade da sua idade no meio da rua. Um senhor que passava por eles aproximou-se e separou-os, dizendo ao Joãozinho:
- Não tens vergonha? Bater num menino bem menor do que tu? És um cobarde!
- O senhor queria o quê? - Respondeu ele. - Que eu ficasse à espera que ele crescesse?

Iguarias nas Filipinas


MANILA, cidade internacional em sua composição e gosto, é um lugar onde se pode obter quase qualquer tipo de prato estrangeiro que se possa imaginar. A população aqui se compõe de muitas raças, sendo produto de diversas culturas. A raça malaio-polinésia foram acrescentadas generosas porções de variedades chinesas, espanholas e estadunidenses, bem como de outras raças. Em resultado, somos orientais com apelidos estadunidenses, nomes de família espanhóis, e falamos tegalo, inglês e um pouco de espanhol, para não mencionar os mais de oitenta dialetos locais.
Com esta mistura de fundo e cultura, seria apenas de esperar que os paladares variassem. Dos chineses, por exemplo, temos escabeche ou peixe agridoce; dos espanhóis, bife mechado ou sauté; o nosso nilagang manok, ou galinha cozida, faz lembrar o francês pot-au-feu; e simplesmente prezamos cachorros quentes e hamburgos.
Embora muitos destes pratos estrangeiros tenham sido confortavelmente naturalizados, os pratos simples nativos ainda retêm seus atrativos. Um destes, o adobo, é quase colocado como nosso prato nacional. O que é? É uma combinação de galinha e fatias de carne de porco bem temperadas com grãos de pimenta e dentes de alhos esmagados brandamente para ressaltar o aroma. Adiciona-se também o vinagre nativo. Quando lhe for oferecido este prato pela primeira vez, talvez ache que o cheiro pungente é uma barreira grande demais. Mas, simplesmente poderia surpreender suas papilas gustativas.
Do norte do país vem o papait ou pinapaitan. Realmente tem melhor gosto do que talvez pareça quando o não iniciado lê a nossa receita: Tome um cabrito, alimente-o com bastantes folhas de tamarindo para limpar seu estômago, mate-o e então chamusque-o no fogo ardente até que a superfície fique preta. Raspe-a e limpe a pele. Corte a pele em pedaços junto com as partes limpas da carne, esprema a bílis, tempere com condimentos e sirva com basi, um licor ardente nativo que é feito de suco fermentado de cana de açúcar.
No sul poderá verificar que o kinilaw tem lugar honroso a mesa. Trata-se de peixe cru cortado em cubinhos do tamanho desejado e lavado com vinagre duas ou três vezes. Cebola, gengibre, vagens ardidas nativas e alho picado são então acrescentados. Suco de limão e vinagre são derramados na mistura. Leite de coco pode ser acrescentado, também, bem como sal.
Um símbolo da hospitalidade filipina é o lechon ou leitão assado por inteiro. Seja qual for o motivo para uma refeição comunal, a festa não é considerada completa sem o leitãozinho assado enfeitando o centro da mesa festiva, com suas folhas verdes de bananeira.
A dona de casa de Luzon Central é conhecida por seu engenho e por ser cheia de recursos. Pode preparar pratos que agradem o coração do homem e ao mesmo tempo estejam ao alcance de seu orçamento. Há, por exemplo, a humilde camote ou batata doce. As raízes são usadas da mesma maneira que a batata inglesa. As folhas, também, são usadas como legume ou transformadas em salada. Não raro são cozidas junto com peixe ou outra carne. Daí, junto com fatias de tomate, cebolas, ovos cozidos e vinagre, a camote se transforma em deliciosa refeição.
A banana é outro favorito. Quando madura, torna-se excelente sobremesa. Caso contrário, pode ser cozida, fritada, tostada, adoçada ou cozida junto com leite de coco.
Quanto ao método de cozinhar, dispomos de grande variedade. Muitos afirmam que os pratos cozidos em vasos de barro têm melhor sabor. Em Iloilo, vão um passo adiante. Para cozinhar a galinha binakol, usa-se um tubo de bambu verde. Depois de todos os ingredientes terem sido colocados lá dentro, sela-se a abertura com capim-limão, e estes receptáculos são colocados diagonalmente sobre brasas vivas, com a extremidade para cima, para impedir que o conteúdo escorregue para baixo.
Onde há abundante feno seco, como em Bulacan, a cozinheira traspassara estacas de bambu pontiagudas pelos pedaços de galinha, dum modo bem parecido ao de se fazer churrasco na brasa. Mas, ao invés, ela enterra as pontas e então as cobre com uma caçamba ou lata grande. Empilha-se feno seco por cima e por toda a volta da caçamba e então põe-se fogo. Em dez minutos está tostadinha.
É interessante experiência familiarizar-se com os alimentos de outros povos, e é ainda mais deleitoso chegar a conhecer as próprias pessoas. Há pessoas de outras nacionalidades em sua comunidade? Por que não faz o esforço de conhecê-las?


in Despertai de 8/4/1971 pp. 28-29

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.