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sábado, 27 de novembro de 2010

Reboque com pouco sentido de "timing"...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Raridades e Recordações ( 35 )

Regresso ao passado...

A arte fina dos artefatos laqueados



JÁ VIU alguma vez primorosos artefatos laqueados? Trata-se de linda peça de arte. Suas superfícies brilhantemente polidas, se comparam à porcelana altamente vitrificada. Talvez lhe traga à mente os países orientais da China, Japão ou Coréia. Mas, sabia que alguns dos mais excelentes artefatos laqueados são feitos em Okinawa?

Quase sempre a base dos artefatos laqueados é a madeira. A madeira é moldada em vasos, bandejas, pratos e assim por diante. É surpreendente ver-se a notável finura que a madeira pode atingir, quando trabalhada. Às vezes torna-se tão fina quanto o papel! Daí, dezenas de camadas finas de laca especial são aplicadas, por sua vez, dando ao artigo invulgar dureza e durabilidade.

Finos artefatos laqueados não mostram desgaste mesmo depois de centenas de anos. Certa vez, uma coleção mergulhou fundo com um navio que afundou. Depois de dezoito meses, foi recuperada, e em 1878 foi exibida em Viena. A longa exposição ao mar não causara dano a suas peças!

Esta laca durável é produzida da seiva duma variedade de sumagre, a Rhus verniciflua, que cresce na China, no Japão e em outros países orientais. É comumente chamada de árvore da laca. A laca japonesa é tida como superior. E acha-se que a razão é que os japoneses sangram as árvores apenas quando a seiva está nas melhores condições, nos meses de junho e setembro.

Há milhares de anos atrás, os chineses criaram o processo da fabricação de artefatos laqueados. Já foram encontrados artefatos que datam da dinastia Han (206 A. E. C. — 220 E. C.). Os japoneses posteriormente aprenderam a arte com os chineses.

Foi por volta de 714 E. C. que os exploradores japoneses visitaram as Ilhas Riú-Quiú, sendo Okinawa a maior delas. Provavelmente, trouxeram os primeiros objetos laqueados para Okinawa. Gladys Zabika comenta em Customs and Culture of Okinawa (Costumes e Cultura de Okinawa): “Sete okinawenses no ano 1437 viajaram para o Japão a fim de estudarem os métodos de fabricar artefatos laqueados. Voltaram para Okinawa anos depois e treinaram outros.”

Este escritor também diz: “Os brilhantes vasos e bandejas se tornaram tão populares entre as pessoas que começaram a experimentar meios de melhorar a qualidade. Tiveram êxito em criar nôvo processo e aprimorar os materiais ao ponto de os artefatos laqueados de Okinawa se tornarem famosos por todo o oriente, e serem considerados do Japão à Índia como os melhores do Oriente.”

O que torna os artefatos laqueados de Okinawa diferentes dos de outros países? Bem, uma diferença é o método ímpar de preparar a base de argila. Também, a madeira e as matérias-primas são diferentes.

A madeira usualmente utilizada aqui provém de árvores que crescem nas Ilhas Riú-Quiú. É levíssima, não racha com facilidade, e é forte, mesmo em climas úmidos.

As toras devem ser secadas completamente, visto que a madeira verde se contorce e curva depois de ser processada. Os cepos de madeira são escavados por meio de tornos elétricos, transformando-se em tigelas, vasos, bandejas e outros objetos.

Os artigos são em seguida revestidos com uma pasta especial. Até há um ano atrás, esta pasta era composta de sangue de porco, argila e óleo de tungue. Mas, agora, uma pasta sintética de policito é empregada. É mais forte e não lasca tão facilmente.

Os artigos cabalmente secados são então trabalhados com lixas e pedra de amolar. São em seguida revestidos de laca, secados, e esfregados com carvão. Repete-se várias vezes este processo. Daí, os artigos recebem uma camada final de laca.

Em seguida, colocam-se os enfeites nos artigos. Há três desenhos básicos usados aqui. Um é o madrepérola. Outro é chamado “tsuikin”. A laca colorida é enrolada em folhas finas, que são cortadas em forma de bananeiras, hibisco, flores deigo, bambu e assim por diante, e são aplicadas aos artefatos laqueados. O último tipo de enfeite é o de desenhos pintados a mão chamados “makie”.

Os artefatos laqueados variam amplamente de qualidade. Todavia, quando se examina a variedade de artigos laqueados, fica-se impressionado com muitos deles, que são verdadeiras peças lindas de arte.

in Despertai de 22/1/1972 p. 23

Provérbio da semana ( 18:17 )

O primeiro na sua causa jurídica é justo; entra seu próximo e certamente o esquadrinha.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Homem descobre traição da mulher em DVD pornográfico



Um homem de Taiwan - identificado apenas pelo apelido Lee - descobriu depois de comprar o filme pornográfico 'Casos com as esposas dos outros' que a mulher o traía. O homem acabou por responder perante a Justiça após atacar o amigo envolvido na traição.

Um carpinteiro de Taiwan comprou um DVD pornográfico e acabou por descobrir a traição de sua mulher. O filme foi gravado secretamente num motel onde a esposa manteve relações sexuais com um amigo do marido, segundo o jornal de Taiwan "Liberty Times".

O marido - identificado no jornal pelo apelido Lee - apenas descobriu a traição da mulher após comprar o DVD. Algum tempo depois Lee atacou o amante da mulher espetando-lhe uma faca na coxa. O marido traído separou-se da mulher depois de assistir ao filme. E o amante processou Lee por agressão física, que corre o risco de ser condenado a seis meses na prisão, pena que pode ser convertida em multa.

De acordo com o jornal, o filme pornográfico foi realizado com uma câmara de vídeo oculta no motel.

in http://is.gd/hi1WN

O mundo é mesmo pequeno...

Há coincidências que coincidem mesmo!

Grande guarda redes!

Cheira um bocadinho mal, mas deve ser do suor...

Perdida... e gostosa!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Raridades e Recordações ( 34 )

Oh yeah!!!!!!!

Olhando através de lentes



QUÃO freqüentemente vemos alguém que tem dificuldades em ler, talvez segurando um papel com o braço estendido? Outros talvez só consigam ler quando a página está bem perto dos olhos. Por que estas diferenças de visão? Têm muito que ver com a operação da lente do olho ou cristalino.

Lentes Que Desviam a Luz

A luz refletida de objetos por todo o nosso redor passa pela lente do olho ou cristalino e forma imagens na retina, no fundo do globo ocular. Isto ativa os nervos que conduzem ao cérebro, que revela as figuras móveis assim formadas. Mas, acontece que tais imagens estão de cabeça para baixo, ou invertidas! Que bênção é para nós ter o Arquiteto do olho também instruído o cérebro sobre como virar estas imagens para ficarem na posição certa!

A inversão das imagens, ao entrarem no olho, ocorre por causa de ser convexa a nossa lente do olho, similar em tamanho a um comprimido de aspirina. E este tipo de lente tem a característica incomum de “torcer” os raios de luz que passam por ela para formar uma imagem invertida do objeto que origina os raios.

Pode-se ilustrar isto por uma lente de aumento. Um tanto parecida a dois pires colocados borda com borda, a lente de aumento é mais grossa no meio do que nas extremidades. Em certas distâncias, esta lente pode ser usada para fornecer uma visão ampliada de algo, por causa do modo em que desvia os raios de luz que passam por ela. Talvez até mesmo esteja lendo esta página com a ajuda de tal lente. O aumento, contudo, só ocorrerá quando o objeto visto fôr segurado perto da lente, isto é, mais perto do que o dobro da distância do foco da lente. Aumente então a distância entre seu olho e a lente de aumento. Segure-a com os braços estendidos e perscrute um quadro na parede através dela. Notará que tudo parece de cabeça para baixo. Por quê? Por causa do desvio para dentro dos raios de luz, ao passarem pela lente. A imagem é invertida.

Tais raios de luz que passam pelo centro da lente convexa não se desviam ou refratam em qualquer grau observável. Mas, os que atingem a lente a certa distância do centro são refratados de modo a passar por um ponto definido chamado de ponto focal, ou foco. A distância entre este ponto e o centro da lente é chamado de distância do foco.

Já usou alguma vez uma lente de aumento para fazer fogo? Os gregos e romanos antigos, segundo se relata, usavam receptáculos de vidro cheios de água como “vidros ardentes”. Os raios do sol passavam através da água, convergindo para um foco em algum material combustível e fazendo-o incendiar-se. Para demonstrar isto, poderá focalizar os raios do sol numa folha de papel por ajustar a distância da lente ao papel de modo a formar pequena mancha branca. Dentro em pouco, esta se tornará tão quente que o papel se queimará, porque a mancha branca é realmente uma imagem do sol, aparecendo no foco da lente. Torna-se óbvio que é regra sábia nunca olhar fixo para o sol através de lentes, em especial com lunetas e binóculos, pois isto poderia causar dano irreparável ao olho.

O outro tipo de lente, chamado côncava, é moldado como dois pires colocados base com base, sendo mais grossa nas extremidades do que no meio. Esta lente diverge ou espalha os raios de luz que passam por ela. As lentes côncavas são mais freqüentemente usadas em combinação com lentes convexas, e sua habilidade de espalhar os raios de luz foi adaptada como ajuda à visão.

Lentes de Vidro Têm Seus Problemas

Como talvez já notou, as lentes não são pedaços de vidro como as vidraças, mas são usualmente feitos de vidro especial em formas de ângulos e arcos cuidadosamente medidos, segundo fórmulas complexas dos fabricantes de lentes. Em geral, quando usadas em instrumentos óticos, são muito mais finas do que as lentes manuais de leitura.

As lentes simples apresentam vários problemas, o mais comum dos quais são as aberrações esféricas e cromáticas. Se olhar de perto para uma imagem numa tela formada por uma lente simples, não terá o que é chamado de aberração esférica. Trata-se duma distorção da imagem, que ocorre porque os raios de luz do objeto passam pela lente em ângulos ligeiramente diferentes e, como resultado, não se focalizam nitidamente no mesmo lugar. Não temos este problema com nosso olho, nem temos a diminuição gradual da nitidez na extremidade das lentes, o que também ocorre nas lentes feitas pelo homem.

Nem sofremos a aberração cromática. A “luz branca”, quando refratada suficientemente, decompõe-se nas sete cores do espectro (vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta), cada uma das quais é refratada em ângulo ligeiramente diferente, focalizando uma em frente da outra, o violeta primeiro e o vermelho por último. Isto fornece aquela orla de arco-íris à imagem, chamada aberração cromática.

Embora seja impossível corrigir todas as aberrações nas lentes feitas pelo homem, podem ser eficazmente ocultadas pela combinação de várias lentes de precisão. Estas podem ser coladas com bálsamo do Canadá, uma resina do bálsamo do abeto da América do Norte. Algumas lentes são revestidas para impedir a formação de “imagem branca” ou reflexos.

Sistemas complexos são também empregados em telescópios, binóculos e microscópios. Testes aplicam o princípio da lente de objetiva convexa para fornecer uma imagem no microscópio ou no tubo do telescópio que não é exibida em nenhuma tela, mas se faz com que ela caia na distância do foco duma ocular. A imagem formada ali é então vista pela ocular, fornecendo vista ampliada do objeto.

A natureza invertida da imagem não tem realmente importância no microscópio. (A lâmina vista pode ser virada primeiro de cabeça para baixo.) Mas, nenhum capitão de navio ficaria feliz com seus binóculos ou luneta se seu seguinte pôrto de atracação parecesse invertido. Por esta razão, um jogo corretor de lentes ou prismas é introduzido entre as lentes objetivas e a ocular, para corrigir esse problema.

A fabricação de lentes pelos homens inteligentes envolve conhecimento cabal de ótica, de fórmulas matemáticas de refração da luz e então paciente perícia, aprendida e acumulada no decurso de muitos anos de treino por outrem já perito nestas artes. Visto que isto se dá, então, para se usar as palavras de Isaac Newton ao discutir a origem da vida, ‘por meio de que tipo de arrazoamento algumas pessoas chegam à conclusão absurda’ de que as maravilhas complexas do mundo natural vieram a existir sem um Criador inteligente?

A Superlativa Lente do Olho

Quando olha para o “buraco preto” em seu olho, está realmente olhando pela lente para o interior escuro do globo ocular. Esta diminuta lente é mantida no lugar, atrás da íris colorida, pelos músculos ciliares e segue os mesmos princípios de refração que o homem aplica às lentes artificiais. O cérebro, por converter os impulsos nervosos transmitidos a ele da retina em quadros móveis, tridimensionais de plenas cores, fornece-nos a visão excitante e correta de algo maior do que a imagem na retina, porém sempre em proporção ótica com nossos corpos. Isto se dá quer seja uma ervilha ou um prato, um vaso de flores de lilás ou magníficas montanhas cobertas de neve.

O podermos olhar um mapa em nossos joelhos por um momento e, no momento seguinte, vermos o cenário e as montanhas a quilômetros de distância indica que a lente dos olhos foi feita com perfeição. Instantaneamente, pode focalizar algo com nitidez, corrigindo automaticamente as aberrações que se encontrariam nas lentes feitas pelo homem. Quão confuso seria obtermos uma imagem distorcida, que mudasse de forma constante a cada movimento da cabeça, com franjas multicoloridas em torno de cada imagem!

Os meios refratores e focalizadores do olho, a própria lente (o cristalino) e a córnea (aquela cobertura curva e transparente que cobre o olho), verdadeiramente proclamam a obra inteligente do Criador. Até mesmo Charles Darwin admitiu a absurdez de sua teoria de seleção natural ao considerar o olho: “Supor que o olho, com todos os seus dispositivos inimitáveis para ajustar o foco a diferentes distâncias, para admitir diferentes quantidades de luz e para corrigir aberrações esféricas e cromáticas, pudesse ter sido formado pela seleção natural, parece-me, devo confessar abertamente, o cúmulo do absurdo.” — The Origin of Species (A Origem das Espécies), p. 190.

A Lente dos Óculos

A lente do olho é extremamente flexível e pode ser curvada, puxada ou alongada e achatada. É esta aptidão, ligada ao poder refrativo da córnea, que permite a focalização rápida e acurada, sem distorção. No entanto, o processo de envelhecimento pode endurecer a lente ou os músculos ciliares ligados, tornando mais difícil o ajuste (chamado de acomodação) e a focalização nítida. Alguns têm dificuldades de focalização devido à forma incomum do globo ocular, este sendo talvez mais longo ou mais curto do que o mediano, de vinte e quarto milímetros de comprimento.

A lente de seu olho descansa quando vê objetos distantes, mas se achata mais por parte dos músculos Biliares para focalizar as coisas perto. Por causa desta atividade muscular, ficamos com “olhos tensos” quando fazemos um trabalho perto dos olhos ou lemos ou escrevemos.

Se o globo ocular é longo demais, a imagem se focaliza antes da retina e parece embaçada, causando miopia. Esta variedade côncava, que diverge a luz que entra no olho e ajuda a lente convexa do olho a focalizar (formar um foco) corretamente na retina.

Por outro lado, a visão distante (hipermetropia) ocorre por que o globo ocular é pequeno demais e a imagem se forma atrás da retina. Uma lente convexa de óculos introduzida na frente do olho convergirá os raios de luz que entram e os guiará devidamente para a retina.

A formação de uma imagem atrás da retina também ocorre quando a lente do olho perde seu poder de acomodação e atinge um ponto em que não pode assumir a forma profundamente curva necessária à focalização dos objetos próximos. Atingindo usualmente os que já passam da meia idade, esta condição é conhecida como presbiopia, ou “vista cansada”, exigindo lentes convexas nos óculos para corrigir a debilidade.

Deve-se ter grande cuidado com nossos olhos. Não fique cutucando os olhos se cair um cisco nêles, nem os esfregue com dedos ou panos sujos. Outrem talvez consiga remover o corpo estranho, de forma cuidadosa, com um lenço limpo — talvez até mesmo um médico, quando necessário. E, se costuma ler à noite, um quarto bem iluminado por igual constituirá menor tensão para seus olhos do que ler debaixo dum foco de luz.

A Lente de Outras Criaturas

Se pudesse olhar através das lentes de alguns insetos, descobriria que são úteis para vôo rápido e para se julgar a velocidade. Seus olhos são feitos de numerosas lentes que produzem imagens individuais. O intervalo de tempo entre o movimento de uma imagem de uma parte do olho para outra é usado como indício de sua velocidade

Os vertebrados têm lentes dispostas em pares para sua visão. Alguns, tais como o cavalo, dispõem de visão panorâmica, podendo ver quase tudo ao redor. Outros, inclusive o homem, as corujas e os macacos, dispõem de olhos mais para a frente da cabeça, tendo uma visão de cada olho que sobrepõe-se a outra. Os olhos das aves dispõem de mui notáveis lentes que produzem efeitos telescópicos e microscópicos. Isto as habilita a ter a visão mais acurada de todas as criaturas. As águias, os abutres e outros de sua família conseguem ver pequeninas coisas de distâncias prodigiosas.

Muitas aplicações naturais dos princípios da refração e da ótica têm deixado o homem maravilhado com seu uso e têm feito que os adaptem à sua própria conveniência, fazendo inteligentemente isso depois de aprenderem sobre a obra-prima do Criador.

in Despertai de 22/1/1972 pp. 16-19

Provérbio da semana ( 18:16 )

A dádiva do homem fará para ele uma grande abertura e o guiará até mesmo perante gente grande.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Raridades e Recordações ( 33 )

Não permitam que cortem as asas dos vossos sonhos...

Tempo de construir no reino das aves



COMO se sentiria se tivesse de construir uma nova casa todo ano, logo que chegasse duma viagem que levasse centenas de quilômetros? Qual seria sua atitude se esta nova casa só lhe pudesse ser útil por cêrca de seis ou sete meses? É exatamente isso que fazem as aves de todos os tipos em cada primavera nas regiões setentrionais da nossa terra!

Entusiasticamente, arremetem-se em juntar vários materiais para uso em construir acolhedores ninhos a fim de alojar seus futuros filhotes. Movidos por seu instinto dado por Deus, e usando apenas seus bicos como instrumento modelador, tais aves empreendem surpreendente programa de construção.

Os Que não Constroem Ninhos

Nem todas as aves, por certo, entram nos negócios de construção de ninhos na primavera. Algumas voltam a antigos ninhos, fazem os consertos necessários e então fixam residência nêles mais uma vez. Outras aves nem se incomodam de construir um ninho. Entre estas se acham certos maçaricos. As fêmeas destas espécies contentam-se simplesmente de pôr os ovos no chão, onde o musgo e as folhas formam exíguo ninho. No entanto, a sabedoria divina compensa o perigo que isto poderia representar. Os filhotes destas aves nascem cobertos de penugem e conseguem correr. Assim, quando rompem suas cascas de ovo, secam sua penugem no sol quente e então disparam para um lugar seguro.

A alca é outra ave que não se preocupa em nidificar. A mamãe alca tem o hábito incomum de pôr ovos em saliências das encostas. Talvez pense que este seria o último lugar da terra em que uma ave poria seus ovos, pois há o perigo sempre presente de rolarem, despedaçando-se lá embaixo. Mas, o Criador da alca cuidou desta possibilidade. Os ovos da alca são moldados como um pião e dispõem de casca dura que não se quebra fácil. Bem, como tudo isto serve de proteção?

A experiência dum admirador das aves ao observar a alca responde a essa pergunta. Deixou um dos ovos dela rolar pela encosta. Relatou que o ovo não rolou direto para baixo mas rodopiou como um pião e veio a parar com sua casca dura intacta. Nem sequer um ovo desta forma de pião rolou pela encosta. Apenas um Criador inteligente podia ter moldado a forma destes ovos como meio de os manter seguros naquelas saliências das encostas em que são postos!

Os curiangos e os talha-mares negros também se poupam ao trabalho de nidificar. Os curiangos simplesmente põem seus ovos, que têm cor protetora, sobre o chão, em cascalhos, em cima duma rocha, ou até mesmo sobre o teto achatado de cascalho de algum edifício citadino. Quanto ao talha-mar negro, a fêmea se acocora em areia solta e se vira para lá e para cá, fazendo leve buraco em que põe seus ovos. Um método que economiza bastante trabalho!

Lar Para as Aves Que Nidificam

Os locais que as aves que nidificam escolhem para estabelecer seu lar são tão variados quanto às próprias aves. Até mesmo entre as mesmas espécies, os locais dos ninhos variam consideravelmente.

A família da carriça fornece notável exemplo disto. O macho começa a construção por erguer um ninho rude. Daí, vão para outro lugar e constrói outro. E como se entusiasma por isto! Construirá um ninho rude em todo lugar adequado de seus domínios. Mais tarde, quando a fêmea chega, ele a leva numa viagem de inspeção a estes ninhos prospectivos, de modo que ela possa escolher o que mais lhe agrada. Daí, ela passa a jogar fora seus galhos sêcos e a construir um ninho segundo seu gosto.

E quais são alguns dos lugares em que o Sr. e a Sra. Carriça construíram seu lar? As investigações revelam que usam buracos de pica-paus, ninhos de aves, e cestas de peixes, cestas de pregadores de roupas, sapatos velhos, latas, chapéus, radiadores de automóveis, sim, até mesmo já se fixaram numa perna de calças, num bolso de roupão de banho, bem como, em calções de banho! Evidentemente, para as carriças, montar casa não constitui problema!

É interessante notar que os ninhos rudes que a Sra. Carriça rejeita não são destruídos. Certa autoridade sugere que tais ninhos servem para desanimar outros prospectivos interessados em ninhos de entrar nos domínios da carriça. Por quê? Porque as carriças criam famílias grandes, cujas exigências alimentares são tremendas. Assim, a vizinhança imediata da creche das carriças, com suas reservas alimentares, deve ser mantida livre de qualquer competição por parte de outras famílias com bocas famintas.

Então, considere outro parente nesta mesma família, a prima carriça do cacto, habitante do deserto. O instinto desta ave a move a localizar seu ninho num lugar que não incentiva o tráfego, a parte mais espinhosa do nada convidativo cacto cholla. Ali, seu ninho globular é bem guardado por espinhos que se parecem a muitas espadas dispostas de forma a lancinar e apegar-se a qualquer coisa que descuidadamente roce nêles. E outra prima a carriça das rochas, faz seu ninho em grêtas rochosas, não raro usando pequenas pedras para formar um passeio que leva à sua entrada. A carriça dos pântanos, ainda outra parenta, constrói seu lar bem-camuflado bem no meio da vegetação dos pântanos.

Aquêle pássaro sempre favorito da primavera, o tordo, faz seu ninho numa variedade de locais. Usa ramos ou forquilhas em árvores; arbustos, trepadeiras, arcos de roseiras, postes de cêrcas, muros de pedra, escaninhos de prédios, pontes, barcos e vagões, bem como viveiros de aves feitos por algum humano bondoso. A altura destes lugares, segundo se observa, varia de alguns metros a uns vinte e um metros do solo.

Talvez o local mais estranho de nidificar seja o do mergulhão, pequena ave aquática que é residente o ano inteiro das longínquas montanhas ocidentais da América do Norte. Esta criatura não raro constrói seu ninho bem no alcance do borrifar duma catarata, ou, às vezes, mesmo atrás da catarata, sendo a única entrada possível através da água que cai! Ou, constrói o ninho entre as raízes das árvores ou numa fenda rochosa próxima da água cascateante. É o lugar certo para a ave que se deleite em andar debaixo d’água!

Materiais de Construção e Formas dos Ninhos

Os ninhos das aves são fascinantes. Há algo nêles que parece ser convidativo, sim, que o move a ir e espiar de perto. Aquêles que já acharam um ninho abandonado não podem deixar de admirar-se com sua arquitetura. Embora tecido com materiais primitivos e aglutinados pela lama, um ninho não é, de forma alguma, algo frágil, pois usualmente suporta chuva e ventos fortes, permanecendo firmemente grudado ao local em que é construído. Ali mantém sua preciosa carga de ovos, seguro contra todas as espécies de tempo. E pensar que uma criaturinha, pelo instinto, pôs tudo aquilo junto, usando apenas o bico como instrumento de construção!

Quais são alguns materiais que tais criaturas aladas usam para construir suas ‘surpreendentes creches? Alguns dos itens são raminhos, grama, folhas, casca, penas, cabelo humano e crina de cavalo, e lama usados como aglutinantes, às vezes fortalecidos pela saliva da ave. O interior do ninho, em que ficam os ovos, é geralmente revestido de materiais macios tais como musgo, teias de aranha, lanugem de plantações de algodão, fios e até fiapos dum secador de roupa!

O ninho do mergulhão, que é feito de grama, folhas e raminhos, se caracteriza pelo musgo verde. Esta ave faz questão da condição do musgo. Deve ser mantido verde para camuflar seu ninho, que tem mais ou menos a forma esférica, medindo de uns quinze a dezoito centímetros de diâmetro. Diz-se que tais aves às vêzes pingam gotículas de água de suas asas molhadas para fazer com que o musgo parecer fresco e verde, se não houver suficiente umidade onde seu ninho se acha.

O joão-de-barro constrói interessantíssimo ninho. Suas características são responsáveis pelo nome da ave. Um teto de tiras de cascas de árvore, folhas, grama e outro material é construído sobre ele como um arco. A entrada se acha num lado, ao invés de no alto. Isto faz com que a estrutura inteira pareça um tanto com um forno arredondado antigo.

Um ninho notável é o do papafigo de Baltimore. Usando apenas seu bico como agulha, a Sra. Papafigo tece uma bolsa em forma de pêra de fibras de plantas, cabelo, musgo, porções de fios macios, fios de lã e assim por diante, na ponta de um ramo que balança alto. Tão durável é este ninho que restos do mesmo ficam apegados às pontas do ramo três ou quatro anos depois de ser abandonado. Na verdade, trata-se de arte avícola de alta qualidade!

Os andorinhões das chaminés constroem ninhos em forma de discos dentro de árvores ocas ou chaminés que se parecem com prateleiras semicirculares de parede. Formam-nos por ajuntarem diminutos raminhos e colarem-nos com sua saliva aglutinante que se endurece quando exposta ao ar.

Falando de adesivos, os tordos usam lama natural como cimento para seus ninhos. Se não houver nenhuma disponível, sabe-se que fabricam-na por encher seus bicos de pó e então mergulhá-los numa banheirinha de ave. Ou, talvez molhem as penas e sacudam as gotas num lugar poeirento.

Deveras, o tempo de construção no reino das aves é uma época deleitosa revigorando a alma dos que tomam o tempo para examinar suas atividades.

in Despertai de 22/1/1972 pp. 13-15

Provérbio da semana ( 18:15 )

O coração do entendido adquire conhecimento e o ouvido dos sábios procura achar conhecimento.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Não percebo...

Não será STOP?


Ahhhh! Já percebi: SÓ Trânsito Parado - vai ter ao mesmo...

Raciocínio elementar...

- "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?


- Não.

- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Raridades e Recordações ( 32 )

Shake!

A química e o mundo ao redor de nós





QUANDO criança, ao ver sua mãe misturar a massa e fazer um bolo, será que compreendia que ela agia como “química”? Comeu o bolo devido ao seu bom paladar. Mas, sabia que seu corpo era um laboratório químico altamente complexo, digerindo o bolo e transformando-o em tecidos de seu corpo?

Agora que já cresceu, talvez não tenha feito da química a sua carreira, mas sabe que nada poderia viver se não fôssem os processos químicos. Provavelmente avalia também que muitas coisas que usamos hoje em dia fariam falta se alguns homens não tivessem escolhido a química como sua vocação.

Os químicos, por certo, não fazem as leis pelas quais as substâncias químicas reagem. Podem apenas estudar, fazer experiências e usar instrumentos, tais como os microscópios, para descobrir e entender tais leis, e para saber como aplicá-las para obter certos resultados.

Alguns dos produtos da pesquisa dos químicos que tem exercido profundas influências em nosso mundo são os explosivos, combustíveis, plásticos, papel, aço, vidro, detergentes, remédios e outras coisas numerosas demais para serem mencionadas. Estas coisas influenciam nosso trabalho, nossa alimentação, nossas construções, as roupas que trajamos, nossos modos de viajar — quase tudo em nosso modo de vida.

Ciência Antiga

Não sabemos até que ponto os antigos egípcios, babilônios, assírios e hebreus entendiam a química. O registro histórico da Bíblia realmente revela, contudo, que até mesmo antes destas civilizações primitivas, sim, antes do dilúvio global, há cerca de 4.300 anos atrás, os homens dispunham de conhecimento de metalurgia, o que envolve a química. E, mais tarde, Jó, que viveu antes de Israel tornar-se nação, disse: “O ferro mesmo é tirado do próprio pó, e da pedra se funde o cobre.” O Rei Salomão, de Israel, mandou fundir cobre. Também, outras indústrias, que exigiam certo conhecimento de química; existiam, tais como a fabricação de vinho e a manufatura de corantes e tintas. Usavam-se drogas, e praticava-se o embalsamar.

A Teoria Atômica

Na história moderna, contudo, progresso extremamente rápido têm sido feito na química devido ao desenvolvimento da teoria atômica, relativa à estrutura da matéria (realmente postulada pelos antigos gregos). Com efeito, os químicos tiveram amplo quinhão no desenvolvimento da teoria atômica.

Esta teoria ensina que os átomos se compõem basicamente de três partículas: prótons, neutrons e eléctrons. Combinações destas partículas em números variados constituem os elementos. Um elemento é uma substância que não pode ser decomposta em substancial mais simples por meios químicos comuns. Assim, para a química comum, os elementos são blocos de construção. A seguinte unidade em ordem é a molécula, que pode consistir em um ou mais átomos. Daí vêm os compostos, constituídos da união de dois ou mais elementos.

Há noventa e dois elementos que se encontram comumente em estado natural. O hidrogênio, um gás, é o mais leve deles. A platina é um dos mais pesados. Alguns outros foram produzidos’ artificialmente, de modo que o número total de elementos conhecidos hoje é de mais de cem. O elemento mais abundante da crosta terrestre e de suas águas é o oxigênio, essencial tanto à vida animal como vegetal. O oxigênio também constitui cerca de um quinto do ar, pelo volume.

A maioria dos elementos têm afinidade ou atração por outros. Pouquíssimos são considerados inertes, ou praticamente inativos. Há, virtualmente, infindável número de arranjos e combinações, constituindo todo tipo de matéria que existe. As moléculas mais complexas se encontrem nas coisas vivas. Moléculas maciças de várias proteínas, consistindo em muitas centenas de átomos, num arranjo complicadíssimo, têm recebido recentemente muita atenção por parte dos cientistas. Não importa quão maciças sejam, para moléculas, somente podem ser “vistas” por meio de um microscópio eletrônico.

As Leis da Química Operam Para o Bem-Estar do Homem

Muito embora combinações químicas sem número tenham sido descobertas, verifica-se que há grande estabilidade no arranjo. Tabelas de números atômicos e pesos atômicos compilados à base de observação dos elementos, são, portanto, muito fidedignas e úteis ao químico. Algumas das leis que controlam as reações químicas são da mais alta complexidade, todavia, quando compreendidas, vê-se que governam toda matéria na mais maravilhosa ordem.

Os elementos às vezes se juntam para produzir compostos que têm propriedades muito diferentes dos elementos sozinhos. Um exemplo de tal composto é o sal de cozinha, composto de cloro e sódio ambos sendo substancial venenosas. A água, um líquido composto de gases, com dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, revela características que, de diversos modos, atingem nossa vida e conforto. A água tem a característica incomum de ter suas moléculas mais apertadas em sua forma líquida do que quando congelada. Por conseguinte, o gelo flutua. De outra forma, à medida que se depositasse no fundo dos lagos, estes se tornariam permanentemente congelados.

Podemos nos sentir felizes de que a água tenha uma capacidade de aquecimento maior do que qualquer outro líquido. Isto tem muito que ver com a moderação do clima próximo das grandes massas de água. Também, nenhum outro líquido pode igualar-se a água como solvente.

O oxigênio é um elemento muito ativo, combinando-se rapidamente com muitos outros elementos. Isto o torna ideal purificador do ar e da água, rapidamente oxidando e tornando inofensivas certas substancial venenosas.

Tem a Química a Resposta Para os Problemas do Homem?

Por causa da parte importante que a química desempenha no mundo do homem, torna-se um estudo muitíssimo apreciado, bem como fonte de coisas convenientes e úteis à humanidade. Os químicos aprenderam muito, porém, em realidade apenas “arranharam a superfície” deste imenso campo de empreendimento. Os químicos ainda não sabem de modo exato como cresce uma lâmina de grama, nem compreendem plenamente a fotossíntese, por meio da qual as plantas fabricam o alimento para toda a vida animal. Nenhum químico já alcançou as alturas da realização de uma única célula do corpo humano, que, segundo se diz, pode realizar de uma a duas mil diferentes reações químicas simultaneamente.

As coisas que a química tem desenvolvido dispõem de bom potencial, mas a falta de conhecimento de seu efeito final, e o abuso em usá-las, causaram muitos problemas. Os plásticos, os detergentes, as drogas e os progressos nos meios químicos de destruição ajudaram a levar a humanidade a uma época de crise.
in Despertai de 22/1/1972 pp. 11-12

Provérbio da semana ( 18:14 )

O espírito do homem pode agüentar a sua enfermidade; mas, quanto ao espírito abatido, quem o pode suportar?

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.