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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Como controlar a raiva dentro do casamento

Marido: Quando eu brigo contigo, tu nunca respondes... Como fazes para controlar a fúria?
Esposa: Bem, eu limpo a sanita...
Marido: Sério? E isso acalma-te??
Esposa: Claro!... Eu uso a tua escova de dentes....

Cão ganha processo na Polónia!







Para o tribunal de Varsóvia, na Polónia, foram feitas falsas acusações contra o cão do político Ludwik Dorn num anúncio de rádio.O partido «Esquerda e Democracia» afirmou num anúncio que o cão, de nome Saba, tinha destruído móveis dos escritórios públicos que o seu dono usou durante um cargo anterior, como ministro. Afirmou ainda que Ludwik Dorn se recusou a pagar pelos danos.Wojciech Malek, porta-voz do tribunal, disse que o colectivo de juízes concluiu que a informação era falsa e ordenou o partido de oposição a pedir desculpas publicamente, também na rádio. As transmissões vão para o ar três vezes ao dia, durante três dias.O texto deve dizer que o partido «pede desculpas por espalhar inverdades quando alegou que o cão Saba destruiu os móveis do ministério, mastigando-os».



Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com


Mais do que comentar a decisão do tribunal, vejam bem as fotos do dono do cão...

O saber não ocupa lugar - 127




Na China, uma criança nasce a cada dois segundos.


Ena, que grandes e amarelos malandros!

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Duas curtas

Sabem o que acontece quando o elefante se apoia numa pata?
- O pato fica viúvo...

A mulher para o marido:
- Querido, tens que dizer ao nosso filho que não pode casar com aquela estúpida!
- Ora essa! A mim também ninguém me avisou!

Estar solteiro e mastigar pastilha elástica evita aumento de peso


Estar solteiro ou mastigar pastilhas elásticas ajuda a manter um peso estável, indicaram estudos apresentados numa conferência sobre obesidade nos Estados Unidos, na qual 1800 investigadores, médicos e nutricionistas exploram os métodos da luta contra o excesso de peso.Na conferência de Nova Orleães foi apresentado um estudo que teve como amostra oito mil jovens estudados durante cinco anos. As conclusões revelam que há mais probabilidades de engordar quando se casam. Com a idade, toda a população ganha peso, dizem os investigadores: em geral, as mulheres aumentam sete quilos e os homens onze, segundo um trabalho da Universidade de Chapel Hill. Porém, se a pessoa for casada a tendência é a aumentar mais o peso. Os homens ganham cerca de 13, 5 quilos e as mulheres 11. Outros trabalhos de investigação defendem que mastigar pastilha elástica provoca uma sensação de saciedade, o que ajuda a manter o peso."

SOL com agências/EstranhomasVerdade.com


De facto, desde que casei que engordei... Tenho de começar a mascar pastilhas... Ou pedir o divórcio!

O saber não ocupa lugar - 126



Se a Lua fosse habitada na mesma proporção da Terra, teria 1,64 bilhão de pessoas.




Pior seria conseguir viver lá...

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Cerveja grátis para quem devolver computador!


Uma cervejaria da cidade neozelandesa de Rotorua disse estar disposta a oferecer uma recompensa vitalícia de cerveja a quem devolver um computador portátil roubado na semana passada.Os donos do estabelecimento estão desesperados para reaver o aparelho, que contém elementos de design, contactos e informação fiscal.Apesar de a empresa ter cópias de segurança do material roubado no portátil, estas não estão actualizadas.A oferta de cerveja, apesar de ser para toda a vida, para quem denunciar o ladrão, tem um limite: doze garrafas por mês.

Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com


Parece-me que vão ser muitos computadores devolvidos...

O saber não ocupa lugar - 125


A cada dois segundos, uma boneca Barbie é vendida em algum lugar do planeta.


A boneca mais famosa do Mundo continua em grande!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Não gostou das críticas e cortou o pénis ao marido!


O caso passou-se na Malásia, onde apesar de a bigamia ser considerada ilegal desde 1982, uma minoria de casais mantém esta tradição. Tudo aconteceu quando um homem indonésio, de 43 anos, a trabalhar na Malásia, estava na cama com sua mulher de 48 anos a conversar sobre a segunda esposa, recém-casada com ele.Na sequência da comparação do desempenho sexual da primeira mulher com o da segunda esposa, 18 anos mais nova, a mais velha sentiu-se ofendida e atacou o pênis do marido com uma faca de cozinha, segundo o jornal «New Straits Times».Apesar do choque e da dor, a vítima conseguiu vestir as calças e ir de mota até ao hospital mais próximo, onde os médicos lhe reimplantaram o órgão com 11 pontos.O indonésio denunciou a primeira mulher à polícia, que incorre agora numa pena de três anos de prisão.

PortugalDiário/EstranhomasVerdade.com


Se eu não sou boa,tu vais deixar de ser bom!!!

O saber não ocupa lugar - 124


A cada hora extinguem-se 3 espécies de animais e, a cada dia, 150.

É triste,mas é a realidade...

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Francês nu trepa Arco dos Sinos no Vaticano!



Um homem francês foi detido na madrugada desta quarta-feira, no Vaticano, depois de ter escalado o Arco dos Sinos.Segundo relatam os meios de comunicação italianos, tudo se passou cerca das 5:00 (4:00 em Lisboa), quando o cidadão gaulês conseguiu a proeza de subir esta porta de entrada do estado pontifício que fica situado à esquerda da Basílica de São Pedro.O local está sob o olhar atento da famosa Guarda Suíça, mas, mesmo assim, o trepador conseguiu tocar num dos sinos.Esta história invulgar, reserva ainda mais um dado insólito. É que além de estar completamente embriagado, o homem francês estava também completamente nu.Apesar de ter conseguido evitar a guarda do Vaticano, não conseguiu escapar às autoridades italianas que o detiveram.


Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com




Queria sentir o que era tocar um sino nu!

O saber não ocupa lugar - 123


O menor alfabeto do mundo é o rotokas, idioma falado em uma ilha de Papua Nova Guiné, com 12 letras.


Devem ser algo limitados na comunicação...


quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Jogadoras despem-se em Espanha à procura de patrocínio



As jogadoras do plantel do Torrejon, equipa da Primeira Divisão Feminina de futebol espanhol, despiram-se em protesto contra a falta de apoios à modalidade.Com um vencimento médio de 150 euros por mês que, no fundo, apenas dão para os gastos de transporte, as jogadoras resolveram posar nuas para a revista Interviù de modo a conseguirem um patrocinador à altura dos pergaminhos da sua equipa, alertando para as suas parcas condições de vida.As jogadoras crêem que o vencimento que retiram do clube não é suficiente para o seu sustento, pelo que querem ver o seu estatuto de jogadoras profissionais compensado. No entanto, e apesar de todo o esforço e coragem demonstrado pelas jogadoras espanholas ao chamar atenção para o problema, o facto é que patrocinadores...nem vê-los.Por outro lado, a sociedade, profundamente masculinizada e mentalizada que o futebol é um desporto para os homens, tende a estabelecer uma diferença acentuada nos meios, nos centros de treino, na preparação dos jogos e no dinheiro mobilizado, na relação do futebol feminino para o masculino.«Estamos condenadas à disparidade de meios e dinheiro com os homens, tendo em conta todas as diferenças, é exorbitante», disse uma das jogadoras. Desta forma, após este arriscado acto de publicidade que acabou por ser muito mediatizado, o plantel feminino do Torrejon acredita que a esperança é a última a morrer e que o tão desejado patrocinador sempre possa aparecer. Por agora, o único feed-back recebido após a campanha foi o convite para posar para um calendário, mas desta vez, com roupa.


Mais Futebol/EstranhomasVerdade.com




Não resultou porque parece que não são muito boas...jogadoras.

O saber não ocupa lugar - 122



No século 18, as máquinas de lavar eram movidas por cachorros correndo.




Ou os cachorros morriam depressa ou a roupa ficava muito mal lavada! E será que punham detergente?!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Escola proíbe abraços!



O liceu norte-americano, Percy Julian, instaurou uma regra polémica, especialmente para quem gosta de um «aconchego». A directora Victoria Sharts proibiu que os 860 alunos da escola, situada na periferia de Chicago, se abraçassem dentro das instalações escolares.Segundo a responsavel, os alunos estavam a criar «filas para abraços», o que os atrasava para as aulas e «tumultuava» os corredores. «O abraço é mais apropriado em aeroportos ou reuniões em família do que cada vez que se vê alguém conhecido pelo corredor», justificou Sharts.Outro motivo para instituir a política de proibição é que por vezes alguns abraços eram «longos e próximos demais», segundo a directora.«Existe o outro lado da questão, quando um abraço é indesejado ou se torna inadequado para um dos alunos», escreveu Sharts numa circular que enviou aos pais. «Por vezes, acontecem incidentes desta natureza. O objetivo é manter os corredores seguros e organizados por onde todos consigam passar e ser pontuais».


Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com




É,os abraços são um perigo público!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Artista implanta orelha no próprio braço


Stelios Arcadiou apresentou recentemente em Newscastle o seu último trabalho: uma prótese de orelha feita de cartilagem humana no braço esquerdo.Stelarc, como é conhecido, pretende implantar um microfone próximo da orelha para captar todos os sons que a prótese consegue 'escutar'.O implante está a ser alvo de grande polémica na comunidade médica. Vários cirurgiões estão contra a operação que consideram desnecessária.Em trabalhos anteriores o artista operou uma terceira mão robotizada, suspendeu o seu corpo por cabos de aço, filmou o seu estômago e pulmões e amplificou ondas cerebrais.

SOL com agências/EstranhomasVerdade.com


É verdade que por vezes dava jeito mais um ouvido,mas isto é um exagero!!!!

O saber não ocupa lugar - 121


As borboletas sentem gosto com as patas e não com a língua.


Convém ter as patas lavadas...

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Impressão Digital: A Forma de Pagamento do Futuro?



Mais de mil lojas e restaurantes de Xangai, o principal reduto financeiro e comercial da China, começaram a utilizar um novo sistema de pagamento que substitui o cartão de crédito pelas impressões digitais dos clientes. A informação foi divulgada na edição desta segunda (15) do jornal "Shanghai Daily".O sistema de biometria foi lançado apenas para os clientes do Banco Agrícola da China, do distrito de Changning.Para pagar as suas compras, o cliente coloca o dedo sobre um terminal de pagamento táctil, o sistema identifica-o através da sua impressão digital, e o dinheiro é retirado directamente da conta bancária para pagar a conta correspondente. No entanto, a leitura das impressõe digitais não funciona quando os dedos estão molhados.Esse sistema de pagamento foi implantado principalmente em lojas de produtos alimentares e produtos de uso diário que ficam abertas 24 horas, frequentes nas grandes cidades do país. Não foram divulgados planos sobre sua possível expansão, nem se a ideia teve boa aceitação.A empresa responsável pelo sistema, a Live By Touch Holdings, assegura que o pagamento através das impressões digitais é “mais seguro" que o dos cartões bancários, já que é praticamente impossível imitar as impressões digitais, o que evita possíveis fraudes.


Adaptado de G1/EstranhomasVerdade.com




Uma novidade futurista e viável.Mas cuidado com os vossos dedos no futuro!!!

O saber não ocupa lugar - 120


A quantidade de ferro no corpo humano é suficiente para fazer um prego.


Vá lá,se for só um prego...


quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ups! Ganda bebedeira!

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu. Quando voltava para casa, fui mandado parar pela BT à entrada da cidade... Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar o balão... Só que, felizmente, do outro lado da estrada surge um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda. Vendo isto os policias começam a correr em direcção ao sinistro e mandam-me embora. E eu lá peguei no carro e fui todo contente (ganda sorte!). No dia seguinte a minha mulher acorda-me e pergunta:
- Ouve lá! O que é que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Era capaz de se casar com um robot?


Um cientista britânico, especializado em inteligência artificial, concluiu uma tese de doutoramento em que defende que num futuro relativamente próximo será possível um ser humano apaixonar-se e casar-se com um robot.Na sua tese «Relações íntimas como companheiros artificiais», defendida com sucesso na Universidade de Maastricht, na Holanda, David Levy argumenta que a semelhança entre os autómatos e as pessoas será tão grande a nível físico como emocional que será viável uma relação amorosa humano-máquina.Esta conclusão resultou, de acordo com o cientista, de uma pesquisa exaustiva baseada em cerca de 450 publicações sobre psicologia, sexologia, inteligência artificial, robótica, estudos de género e interacção humano-computacional.

Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com


Bem,terá sempre a vantagem de que quando começar a chatear,será possível desligar...

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Mais tempo para os filhos é preciso!

Um dia, quando um homem chegou já tarde a casa, como era habitual, e cansado e irritado após mais um dia de trabalho, encontrou, esperando por si à porta, o seu filho de 5 anos.
-Papá, posso fazer-te uma pergunta?
-Claro que sim. O que é?
-Quanto ganhas numa hora?
Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado.
-Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.
-Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora.
-Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:
-Papá, emprestas-me 5 euros?
O pai, furioso, respondeu:
Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não! E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser. A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos!
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo pedir-lhe dinheiro.
Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
-Já estás a dormir? - perguntou.
-Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.
-Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai.
-Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá os 5 euros que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:
-Oh, papá! Obrigado!
E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas. O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado.
O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
-Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.
-Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo.
-Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de jantar contigo...

Médicos australianos usam vodka para salvar paciente envenenado!



Médicos na Austrália salvaram a vida de um turista italiano envenenado alimentando-o durante três dias com vodka por via intravenosaO turista italiano de 24 anos foi levado ao Hospital Mackay Base, no norte do Estado de Queensland, depois de ter ingerido uma grande quantidade de etilenoglicol, um componente de aditivos de radiador de automóveis, numa suposta tentativa de suicídio. O etilenoglicol pode paralisar o funcionamento dos rins e é fatal.O médico Pascal Gelperowicz, que liderou a equipa de tratamento em conjunto com Todd Fraser, afirmou que o italiano estava inconsciente quando chegou ao hospital. O tratamento foi iniciado imediatamente com o álcool farmacêutico, que funciona como um antídoto para o etilenoglicol.Mas os suprimentos de álcool farmacêutico do hospital de Queensland acabaram.«Rapidamente usámos todos os frascos disponíveis e decidimos que havia outra opção: fornecer álcool ao paciente através de bebidas alcoólicas colocadas na sua sonda nasogástrica» , disse Gelperowicz ao jornal The Australian.Todd Fraser disse que o tratamento pode não ser convencional, mas foi bem sucedido, pois o paciente recuperou totalmente.«O paciente recebeu o equivalente a três doses comuns a cada hora, durante três dias, enquanto permaneceu na unidade de terapia intensiva» , afirmou Fraser.«A direcção do hospital foi compreensiva quando explicamos as nossas razões para a compra de uma caixa de garrafas de vodka» , acrescentou.


SOL com agências/EstranhomasVerdade.com




Uma bebedeira salvadora!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Instaladas 42 antenas de captação de vida extraterrestre


As primeiras 42 antenas de um conjunto de 350 para detectar sinais de vida extraterrestre foram instaladas quinta-feira no estado norte-americano da Califórnia, ao abrigo de um projecto inédito no mundo. O sistema encontra-se instalado no Observatório Hat Creek, a 465 quilómetros a Nordeste de São Francisco, e é co-financiado pela Universidade da Califórnia, Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla inglesa) e pelo gigante informático Microsoft.Na prática, trata-se de um enorme receptor (tem seis metros de diâmetro) de sinais de rádio emitidos pelos corpos celestes, que pode ajudar, por isso, também na compreensão de objectos astronómicos como os buracos negros e as supernovas.O projecto custou, na primeira fase, cerca de 50 milhões de dólares (31 milhões de euros), dos quais metade foram suportados pela Microsoft.A Universidade da Califórnia e o SETI estão a recolher fundos para terminar a construção do projecto nos próximos três anos.

Lusa/SOL/EstranhomasVerdade.com


Tanto dinheiro gasto para quê?!

A vida entre os índios cheyennes


MUITAS são as estórias escritas sobre os índios da América do Norte. Algumas são verdadeiras, outras são fantasiosas, muitas são exageradas, e outras patentemente falsas. A imagem criada foi a de um jovem guerreiro quase nu sobre seu cavalo, ornado de penas e besuntado de tinta de guerra. Ao passo que isso foi verdade no passado, a maioria das pessoas reconhecem que a vinda do homem branco logo fez grande diferença para o índio. Talvez se quede imaginando como é a vida hoje para o índio em sua reserva.
Suponhamos que visitemos uma reserva dos índios cheyennes do norte, no sudoeste de Montana, EUA. A área é de cerca de 180.000 hectares, e foi reservada pelo governo dos Estados Unidos como propriedade e para o uso desta tribo. A maioria dos 3.000 membros da tribo vivem aqui de forma permanente. Pode ver porque se contentam em permanecer aqui. A beleza aqui é um tributo à majestade do grande Criador. Veja só aquelas colinas altaneiras cobertas de majestosos pinheiros e fragrantes cedros! Regale os olhos nos borbulhantes riachos e nos vales em que a grama silvestre cresce em abundância — é bem aquilo que faz vicejar o gado.
Devia estar aqui na primavera. Nessa época do ano, flores silvestres lançam cores vívidas por toda a parte da reserva. E, em fins do verão, os arbustos se curvam de tantas frutinhas silvestres tais como a ameixa e a cereja brava. A vida selvagem se acha em toda a parte — veados, coelhos, porcos-espinhos, linces baios, tâmias, e assim por diante. Talvez chegue até a ver uma aldeia típica de marmotas.


O Lar Indígena


Como seu guia, devo contar-lhe como vim a saber tanto sobre os índios cheyennes. Nasei, com efeito, em um dos três povoados desta reserva, uma cidadezinha chamada Lame Deer (Veado Manco). Meus pais não tinham ancestrais dentre os cheyennes do norte, de modo que não sou um puro-sangue cheyenne. Mas, sou um membro alistado na tribo.
Nos meus anos de infância, os índios viviam em pequenas barracas de um ou dois quartos usualmente construídas de toras de madeira e taipa. A mobília principal seria algumas camas, uma mesa, algumas cadeiras e um fogão de ferro gusa, a lenha. Era o segundo filho mais velho da família, dentre dez filhos, e provavelmente pensará que nossa casa de dois cômodos deve ter ficado bem superlotada. Ficava, sim, às vezes, quando o mau tempo nos mantinha dentro de casa. Mas, para um povo cujos ancestrais viviam em lugares bem amplos e usavam suas tendas cônicas feitas de pele de animal principalmente como abrigo, nossa casa não era tão limitadora como poderia pensar.
A eletricidade começava a ser usada em nosso distrito no início da década de 1940, e os únicos encanamentos eram os de um ocasional poço comunitário com uma bomba manual, com a qual enchíamos nossos baldes de água diversas vezes por dia. Também cortávamos e transportávamos lenha para os fogões em que cozíamos nossas refeições.
Nós, moças, ajudávamos a mamãe a fazer as tarefas domésticas e aprendemos a cuidar de bebês e a zelar pelas crianças mais velhas. Isto certamente mantinha a família em íntima unidade. Nosso quintal de folguedos eram as colinas cheias de árvores e o regato bem perto de casa. Não raro levávamos nossas bonecas e supostos brinquedos para uma pequena clareira entre as árvores, para brincar ali de casa. De vez em quando, em nossas andanças pelas colinas, avistávamos uma cascável. Éramos o suficientemente sábias para guardar distância.
Para os da reserva, não era fácil conseguir empregos, mas meu pai sempre parecia estar ocupado. Usando seu utilitário, ia para a floresta com sua serra de cadeia e cortava lenha. A venda deste item muito necessário jamais trouxe grandes lucros, mas, pelo menos, sempre estivemos bem agasalhados e jamais passamos fome.
Embora o automóvel já estivesse em uso por um bom tempo, nos meus dias de jovem não era de jeito nenhum incomum ver uma parelha de cavalos puxar uma carroça chata pela cidade, levando a família toda, e com alguns cachorros correndo atrás. Muitas das senhoras mais jovens trajavam cobertores coloridos e mocasins naquela ocasião. Agora só as mais idosas o fazem. Vestidos de pele de gamo cheios de contas, penas e sinos são vistos apenas nas danças indígenas realizadas em ocasiões especiais.


A Comida não É Problema


Visto que os índios podem caçar na reserva, o principal item alimentar ainda é a carne de veado. E é conservada da mesma forma antiga. As mulheres a cortam em tiras bem fininhas, lavam-na em água salgada e a penduram em postes para secar. Pode então ser guardada meses a fio ou usada logo em seguida. Usualmente é cozida com batatas e legumes ou macarrão. Outra forma de preparar carne seca é por triturá-la em pedacinhos e misturá-la com cerejas bravas ressecadas que foram moídas, com banha de porco e açúcar. Este prato é chamado "um".
Dois tipos principais de pão são usados. O favorito é "pão frito". Para fazer este pão, estira-se a massa, que é cortada em pedaços e fritada em gordura de porco. O resultado é um delicioso pãozinho fofo marrom-dourado. O outro tipo é conhecido como "pão fantasma". É cozido em formas arredondadas e chatas. Afirma-se que derivou seu nome do fato que na antiga vida nômade, quando o índio não raro tinha de sair às pressas e bem quietamente, este tipo de pão poderia ser preparado de forma conveniente, tão quieto como o suposto "fantasma". Embora o conhecimento a seu respeito esteja desaparecendo, muitas raízes e ervas valiosas costumavam figurar em nosso livro de cozinha.


Educação


Os cheyennes do norte têm uma distinta língua tribal deles próprios. É difícil de aprender, poucas pessoas de fora tendo sido capazes de dominá-la por completo. Todavia, é uma língua bonita, em que uma única expressão pode ser representada por uma figura. Mas, tivemos de aprender inglês quando foi aberta a escola pública em Lame Deer. Meus pais eram católicos-romanos, de modo que, no meu segundo ano escolar, fui enviada para escola da missão católica, a uns trinta e dois quilômetros de distância. Todo domingo, um grupo de nós, crianças cheyennes, costumávamos viajar para a escola e ficar ali até a seguinte sexta-feira de tarde. Isto acontecia nove meses no ano.
A vida numa escola interna é bem atarefada. No entanto, muitas vezes me sentia com saudade de casa. Os dias eram repletos de repetições de orações padronizadas, de frequência à missa, de deveres escolares, de algum folguedo, de serviço na cozinha ou na lavanderia e mais recitação de orações. Seis de meus oito anos escolares foram gastos ali.
Muitas igrejas da cristandade acham-se representadas na reserva. Temos até membros da Igreja Nativa Estadunidense cujos membros participam em tomar o alucinatório cacto peiote como parte de seu ritual. E a antiga religião indígena se mescla em muitas vidas, ainda. As estórias da Medicina Doce, que, segundo a lenda, trouxe organização e outras boas dádivas para a tribo, da parte dos deuses, ainda são contadas. Há todo tipo de sinais, contudo, de que o clima espiritual aqui, como em todas as partes do mundo, acha-se seriamente abalado.


Relíquias Pitorescas


Os nomes de lugares e de famílias são não raro muitíssimo descritivos. Deveras, muitas das famílias conservaram o nome completo de seus ancestrais como seus sobrenomes. Assim, encontra-se tais nomes bonitos e pitorescos como Manto Amarelo, Caixa de Areia, Urso Que Sai, Suporte de Madeira, Urso Solitário e Corvo de Fogo.
A Dança do Sol é uma das antigas celebrações que ainda é realizada anualmente. Em cada verão, eu costumava sentar-me do lado de fora da nossa casa e observar os homens índios mais velhos pela planície fincarem postes especialmente escolhidos como arcabouço da tenda cônica da Dança do Sol. Muito ritual se achava envolvido. Os participantes, todos varões, exceto um, trajam lindos xales que vão da cintura aos pés. São pintados no peito e no rosto, ao passo que ao redor do pescoço fica pendurado um apito feito de salgueiro com uma pena de águia ligada a ele.
Os dançarinos formam um círculo dentro da tenda, e, ao ser tocado o tambor em intervalos, permanecem cada um em seu próprio lugar, mas se movem para cima e para baixo de acordo com o ritmo, soprando o assobio a certas horas. Os lados da tenda são erguidos de modo que os observadores possam apreciar a cena. Os homens jejuam durante os três dias. As mulheres têm canções especiais que entoam. Tal Dança do Sol chega a atrair índios de outros grupos cheyennes e de quaisquer outras tribos, e, durante elas se forma um acampamento de tendas.


Acontecimentos Modernos


Naturalmente, o progresso chegou. Novos lares modernos, encanamentos em quase toda casa, energia elétrica para muitos fins — estes são alguns dos sinais exteriores. Bons empregos e o materialismo se tornaram comuns. Os problemas, também, se tornaram muitos e o arranjo familiar se desmantela, como o faz em todas as demais partes. — Contribuído.


g70 8/1

Provérbio da semana (12:18)

Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Cão escolhido para padrinho de casamento!



Paulo Nock, um britânico de 27 anos, que vive em Hull, Inglaterra, escolheu o cão para ser seu padrinho de casamento. E o seu desejo foi-lhe concedido.De acordo com o jornal local This is hull and east riding, a afeição pelo cão não se deve apenas ao facto de tê-lo há oito anos, mas também por este o ter salvo, há cinco anos atrás, ao ter dado o alerta para um fuga de gás em casa, que podia ter dado origem a uma tragédia.O noivo havia expressado o desejo à sua futura mulher em ter Scooby ao seu lado no casamento. Mas não imaginava que isso fosse possível.«Eu estava fora em trabalho do Dubai na altura em que os preparativos do casamento estavam a ser feitos e não pensei que pudesse acontecer. Mas quando entrei no cartório, olhei em volta e lá estava ele com as alianças atadas ao pescoço», contou. «Fiquei agradavelmente surpreendido correu tudo como eu desejava».


Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com




Há com cada maluco! Vá lá,e ele não se casar com o cão já é bem bom...

O saber não ocupa lugar - 119


Nauru é a única república independente no mundo a não possuir uma capital.


Capital para quê,só dá confusões...

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

As aparências iludem...

Ao chegar à empresa, o chefe vê a sua secretária a trabalhar como uma louca e pergunta:
- Meu Deus, Priscila! Desde quando é que a senhora trabalha dessa maneira?
- Desde que o vi descer do seu carro.

Bebé nasce com 7,7 kg na Sibéria!

A recém-nascida Nadia (esq.), que pesa 7,7 kg, na maternidade da cidade de Barnaul, na Sibéria. Ao seu lado, um bebé com o peso normal para sua idade (Foto: Andrey Kasprishin/Reuters)

Nadia nasceu através de uma cesariana no hospital maternidade local na região de Altai, a 17 de Setembro. Ela é a irmã mais nova de outras oito meninas e mais três meninos."Nós ficamos simplesmente chocados", disse a mãe de Nadia, Tatyana Barabanova, de 43 anos. "O que o pai disse? Ele não conseguiu dizer nada. Ele ficou chocado.""Nós não temos dinheiro para comidas especiais, então eu só comia batatas, tomates e macarrão", disse a mãe a um repórter de um jornal local, acrescentando que todos os seus bebés anteriores nasceram com mais de 5 quilos.O Guinness Book, o livro dos recordes, regista o nascimento de um menino com 10,2 kg na Itália, em 1995, e um bebé de 10,8 quilos que nasceu nos Estados Unidos em 1879, mas morreu 11 horas depois.O peso médio para a maioria dos bebés nascidos saudáveis é de cerca de 3,2 quilos, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde.


G1/EstranhomasVerdade.com

Um caso de obesidade à nascença?! Ou será do macarrão?!




O saber não ocupa lugar - 118


Uma pessoa pisca os olhos em média cerca de 17 mil vezes por dia.


Não contando com as piscadelas marotas...

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Site francês fornece alibis para cônjuges infiéis


Um site francês recentemente lançado oferece alibis para todos aqueles que desejarem dar 'a facadinha' no casamento sem levantar suspeitas.O serviço «Pequenas Mentiras Pagas» do site inclui telefonemas convocatórios de reuniões de última hora, convites para eventos inexistentes e até falsas facturas de restaurantes para comprovar jantares de negócios.«Se está sufocado no contexto familiar e precisar de ar fresco sem levantar ondas, se tem uma aventura passageira e não quer pôr em perigo o seu casamento nem a família, nós temos uma gama completa de serviços destinados a proteger as suas actividades privadas», lê-se na abertura do site.O cliente dá as informações necessárias - o momento em que precisa de justificar a ausência - e a empresa trata do álibi personalizado. Cada serviço custa cerca de 19 euros.

Álibi Continuado

A Alibila fornece ainda uma gama de álibis continuados, para amantes mais temerários que desejem viajar com o/a aventura extraconjungal.Os 'esquemas' para encobrir ausências mais longas não saem abaixo de 50 euros, mas podem contar com a criação de «argumento» para garantir qualquer precalço, como um atraso ou a impossibilidade de entrar em contacto com o cônjuge.

'Mentirinhas' Pagas

O site providencia também desculpas para pessoas que não queiram comparecer a reuniões familiares ou de amigos, enviando postais reais comprovando a presença do faltoso nalgum lugar da Terra.Para os 'baldas' esporádicos, o envio dos cartões custam à roda de 15 euros.

Projecto Arrojado

O Alibia foi criado pela ex-detective privada Régina Mourizard, que cria os falsos convites numa gráfica profissional para que não haja margem de dúvida e garante que não falsifica documentos.De acordo com o Spiegel Online, a companhia requer uma assinatura dos clientes para garantir que não tentar ludibriar empregados ou o Governo.A BBC indica que, desde que foi lançado, o Alibila já ajudou mais de 50 homens casados a satisfazer as suas fantasias infiéis com mentiras bem estruturadas. Se pensarmos bem, não é nada de novo.

in Sol/EstranhomasVerdade.com


Um incentivo ao adultério... Este mundo vai mesmo em direcção ao abismo...

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Mais uma do rapaz espertinho...

A professora de Joãozinho pergunta:
- Joãozinho, em quantas partes se divide o crânio?
- Depende da pancada, professora.

Roubou, escreveu o nome e foi apanhado!



Um ladrão de 18 anos de idade vandalizou o edifício de um parque de campismo para crianças no condado de Cheshire, na Grã-Bretanha, mas foi apanhado pouco depois, simplesmente porque deixou uma inscrição na parede assinada com o seu nome, informa a BBC.Peter Addison e um amigo partiram pratos e descarregaram extintores de incêndio no parque de campismo, espalhando o caos. Para além de ter escrito o seu nome, ainda deixou uma inscrição referente ao seu gangue (The Addlington Massiv!), e agradeceu aos donos do parque: «obrigado pela estadia».A polícia encontrou-os depois de ter cumprido uma busca simples no ficheiro do computador, onde estavam os seus nomes.Os dois declararam-se culpados do furto em julgamento, e Addison foi condenado a pagar uma indemnização no valor de 725 libras, mais 20 libras pelos custos do processo. O seu colaborador no acto de vandalismo vai cumprir 60 horas de trabalho voluntário.Num comentário a este processo, o inspector Gareth Woods, da polícia de Cheshire, considerou que «este crime entra directamente para a lista dos menos inteligentes entre os criminosos». «Há vários criminosos que não primam pela inteligência, mas deixar o próprio nome é passar todos os limites», frisou, indo ainda mais longe: «Tenho mesmo de dizer que o nosso trabalhou foi facilitado pela sua burrice».




in EstranhomasVerdade.com




Bolas,o homem só queria ser conhecido!!!

Tirando o sustento do mar


JÁ SE fora a parte quente do dia. Uma brisa agita os ramos de palmeira e começa a atividade numa pequena colônia de pesca no litoral de Togo. Um rijo e velho pescador, vestido apenas dum calção surrado, empenha-se em procurar buracos numa grande rede que foi estendida para secar. Homens inspecionam seus barcos. As mulheres preparam peixe e sopa de semente de palmeira para o jantar.
Sim, o peixe tirado do mar é o "pão de cada dia" dos togolêses, ao longo da costa ocidental da África. Quase toda refeição, da manhã à noite, contém peixe. Mas, embora os peixes pareçam abundantes, não são obtidos sem trabalho árduo e coragem da parte dos homens que enfrentam a rebentação das ondas a fim de tirar seu sustento do mar.


Organização e Equipamento


Sem cooperação, este tipo de pesca não seria possível, de modo que são organizadas pequenas companhias. A companhia consiste em um encarregado, um secretário e um tesoureiro, alguns pescadores e auxiliares; ao todo, cerca de quinze pessoas. Certo homem ou um grupo familiar talvez possua o barco e a rede. A equipe de pesca inclui um patrão e dois ou mais remadores de cada lado do barco. Todos têm de ser bons nadadores.
No fim da estação, todas as despesas de alimento, de conserto da rede e de equipamentos são pagas, e o dinheiro restante é dividido em cinco partes: duas partes para o barco e o proprietário e três partes para os trabalhadores. Seu lucro varia de estação em estação, dependendo da quantidade de peixes apanhados e quanto estes rendem no mercado.
Em vista do amplo oceano e da rebentação perigosa, os barcos parecem penosamente pequenos. São simples canoas, escavadas em troncos de árvores, apenas são maiores, mais fortes e mais largas do que aquilo que em geral vem à mente quando as pessoas pensam em canoas. Têm de seis a nove metros de comprimento e de um metro e vinte a um metro e cinqüenta de largura. A maioria dos barcos são comprados de vizinhos artífices ganenses, peritos em escavar estas canoas de um único tronco da árvore Wawa.
Embora sejam estritamente barcos de trabalho, tais canoas são belamente pintadas de cores vivas verdes e amarelas, e, de modo usual, têm letras vermelhas ou azuis juntos à parte alta em eue, ga ou inglês. A escrita talvez seja uma citação da Bíblia ou um ditado na língua nativa. De modo que talvez se leia em inglês: "Ama ao próximo como a ti mesmo", ou, em eue: "Mawu’ lolo", que significa "Deus é grande".


Enfrentando a Rebentação


Fixando os olhos experientes no céu, os homens mais idosos declaram favorável o dia. Ao ajuntarem seu equipamento, fazem-se predições quanto ao tipo de peixe que apanharão. A rede, uma vela, um fogareiro de carvão e todos os outros equipamentos têm de ficar seguramente presos ao barco para que, caso vire, o que acontece ocasionalmente, tais coisas não sejam perdidas no mar. As ondas rebentam na praia em sucessão rítmica. São verdadeiramente belas, mas suas cristas atingem cerca de dois metros e setenta! Têm de ser atravessadas.
Tudo pronto, a tripulação lança o barco na água. Vadeiam até que a água lhes bata na cintura, segurando os remos por cima da cabeça. Daí, dado o sinal, pulam dentro do barco e em uníssono remam o mais que podem. Uma onda vem em cima deles, e o barco fica quase que em posição vertical. Os pescadores seguram a canoa com toda a força. A onda passa; o barco bate contra a água e se aquieta. A tripulação abaixa instantaneamente seus remos. O patrão lhes dá instruções com um apito. A segunda onda chega, e o barco de novo sobe em cima dela. Mais remadas rápidas, e outra onda. Seis ou mais vezes as ondas são vencidas até que, por fim, o barco se acha em mar calmo.
Mas, nem sempre as coisas correm tão suavemente. O barco talvez seja submerso ou vire, e, então, os homens têm de nadar. Às vezes, três ou quatro tentativas são feitas antes de se cruzar a rebentação. Olhar a perícia e o vigor destes rijos pescadores enche a pessoa de admiração.


Pescando em Alto Mar


Aqueles que permanecem em alto mar a noite inteira vão bem longe, usualmente em companhia de diversos outros barcos. A rede é geralmente uma rede de emalhar e é lançada num semicírculo bem amplo. Uma vez realizado isto, volta-se a atenção para o fogareiro a carvão, para cozinhar algum alimento e para se aquecerem. Ao mesmo tempo se mantêm olhos atentos sobre a rede.
Nas noites afortunadas, são apanhados tantos peixes que a canoa não pode conter todos eles. Neste caso, toca-se uma trombeta de bambu para atrair a atenção dos co-pescadores da área. Erguem-se bandeirolas ou remos, um se um barco for necessário, dois se dois forem necessários, e assim por diante. Outros pescadores chegam e ajudam por colocarem alguns peixes em seu barco.
Um pescador sobrevivente conta a estória de certa noite em que sua tripulação apanhou uma quantidade extraordinariamente grande de peixes. Não havia outros barcos pela vizinhança, de modo que os homens decidiram correr o risco e encheram com eles todos a sua canoa. Mas, ora vejam só, o barco afundou, deixando os homens exaustos com frio, fome e temerosos de tubarões, tendo apenas os remos quais balsas. A tripulação sucumbiu, um por um. Quando não voltaram à colônia na hora esperada, organizou-se uma equipe de busca. O único sobrevivente os viu aproximar-se e, com as forças que lhe restava, gritou e agitou os braços até que captou a atenção deles, e foi salvo.


Pesca Mais Próxima da Praia


Uma rede de arrasto é usada para se pescar mais perto da praia. O meio dessa rede forma um longo saco. Ligadas a qualquer um dos lados do saco há painéis para guiar os peixes para dentro dele. Cordas compridas são ligadas aos painéis para formar as linhas de arrasto.
A rede é levada num barco além das ondas de rebentação. Daí, um homem é enviado à praia, puxando uma das cordas, que ele amarra com firmeza a uma pequena estaca enterrada na areia ou a uma palmeira na vizinhança. O barco então percorre um grande semicírculo, conduzindo a outra extremidade da corda. Na praia, os homens então formam dois grupos, cada um puxando uma corda e assim atraindo a rede para a terra. Esta operação é acompanhada de muitos movimentos, cada homem sendo o seu próprio conselheiro.
Além da conversa e da algazarra gerais, pode-se ouvir o cantar que marca o ritmo do arrasto. De início, as linhas estão bem distantes, mas, à medida que se puxa a rede para a praia, gradualmente são ajuntadas para fechar a boca da rede. Diversos homens são então enviados à água para verificar que os peixes permaneçam lá dentro, e para abaixar os painéis laterais, a fim de só permitir uma saída para os peixes dentro do saco. Todo o mundo brada instruções. As crianças pequenas se penduram na corda, imaginando que estão realmente ajudando. Gaivotas que voam à frente participam do coro estridente e mergulham ocasionalmente para furtar uma refeição.
Então, a inteira colônia, exceto os doentes e os muito velhos, parecem estar presentes. As mulheres e as crianças, com grandes panelas metálicas ou cestas, correm pela praia, todas em direção aos peixes. À medida que a rede é arrastada para a praia, a barulhada atinge seu crescendo. "O que a rede nos trouxe hoje?" — todo o mundo quer saber. Na massa agitada de criaturas desengonçadas, sinuosas e estridentes, talvez tenha sido apanhada uma variedade de arenques, solhas, lúcios, peixes-luas, cações, arraias ou um tubarão-martelo. Os peixes são colocados em panelas que as mulheres carregam na cabeça para um depósito, usualmente velha canoa num lugar que tenha sombra.
Aqui são selecionados segundo o tamanho e o tipo. Todos são comidos, até o menorzinho, de cinco centímetros; todos, isto é, exceto os que são tabu, que toda colônia parece ter. Naturalmente, as estrelas-do-mar e as águas-vivas não são usadas. O preço varia segundo o dia, o tipo de peixe e a disponibilidade de dinheiro. Por fim, todos são vendidos, e as mulheres retornam para casa ou se dirigem a um mercado próximo carregando suas cargas na cabeça. Cada pescador e os que ajudaram a levar o peixe receberá o que precisa para o jantar.


Superstições e Modernização


Se nada cair na rede, consultam-se os adivinhadores da sorte. O adivinho, usando seu oráculo, pergunta à rede: "Como é que não apanhou nenhum peixe?" A resposta talvez seja que a rede está com fome, ou alguém transgrediu seus regulamentos. Pergunta-se então a ela o que deseja comer. Diz-se que a rede responde que quer salmão, ou talvez carpas vermelhas. Se se diz que a rede está com fome, os humanos comerão junto com ela, mas, se seus regulamentos sofreram transgressão, não se permite que ninguém coma com ela. Cozinha-se salmão fresco ou seco com farinha e óleo de coco, corta-se em fatias e coloca-se diante da rede. Ou, uma libação misturada com óleo de coco é derramada sobre a rede.
Nos anos recentes, foi introduzido equipamento moderno na pesca comercial ao longo da costa ocidental da África, inclusive modernas traineiras, motores de pôpa, redes de nylon e bóias de plástico. Da Alemanha Ocidental, uma companhia pesqueira chegou a Lomé, a capital do Togo, para aprimorar os métodos de pesca. Não obstante, muitos habitantes das colônias togolesas não sofreram nenhuma influência de tais mudanças. Continuam no mesmo padrão, dependendo diariamente do peixe retirado do mar pelos pescadores que enfrentam a rebentação.


g70 8/1

Provérbio da semana (12:17)

Quem exprime fidelidade conta o que é justo, a testemunha falsa, porém, engano.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Guiness Book of Records


O Guiness Book of Records é um manancial de trivialidades improváveis, desde o australiano que esmagou 40 melancias com a cabeça em 1 minuto até ao herói da sobrevivência, um guarda florestal americano que foi atingido sete vezes por raios.O australiano John Allwood esmagou 40 melancias com a cabeça em apenas 1 minuto. Já o alemão Thomas Vogel abriu 56 sutiãs em 60 segundos, usando somente uma mão.Quando se trata dos recordistas mais bizarros do mundo, nada supera o prémio máximo da categoria -- uma citação no Guinness World Records, que se tornou notório por destacar as habilidades mais bizarras do planeta.Nada parece excessivamente estranho.Se conseguir colocar 77 uvas dentro da boca em menos de 1 minuto, manter nove ioiôs a rodar em simultâneo ou ficar sem respirar por mais de 14 minutos ou atirar para longe uma máquina de lavar, então haverá um lugar para si no Guiness.A publicação anual, cuja edição mais recente chega às livrarias na sexta-feira, até possui a secção de «Actividades Fúteis», em que figuram habilidades tão fantásticas quanto colocar a capa num edredon, pontapear a própria cabeça ou atirar aviões de papel para um cesto.A italiana Michelle Santana conquistou uma menção honrosa por ter digitado 57 livros de trás para a frente. O instrutor de ioga indiano G.P. Vijayakumar conseguiu, em apenas 1 minuto, fazer com que oito peixes lhe saíssem pelo nariz depois de os ter engolido.A mais recente edição do Guinness também conta com um livreto de quatro páginas com os recordes mais nojentos: Wei Shengchu, da China, ficou famoso por ser o homem com o maior número de agulhas de acupuntura espetadas na cabeça e no rosto.O francês Michel Lotito afirma que, ao longo de vários anos, ingeriu 128 bicicletas e 15 carrinhos de supermercado, que se fizeram acompanhar por seis candelabros, duas camas e um par de esquis.Mas poucos conseguiriam bater o feito do chinês Dong Changsheng, que puxou um carro de 1,5 tonelada usando cordas enganchadas nas pálpebras inferiores de seus olhos.Contudo, a taça máxima da sobrevivência vai para o guarda florestal Roy Sullivan, que foi atingido sete vezes por raios.Cada um dos raios deixou a sua marca no corpo deste guarda florestal americano, que perdeu as sobrancelhas e a unha de um dos dedos do pé, para além de ter sofrido queimaduras no couro cabeludo e no peito.Sullivan morreu em 1993, não em virtude de um raio, mas suicidando-se por causa de um desgosto amoroso.

in Sol/EstranhomasVerdade.com


Belas curiosidades e recordes...

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Louvor ( no Diário da República )


"Secretaria-Geral Louvor n.o 445/2007

Por proposta do coordenador do Exército para o projecto SIG, louvo o sargento-ajudante de cavalaria NIM 08383887, António Miguel da Silva Santos, pela forma zelosa e competente corno , desde há três anos, desempenha funções na área de desenvolvimento do projecto Sistema Integrado de Gestão da Defesa Nacional. Militar muito experiente, com reconhecidos serviços prestados no âmbito do desenvolvimento de sistemas, o sargento-ajudante Silva Santos, com invulgar sentido de responsabilidade e empenho, supera os desafios das novas tarefas nesta área do desenvolvimento SAP, merecendo o reconhecimento dos oficiais que com ele privam e impondo a estima e respeito dos militares e civis em serviço no projecto. Igualmente de realçar a esmerada educação, natural convivência, correcção e postura exemplar, sempre manifestadas no cumprimento das tarefas que lhe foram cometidas, ao desempenhá-las com eficiência e total disponibilidade para o serviço. Pela forma esclarecida, responsável, competente e sóbria com que confirmou as qualidades militares e técnicas de excepção, …."





in EstranhomasVerdade.com

Como é que num Diário da República sai uma gralha destas?!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Assaltou escola de karaté e foi parar ao hospital


Um ladrão colombiano aprendeu que uma escola de karaté não é o lugar mais indicado para cometer um assalto, escreve o site da Globo.A sua tentativa foi impedida pelos alunos da escola, segundo informou a polícia da cidade de Santander na última sexta-feira. «O indivíduo entrou na escola de artes marciais com uma arma de fogo na mão. Os alunos reagiram e usaram seus conhecimentos para o desarmar», disse o comandante da polícia local, Julio Cesar Santoyo.

Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com


Realmente,que raio lhe passou pela cabeça para ir assaltar uma escola de karaté??!! Pensaria que por ser uma escola ainda não teriam conhecimentos adequados da arte...

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Mulher de 82 anos casa com rapaz de... 24


Uma mulher de 82 anos vai casar-se com um homem de 24 anos na próxima sexta-feira, na cidade de Santa Fé, na Argentina, informa o jornal Diário Uno, acrescentando que vivem juntos há dez anos após a morte da mãe do noivo. O jornal relatou ainda que foi difícil convencer o casal a dar uma entrevista, mas o repórter acabou por ser recebido com simpatia por Adelfa Volpes e Reinaldo Waveqche. «Resolvemos contar a nossa história, que está carregada de amor, respeito e sinceridade», afirmou Reinaldo, sempre apaixonado: «O amor não tem limites». Ela não fica atrás. «O nosso amor nasceu na base do respeito, nos momentos alegres e tristes. Conheço-o desde que nasceu e quando a mãe dele, que era minha grande amiga, morreu, o Reinaldo passou a viver comigo», disse Adelfa. «Desde o primeiro dia de convivência que nos completamos. Vivi sempre sozinha e dividir a minha vida com alguém foi uma experiência diferente», frisou a noiva. Reinaldo tem mais dois irmãos, mais velhos e que estão casados, «mas não têm uma boa relação», disse ela. «Tenho a certeza que muita gente vai pensar que só me estou a casar para ficar com os objectos materiais, mas não é isso. Depois de seis anos de noivado e convivência, o Registo Civil não vai mudar nada», afirmou Reinaldo, que conta passear bastante com Adelfa e fica como responsável pela limpeza da casa.

Portugal Diário/EstranhomasVerdade.com


Nem sei o que dizer...

Conheça o guanaco — fugidio patagônio



O CARRO faz vagarosamente uma curva na estrada de cascalhos, circundando os lagos dos Andes meridionais. Subitamente, uma das crianças aponta algo e grita com emoção: "Guanaco!" Todos olham para onde ela aponta, algo a meio caminho da encosta montanhosa cheia de árvores, e os pescoços que se esticaram e os olhos que se aguçaram são recompensados com uma visão dum pequeno grupo de manchas cor de laranja, todas em linha. No meio da palestra animada que se segue, uma voz se levanta acima das demais.
"Mas, o que é um guanaco? Não consegui ver nada!"
Todo o mundo olha para Joãozinho. "Está certo", diz Suzana. Esquecemo-nos do nosso visitante do norte. Jamais viu um guanaco. Bem, basta perguntar ao vovô, Joãozinho. Ele sabe tudo a respeito deles. Costumava caçá-los."
"Sim", interrompe Pedrinho, "e conte-nos como os índios os caçavam, também, vovô".
O idoso cavalheiro se ri e diz: "Esperem um pouco. Uma coisa de cada vez. Talvez Joãozinho gostasse de ver de perto um guanaco, primeiramente."
"Como pode fazer isso?" — pergunta Suzana. "Jamais poderíamos apanhar um. O senhor mesmo disse que nem mesmo um bom cavalo pode apanhar um."
"Sim, Suzana, mas eu não falava sobre um domesticado. Bem, acontece que no próximo rancho, ou estância, como o chamamos aqui, há um guanaco que serve de animal de estimação. O dono da estância é meu amigo, e estou certo de que ficará muito feliz se formos até lá para vê-lo. Gostariam de ir?"
"Oh, claro que sim. Vamos embora", responderam em coro os três jovens.

Em Casa na Patagônia
Ao irem para lá, Joãozinho começa a examinar mais de perto o interior a que pouco conhece. As ovelhas pastam em amplos e dourados prados pontilhados de árvores anãs, curvadas pelo vento. Há pegos de água cheios de bambu, em que nadam patinhos e gansos selvagens. Numa hora anterior do dia, vira graciosos cisnes brancos com pescoços pretos. Aves verdes semelhantes a papagaios voaram de uma área cheia de árvores na estrada, e ele vira até mesmo flamingos rosas durante a viagem. Antes de vir a esta parte mais meridional do Chile, pensara que só veria neve e geleiras e vento. Que surpresa!
Mas, então, o vovô já fez a curva com o carro para ir à longa picada que leva à casa do dono da estância.
"Foi aqui que o senhor caçava guanacos?" — pergunta Joãozinho.
"Não", responde o vovô. "Foi perto do Rio Santa Cruz na Argentina. Sabe, pode-se achar o guanaco em toda a Patagônia. Falando-se geograficamente, a Patagônia é a parte da América do Sul que vai do Rio Negro na Argentina para o sul, para o Estreito de Magalhães. A parte que jaz a oeste das montanhas dos Andes pertence ao Chile e tem muitos lagos e enseadas rochosas. A parte a leste das montanhas pertence à Argentina e consiste em planos cortados por profundas ravinas, planícies onduladas, terra estéril em certos lugares, tendo apenas vegetação rasteira e espinhos, e, em outros lugares, apenas barro e cascalho. Todavia, o guanaco dá-se bem nesta terra um tanto inóspita. Mas, aqui estamos na casa, e ali, perto da cerca, está o Sr. Guanaco."

"Um Animal Esquisito"
Por volta do tempo em que o vovô fechou a porta do carro, as três crianças já haviam atravessado a cerca, familiarizando-se com seu novo amigo. ‘Veja, não tem nenhum medo de nós", grita Pedrinho.
"Não tem, não", responde o vovô, chegando por trás, "ele é muito manso. Os que correm livremente são muito mais ariscos ao verem o homem. No entanto, às vezes permitem que o homem a pé ou a cavalo chegue bem perto, enquanto ficam olhando, curiosos, antes de finalmente saírem em disparada. Disseram-me que no tempo bem frio, o homem pode andar no meio deles quase sem ser notado. Naturalmente, os mais jovens são muito mais acessíveis se forem separados dos adultos. Têm sido até observados a galopar junto com um grupo de homens a cavalo."
Enquanto escutavam a conversa do velhinho, Joãozinho tentava fixar na memória exatamente qual era a aparência do guanaco, de modo a poder contar à sua irmã, quando voltasse para casa. Viu que o guanaco não era realmente cor de laranja, de forma alguma. Sua lã era cor de mel, tendo manchas brancas por dentro das pernas, no estômago, e na parte de cima de sua garganta. O pêlo das costas e dos lados era lanoso como o de uma ovelha, mas no pescoço e nas pernas era mais hirsuto. Possuía uma cauda pequena e engraçada, em forma de leque que ficava ereta quando ele corria saltitante. Suas orelhas ficavam em pé, e possuía bonitos olhos castanhos. "Você é certamente diferente de qualquer animal que já vi!" — pensa Joãozinho em voz alta.
"É verdade", diz rindo para si o vovô. "Certo senhor o descreveu da seguinte forma: ‘Você é um animal engraçado. Tem a estatura de um cavalo, a lã de uma ovelha, o pescoço dum camelo, e as patas de um veado.’"
"Acho que é uma descrição muito boazinha", ri o menino. "Certamente que tem um pescoço comprido."
"Tem, sim", concorda o vovô. "E aquele seu pescoço comprido lhe dá um bem amplo campo de visão. Postando-se num pináculo, pode inspecionar toda a terra em volta dele. Por essa razão, além da imensa velocidade em que pode correr, é difícil um homem apanhá-lo. Mesmo que permita que um cavaleiro se aproxime dele, em apenas alguns saltos ele já estará fora do alcance até mesmo do cavalo mais veloz."
O Sr. Gomez, o dono da estância, juntou-se então ao grupo. "Isso mesmo", acrescenta, "até mesmo os filhotes de guanacos podem manter o passo dos animais mais velhos. E uma vista incomum é um grupo de guanacos correndo colina abaixo. Toda vez que suas patas dianteiras tocam o chão, mergulham a cabeça quase no chão!"
Um grito súbito de Suzana faz com que todos se voltem para vê-la de gatinho no chão. "Ele me empurrou", ela diz atabalhoada, apontando para o guanaco.
"Ha! Ha!" ri-se o vovô. "É preciso vigiá-lo, Suzana. Esse é um dos seus golpes favoritos."
"Sim", acrescenta o Sr. Gomez, "por mais de uma vez este camarada aqui já me fez quase perder o equilíbrio. Cuidado! Lá vem ele de novo."
Pareceria que havia escolhido Pedrinho como alvo, pois dirigiu-se a meio galope para ele, ergueu de novo a cabeça, e golpeou-o plenamente no ombro com o seu peito. Mas, Pedrinho apenas se ri e tenta manter seu equilíbrio. "Será que está tentando brigar conosco?" — pergunta.
"Oh, não, está apenas brincando, acho eu", responde o Sr. Gomez. "Embora que, quando os guanacos machos lutam, realmente batem uns contra os outros com seus peitos dessa forma. Mas, também se batem com suas patas dianteiras e mordem o pescoço de seu oponente. Muito embora a pele de seu pescoço seja bastante grossa, a maioria dos machos velhos apresentam cicatrizes profundas de suas lutas passadas. Oh, antes que eu me esqueça, diga-se de passagem que devo avisar-lhes de outro habito do Sr. Guanaco. Igual ao camelo, ele cospe. E posso dizer-lhes por experiência própria que ele tem uma excelente pontaria!"
"Oh, espero que não se decida a nos fazer seu alvo", diz Suzana. "Mas, vovô, o senhor prometeu contar-nos como caçava guanacos."
"Sim", concorda Joãozinho. "Se são tão rápidos, como poderia chegar a aproximar-se deles?"
"Bem, meus filhos, deixem que eu me ajuste confortavelmente sobre esta rocha, aqui, e lhes contarei como o fazia."

Caçada aos Guanacos — Estilo Tehuelche
Depois de uma pausa, o vovô continua. "O guanaco, como os outros animais, era às vezes caçado com rifles, mas os caçadores, em sua maioria preferiam o antigo método das ‘bolas’."
"Que é isso?" — pergunta Joãozinho.
"Eu sei", responde Pedrinho. "É algo que os índios usavam. Está certo, vovô?’’
"Certo, Pedrinho. Sabe, Joãozinho, há muitos anos atrás havia um numeroso povo chamado ‘tehuelches’ que habitava a Patagônia. Não plantavam nada, mas viviam de caçadas. Por esse motivo, eram nômades, mudando seu acampamento de um lugar para outro ao seguirem as manadas de guanacos. Eram excelentes cavaleiros, mas, como já dissemos, um cavalo não é páreo para um guanaco em velocidade. Usavam cães rápidos para a caçada, também, mas o êxito de sua caçada dependia principalmente do uso perito das bolas. Este instrumento se compunha de três correias de couro, todas unidas numa extremidade, com uma bola coberta de couro — uma pedra lisa e redonda ou um pedaço de metal — ligada a cada uma das três extremidades livres. O caçador segurava uma das bolas em sua mão, girava as duas extremidades livres por cima da cabeça, e lançava o objeto sobre o pescoço do animal em fuga. O guanaco, naturalmente, parava e tentava tirar a correia de seu pescoço, e, assim, suas pernas ficavam enredadas nas outras correias. Daí, o caçador facilmente o pegava."
"Mas, ainda não compreendo como chegavam o suficientemente perto para lançar as bolas", interrompeu-o Joãozinho.
"Sabe, meu filho, os tehuelches não caçavam sozinhos, mas em grandes grupos. Cavalgavam em dois, espalhando-se em várias direções, destarte formando um grande círculo, acendendo fogueiras para enviar sinais, à medida que iam adiante. Os animais, naturalmente, corriam dos cavaleiros e das fogueiras. À medida que o círculo se fechava, os cavaleiros podiam facilmente lançar as bolas sobre os pescoços deles. Um cavaleiro ficava atrás, para matar o animal, enquanto que outro corria para pegar outro. Às vezes caçavam desta forma ao mesmo tempo que mudavam o acampamento. Daí, a linha mais vagarosa de mulheres e crianças formava a base, e os homens se espalhavam formando um crescente, apanhando tudo no raio de quilômetros."
"Devem ter comido muita carne de guanaco!" — exclama Suzana.
"Não tanta quanto talvez pense. Embora comessem a carne, preferiam a da ema, por ter mais gordura. Mas, usavam o guanaco de muitas formas. Suas tendas, ou toldos, eram feitas de peles de animais adultos; as peles dos mais jovens ou ainda por nascer eram transformadas em mantos. A pele grossa e dura do pescoço era usada para fazer laços, correias, arreios, e assim por diante. Os tendões das costas eram usados como fios de costura. Um instrumento musical era feito do osso da coxa. A lã era usada para enchimento de acolchoados para as camas, e até mesmo usavam uma pequena pedra encontrada no estômago como algo altamente reputado por suas propriedades medicinais."

Ainda É Popular
"Mas, entendo que os tehuelches já desapareceram todos", interrompe-o Joãozinho. "Por que outras pessoas caçavam o guanaco?"
"É porque as peles ainda têm valor. Usar um manto de guanaco é excelente meio de manter-se aquecido numa fria noite patagônia, quer em terreno aberto quer dentro de casa. Além disso, os mantos são belíssimos e são muitas as orgulhosas donas de casa que apresentam uma colcha de guanaco, macia como a seda, em sua cama. Visto que apenas as peles dos animais recém-nascidos podiam ser usadas para isso, os jovens guanacos de quatro a cinco dias eram caçados. Depois disso, sua pele externa começa a ficar lanosa."
"O senhor os caçava em círculos, como os índios?" — pergunta Joãozinho.
"Não. Usualmente eu ia sozinho, de modo que, naturalmente, tentava chegar tão perto deles quanto possível, sem ser percebido. Exceto em tempos de extremo frio, eles se mantêm em terrenos elevados. Visto que têm por hábito deixar seu excremento em um único lugar e chafurdar-se nas depressões do terreno próximo, quando se avista um destes lugares, sabe-se que uma manada está próxima. Não raro, o primeiro animal que se avista é uma sentinela, sobre uma rolha elevada. Quase certo é que depois dele haja uma pequena manada de seus cônjuges e seus filhotes. Ao ver um intruso, ele blatera e todos ficam alertas. Se ele correr, todos correm, usualmente para terreno mais elevado. Se alguns ficarem para trás, ele os empurrará e cuspirá neles.
"Então, como é que o senhor os caçava, se eles começavam a correr?" — pergunta Suzana.
‘‘Normalmente fazem amplo círculo quando perseguidos, por fim voltando ao lugar em que começaram. O caçador tenta cruzar seu caminho, ao invés de persegui-los. Mesmo assim, era preciso que se tivesse um cavalo rápido, incansável. Eu sempre usava sete cavalos — um para cada dia."
"São, não apenas rápidos", acrescenta o Sr. Gomez, "mas são também muito engenhosos em proteger seus filhotes quando são perseguidos. Subitamente agrupam-se, correndo juntos por certo tempo, e então se espalham de novo; mas, ao se espalharem, não haverá nem sequer um filhotinho à vista! Ao correrem de forma cerrada, conseguiram esconder os filhotes na grama, num buraco, ou atrás de algum arbusto conveniente! Muitos caçadores perderam sua caça dessa forma."
"Ainda existem muitos guanacos?" — pergunta Pedrinho.
"Há um século atrás, manadas de mais de cem eram noticiadas. Mas, desde então seus números decresceram grandemente. Tornaram-se vítimas, não só do homem, mas do puma, da doença e do frio severo. O governo chileno proíbe agora a caça ao guanaco, no esforço de impedir que se tornem extintos.
"Bem, meus filhos, acho que temos de ir andando agora, se é que chegaremos em casa antes do anoitecer. Digam adeus ao Sr. Gomez."
Relutantemente, as crianças despedem-se do Sr. Gomez e de seu fascinante bichinho de estimação. Ao irem de carro pela picada que leva à estrada, todos os três se viram para trás, para dar uma última olhadela boa ao seu ímpar e novo conhecido — o Sr. Guanaco, da Patagônia.

g70 8/1

Provérbio da semana (12:16)

É o tolo que dá a conhecer seu vexame no [mesmo] dia, mas o argucioso encobre a desonra.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.