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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Palavra da semana ( 51 )

ginecocracia

(grego gunaikokratía, -as)

substantivo feminino
Preponderância das mulheres no governo do Estado.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Aprende a pensar com lucidez?




PENSAR com lucidez é um dos principais factores na vida bem sucedida.
É de imenso valor na vida quotidiana e em fazer decisões, poupando muito tempo e despesa para a pessoa.
No entanto, ainda mais importante, a pessoa que pensa com lucidez é ajudada a evitar decepções e perigos que, de outra forma, facilmente desencaminham o incauto. O conceito lúcido a ajuda a enfrentar os problemas e as situações da vida, que de outra forma são espinhosos.

Por Que a Maioria não Pensa com Lucidez

Muitos simplesmente preferem, de modo passivo, deixar que os outros pensem por eles. Para a maioria, portanto, o padrão básico de pensamento é estabelecido principalmente pela comunidade e pelo mundo em que vivem. Pensam e agem de forma similar àqueles que os cercam. Discerne-se isso até mesmo nas questões relativamente pequenas da vida, sendo que a propaganda e os veículos de notícias ditam seu ponto de vista. E, nas principais áreas da vida, o modo em que outros pensam muito por eles poderá ser ilustrado pelo que ocorre no tempo de guerra.
Quando seu país natal faz propaganda para atiçar a população para a guerra, será que a maioria analisa criteriosamente todas as questões envolvidas no conflito? Ou simplesmente aceita aquilo que se lhe manda pensar? Ao escrever sobre a Primeira Guerra Mundial, o falecido Winston Churchill observou: “Precisa-se apenas dum sinal para transformar estas multidões de camponeses e trabalhadores pacíficos nas poderosas hostes que despedaçarão uns aos outros.” Observou, ademais, que, quando se lhes disse o que deviam fazer, a maioria das pessoas acatou isso sem pensar. (The World Crisis [A Crise Mundial], Volume VI, página 93) Vinte e cinco anos depois, outra geração permitiu que o mesmo modo de pensar a conduzisse a um conflito muito maior, a Segunda Guerra Mundial.
Que resultado obtiveram muitos por terem permitido que outros pensassem por eles? Milhões morreram ou ficaram aleijados, não raro travando guerras em solo estrangeiro por questões que não compreendiam. E, agora, vemos que a norma de pensar do mundo, e os esforços que ela produziu, não trouxeram paz duradoura. Com efeito, o mundo de hoje se acha armado com armas muito mais devastadoras do que nunca antes.
Mas, não se voltam alguns contra o modo de pensar por trás de tais guerras? Sim, muitos da geração mais jovem se rebelam contra o “modo de pensar” dos mais velhos. Todavia, será que a perspectiva dos jovens rebeldes é realmente mais lúcida ou mais satisfatória do que aquela da qual procuraram fugir? Será que sua rebelião os conduziu a qualquer coisa realmente melhor?
O “modo de pensar” dos líderes mundiais em um extremo, e o dos jovens rebeldes, no outro, se combinam para mostrar que a forma de pensar do homem não produz resultados desejáveis duradouros. Talvez se sinta compelido a perguntar: ‘Se isto é assim, então, como é possível pensar com lucidez?’

Necessário o Alvo Definido Para Se Pensar com Lucidez

Pensar com lucidez exige, primeiro de tudo, que se tenha um propósito ou alvo na vida. Por que isso se dá?
Bem, viajar pela vida pode ser assemelhado a se fazer uma viagem; quanto mais certo for seu destino, tanto mais positiva será sua rota. Suponhamos que more em Madrid (Espanha) e diga que irá à Alemanha. Trata-se dum alvo muito amplo e se apresentam várias rotas alternadas. No entanto, ir de Madrid a Berlim, Alemanha, reduz grandemente o número de diferentes estradas em que poderia viajar; trata-se dum alvo mais preciso. Assim, também, quanto mais definido for o alvo da pessoa na vida, tanto mais estável é provável que seja o modo de pensar da pessoa.
Todavia, sabia que bem poucas pessoas podem declarar de forma simples e lúcida exactamente qual é o seu alvo na vida? Um comentário do Professor Aaron Levenstein, da Faculdade Municipal de Nova Iorque, sublinha quão sem propósito são realmente as vidas da maioria das pessoas:
“As pessoas talvez tenham vago entendimento de sua posição actual, mas não podem resolver onde é que desejam ir. Vivem sua vida sem uma filosofia. Não têm êxito em alcançar nenhum alvo, porque jamais fixaram um.”
Ao passo que é verdade, como afirma o Professor Levenstein, que a maioria não tem um alvo na vida, não é isso algo um tanto compreensível? Que alvo duradouro e satisfatório qualquer parte do mundo realmente oferece a uma pessoa, em direcção do qual possa orientar seu modo de pensar?
Entretanto, alguns poderiam perguntar: Será que ter um único alvo na vida não resulta em a pessoa ter mente “fechada”, ao invés de mente “aberta”? Vejamos.
Usualmente, quando as pessoas falam de mente “aberta” simplesmente estão dizendo que são tolerantes para com os conceitos de outrem. Mas, simplesmente tolerar os conceitos de outrem não exige realmente o pensar, exige? Com efeito, a mente completamente “aberta” poderia ser assemelhada a um cano que simplesmente deixa tudo fluir por ele, mesmo o esgoto. Nenhuma pessoa que respeite a si mesma deseja uma mente contaminada com lixo. Assim, precisa ser selectiva, precisa seleccionar o que aceita na sua mente. Em suma, precisa pensar. No entanto, não deseja ser tão estreito ou preconcebido que se recusa a considerar fatos que podem aprimorar seu modo de pensar.
Por conseguinte, é necessário o equilíbrio em seu modo de pensar. Como o Professor Levenstein se expressou: “É necessário pensar tanto de forma estreita como ampla.” Como é que fazemos isto?

O Benefício das Normas Correctas

Por dispor de uma norma com a qual medir novas informações apresentadas, pode-se alcançar o modo de pensar equilibrado. O indivíduo, destarte, controla o que lhe vem à mente e não se desvia de perseguir seu alvo, todavia, não despreza novas informações de valor.
Cada dia, a pessoa de pensamento lúcido precisa filtrar ou peneirar aquilo que é errado e para o qual sua mente está devidamente “fechada”. O constante bombardeio da propaganda através da imprensa pública, dos jornais e das revistas, bem como de livros, da televisão e de programas de rádio, torna isto mais essencial agora do que nunca antes.
Naturalmente, muito do que é publicado hoje se mostra, de imediato, como indigno da atenção da pessoa. Novelas, peças teatrais ou programas de televisão, por exemplo, que glorificam a perversão sexual, a imoralidade ou a violência se acham entre tais. Estimulando os desejos mais degradados, sua intenção é usualmente desencorajar o modo de pensar que valha a pena, em realidade entorpecendo a mente em favor da paixão irreflectida.
Mas, até mesmo aqueles livros e programas dos quais se pode obter algumas informações úteis exigem o exercício da cautela. Não raro, com subtileza, revelam a tendência errada de pensar, sendo talvez influenciados por teorias não provadas. Nisto, em especial, a pessoa de “mente aberta” precisa ter cautela ao ler, se há de evitar ser adversamente influenciada.
Aprende a pensar com lucidez? Terá tido um bom começo se tiver um alvo definido na vida e se tiver um padrão pelo qual julgar as novas informações que são trazidas à sua atenção. Mas, poderá dizer: ‘Eu realmente tenho um alvo na vida e um padrão. Não são estas grandes coisas que atrapalham meu modo de pensar. Antes, é a multidão de pequenas decisões diárias — isto é que me confunde. Como posso estimular minhas faculdades de raciocínio para enfrentar estas pequenas preocupações diárias da maneira mais eficaz?

( continua )

in Despertai de 8/7/1973 pp. 3-6

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Provérbio da semana ( 22:16 )

Quem defrauda ao de condição humilde para suprir-se de muitas coisas, bem como aquele que dá ao rico, seguramente se destina à carência.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Palavra da semana ( 50 )

sarcómero

(sarco- + -mero)
s. m.
[Citologia]  Cada um dos segmentos dos músculos estriados voluntários que permitem a contracção muscular.

domingo, 8 de setembro de 2013

O saber não ocupa lugar ( 372 )

Hoje com 3 em 1!



O Letreiro de Hollywood foi originalmente construído para fazer propaganda de um empreendimento imobiliário.



A banana é um alimento naturalmente radioactivo.



O peso estimado de todas as formigas existentes no planeta supera o peso de toda a humanidade.

É caso para dizer... WOW!!!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

As línguas do homem




QUÃO dividida se acha a humanidade por falar diferentes línguas! Os peritos já chegaram a contar cerca de 3.000 línguas faladas. Se fossem acrescentados ao número acima todos os dialectos (formas locais de uma língua), ele provavelmente seria bem maior. Mas, o caso é que até os peritos discordam em alguns casos sobre o que é uma língua separada e o que é simplesmente um dialecto. Por quê? Porque, mesmo quando as pessoas falam o que se chama de dialectos da mesma língua, talvez não consigam compreender uns aos outros.
A maioria das línguas podem ser agrupadas em umas dez famílias de línguas, mais ou menos, (novamente neste caso diferentes autoridades fornecem diferentes números). Todas as línguas na mesma família são ramos de uma antiga língua “mãe”, e, em muitos casos, essa língua “mãe” já é morta.
Muitos sabem que o francês, o italiano, o espanhol, o português e várias outras línguas são todas modernas variedades do latim, grandemente mudadas. Não são muitos que estão a par que até mesmo o latim é classificado como sendo membro de uma família de línguas. Junto com muitas outras línguas da Europa e da Índia, diz-se que surgiu dum ancestral perdido, chamado indo-europeu.
É possível que as línguas “mães” tenham sido relativamente poucas. Com o tempo, as pessoas que falavam a mesma língua se separaram e não tiveram contacto umas com as outras por séculos, de modo que seus hábitos de linguagem divergiram e duas ou mais línguas vieram a ser usadas onde antes só havia uma.
Qualquer língua viva muda constantemente, apesar da influência estabilizadora da imprensa e de boas comunicações. Assim, gradualmente, os grupos separados deixavam de entender uns aos outros. Mesmo assim, as línguas resultantes retêm suficientes características em comum que tornam óbvio que se relacionam umas com as outras.

A Família Indo-Europeia

Examinemos em mais pormenores uma família de línguas. Quase cerca da metade da população do mundo fala uma língua classificada como pertencendo à família indo-europeia. Não foi por acidente que a palavra três, por exemplo, é tão similar em russo (tri), alemão (drei), francês (trois), dinamarquês (tre), holandês (drie), irlandês (trí), grego (treîs), lituano (trys), sânscrito (trí), albanês (tre), e assim por diante. Diz-se que todas estas línguas se derivam da desaparecida indo-europeia.
Muitas delas são menos filhas daquela língua antiga do que netas, porque diz-se que muitas se derivam de línguas desaparecidas que eram, elas mesmas, ramos da indo-europeia. Exemplificando: o galês, o bretão, o gaélico, e assim por diante, são alistados como descendentes de uma antiga língua céltica que surgiu da indo-europeia. O russo, o polonês, o sérvio, o checo, e assim por diante, têm seus ancestrais numa antiga mãe eslavônica. O inglês, o holandês, o alemão, e assim por diante, tem mãe germânica comum.

Classificar as Línguas

Apenas em data comparativamente recente, desde cerca do fim do século dezoito, é que os linguistas começaram a analisar a história e a relação das línguas vivas. Antes disso, tendiam a comparar apenas as formas escritas das palavras nas línguas diferentes, mas há muito mais nas relações familiares do que isso. Mesmo quando duas línguas têm poucas palavras similares, talvez a colocação de suas sentenças seja tal que mostre uma afinidade entre elas.
Tome o exemplo do laociano e do chinês. Seria difícil encontrar muitas palavras similares nestas duas línguas, todavia, têm três importantes características em comum. Primeira, uma palavra em ambas as línguas talvez tenha diferentes significados, segundo o tom da voz usado ao dizê-la. Por exemplo, a palavra laociana mu, proferida em tom baixo de voz, significa amigo, ao passo que em tom crescente significa porco.
Segunda, a maioria das palavras só tem uma sílaba ou se compõem de diversas palavras de uma só sílaba ligadas juntas.
Terceira, quando se fala duma série de objectos, é preciso usar uma palavra chamada classificadora toda vez para identificar a classe de objectos a que pertencem. Assim, o laociano não pode simplesmente dizer ‘Três moças’, mas tem de dizer ‘Moça três pessoas’, mostrando que as moças pertencem à classe de ‘pessoas’. Estas três características sugerem que o chinês e o laociano são parentes dentro da mesma família de línguas.
Por outro lado, não se atribui grande importância aos caracteres em que a língua é escrita. O inglês e o vietnamita usam ambos o alfabeto romano, que os vietnamitas deliberadamente adoptaram no século dezassete, mas as línguas são muito diferentes. O japonês e o chinês usam escrita similar, o que faz com que alguns os associem. Todavia, são classificados em famílias de línguas completamente diferentes. Por outro lado, o inglês e o russo, alistados como parentes distantes dentro da mesma família, usam caracteres diferentes.

Dificuldades de Aprendizagem

Talvez possa entender agora porque algumas línguas são mais fáceis de se aprender do que outras. Uma língua estrangeira que pertença à mesma família de línguas que a nossa usualmente terá muitos sons, palavras ou padrões de sentenças que verificamos serem familiares. A língua menos aparentada é, comparada à nossa, a mais estranha possível. De início, talvez nem sequer possamos diferençar os sons, e a ordem de colocação das palavras na frase talvez nos pareça esquisita.
Compare os números um a dez em alemão com os em português: eins, zwei, drei, vier, fünf, sechs, sieben, acht, neun, zehn. Especialmente se se lembrar que o alemão “z” é pronunciado “ts” e o alemão “v” é pronunciado “f”, poderá ver de imediato que há alguma semelhança. Agora, veja os números em laociano: neung, sohng, sahm, si, ha, hok, chet, bpaat, gow, sip. Não existe nenhum som em comum com o português. Quão muito mais diferentes pareceriam ser se se pudesse mostrar por escrito que cada número laociano tem de ser proferido em certo tom de voz que a pessoa decora junto com a palavra!
Observe a ordem das palavras. Em português, talvez se pergunte: “Quantas filhas tem?” Em alemão, isso seria “Wieviele Töchter haben Sie?” Aqui, palavra por palavra, a estrutura é a mesma quase. Mas, o laociano diz: “Chow mi luk sow chag kon?” Literalmente, isso significa: “Você tem filho fêmea quantas pessoas?” Estruturalmente é bem diferente do português.
Amiúde, as palavras encontradas em uma língua não têm equivalente em línguas de outras famílias. Por conseguinte, é muito mais difícil traduzir para uma língua que pertence a uma diferente família. Por exemplo, a revista A Sentinela no idioma tai ou siamês usa a mesma palavra para transmitir o que se quer dizer pelas palavras simpatia, empatia e consideração em inglês. Palavras separadas não existem em tai (ou laociano, seu parente próximo) para transmitir estas subtis diferenças. Por outro lado, o inglês consegue passar com uma única palavra para carregar, ao passo que o laociano e o tai tem palavras separadas que significam “carregar na mão”, “carregar no ombro”, “carregar numa vara de carga”, “carregar nos braços”, ou “carregar nas costas”.
A fim de ajudar os alunos a enfrentar esta situação não familiar a algumas línguas, novos métodos de ensino foram criados. Um deles é às vezes chamado de método directo. O aprendiz começa a dominar as sentenças básicas e os padrões de formação de sentenças desde o início. Aprende gramática à medida que se relacione às sentenças que ele já conhece, ao invés de penetrar nela desde o início e aprender longa lista de vocabulário sem poder falar ou entender a sentença mais simples.

in Despertai de 22/6/1973 pp. 12-15

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.