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sábado, 29 de janeiro de 2011

100 mil euros para quem acertar!

E não é que acertaram mesmo!!!

Raridades e Recordações ( 44 )

Ganda confusão!!!

Dragões voadores do céu



NOS dias quentes de pleno verão, o ar acima dos campos e dos charcos se torna palco para alguns dos mais surpreendentes pilotos do reino dos insetos — as libélulas.

Dotados de dois pares de asas compridas, reluzentes ao sol, pode ver as libélulas movendo-se de um lado para o outro, executando o “loop”, dando voltas e mergulhando à vontade. Em dado momento, estarão zumbindo à velocidade de um trem expresso, bem alto no céu, daí, no instante seguinte, mergulham vertiginosamente para recochetear na superfície dum charco. Estas maravilhas da criação podem até mesmo voar para trás, ou pairar no ar, como um helicóptero.

Mas, as libélulas amantes do sol não voam simplesmente por prazer. Estes dínamos aéreos utilizam suas perícias para satisfazer insaciável apetite. Com efeito, a Sra. Libélula pode, dentro de meia hora, comer o equivalente a seu próprio peso, e ainda sentir-se faminta.

Quando caça uma refeição para satisfazer seu apetite, as libélulas demonstram hábitos distintivos. Algumas espécies procuram o alimento por grandes áreas. Outras estabelecem trilhas que seguem uma geração após outra. As libélulas maiores delimitam seus territórios para si mesmas e afastam outras libélulas por agitar loucamente suas asas. Às vezes, se uma libélula invasora for destemida e não ficar intimidada pelo bater das asas, será enfrentada cabeça a cabeça. Pairando juntas ameaçadoramente, estas duas permanecerão em tal posição enquanto sobem reto para o céu.

Quer resolvam divagar ou estabelecer-se em um só lugar, as libélulas permanecem alerta quanto à sua dieta favorita: mosquitos e borrachudos. Também obtêm deliciosas refeições de traças e mutucas. Por causa de seu corpo alongado e delgado, em forma de agulha, muitos crêem que as libélulas aferroam, mas isto elas não fazem. São não só inofensivas ao homem, mas também são muito úteis, visto devorarem gigantescas quantidades de moscas e mosquitos.

Quando a libélula caça tais insetos, eles são completamente sobrepujados. Equipada de seis patas espinhosas que se agrupam como uma cesta, a libélula abiscoita a presa no ar e suga seus corpos por completo, enquanto corre atrás de outra vítima. Tão rapidamente se apoderam da presa que sabe-se de libélulas que chegaram a comer quarenta mutucas em duas horas. Encontrou-se uma libélula com a boca cheia de cem mosquitos! Não é de admirar que estes insetos vorazes tenham granjeado o nome de “dragões voadores” em inglês.

Reprodução e Vida sob a Água

Mas, há uma época em que as libélulas prestam menos atenção ao comer e mais à sua habilidade de pilotar. Isto acontece na época de reprodução. Machos rivais, procurando atrair as atenções duma fêmea, alçam vôo para lutar. Seus duelos aéreos apresentam algumas das mais brilhantes manobras aéreas de que qualquer outra criatura viva. Algumas espécies são mais moderadas, porém, e efetuam uma espécie de dança de corte.

Uma vez encontrem uma consorte, os machos carregam literalmente a fêmea. Para acasalar, as libélulas voam em tandem, isto é, os machos seguram a fêmea pela parte de trás da cabeça enquanto voam pelo ar. Quando a fêmea vai acasalar-se, ela estende a ponta do abdômen para o segundo segmento toráxico do macho e recebe uma cápsula de espermatozóide.

Depois de os ovos serem fecundados, a fêmea os deposita na superfície dum charco ou em plantas aquáticas. Exatamente quantos ovos a libélula põe é algo posto em dúvida; mas, já se encontrou um único grupo até com 110.000 ovos.

Os ovos jazem na água ou em plantas aquáticas por alguns dias. Daí, a prole começa a emergir. E são deveras criaturas estranhas. Ao invés de nascerem com violentos apetites, tais criaturas, chamadas ninfas, assemelham-se muito pouco aos pais. Têm guelras nas paredes finas de seus intestinos. Tais guelras não só absorvem oxigênio, mas, em tempos de dificuldades fornecem à ninfa rápida potência de fuga. Quando alarmada, a ninfa levanta as patas do fundo do charco, expele um jato d’água por meio das guelras, e impele-se como foguete por diversos centímetros.

Talvez a característica mais incomum da ninfa seja sua maneira de pegar comida. Diferente de seus velozes pais, a ninfa é vagarosa. Assim, espera que uma larva de mosquito ou peixinho nade por perto. Daí, subitamente, lança um lábio inferior oculto sob a cabeça. Aguçadas mandíbulas na ponta do lábio inferior captam a presa incauta e a puxam para a boca da ninfa. Este lábio inferior é dobradiço e alongado, operando similarmente ao braço humano. A dobra do meio é como o cotovelo, permitindo que o lábio inferior mova-se para a frente e para trás com facilidade.

Quando o lábio inferior não está em uso e e dobrado de volta ao corpo, acontece algo incomum. As mandíbulas cobrem a face da ninfa como a máscara dum bandido. Um traje apropriado para estas diminutas criaturas submarinas!

Vida no Céu

Muitas ninfas entre as cerca de 5.000 espécies de libélulas completam sua vida submarina dentro de um ano. Outras, contudo, talvez levem de dois a cinco anos. Durante este tempo, passam por de dez a quinze estágios diferentes de transformações. Ocorrem muitas metamorfoses: o número de lentes hexagonais nos olhos compostos aumenta; as antenas ganham novas juntas; as patas perdem sua pilosidade; aparecem no tórax as formações das asas. Mas, tais mudanças são mero prelúdio de sua metamorfose em libélulas adultas.

O passo final da ninfa para se tornar uma criatura alada usualmente começa à noite. Sobe da água e apega-se à margem ou a uma haste. Doze ganchos, dois em cada pata, garantem seu apego. Ali permanece imóvel por algum tempo, à medida que o corpo completa sua metamorfose.

Por último, uma fenda aparece na parte de trás do tórax, e a libélula desalinhada empenha-se em sair do invólucro quitinoso da ninfa. De início, suas quatro asas estão umedecidas e dobradas como um leque, mas continuamente são abertas pelo sangue que corre em ampla rede de veias que percorrem os tecidos transparentes.

Também, as cores das libélulas que emergirem recentemente são apagadas. Mas, intensificam-se até que as libélulas rivalizam até as borboletas e as mariposas em beleza. Suas cores percorrem o espectro do arco-íris — marrom, lavanda, azul-ultramarino, verde, azul-celeste, escarlate, carmesim, lilás azul-cerúleo, vermelho e marfim.

A libélula esperará cerca de cinco horas depois de abandonar seu invólucro quitinoso para permitir que suas asas e seu corpo endureçam. Uma vez as asas possam sustentá-la em vôo, a libélula arremete-se no ar. Jamais usará de novo suas patas para andar. Tornou-se uma criatura aérea.

Poderoso Piloto

A maior libélula hodierna é uma espécie tropical que tem, de ponta a ponta das asas, uns dezoito centímetros. Alinha-se como um dos melhores e mais fortes pilotos do reino dos insetos. Com efeito, este inseto-aviador de grandes consecuções, segundo se sabe, voa de oitenta a noventa e seis quilômetros horários!

A potência de suas asas é suprida pelos seus músculos motores que constituem um quarto do inteiro peso da libélula. Tais músculos, fazendo as asas vibrar 1.600 vezes por minuto, habilitam as libélulas a abranger enormes distâncias. São pilotos tão potentes que os passageiros de navios as têm observado a voar pelo oceano a uns 280 quilômetros de distância da costa da África. Certa espécie se estabeleceu numa ilha que está 320 quilômetros em alto mar!

Voam grandes distâncias quando secas ou escassez de alimentos as obrigam a emigrar. Tais emigrações às vezes atingem proporções fantásticas. Em 1839, milhões delas cobriam os céus ao seguirem pelos rios e correntes pela maior parte da Europa. Nos Estados Unidos, enxames delas emigraram para o Sul, em 1881, literalmente escurecendo os céus.

Mas, estes grandes pilotos têm de ficar sempre alertas. Correm constante perigo da parte de aves, rãs e peixes. Contra tais predadores, as libélulas dispõem de velocidade e de visão aguçada. Seus olhos esbugalhados, que cobrem a maior parte da cabeça, podem espreitar bem à distância. O Criador as fez de tal modo que cada olho contém tantos cristalinos quanto os olhos de 15.000 homens! Podem também ver virtualmente em toda direção ao mesmo tempo. E têm longa visão, permitindo-lhes ver um mosquito a mais de nove metros de distância!

Dotadas de tal visão, as libélulas podem esquivar-se de quase qualquer perseguidor, inclusive o homem. Tentar pegar estes pilotos adestrados pode constituir-se uma tarefa e tanto. Mas, as crianças japonesas abandonaram a rede em favor da engenhosidade. Atam pequenas pedrinhas às extremidades de fios de cabelos compridos e os lançam no ar perto de onde as libélulas circulam. Quando um dos insetos se agarra à pedra que passa, o cabelo se enrosca no seu corpo e o peso da pedrinha o lança ao chão.

Muito embora estas criaturas animadas consigam enganar a maioria dos inimigos, as da zona temperada por fim são apanhadas pelos ventos frios do outono. A vida para a libélula é curta, durando apenas os meses quentes da primavera e do outono. No outono, verificará que se apegam sem mover-se aos galhos ou às folhas, imobilizadas pelo frio. Só voam durante a parte mais tépida do dia. A primeira geada fecha a cortina para elas, deixando o ar em cima dos campos e das correntes desprovido de sua fascinante presença.

Mas, a cadeia da vida não pára. Ninfas, protegidas em baixo dos charcos e das correntes, continuam a amadurecer. Com a chegada do calor, emergirão deles para se tornar uma nova geração dos dragões do céu.

in Despertai de 8/3/1972 pp. 21-23

Provérbio da semana ( 19:5 )

A testemunha falsa não ficará impune, e aquele que profere mentiras não escapará.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

OMG!!!!!

Raridades e Recordações ( 43 )

Que saudades de uma boa série de ficção científica!!!!

Música melancólica dos Andes




NUMA trilha, bem no alto das encostas dos Andes, uma família indígena retorna para casa do mercado. O pai, à frente, ergue sua flauta simples aos lábios, e uma melodia triste e doce começa a ecoar pelo ar das montanhas. A uns cento e sessenta quilômetros de distância, nas apinhadas ruas de Quito, um humilde cargador (carregador) labuta sob sua carga e, de algum lugar em baixo das dobras de seu poncho, um pequeno transistor toca uma similar serenata melancólica.

Trata-se da música típica da serra equatoriana. Carinhosamente chamada de música nacional, seus acordes característicos podem ser ouvidos por todo o altiplano equatoriano, em incontáveis cafés das esquinas, nas praças locais nos dias festivos, nos campos na época da colheita, nos ônibus, em oficinas mecânicas e nas casas. Embora estas toadas tristonhas é um tanto repetitivas não sejam exatamente o que se poderia imaginar como a típica “alegre música latina”, têm atrativos ímpares. Revelam também ao ouvinte muitas coisas sobre a terra e o povo.

A música nativa desta região da América do Sul parece ter mudado muito pouco através dos séculos. Segundo certo primitivo historiador equatoriano, Juan de Velasco, quando os espanhóis chegaram, já encontraram os índios usando flautas de pã e pingullos, que são tipos diferentes de flautas. Até o dia de hoje, a música das tribos andinas mostram apenas breves efeitos de quatro séculos de influência espanhola. O índio ainda toca seu rondador, ou flauta de pã, e seu pingullo. Suas melodias orais ainda são ouvidas.

Dos instrumentos típicos desta região, o rondador tem merecido especial interesse. O rondador equatoriano é feito por se ajuntar uma fileira de oito a trinta, ou mais, canas ocas de comprimentos variados, com cerca de 1,25 centímetros de diâmetro. O fabricante do rondador arranja as canas “de ouvido” em pares tonais. Em terminologia musical, a relação ou intervalo entre os tons de cada par é de terceira menor. Apenas nos rondadores muito pequenos as canas são dispostas para se formar uma escala consecutiva. As deleitosas melodias do rondador são produzidas por se soprar pelas pontas das canas enquanto se move o instrumento de um lado para o outro, como quando se toca gaita de boca.

O rondador tem suscitado interesse principalmente devido a que instrumentos idênticos têm sido achados nas ruínas de antigas civilizações chinesas e birmanesas, e através das ilhas do Pacífico. Esta notável similaridade nos instrumentos musicais tem sido interpretada por alguns como evidência do primitivo contato entre as culturas do Extremo Oriente e da América do Sul.

Muitos, ao ouvirem a música da serra pela primeira vez, comentam que ela lhes faz lembrar a música oriental. Outros afirmam que lhes traz à lembrança alguma balada escocesa. Seus ouvidos não os enganam. A música dos Andes se baseia na escala pentatônica, assim como a música antiga da China, Escócia e de outros países.

A escala pentatônica é uma escala musical de cinco notas, sem semitons. A escala se baseia numa nota tônica ou grave, tal como Fá, acima da qual há quatro quintas perfeitas: Dó, Sol, Ré e Lá (a quinta nota acima de Fá sendo Dó, a quinta acima de Dó sendo Sol, e assim por diante). As cinco notas são então rearranjadas para formar uma escala maior ascendente: Fá-Sol-Lá-Dó-Ré. Na música folclórica equatoriana, o uso da escala pentatônica menor, neste caso Ré-Fá-Sol-Lá-Dó, contribui grandemente para a qualidade triste e monótona.

Fatores Ambientais

Qualquer que tenha sido a origem do índio equatoriano e de sua cultura, quando se estabeleceu nos vales andinos, sua música deve ter começado a ecoar a disposição de seu novo país. A estonteante beleza dos vulcões cobertos de neve, o ar rarefeito, os ventos frios, e, acima de tudo, a solidão das montanhas — todos estes fatores ambientais parecem ter deixado sua marca na personalidade e na música dele.

As diferenças óbvias entre a música popular da serra e a da outra principal área geográfica do Equador, a costa tropical, tendem a apoiar esta idéia. Joviais e independentes, as pessoas da área costeira em geral mostram decidida preferência pela música viva e rítmica. Via de regra, evitam as melodias tristes que seus conterrâneos taciturnos da serra tanto apreciam. É significativo, também, que a música popular da costa se baseia provavelmente nas claves principais, ao passo que o índio da serra prefere o tristonho tom menor para mais de 90 por cento de suas expressões musicais.

Em vista da opressão sofrida pelos índios através dos últimos séculos, alguns concluem que a aparente tristeza de sua música reflita a tristeza de seu quinhão na vida. Outros, contudo, acham que a disposição melancólica se deve mais aos fatores ambientais e às limitações dos instrumentos e à estrutura musical do que ao esforço consciente de expressar injustiças sociais.

Deveras, o próprio índio não considera sua música como sendo particularmente triste. Simplesmente a toca da maneira que o faz porque esta é a forma que lhe agrada e porque é a forma em que há muito tem sido tocada.

in Despertai de 8/3/1972 pp. 19-20

Provérbio da semana ( 19:4 )

A abastança é a que acrescenta muitos companheiros, mas quem é de condição humilde é separado até mesmo do seu companheiro.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Arte vs Computadores

Uma doce diferença...

Um dia o Carlitos, neto do meu tio Pancrácio, estava a brincar com o Luizinho quando ele se vira para o menino e lhe pergunta:


- Oh Luizinho, tu sabes qual é a

diferença entre uma batata frita e um chocolate?

- Eu cá não sei - diz o Luizinho.

- Então está bem - diz o Carlitos - tu comes a batata frita e eu como o chocolate...

Raridades e Recordações ( 42 )

Ei Buddy! Good rock song!!!!

Ensinar prendas domésticas a sua filha



QUANTO êxito tem tido em ensinar sua filha a ser uma boa dona de casa? Sabe ela como cuidar da roupa a lavar? Já lhe mostrou bons métodos de limpar o pó e lavar a louça? Conhece o valor de uma tabela de limpeza?

Muitas noivas jovens se acham totalmente despreparadas para tais deveres simplesmente porque não se lhes ensinou nada. Será que isto acontecerá com sua filha quando se casar? Ao considerarmos alguns aspectos das prendas domésticas, por que não analisa o que faz para ensiná-las a sua filha?

Cultivar um Incentivo de Ajudar

“Oh, não conhece a minha filha”, certas mães talvez digam. “Ela simplesmente não quer aprender.”

Por que, porém, ela pensa assim? Ao passo que a preguiça talvez seja uma razão, usualmente tal atitude resulta da falta de incentivo. Será que sua filha compreende a razão de ser vital cuidar de casa? Já lhe explicou como as várias tarefas contribuem para o conforto e funcionamento ordeiro do lar? Já a incentivou realmente a ajudá-la?

Certa mãe contou como o fez. Explicou aos filhos que a casa também era deles, e que tinham também responsabilidade de mantê-la asseada e limpa. Com tal encorajamento, concordaram prontamente em ajudar. Mas, foi preciso paciência por parte da mãe, bem como disciplina firme, pois os filhos eram jovens e não raro deixavam de cumprir suas designações de trabalho. Agora, contudo, todos participam e prontamente terminam suas tarefas.

Talvez, mais do que qualquer outra coisa, sua própria atitude para com o trabalho doméstico influa no conceito de sua filha a respeito do mesmo. Se considerar os trabalhos de casa como amolação, e murmurar e importunar-se ao efetuar seus deveres, sua filha provavelmente criará a mesma atitude. Por outro lado, se considerar o trabalho doméstico como expressão de seu amor à família, e ficar alerta de sempre achar meios de agradar a eles, ela notará seu interesse e sua boa disposição. Isto será verdadeiro incentivo para que ela deseje ajudar.

É sábio tornar os períodos de trabalho tão agradáveis quanto possível. Certa mãe relata que, não raro, ela e sua filha ligam o rádio ou tocam discos enquanto trabalham. Em uma de tais ocasiões, ao rirem e cantarem juntas, sua filha comentou: “Sabe, mamãe, acho que Deus pretendia que a mãe e a filha se divertissem assim, não acha?” Esta mãe não tem de ralhar ou tentar obrigar sua filha a ajudá-la, porque realmente apreciam trabalhar juntas.

Treinamento Inicial

Quando deve a mãe começar a treinar sua filha? Certas mães disseram: “Esperarei até que ela seja mais velha e possa cuidar melhor das coisas.” No entanto, as mães que esperaram geralmente se arrependeram disso. Depois de as filhas começarem a freqüentar a escola e ficarem envolvidas nos deveres escolares e em outras atividades, não raro é mais difícil conseguir sua ajuda e cooperação.

Assim, o tempo ideal de começar a ensinar prendas domésticas a sua filha é antes de ela começar a ir à escola. Quando o treino é iniciado bem cedo, torna-se parte natural da rotina da jovem. É algo que continua a fazer como questão de hábito quando se tornar mais velha. Jovens de idade pré-escolar ficam especialmente ansiosas de agradar e ajudar suas mães. Portanto, aproveite esta disposição juvenil de ajudar.

Certa mãe que começou a treinar seus filhos bem cedo relata os bons resultados obtidos. Afirma que os filhos aprenderam a pôr as coisas no lugar cada noite, antes de dormir. E, de manhã, arrumam suas camas e fazem outras tarefas regulares. A mãe observa que o trabalho que efetuam os torna bem mais apreciativos das coisas que são feitas para eles.

É importante que as mães exerçam paciência ao treinarem filhos bem pequenos. Lembre-se, sua filha está “em treinamento”. Isto significa que ela precisa aprender por ir fazendo até acertar. Ela não irá se tornar perita por a leitora fazer o serviço para ela. Assim, depois de lhe mostrar como, deixe que ela o faça.

Certas mães, contudo, são muito impacientes. Às vezes, ouve-se-lhes queixar-se: “Ela é tão vagarosa. Prefiro eu mesma fazer o serviço.” Assim, suas filhas jamais obtêm a destreza de fazê-lo. Outras mães acham falta em tudo que suas filhas fazem. Isto as desanima, ao invés de encorajar as jovens. É sábio evitar tais tendências.

Asseio — Valiosa Lição

Para sua filha, as prendas domésticas talvez pareçam não só monótonas, mas também uma atividade um tanto inútil. “Por que arrumar a minha cama?” — talvez pergunte. “Vou dormir nela de novo hoje à noite.” Ou: “Por que preciso guardar meus brinquedos! Vou usá-los de novo.”

Um princípio bíblico talvez ajude sua filha a avaliar porque certas atividades precisam ser repetidas. Diz: “Para tudo há um tempo determinado, sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus.” (Ecl. 3:1-8) E, assim acontece com as prendas domésticas. Há um tempo para arrumar as camas e um tempo para dormir nelas. Há tempo para juntar todas as coisas necessárias para se saborear uma refeição, e tempo de lavar e guardar as coisas em seu devido lugar. Há um tempo para se usar certas roupas e tempo para guardá-las ordeiramente em seu lugar, e assim por diante.

Sua filha precisa aprender o valor de manter o lar asseado e ordeiro. Precisa aprender, por exemplo, que as coisas se tornam muito mais fáceis de achar quando guardadas no devido lugar. Poderia indicar que não precisa ficar procurando a pasta de dentes ou a garrafa de leite. Não, tais itens têm seu lugar, e todos na casa sabem onde estão. Assim, pode-se-lhe mostrar que, se esta regra simples for aplicada a outros itens também, que ótimo isso será!

Poderá também indicar-lhe que, quando os brinquedos e as roupas são ordeiramente guardados ou pendurados, duram mais e permanecem mais limpos. E quão muito melhor é a aparência dum quarto quando a cama está arrumada e tudo está bem asseado e ordeiro! A maioria das mulheres concorda que não é o pó em si mesmo que as deixa nervosas. É a confusão e a desordem numa casa. Como certa mãe se expressou: “Enquanto as coisas estiverem asseadas e forem mantidas em seu devido lugar, pode-se ver mais claramente o que precisa ser feito de forma exata. Se a casa está em ordem, não sentirá que tem muito serviço a fazer, ficando cansada antes mesmo de começar.”

O asseio, naturalmente, não precisa ser levado ao extremo da meticulosidade. Em alguns lares, tudo se acha sempre em tal ordem meticulosa que a pessoa quase tem medo de enrugar o sofá quando se senta nele, ou de deixar marcas do pé no tapete ao andar. É desejável um equilíbrio correto, mantendo-se um lar em que as coisas são, deveras, asseadas e ordeiras, mas um lar em que a família se possa sentir confortável e descontraída.

Outras Coisas a Ensinar

Há tantas outras coisas que poderá ensinar a sua filha que serão de verdadeiro valor para ela. Por exemplo, há muito que pode aprender no dia de lavar roupa. Já lhe ensinou como separar a roupa a lavar, limpar as roupas e dobrá-las quando estiverem secas? Já lhe mostrou como tirar manchas das camisas e dos colarinhos do papai? Talvez tenha de fazer isso para o marido dela algum dia. Entende ela a função dos detergentes e descorantes e o efeito que cada um tem sobre certas fazendas? Explicou-lhe a vantagem de secar as roupas ao sol, antes que fazê-lo numa secadora automática?

Também desejará ensinar a sua filha os meios de a sujeira entrar na casa e como impedir isso. As portas, janelas e áreas adjacentes são alguns dos lugares óbvios para se encontrar a sujeira. Outros não são tão óbvios: nos armários, cantos dos quartos, debaixo dos móveis e nos armários e nas gavetas da cozinha que são usados amiúde. Estas áreas devem merecer cuidados regulares a fim de se impedir que o pó acumule, o que exigirá uma tarefa maior de limpeza mais tarde.

A entrada da sujeira torna necessário limpar o pó. Sabe a sua filha que fazer isso é uma arte? Pode-se remover a sujeira ou se pode simplesmente transferi-la de um local para outro. A diferença jaz em como é feito e com o quê. Se usar um pano úmido, realmente colherá e removerá o pó da superfície dos móveis ou do chão.

Por que não deixa que sua filha sinta isso por si? Faça-a usar um pano de pó comum e ver o que acontece. Daí, faça-a umedecê-lo e realmente ver o pó sair da mobília e apegar-se ao pano. Uma vez que ela veja a diferença, não terá de repetir tais instruções. Ela entenderá o ponto em questão.

Será que sua filha sabe arrumar uma cama? As pessoas têm meios diferentes de fazê-lo e uma forma não raro é tão boa quanto outra. Pode ensinar-lhe a forma de fazer isso em sua casa. Se for muito pequena e achar difícil alinhar os lençóis e cobertores da maneira bem certa, talvez costure uma linha colorida como guia no centro deles. Isto tornará mais fácil para ela colocar os lençóis e cobertores corretamente na cama.

Parte fundamental das prendas domésticas é a lavagem diária da louça, algo que desejará ensinar sua filha a fazer bem. Compreende que deixar os pratos sujos de molho pode não raro facilitar a tarefa? E sabe ela lavar os itens em grupos? Ensine-lhe a lavar todos os talheres e então enxaguá-los juntos, ao invés de cada colher e garfo em separado. O mesmo princípio aplica-se a outros itens. É muito mais simples e mais rápido desta maneira.

Limpar o fogão é algo que consome tempo, e difícil, que muitas mulheres evitam. Já mostrou a sua filha um modo mais fácil de fazer isto? Peça-lhe que pegue todas as partes móveis e as deixe de molho em detergente de um dia para outro na pia ou numa bacia. Na manhã seguinte, a sujeira e a graxa sairão muito mais facilmente. Quando sua filha for maior e tiver seu próprio lar, ela ficará grata de ter aprendido esta lição.

Aprender a Planejar e Organizar

Uma das lições mais importantes que poderá ensinar a sua filha é como planejar e organizar o trabalho dela. Treine-a a pensar antes de agir. Faça-a saber que nem todos os movimentos significam consecuções. É por isso que certas mulheres conseguem fazer muito mais do que outras no mesmo tempo, e com menos tensão e esforço.

Assim, quando ela tiver seu próprio quarto para limpar, ajude-a a analisar o que precisa ser feito. Por exemplo, determine o que precisa ser guardado nas gavetas ou no armário; que itens precisam ser levados para outro quarto, onde devem ficar; que coisas precisam ser jogadas fora e assim por diante. Uma vez ela fique mentalmente organizada, o serviço decorrerá mais suave e ela o conseguirá fazer mais rapidamente.

Talvez possa ajudar sua filha a ver como poderá economizar passos. Por exemplo, talvez observe que ela vai de quarto em quarto, fazendo repetidas caminhadas para jogar coisas fora. Incentive-a a levar um saco grande de papel ao fazer limpeza, e a jogar o lixo dentro dele. Isto economizará tanto tempo como energia.

A boa organização também envolve a habilidade de coordenar diversas tarefas, fazendo-as como uma só unidade. Ensine-lhe a fazer isso. Por exemplo, depois do café da manhã, os pratos e as panelas que precisam disso poderiam ficar de molho enquanto são feitas as camas que já foram arejadas. Ela poderá então ajeitar as coisas, usando um aspirador de pó ou vassoura nos tapetes, e depois disso lavar os pratos. A casa ficará então em ordem e pronta a receber qualquer visita inesperada.

Ou, ensine-lhe a cuidar de outras tarefas próximas da cozinha enquanto a louça do almoço fica de molho. Por exemplo, pode-se remover marcas de dedos das paredes, da geladeira e dos armários; pode-se verificar o fogão e forno para notar se há pingos e sobras de comida; remover o lixo; revestir a lata de lixo de papel ou com saco de plástico para mantê-la limpa de sujeira e de mau cheiro, e assim por diante. Depois de lavada a louça, pode dar um toque final por usar uma bruxa úmida no assoalho. Já aprendeu ela a fazer tais coisas?

Cuidar da cozinha é um desafio particular. Um bom sistema é necessidade premente. Certa mãe relata que, em sua casa, há uma regra de que, fora das refeições, qualquer pessoa que use um copo ou prato tem de lavá-lo e guardá-lo. Em outra casa, a família usa pratos e copos de papel uma noite por semana, quando todos têm de sair em determinada hora. Isso elimina a lavagem da louça e fornece uma disposição festiva para o jantar. Algumas famílias grandes acham prático arrumar a mesa na noite anterior quando têm de levantar-se bem cedo na manhã seguinte. A coisa importante é, seja qual for o sistema seguido, deve ser prático e tornar mais leve o trabalho.

Talvez não seja fácil manter um lar asseado, limpo e confortável, bem como treinar outrem a fazer o mesmo, mas é recompensador. Terá o prazer de ver sua filha chegar a ser uma dona de casa prendada e eficiente.

in Despertai de 8/3/1972 pp. 8-12

Provérbio da semana ( 19:2 )

Também, não é bom que a alma esteja sem conhecimento, e quem se precipita com os seus pés está pecando.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ajuda preciosa

Pedido de casamento

Reparem bem na cara de pânico da moça...

Raridades e Recordações ( 41 )

Às vezes é preciso ir pelo caminho mais longo...

O que obtêm quando compram vinho?



TALVEZ jamais comprou uma garrafa de vinho. Para muitos outros, contudo, comprar vinho é algo relativamente comum. A maioria destas pessoas aprecia beber vinho com moderação, não raro com as refeições. Não são alcoólatras. Mas, o que muitos obtêm quando compram vinho?

Tipos de Vinhos

O vinho é suco de fruta fermentado, comumente o suco de uvas. Há duas categorias gerais de vinho, “seco” e “doce”. Os vinhos secos são produzidos por se permitir que o processo de fermentação converta a maior parte do açúcar da uva em álcool, ao passo que os vinhos doces resultam quando o processo de fermentação é paralisado enquanto ainda há uma quantidade perceptível de açúcar de uva. Em algumas variedades de vinho doce, o açúcar é adicionado depois da fermentação.

Na fabricação de vinhos doces, o processo de fermentação é usualmente paralisado pela adição de pequena quantidade de brandy (aguardente de frutas). Os vinhos a que se acrescentou brandy são também conhecidos como “vinhos de sobremesa”. O brandy serve para preservar o restante açúcar de uva e também aumenta o conteúdo alcoólico do vinho. Ao passo que o conteúdo alcoólico dos vinhos secos de mesa não excede de 14 por cento, o dos vinhos de sobremesa é aproximadamente de 20 por cento.

Os vinhos brancos são comumente produzidos de uvas brancas, embora uvas tintas possam ser também usadas se o suco for rapidamente separado das cascas. Sem se considerar a cor da casca das uvas usadas em fabricá-los, a maioria dos vinhos brancos são fermentados apenas do suco. Na produção de vinho tinto, permite-se que a polpa e as cascas das uvas tintas fermentem junto com o suco. O pigmento natural das cascas penetra no suco, dando ao vinho sua coloração tinta. Adicionalmente, substâncias tais como a tiamina, das cascas e das sementes contribuem para dar ao vinho tinto um sabor mais forte que o vinho branco. Os vinhos rosados resultam quando se permite que o suco fermente com uvas tintas esmagadas por curto período de tempo, depois do que se retira o suco para continuar a fermentar por si mesmo.

Vinhos efervescentes como o champanha e o borgonha efervescente são assim devido à presença de bióxido de carbono. O bióxido de carbono natural se forma durante o decurso duma segunda fermentação em recipientes fechados, quer na garrafa em que o champanhe é vendido quer em grandes tanques revestidos de vidro. Os produtos fermentados na garrafa são, naturalmente, mais caros do que os champanhas processados em bruto. Variedades ainda mais baratas são gaseificados artificialmente.

A qualidade e a variedade das uvas usadas têm diretamente que ver com a qualidade dos vinhos produzidos. Embora vinhos de pouca qualidade tenham sido feitos de boas castas de uvas, jamais o bom vinho pode ser produzido de más castas. Não só as uvas têm de ser de boa casca, mas também o solo e o clima têm de ser apropriados para o tipo de uvas envolvido. As uvas cultivadas em vales e encostas frios das montanhas são as melhores para a maioria dos vinhos de mesa. Mas, para vinhos doces, as uvas que crescem ao sol, em vales e em áreas mais quentes, que são quase como um deserto, são superiores.

O conteúdo natural de açúcar das uvas é maior quando o tempo é ensolarado do que nublado e chuvoso. Por conseguinte, em França e na Alemanha, onde o clima é mais variável do que as regiões de viticultura da Itália, Espanha e da Califórnia (EUA), a qualidade do vinho varia em grande medida de ano para ano. Por isso, especialmente em relação com os vinhos alemães e franceses, muitos fazem questão de saber a safra do vinho, isto é, o ano em que as uvas cresceram e o vinho foi produzido.

Por Que Certos Vinhos São Escolhidos

Amiúde os vinhos são escolhidos para serem tomados junto com determinadas comidas. Ao passo que não raro se exagera que certo tipo de vinho seja o melhor complemento para determinado prato, há algumas combinações básicas que têm obtido aceitação geral.

Os vinhos secos de mesa são usualmente tidos como melhor para acompanhar o prato principal. Tendo sabor mais forte que os vinhos brancos de mesa, os vinhos tintos de mesa são recomendados com as carnes vermelhas mais fortemente temperadas. Mas, os vinhos brancos de mesa vão bem com alimentos do mar e com carne branca de aves. Com a carne escura de aves se pode usar quer um vinho de mesa tinto ou branco. O xerez e o champanha são usados popularmente como aperitivos, e os vinhos brancos de sobremesa são costumeiramente servidos com os postres.

Adulteração dos Vinhos

Nem todas as pessoas que compram vinho obtêm aquilo que pagaram. Devido à adulteração ilegal de vários vinhos italianos, por exemplo, muitos nos anos e meses recentes compraram, sem o saber, bebidas feitas de maçãs e melado, ração animal, figos e tâmaras, álcool sintético e sangue seco de boi. Isto sugeriria que, qualquer pessoa que compre vinhos, em especial os viajantes, tem de ter cuidado. Ao invés de ser atraída a comprar vinho com um rótulo ostentoso, a pessoa talvez verifique ser sábio comprar um produto que conhece.

Uma forma mais branda de adulteração que tem preocupado muitos é o uso extensivo de aditivos químicos nos vinhos, especialmente as variedades lotadas. Têm-se usado aditivos para conservar os vinhos, para clarificá-los e para aprimorar seu sabor e sua aparência. Conselhos de um possível risco para a saúde de se beber vinho que contenha tais aditivos químicos, alguns acham melhor beber vinhos feitos em casa ou procurar um produto (não raro um vinho não lotado) que saibam ser comparativamente isento de aditivos químicos.

Ao escolher vinhos importados, alguns fazem questão de verificar se os exportadores ou importadores são deveras firmas de boa reputação. Também verificam o rótulo para ver se obtêm um produto autêntico. Por exemplo, as palavras Appelation Contrôllée (marca controlada) designa um autêntico vinho francês e a expressão Original-Abfüllung, que precede o nome do produtor certifica os vinhos alemães engarrafados pelo estado.

Assunto de Maior Preocupação

Sem considerar quão bom um vinho talvez seja, contudo, pode tornar-se algo prejudicial ao comprador se não for usado com moderação. O alcoolismo é um dos maiores problemas de saúde em muitas partes da terra. Em França, por exemplo, onde se consome muito vinho, um de cada três pacientes masculinos confinados aos hospitais se acha ali por causa de beber em excesso. Certa obra médica de referência comenta:

“O grande papel desempenhado pela produção e consumo de bebidas alcoólicas na vida econômica e social da sociedade ocidental não nos deve permitir minimizar o fato de que o alcoolismo é um problema mais significativo do que todas as demais formas de abuso de tóxicos combinadas. Cinco milhões de estadunidenses demonstram alguma forma de alcoolismo, e cerca de 5% destes por fim atingem o nível dos desgraçados ou do submundo dos alcoólatras. Tem-se calculado que, nos Estados Unidos, perdem-se cada ano 750 milhões de dólares em salários potenciais, crimes, acidentes, e cuidados médicos e custodiais; e o custo de lares rompidos, vidas desperdiçadas, de perda para a sociedade, e de miséria humana está além de poder ser calculado.”

É óbvio que a escravização ao vinho ou a qualquer outra bebida alcoólica é inteiramente indesejável. Assim, o que as pessoas obtêm quando compram vinho depende, não só de sua seleção, mas também do uso do vinho. Para a pessoa que bebe vinho com moderação, sua compra pode aumentar um pouco o prazer da vida. Conforme a Bíblia afirma: O “vinho . . . alegra o coração do homem mortal”. Por outro lado, o comprador que usa o vinho sem exercer moderação ou que manifesta péssimo juízo em servi-lo a outros, obtém algo que é potencialmente muito perigoso.

in Despertai de 22/2/1972 pp. 24-26

Provérbio da semana ( 19:1 )

Alguém de poucos meios que está andando na sua integridade é melhor do que o pervertido nos seus lábios e o estúpido.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.