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quinta-feira, 29 de maio de 2008

O saber não ocupa lugar - 178


Leonardo da Vinci começou o retrato de Mona Lisa em 1503, e o terminou três ou quatro anos mais tarde.


E a senhora esteve esse tempo todo na mesma posição?! Coitada!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Fadiga e barulho


NUM AMBIENTE de barulho acima do nível de 50-60 decibéis, o corpo humano trabalha sob constante tensão. O ataque à membrana dos tímpanos dos ouvidos cria uma sensação de tensão; os nervos ficam tensos e a irritabilidade aumenta. O pulso se altera e a pressão do sangue aumenta. Esta tensão criada ao se viver e trabalhar num ambiente barulhento impede que o corpo afrouxe a tensão e se chega ao fim do dia num estado de grande fadiga.
A fadiga causada pelo barulho reduz a eficiência do trabalho. As experiências demonstraram que o homem usa muitas vezes um quinto mais de energia para fazer certo trabalho, em ambiente barulhento, do que feria em condições sossegadas. O barulho afeta seu critério e a faculdade de concentração; parte do cérebro se ocupa com os sons que realmente não quer ouvir.
Estes efeitos físicos e mentais se refletem na eficiência com que se executa o trabalho. Em certa fábrica, quando se reduziu o barulho de 100 a 75 decibéis, os engenheiros de acústica reduziram a proporção dos acidentes a quase a metade e aumentaram a produtividade em um quinto. A eliminação do barulho numa fábrica de motores reduziu à metade o consumo de comprimidos contra a dor de cabeça. Com a instalação de novos rolamentos num ventilador barulhento, o gerente duma fábrica aumentou a produtividade em 12 por cento.
Uma grande companhia de seguros, nos Estados Unidos, obteve notáveis resultados com a redução do barulho nos escritórios. Uma queda de oito decibéis no nível do barulho reduziu os erros das dactilógrafas em quase um terço, e os dos operadores de máquinas pela metade. A mudança de empregos também foi reduzida em 47 por cento. A companhia calculou que, com a redução do barulho, aumentou a eficiência geral em 9 por cento e economizou cinqüenta e oito dólares por empregado durante o primeiro ano.
O efeito dum "barulho inesperado e indesejável" foi recentemente descrito pelo Dr. Samuel Rosen, cirurgião oftalmologista de Nova Iorque: "As pupilas se dilatam, a pele empalidece, as membranas mucosas se secam, há espasmos intestinais e as glândulas supra-renais produzem segregações em grande quantidade."
Os decibéis são unidades de som. O som audível mais baixo é de um decibel. Um som de 80 decibéis constitui o nível máximo ainda confortável. Um avião a jato, de perto, pode emitir 150 decibéis. O tráfego pesado produz aproximadamente o nível do limite tolerável de 80 decibéis. Mas pode ser acentuado pelo grito duma mulher (90 decibéis), por uma motocicleta (110 decibéis), por uma sereia (125 decibéis) ou por um martelo de ar comprimido (130 decibéis). As buzinas dos automóveis, o guinchar dos trens, as máquinas de trituração, as perfuratrizes pneumáticas barulhentas, multiplicaram-se com os milhões de novos habitantes que apinham as cidades do mundo. O que passou quase que despercebido é que muitos níveis de barulho encontrados numa comunidade excedem as normas encontradas na industria.
O que pode fazer neste respeito? Não pode reformar o mundo. Mas pode ajudar a fazer seu próprio ambiente mais pacífico por meio daquilo que pessoalmente faz.


22/6/70-29

Provérbio da semana (13:22)

Quem é bom deixará uma herança para os filhos dos filhos, e a riqueza do pecador é algo entesourado para o justo.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Mulher morreu há 35 anos e ninguém deu pela sua falta


Os governos mudaram. Uma guerra começou e chegou ao fim. Os vizinhos tiveram filhos e depois netos. Mas Hedviga Golik nunca deixou o seu pequeno apartamento em Zagreb, Croácia, até que o seu corpo já mumificado foi descoberto 35 anos após a sua morte.A polícia afirmou que ninguém a tinha dado como desaparecida e que o corpo continua por reclamar.Os moradores do prédio de Hedviga, na baixa da capital croata, decidiram entrar em sua casa por considerarem que o apartamento lhes devia pertencer a eles e não a Hedviga. Quando entraram viram o corpo deitado na cama. Assustados chamaram a polícia.Os peritos calculam que a mulher deve ter morrido em 1973, altura que coincide com a última vez que foi vista por uma das vizinhas. Davor Strinovic, um dos criminalistas, afirmou que a causa da morte parece ter sido natural, mas «é quase impossível afirmá-lo com certeza» após tanto tempo.Alguns dos vizinhos disseram que Hedviga tinha falado em ir para o estrangeiro, o que parece explicar a razão pela qual ninguém deu pela sua falta.Segundo os criminalistas, o mau cheiro, característico dos cadáveres, foi dissipado pelas janelas que permaneceram abertas durante este tempo. Não se sabe ainda ao certo se alguém ou quem pagava as contas de Hedviga e a quem pertencia, realmente, a casa. Em 1973, os apartamentos pertenciam ao Estado.Os vizinhos querem agora que o apartamento seja partilhado pelos restantes inquilinos.A descoberta do cadáver de 35 anos trouxe o debate para os media: «Como é possível que uma mulher tenha morrido há tanto tempo sem que ninguém tivesse dado pela sua falta?». Uma jornalista local afirmou que era a prova da crescente alienação das pessoas.«Meus queridos vizinhos! Por favor continuem a ser curiosos e às vezes incómodos, como têm sido até agora»,escreveu a jornalista Merita Arslani no jornal Jutarnji .

in SOL / EstranhomasVerdade.com


Mas que belos vizinhos que a senhora tinha!!!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Seu apêndice — qual é seu valor?


"O APÊNDICE, Muitas Vezes Removido, Talvez Seja o Próximo em Transplantes." Assim rezava o título de um relatório de pesquisa feita na Universidade de Minneapolis, conforme publicado em The National Observer. O relatório passava a dizer: "Não faz muito tempo, os médicos removiam incidentalmente apêndices durante cirurgia realizada principalmente por razões que não eram a apendicite. Agora fala-se de talvez se transplantarem realmente apêndices em algumas pessoas."
O que é exatamente o apêndice? Qual é sua função? Por que as pessoas contraem apendicite? O que se pode e se deve fazer quanto a isso?
Tem-se descrito o apêndice humano como um dos menores órgãos do homem e, contudo, o que mais lhe traz problemas. Nos círculos médicos, é chamado de apêndice "vermiforme" ou "ileocecal", pois o corpo humano possui outros apêndices.
Um dos menores? Sim, pode ser tão pequeno quanto oito milímetros de diâmetro e ter apenas dois centímetros e meio de comprimento. O comprimento médio, porém, é de cinco a dez centímetros, embora, às vezes, pode crescer a vinte e dois centímetros. A maioria dos animais não tem apêndice. Quanto à sua localização no homem, estende-se da parte dianteira, em forma de bolsa, do intestino grosso, conhecida como ceco, perto do intestino delgado. Tão pequeno, e contudo causa tantos problemas! De fato, mais pacientes se internam nos hospitais para a remoção do apêndice do que para qualquer outra operação abdominal.


Nenhuma Função?


Qual é a função do apêndice? O que muitos médicos dizem dele faz lembrar o que diziam do timo, por séculos: órgão vestigial. Mas, na última década, descobriram que o timo desempenha indispensável papel para aumentar a imunidade do corpo à doença. E parece que se tem há muito difamado similarmente o apêndice. O dicionário se refere a ele como "órgão atrofiado"; obras médicas o qualificam de "sobra evolucionária", "órgão vestigial", "órgão sem função", e dizem que "não tem utilidade nenhuma".
Assim, o Dr. John Paul North, diretor do Colégio Norte-Americano de Cirurgiões, é citado numa revista popular como tendo dito que "qual medida preventiva contra apendicite, é aceita a prática médica em que o cirurgião remove o apêndice — muito embora não esteja inflamado — no decurso de outras operações".
Mas, como no caso das atitudes para com o timo, verifica-se gradual mudança. Assim, a equipe de pesquisas médicas da Universidade de Minneapolis "está começando a crer que o outrora desprezado apêndice talvez tenha um papel valioso no combate à doença", especialmente a de natureza maligna, e que o papel do apêndice é particularmente vital nos jovens. Também o Dr. J. B. Murphy comenta no British Journal of Câncer, que o apêndice, as adenóides e as amígdalas, são "acúmulos fixos dos linfócitos do homem, e o tecido linfóide, segundo constatado, desempenha papel vital nos ratos quanto à resistência de tumores malignos", e que o mesmo bem que se pode dar com o homem.
Similarmente, o Journal of Chronic Diseases, continha um relatório no sentido de que homens com a doença de Hodgkin tinham um índice significantemente mais elevado de remoção passada do apêndice do que os homens sem esta doença, mas de idênticas circunstâncias gerais. E o Dr. J. R. McVay, no Medical Tribune, declarou que "o apêndice talvez esteja idealmente situado para por-se em contato com vírus e produzir células de maior eficiência do que as camadas linfóides comuns na região intestinal. Se for o caso, talvez tais células eficientes, desenvolvidas no apêndice, possam ir até as camadas linfóides em outras partes do corpo, muito semelhante a soldados que recebem treinamento num posto central e são então enviados a vários postos avançados onde se colocam para enfrentar os invasores". (Incidentalmente, algo idêntico a isso é o que se verificou ser a função do timo.)
Que esta teoria não deixa de ter mérito é evidente do que o Dr. Sussdorf descobriu no tratamento de pacientes de câncer com radiação. Descobriu que blindar o apêndice dava maior proteção contra a radiação do que blindar qualquer outro órgão. Também verificou que por meio de isótopos radioativos pôde estabelecer que "as células linfóides no apêndice blindado migravam para o baço prejudicado pela radiação, repovoavam aquele órgão e fabricavam anticorpos ali". — Science News Letter.
Assim, também, o Dr. H. R. Bierman constatou que de várias centenas de pacientes que sofriam diversas doenças malignas, 84 por cento tinham removido o apêndice há algum tempo no passado, enquanto que dentre os que não tinham tais doenças, apenas 25 por cento tinham removido o apêndice. E disse ele: "Ironicamente, a maioria dos pacientes em nosso estudo contraíram câncer depois da remoção ‘rotineira’ de um apêndice perfeitamente sadio." — Science Digest.
Em vista desses fatos, porque alguns cirurgiões ainda insistem em fazer a remoção rotineira do apêndice? Uma das razões talvez seja que nem toda a pesquisa tem sido inequívoca nesse assunto.
Quanto a outras funções do apêndice, parece haver certa base para a posição assumida pelos chamados médicos "naturalistas" de que o apêndice lubrifica o intestino grosso e que a remoção dele tende a aumentar o problema da constipação. Isto parece ter sido deduzido do fato de que um extrato feito do apêndice de porcos, mostrou-se útil no combate à constipação e outros distúrbios digestivos depois da remoção do apêndice. Isto bem que poderia ser verdade, visto que o apêndice segrega um fluido grosso, amarelado, de odor pungente, que contém uma proteína mucosa.


O Problema do Diagnóstico


Quando o apêndice se inflama, geralmente revela isso por meio de dores agudas no lado direito inferior do abdômen, acompanhadas de constipação ou, às vezes, diarréia. Às vezes, é acompanhado de náuseas e vômitos. Há uns quatro séculos atrás, descreveu-se a condição pela primeira vez na literatura médica, e há uns dois séculos, realizou-se a primeira apendicectomia, ou operação para a remoção do apêndice. No entanto, o entendimento e o tratamento modernos dele remontam apenas à cerca de oitenta anos. Não tem havido diminuição no número de casos de apendicite, embora as fatalidades provenientes dela tenham sido grandemente reduzidas. Ainda só nos Estados Unidos, umas 2.000 pessoas morrem cada ano de rupturas do apêndice e das complicações que seguem as operações.
É deveras um problema saber se um paciente tem o apêndice inflamado ou não e quão seriamente inflamado está. O que parece ser apendicite poderá apenas ser também uma inflamação da região pélvica, especialmente no caso de uma paciente. E a diagnose é também compreensivelmente difícil no caso de alguém muito jovem, bem como no caso de alguém muito idoso.
Uma das indicações de apendicite aguda é geralmente o aumento dos corpúsculos brancos do sangue. Em geral, sua contagem é de 5 a 10 mil, e se estes aumentarem de repente para 12 a 20 mil, é indício de que o corpo se mobilizou por causa de séria infeção, e assim talvez seja necessária uma operação. No entanto, às vezes, o apêndice talvez esteja inflamado e a contagem do sangue talvez seja normal, assim como em outras vezes a contagem do sangue talvez seja elevada e, contudo, o apêndice esteja normal. Daí, também, pode acontecer que o apêndice não esteja localizado no lugar costumeiro. Todos esses fatores tendem a dificultar a diagnose.


Operações Desnecessárias


É compreensível que os médicos difiram quanto à necessidade de operar. Assim, num hospital havia duas equipes de médicos, uma procedendo conservadoramente, a outra mais liberalmente. As fatalidades de ambos os grupos eram as mesmas, embora o grupo conservador operasse em apenas três de cada cinco casos, ao passo que o outro grupo operasse em quatro de cada cinco. No entanto, do modo como é a natureza humana, é fácil ver como alguns cirurgiões talvez se sintam tentados a realizar operações desnecessárias. De modo que o West Virgínia Medical Journal, declarou: "Estamos convictos de que a remoção ocasional de um apêndice normal pode ser justificável, mas não podemos tolerar a remoção tão elevada quanto 50 por cento dos apêndices normais, conforme praticada por alguns cirurgiões."
Com efeito, por causa da tendência de alguns cirurgiões de operar sem mais nem menos, sem haver indicação suficiente, os hospitais vêm sendo obrigados a ter comissões especializadas em tecidos. Estas inspecionam as descobertas do patologista que deve supostamente examinar todos os tecidos removidos pelos cirurgiões para ver se estavam doentes ou não, de modo a julgar a qualidade do trabalho do cirurgião. Isto se tem mostrado um grande coibidor de operações desnecessárias. Todavia, há registros de patologistas que trabalham de mãos dadas com cirurgiões que gostam de usar o bisturi e que relatam que as amostras estão infeccionadas quando, na realidade, não estão.
De interesse, neste particular, é o relatório sobre quatro hospitais feito por um diretor do Hospital Universitário Johns Hopkins, conforme publicado em Hospitals. Revelava que o hospital que tinha a mais elevada proporção de fatalidades era também o que tinha o mais elevado número de apendicectomias desnecessárias. E a proporção de operações desnecessárias era mais elevada entre pacientes em quartos privados ou semiprivados do que entre pacientes de enfermarias — os que não podem pagar muito. O relatório também revelava que os pacientes segurados pela Cruz Azul tinham maior proporção de operações desnecessárias do que os não assegurados. Similarmente, as mulheres tinham mais operações desnecessárias do que os homens; e as pessoas brancas tinham mais operações desnecessárias do que as pessoas de cor.
No entanto, uma apendicectomia que muito provavelmente era necessária foi noticiada no Times de Nova Iorque. Relatava o caso de um médico russo a bordo de um submarino que realizou a operação em si mesmo com a ajuda de um anestésico local e dois marinheiros. O submarino ficou submerso enquanto se realizava a operação para assegurar completa imobilidade. A operação foi um sucesso, noticiou o Pravda.


Sua Causa


Quanto à causa de apendicite: embora haja os que sustentem que não se pode apresentar nenhuma causa específica, parece haver pelo menos vários fatores contribuintes. Alguns médicos sustentam que os fatores psicossomáticos, tais como excitamento, pesar, e assim por diante, causam apendicite aguda, e outros sustentam que a exposição ao frio pode ocasioná-la. Entretanto, sendo o apêndice parte do canal alimentar, é bem provável que os hábitos de comer da pessoa tenham algo a ver com isso. Assim, Pathology de Boyd, declara:
"A doença é comum em países e comunidades urbanas altamente civilizados, mas rara em distritos rurais remotos e entre povos primitivos. Durante os nove anos que McCarrison praticou a medicina entre as tribos montanhesas dos Himalaias nunca viu um caso de apendicite. Os nativos que vivem de uma dieta abundante em celulose são imunes a esta doença, mas quando adotam a dieta da civilização, perdem essa imunidade. Estes e muitos outros fatores similares sugerem que os hábitos de vida, e em especial os costumes de alimentação . . . são de importância na predisposição à apendicite." Disto é evidente que alimentos altamente refinados, tais como os feitos de farinha branca e açúcar branco, bem que poderiam ser os culpados.
Entre outros fatores contribuintes, acham-se a ocupação sedentária, com a resultante falta de exercício e a constipação crônica, especialmente onde haja a tendência ao uso de laxantes fortes. Mas, uma coisa que definitivamente não causa apendicite é a semente de frutas tais como as uvas, conforme se afirmava no passado. A opinião médica moderna desacreditou completamente tal idéia, assim como o Dr. H. W. Hill a expressou: "Nunca vi uma só semente de uva num caso de apêndice. Muitíssimas pessoas comem sementes de uva. Talvez contraiam apendicite, mas não a contrairão de comer sementes de uva."
Visto que amiúde há dúvida quanto à necessidade de operar, recomenda-se o seguinte: Descanse na cama; não coma nenhuma comida; não tome nenhum laxante de espécie alguma; ao invés, tome um enema. Alguns recomendam o uso de compressas quentes ou frias, e pode-se recorrer a uma bolsa de gelo para aliviar a dor. O uso de medicamento, tal como antibióticos, não é recomendável como cura. No entanto, em casos de dor abdominal persistente, os médicos recomendam prontamente buscar cuidado médico competente.
Acumula-se a evidência quanto ao valor do apêndice. Não há dúvida de ser ele um dos menores órgãos do corpo e, contudo, o mais provável a causar problemas. Em vista de quão séria pode ser uma ruptura do apêndice, com a probabilidade de causar peritonite, que poderia ser fatal, parece que, em caso de dúvida, a diretriz segura é operar.
Mas, nesse caso também se aplica o antigo adágio: "Mais vale um grama de prevenção do que um quilo de cura." Empenha-se numa ocupação sedentária? Então, certifique-se de fazer suficiente exercício. Também, consuma uma quantidade suficiente de alimentos naturais, os que ainda contenham a sua celulose, tais como produtos de trigo integral e arroz não polido e, naturalmente, bastantes frutas e legumes. Apenas essas duas precauções podem livrá-lo de ter um apêndice inflamado.


22/6/70-13

Provérbio da semana (13:21)

Os pecadores são os que a calamidade persegue, mas os justos são os a quem o bem retribui.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Mulher confunde ladrão nu com marido



Uma mulher malaia acordou para um pesadelo real quando descobriu que o homem nu deitado ao seu lado não era o marido mas sim um ladrão, segundo um jornal local.A dona-de-casa de 36 anos estava a dormir quando o ladrão, reparando que o marido tinha adormecido no sofá, se despiu sem fazer barulho e se deitou ao seu lado, refere o jornal citando o relatório da polícia. A mulher desconfiou de alguma coisa quando falou com aquele que julgava ser o marido e ouviu uma voz estranha. Segundo as autoridades, a malaia após ter ouvido uma voz que não lhe era familiar dirigiu-se para a sala onde encontrou o verdadeiro marido adormecido no sofá. Percebendo a confusão, a mulher gritou e o ladrão conseguiu fugir pela janela levando consigo os objectos roubados.


SOL com agências / EstranhomasVerdade.com




Boa estratégia do ladrão...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Engordar com o vicío

No consultório:
- O senhor está muito magro e nervoso. É por causa do tabaco. Fume só um cigarro por refeição.
Algum tempo depois:
- Resultou! O senhor está mais gordinho!
- Pudera, senhor doutor, como dez refeições por dia!

O saber não ocupa lugar - 177


O Golf é o carro mais vendido no mundo, ultrapassando o recorde do Carocha.


E é o meu carro...

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O saber não ocupa lugar - 176


A peste bubónica é uma pandemia que assolou a Europa durante o século XIV e dizimou em torno de 25 a 75 milhões de pessoas.

Conceito equilibrado da viagem aérea


O QUE pensa da viagem aérea? Passou a aceitá-la como meio normal de viagem, ou teme-a? Já planejou fazer uma viagem de avião, acabando por mudar de idéia no último minuto? Por que esse medo? Poderia ser devido aos desastres noticiados pela imprensa? Nesse caso, o que dizer dos desastres de trem e de automóvel?
Grande multidão de pessoas usam agora o avião como meio de transporte. Assim, é preciso combater esse medo muito comum de voar, escrutinar a base de tal temor e então determinar se o viajante lá no ar corre maior risco que qualquer outro viajante.
No lado desfavorável, pode ler as notícias da imprensa sobre desastres aéreos. Convocam-se comissões de inquérito para investigar, e por fim as apurações tornam-se públicas. Os homens e seus inventos mecânicos, tem de concordar, estão longe da perfeição. Na montagem dum avião, um descuido, conforme é de se imaginar, poderia produzir um defeito que por fim prenunciaria desastre. Os pilotos, como qualquer outro, estão sujeitos a um mal-estar inesperado — mesmo durante o vôo. Alguém, portanto, poderia concluir que há toda a razão para apreensão.


O Lado Mais Alegre


Antes de voar de verdade, pela primeira vez, o prospectivo passageiro aéreo acharia muito esclarecedor um passeio pelo aeroporto. Um de seus primeiros pensamentos, provavelmente, teria que ver com o cuidado e a manutenção da aeronave. Contemplar a chegada e partida dos aviões sugeriria algumas perguntas pertinentes. Por exemplo, quando o aparelho toca o solo, com conseqüente tensão nas rodas e nos pneus, o observador talvez fique pensando nos perigos que rondam este aspecto do assunto. Tem-se notícias de estouros de pneus e estragos das rodas. Assim, como se podem reduzir perigos desse tipo? Note a seguinte declaração no Irish Times, de 18 de abril de 1967, após a aterrissagem normal de uma aeronave que danificara uma das rodas duplas esquerdas: "Deve-se notar que o trem de aterragem da aeronave Viscount é reforçado para que se possa assegurar a execução segura de uma aterrissagem com uma só das rodas duplas em operação em qualquer dos lados."
Cada fabricante de pneus tem a sua própria marca visual indicadora que, ao aparecer, avisa que é hora de trocar os pneus. Em média, isto se dá depois de uns 150 pousos.
O metal e as juntas, especialmente do trem de aterragem, são submetidos a terrível tensão. O projeto e a fabricação do avião leva isso em conta. Para detectar a fadiga do metal ou rachaduras ou defeitos invisíveis, empregam-se técnicas ultra-sônicas e de raio-X. Não obstante, exames de precisão reduzem ao mínimo tais incidentes.
Nos hangares de manutenção há seções para a testagem do grupo motopropulsor da aeronave, bem como de suas peças hidráulicas, elétricas e mecânicas. Há também departamentos de soldagem, laboratórios e equipes de analise altamente especializados. Nada é considerado sem importância. Cada componente é examinado, rigorosamente testado e marcado com um ‘tempo de duração’, isto é, um tempo definido de uso, depois do que deve ser substituído, mesmo que ainda funcione corretamente.
Guarda-se um diário de toda a manutenção executada em cada avião. Assim, se alguma peça precisar de substituição antes de expirar seu ‘tempo de duração’, pode-se fazer um pronto exame para verificar se por acaso algum outro fator ou outra peça também estão envolvidos. Esta verificação revelaria se o defeito é comum a todas as aeronaves que usam o mesmo componente, ou se é peculiar a um só tipo. Caso ocorra um desastre devido a tal pane prematura, também se fariam descer os outros aviões até que se fizessem verificações cabais. A documentação precisa é vital neste particular.
Em outra seção do hangar podemos ver motores parcialmente desmontados serem testados. O equipamento de testes simula as condições reais de vôo, pois, uma vez que a aeronave deixe o chão, não é possível sair para fazer ajustes. Ademais, o tamanho de algumas peças criaria considerável perda de tempo se tivessem de ser encaixadas no avião, daí testadas, e daí tiradas de novo para ajustagem.
Mas, e se um motor falhar em pleno vôo? talvez se pergunte. Mesmo que se observe flutuação em um dos manômetros do motor, o motor pode ser parado a fim de evitar danos extensivos e dispendiosos. Pousar com três motores não é em absoluto ocorrência incomum.


Equipamento de Emergência


Cada aeronave tem equipamento de sobrevivência todo pronto em caso de acidente, e este, também, é regularmente revisado. Há botes inflatórios supridos de provisões e sinais luminosos de salvamento. Pára-quedas de emergência, guardados em pequenas embalagens, precisam estar em excelentes condições, visto que segundos vitais extras poderiam significar a diferença entre a vida e a morte. Quando necessário, inflam automaticamente ao se puxar um cabo. Grande responsabilidade, naturalmente, recai sobre o departamento que cuida desta modalidade de manutenção.
Há até mesmo provisão especial para bebês. Há botes cobertos, em miniatura, destinados a manter o bebê a salvo dos elementos, cada um com sua própria corda para evitar que se perca. Quando o bote toca a água salgada, uma bateria especial é ativada e se acende uma luz em cima do bote.
Com respeito a aterrissagens forçadas, quer em terra quer no mar, deve-se ter presente que o pessoal de bordo está rigidamente treinado quanto ao processo. Assim, então, em vez de ficar em pânico e decidir tolamente por si só o que fazer, é muito melhor prestar atenção às instruções de emergência, cooperando plenamente com o comandante e sua tripulação.
Pensamentos sobre o piloto sofrer um derrame ou ataque do coração em pleno vôo não deve preocupá-lo indevidamente. O co-piloto está preparado para exatamente tal situação, e está treinado a manejar o avião e trazê-lo a salvo a seu destino. Além disso, todos os pilotos passam por periódicos exames médicos; e isto muito embora estejam bem abaixo da idade de aposentar-se, que é relativamente baixa.


Controle do Tráfego Aéreo


Às vezes, o leigo tem a idéia de que uma vez que o avião esteja no ar, o piloto pode tomar a rota que quiser, e assim há o perigo de colisão com outro aparelho. Mas, e o Controle de Tráfego Aéreo? Este é o sistema que toma providências para a coordenação do piloto, do aeroporto de partida e outros aeroportos que estejam envolvidos em seu vôo.
Antes de decolar, o piloto delineia seu plano de vôo, indicando seu destino, a rota que seguirá, altitude, o combustível que carregará — não só o suficiente para levá-lo até lá, mas também uma quantidade específica a mais. O plano é examinado pelo C. T. A., e só quando o C. T. A. aprova e dá permissão é que o vôo realmente começa. E o piloto tem de se ater ao plano de vôo, fazendo alterações durante o vôo só quando tiver pedido e recebido permissão do C. T. A. para fazer isso. A comunicação entre a aeronave e o C. T. A. é por rádio VHF (very high frequency - freqüência muito alta).
Logo após a decolagem, o piloto pega a rota aérea correta, bem semelhante ao motorista que pega uma estrada. As rotas aéreas, em geral de dezesseis quilômetros de largura, são numeradas, e o piloto prefere permanecer dentro do devido corredor aéreo para a maior medida de proteção. Se o piloto voar de Dublin a Londres, não seguirá a linha direta entre esses dois aeroportos. Antes, voará para leste, ao longo da rota aérea ‘azul l’ até alcançar a área de Manchester, daí, virará para sudeste, ao longo da ‘âmbar l’ até Londres. Caso continuasse pela ‘azul l’, iria para Amsterdão, Salisburgo e além. Cada rota aérea tem sua cor identificadora.
Durante o vôo, há outras ajudas para o piloto — grande variedade de marcadores terrestres "em forma de leque" e radiofaróis para mantê-lo no rumo certo. Muito mais preciso, porém, e agora em uso geral é o V. O. R. (Visual Omnirange - Alcance Visual Geral), sistema que provê uma linha radial de direção pelo transmissor, para que o piloto saiba de imediato em que grau se dirige. Enquanto o número certo aparecer em seu dial, sabe que está na rota. Este método leva automaticamente em conta qualquer desvio devido ao vento. Caso o aparelho da aeronave ou de terra funcione mal, aparece uma bandeira de aviso no painel de instrumentos do piloto e soa um alarme no escritório do C. T. A.
Não só a direção é vital, mas também a altitude. Os corredores aéreos têm muitos milhares de pés de alto a baixo, cada vôo ocupando 1.000 pés (c. 300 m), chamado nível de vôo. Os vôos para leste operam em níveis de números ímpares e os para oeste em níveis de números pares. Mede-se a altitude da aeronave com um altímetro.
O altímetro mede a pressão acima da aeronave, mas é calibrado para indicar a altitude acima do solo. No entanto, como a pressão do ar difere de lugar para lugar, o piloto têm de regular seu altímetro com precisão. A regulagem errada poderia ser fatal, especialmente ao aterrissar num aeroporto cercado de morros. Em tais circunstâncias, tem de saber sua altitude precisa. Acima de 27.000 pés, os níveis de vôo são baixados para 2.000 pés, visto que a pressão mais baixa influencia a precisão do altímetro.
Para compensar as variações da pressão, o piloto fixa a pressão-padrão 1013.2 milibares, enquanto em vôo, sendo que os respectivos aeroportos fornecem as últimas pressões locais para decolagem ou aterrissagem. O piloto, nessas ocasiões, regulará novamente seu altímetro de acordo.


Aproximação Para a Aterrissagem


O próximo passo lógico na experiência do vôo aéreo é a aterrissagem. Aguarda-se um vôo de chegada em determinado tempo devido à notificação antecipada do plano de vôo, e é captado nas telas de radar enquanto se acha a uns 95 a 130 quilômetros. Se estiver atrasado, pode-se dar o alarme, e isto pode poupar tempo valioso em caso de acidente. O avião é acompanhado numa variedade de radares e, por fim, a cerca de oito quilômetros de distância, aparece na tela de precisão. Esta se divide em duas partes, mostrando o ângulo de aproximação (a rampa de planeio, de 3 graus) e a posição relativa ao eixo da pista (localizador). O avião pode ser "instruído a descer" pela Aproximação Controlada em Terra ou orientado pelo rádio do Sistema de Aterrissagem por Instrumentos para uma chamada "aterrissagem cega". Regulamentos estribos proíbem à aeronave aterrissar se o teto de nuvem for menos de 200 pés e a visibilidade menos de 800 metros.
Naturalmente, embora os regulamentos, a manutenção cabal e as provisões de emergência indiquem todos um elevado padrão de operação, não se pode desperceber o elemento humano imperfeito. Um pouso acidentado, felizmente sem perda de vida, trazia o seguinte relatório: "A colisão com o solo veio em conseqüência da incorreta decisão do comandante de continuar a aproximar-se quando a orientação visual tornou-se obscura, abaixo do ponto crítico." Fortuitamente para os passageiros aéreos, mui raramente surgem circunstâncias que justifiquem tal relatório.


O Conceito Equilibrado


As linhas aéreas bem conceituadas trabalham arduamente para reduzir os perigos da viagem pelo céu. É, de fato, do interesse delas manter peritos especializados para divisar todo defeito ou quase defeito e corrigir as falhas básicas, ainda que mínimas. Uma linha aérea faz inspeções antes do vôo, inspeções do trem de aterragem, dos pneus e coisas semelhantes cada 14,5 horas, com outras inspeções em períodos mais longos, e uma revisão completa das turbinas cada 3.500 horas de vôo.
Por outro lado, é preciso que se esteja cônscio de alguns dos problemas encontrados quando homens imperfeitos empregam produtos imperfeitos para manter um horário de vôo — não importa quão elevado seja o padrão que estabeleçam para si mesmos. Também, há o elemento humano conforme representado no piloto. Há registros de erros do piloto, muito embora sejam a exceção.
Na análise final, nunca se pode garantir que voar seja livre de acidentes. Mas, então, quando comparada com outros meios de viajar, a viagem aérea mostrou-se a menos perigosa. É verdade que alguém que não viajou por esse meio talvez imagine a sensação de desespero que se pressente quando uma aeronave apresenta defeito. Poder-se-ia também esperar a mesma sensação no passageiro dum trem que descarrilha ou num carro em que o pneu da frente acaba de estourar.


22/6/70-9

Provérbio da semana (13:20)

Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Homem vai a enterrar em "lata de cerveja"



Um homem mandou construir um caixão com o formato e as cores da sua cerveja favorita. Para que nem a morte os separe.Bill Bramanti, de 67 anos, procura desta forma eternizar o amor para com a sua cerveja favorita - a Pabst Blue Ribbon. O caixão, encomendado a profissionais de Chicago Heights (EUA), assume as formas da lata e ostenta a mesma decoração em azul e vermelho. O resultado final agradou inclusive à sua filha, Cathy Bramanti, de 42 anos. O norte-americano, residente em Illinois, diz que não tem pressa de morrer. Como tal, até ao dia fatídico, usará o caixão da melhor forma: depósito de cerveja (com gelo), para partilhar com os amigos.


in quiosque.aeiou.pt / EstranhomasVerdade.com




Isto é que é um amor...




O saber não ocupa lugar - 174


O maior número primo encontrado é 232.582.657 − 1.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O saber não ocupa lugar - 173


Das costas do Mar Mediterrâneo surgiram quatro das maiores civilizações do mundo, a assíria, a egípcia, a grega e a romana.

terça-feira, 6 de maio de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Quando seu estômago dá trabalho


CADA dia, milhões de pessoas queixam-se de azia, ou indigestão ácida. Nos EUA, os que sofrem do estômago gastam imenso dinheiro cada ano só com antiácidos e alcalinizantes. Tem às vezes problemas com seu estômago? O que faz quando seu estômago causa perturbações? Lança mão de um comprimido de alívio imediato, ou tenta combater a causa?
Seu estômago é órgão muitíssimo fidedigno e cordato se o tratar direito. Raramente lhe causará problemas sérios se levar uma vida feliz e pacífica. Mas, pode criar-lhe dificuldades se ficar emocionalmente perturbado e tenso; então, pode tornar-se um encrenqueiro propenso à acidez.
O estômago sadio é órgão excepcionalmente resistente. Contém um ácido tão forte que uma gota dele faria bolhas em sua mão. Também presentes se acham substâncias protetoras tão eficazes que pouquíssimas coisas conseguem penetrar nas paredes estomacais, nem mesmo o ácido. Mas, emoções tais como medo, ansiedade, ira ou tensão constante podem perturbar seu sistema digestivo. Tais emoções podem causar secreção excessiva de sucos estomacais até mesmo sem a presença de alimento. Isto pode irritar grandemente o estômago e aquela parte do intestino delgado chamada duodeno situada bem abaixo da válvula de saída do estômago. Se esta condição for piorada por se comer depressa comida indigesta, comer alimentos temperados demais, ou alimentos extremamente quentes, ou fumar e beber em excesso bebidas que contenham álcool ou cafeína, a pessoa pode contrair não só superacidez, mas úlceras.
Nem todos os distúrbios estomacais, porém, são emocionais. Um vírus ou bactéria pode fazer que o estômago expila seu conteúdo. Quando um vírus da gripe penetra na parede intestinal, talvez resulte a diarréia e o vômito. O corpo tenta automaticamente lançar fora a matéria infetada.
Ademais, talvez a culpa não caiba ao estômago. Por exemplo, muitas pessoas confundiram angina do peito com indigestão, ou trombose coronária com severa perturbação estomacal. Um ataque de apendicite pode ser confundido no início com dor de estômago. Um fígado, pâncreas, vesícula biliar ou rim em mal funcionamento podem emitir sinais de perigo por telegrafar dores ao estômago. Nesses casos, culpar o estômago poderia resultar perigoso, porque o estômago não teria nada com isso.
A pessoa mediana hoje em dia que se queixa de acidez estomacal simplesmente chupa umas pastilhas antiácidas para alívio imediato. Os médicos dizem em geral ser muito improvável que algumas pastilhas antiácidas façam verdadeiro mal ao paciente. No entanto, quase todos os médicos evitam agora o bicarbonato de sódio. A revista Time, de 28 de agosto de 1964, declarou:
"O bicarbonato de sódio é ao mesmo tempo o mais comum, o mais barato, o mais mal empregado e o mais perigoso antiácido. Em pessoas normais, uma ocasional meia colher de chá em meio copo d’água provavelmente não fará nenhum mal. Mas, uma colher de chá cheia de bicarbonato em meio copo d’água basta para neutralizar conteúdos estomacais superácidos, deixando alguma sobra de bicarbonato. A sobra pode ser perigosa, especialmente para uma pessoa com moléstia renal insuspeita. O excesso de bicarbonato é absorvido na corrente sangüínea através das paredes do intestino delgado, causando alcalinidade excessiva no sangue. É trabalho dos rins remover esse excesso, mas rins doentios talvez não dêem conta do serviço, introduzindo o perigo de morte por alcalose."
Os médicos ainda receitam antiácidos, mas usualmente estes não são os absorvidos na corrente sangüínea. Uma fórmula familiar amiúde sugerida é o leite de magnésia.
Quando o estômago tende a dar trabalho, algumas pessoas comem alimentos de preparo simples — por exemplo, batatas assadas ao invés de fritas. Fazem refeições simples em vez de comer grande variedade de alimentos diferentes e sobremesas ricas. Comem pouco e evitam repetições. Outras eliminam comidas ácidas ou frutas cítricas brandamente ácidas e isto parece resolver seu caso. Ainda outras, ao invés de beber café forte, que na verdade estimula o estômago vazio a produzir mais ácido, e pode ser irritante, adicionam creme ao café, o creme agindo qual amortecedor. Muitos médicos afirmam agora que o melhor neutralizante de ácido estomacal excessivo é comida. Diz-se que refeições pequenas de três em três horas mais ou menos é o que produz melhores resultados.
Muitos europeus usam bebidas amargas feitas de ervas, de vários tipos. "Demo-nos bem com bebidas amargas para o estômago quando tínhamos problemas", disse um norte-americano que viajou pela Europa.
Às vezes pode-se evitar a acidez se a pessoa se descontrair antes de comer. De fato, a acidez com freqüência melhora quando o paciente come devagar, bebe com moderação e evita ansiedades e tensão durante a hora das refeições. O Dr. Richard Doll, médico estatístico britânico, disse que a paz mental, o repouso na cama e não fumar fazem algum bem quando se sofre de úlceras estomacais. Science Digest, de abril de 1965, fez declaração similar ao dizer: "Por em ordem os problemas pessoais em casa e no trabalho pode, por si só, ocasionar a cura de uma úlcera difícil."


22/6/70-3

Provérbio da semana (13:19)

O desejo, quando realizado, é prazenteiro para a alma; mas, para os estúpidos é algo detestável desviar-se do mal.

O saber não ocupa lugar - 171


Bombaim é a maior cidade do mundo, com 13.467.000 habitantes.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.