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quinta-feira, 21 de maio de 2009

O saber não ocupa lugar - 252


O primeiro aspirador de pó era accionado por uma manivela e surgiu em 1869.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O saber não ocupa lugar - 251


Por que é que as colas super potentes não colam no interior do próprio tubo?


A supercola é um cianoacrilato, líquido de baixa viscosidade e baixo peso molecular sem propriedades adesivas. Com a exposição ao ar polimeriza rapidamente numa alta matriz molecular e adquire propriedades adesivas.
Para além de ser necessário o contacto com o ar, o tubo de cola é revestido interiormente por um material a que a cola não adere. Adere, no entanto, à pele e é por isso necessário muito cuidado na sua utilização.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O saber não ocupa lugar - 250


A fronteira da Espanha com o Reino Unido, em Gibraltar, é a menor fronteira internacional do mundo, com apenas 1,2 km.

O saber não ocupa lugar - 249


Menor ave da Natureza


O beija-flor é tão leve que se pode empoleirar numa simples folha de relva. Os seus ovos são do tamanho de uma ervilha média. A ninhada inteira cabe dentro de uma colher de chá.

O problema da hérnia


SABIA que as hérnias se situam entre os males mais comuns da humanidade? Isso é, pelo menos no que diz respeito aos homens, pois 75 a 80 por cento delas ocorrem em homens. Diz-se que até um de cada vinte, ou 5 por cento dos varões, em países tais como os Estados Unidos e o Canadá, têm esse problema. Na Grã-Bretanha, de 10 a 15 por cento de todas as pessoas hospitalizadas o são devido a hérnias e a proporção é ainda maior na Nigéria.
Ao passo que é comum referir-se a hérnias como rupturas, a classe médica prefere o termo hérnia como sendo mais correto. Hérnia significa literalmente uma profusão, que é o que toda hérnia é. Não envolve necessariamente uma ruptura ou rasgamento dos tecidos, mas, com mais freqüência se trata de simples distensão ou esticamento deles. Isto se dá em especial da espécie de hérnias mais comuns nas mulheres. Em outras palavras; toda ruptura é uma hérnia, mas nem toda hérnia é uma ruptura.
A literatura médica descreve as hérnias como remontando a milhares de anos. Nos tempos antigos, e, deveras, até tempos bem modernos, as hérnias eram tratadas de formas muito variadas, mágicas, médicas e cirúrgicas, algumas das quais eram bem dolorosas. Em vista da prevalência das hérnias, será de interesse notar as causas da hérnia, e o que, se houver algo, pode ser feito para impedi-las, e os vários modos de tratá-las.


Causas da Hérnia


Há várias causas de hérnias, assim como há vários tipos de hérnias. Há hérnias do cérebro, usualmente causadas por acidente ou tumores, e há as da íris ou dos olhos. Há também hérnias do pescoço, encontradas em instrumentalistas de sopro, os quais empenham muito os músculos do pescoço quando tocam seus instrumentos.
Daí, então, há o que se conhece como hérnias “incisionais”. São profusões onde foi feita antes uma operação para alguma outra causa diferente duma hérnia. (Uma hérnia onde antes foi feita uma operação de hérnia é chamada de hérnia recorrente.) Há alguns dentre a classe médica que sustentam que, se os cirurgiões fossem mais cuidadosos quando operam e costuram seus pacientes, não haveria praticamente nenhuma destas hérnias incisionais; ou, pelo menos, muito poucas delas, falando-se comparativamente.
Daí, então, uma hérnia poderia resultar facilmente dum acidente. Se alguém caísse sentado, isso bem que poderia resultar numa hérnia. A forma mais comum de hérnia, a da virilha nos homens, usualmente resulta dum esforço, como quando a pessoa se esforça de evacuar ou de tentar levantar algum objeto pesado de maneira imprudente. É chamada de hérnia “inguinal”.
No entanto, no conjunto, a classe médica e outras semelhantes concordam que estas não são senão causas contribuintes. A causa básica, segundo a maioria das autoridades, é uma fraqueza herdada ou congênita dos músculos abdominais ou outros. Isto parece transparecer do fato que as hérnias às vezes ocorrem em famílias. Assim, por exemplo, o pistonista que sofre de hérnia no pescoço sem dúvida a provocou por causa do esforço de soprar; mas, não se empenhou necessariamente mais do que outros pistonistas que não sofrem tal dano. Dá-se apenas que, na estrutura de sua garganta, alguns dos músculos não eram tão fortes quanto deveriam ser.


Prevenção


Mas, poderia esta fraqueza congênita ou herdada, exceto no caso de bebês e crianças, ser compensada de algum modo? Ou poderia dar-se, em alguns casos, ao invés de nascer com tal fraqueza, alguns a possam contrair por deixarem de envidar de sua saúde? Essa é a posição assumida por alguns que sustentam que hábitos salutares insensatos, tais como exercício insuficiente, entregar-se demais ao comer ou a outros prazeres físicos poderiam ser fatores contribuintes. Aqueles que sustentam que o devido cuidado do corpo bem que pode proteger a pessoa contra pelo menos algumas hérnias apontam a forma maravilhosa em que é feito o corpo. Assim, no abdômen há diversos conjuntos de músculos que se cruzam em ângulos diferentes — realmente foram feitos de tal modo que fornecem o máximo de vigor às paredes do abdômen. Estes são conhecidos como o músculo ‘transverso’, o ‘pequeno oblíquo’ e o ‘grande oblíquo’.
Quanto a fortalecer e aprimorar o tono dos músculos abdominais, há muitas coisas que se pode fazer para conseguir este resultado. Cultivar simplesmente o hábito do bom porte, de andar, ficar de pé e sentar-se de modo ereto serão grande ajuda. E visto que o peso em excesso, bem como a sobrecarga do canal alimentar, conduz a hérnias, a moderação nos alimentos e bebidas deve também ser praticada. É óbvio que uma ruptura ou hérnia pode ocorrer muito mais prontamente quando os músculos são gordos e flácidos.
Visto que as hérnias não são incomuns entre os atletas musculosos, torna-se evidente que não são simplesmente quaisquer exercícios que ajudam a compensar um defeito herdado que talvez resulte numa hérnia. Os exercícios feitos devem ser os que fortalecem os músculos do abdômen. Estes incluem subir escadas, corridas lentas, flexão das pernas, andar a cavalo e, em especial, andar de bicicleta. Todos eles tendem a fortalecer os músculos da abdômen, bem como contribuem para a saúde geral da pessoa.
Sim, o velho ditado, um grama de prevenção vale mais do que um quilo de cura talvez seja bem apropriado ao problema da hérnia. Mais cuidado da parte dos cirurgiões sem dúvida diminuiria consideravelmente o número de hérnias inficionais. E aprender a levantar objetos pesados de forma correta bem que pode evitar que ocorram muitas outras hérnias. Ao invés de simplesmente curvar-se e por todo o esforço nos lombos quando se tenta levantar um objeto pesado, deve-se também flexionar os joelhos de modo a empregar os músculos das pernas. E há também o fator dos exercícios que fortalecem os músculos, não só dos braços e das pernas, mas também do abdômen.


O Que Se Pode Fazer Quanto a Hérnia


Como no caso do tratamento de outras enfermidades físicas das quais o homem se tornou herdeiro, há amplas diferenças de opinião quanto ao que é a melhor coisa a fazer. Não são poucos os que recorrem a uma funda. O uso de fundas remonta a uns cinco séculos ou mais. Algumas autoridades recomendam-nas como medida temporária e para se tratar bebês e crianças bem jovens, entre os quais há boa possibilidade de que a hérnia se cure por si. Fundas são também recomendadas por alguns para pessoas muito idosas, embora mais em épocas passadas do que agora. Alguns homens preferem fundas por causa do medo duma operação ou o gasto da mesma, mas elas deixam muito a desejar visto serem incômodas de se usar (em especial no tempo quente), raramente remediam as coisas e, às vezes, até as tornam piores.
Alguns médicos tratam hérnias por injetarem certas substâncias químicas que causam uma fibrosa. Isso é, provocam a abundante produção de tecido fibroso que supostamente deve fechar a abertura da hérnia e, assim, curá-la. Alguns dizem que isso tem vantagens em certos casos.
A maioria dos médicos recomendam a cirurgia. Mas, os registros não têm sido inteiramente elogiosos para a classe Cirúrgica como um todo. Assim, o Dr. A. A Koontz, autoridade sobre o assunto, dos Estados Unidos, em seu livro Hérnia, fala dos índices de recorrência. Segundo ele, variam de 10 a 30 por cento e mais, dependendo do tipo de operação. Aparentemente, nem todos que operam hérnias são tão peritos quanto deveriam ser. Declara que, ao passo que a situação melhora, a taxa de recorrência ainda é demasiado alta e indica sua própria taxa de recorrência, inferior a meio por cento. Aconselha os cirurgiões que operam hérnias: “Façam com que a operação se ajuste ao paciente. Não tentem fazer com que o paciente se ajuste à operação.”
Também, o Dr. S. H. Wass, escrevendo em Guy’s Hospital Reports, No. 3, diz: “Nossos resultados deixam muito a desejar. Max Page, cirurgião do Hospital de S. Tomé clamou contra a complacência e chamou a atenção para os maus resultados da cirurgia de rotina da hérnia. Apesar das inúmeras modificações das técnicas de tratamento de hérnia nos últimos trinta anos, as recorrências ainda são comuns demais.”
A cirurgia para curar hérnias remonta ao antigo Oriente. Um dos que, nos tempos mais recentes, conseguiu melhores resultados do que os demais foi A. Pare, do século dezesseis, citado como dizendo: “Eu os corto e Deus os cura.” Os métodos hodiernos em conjunto se baseiam nos aperfeiçoados por um cirurgião italiano, E. Bassini, e por W. Halsted, cirurgião estadunidense, ambos por volta de 1890.
Um dos inovadores mais recentes foi o falecido E. E. Shouldige, de Toronto, Canadá, que desenvolveu seu sistema durante a Primeira Guerra Mundial, sendo que sua clínica continua a especializar-se apenas em operações de hérnia. Desenvolveu um método de superposição e reforço, usando fios de aço em adultos e tripa em bebês e crianças. Reduziu sua taxa de recorrência a menos de um por cento e se sentiu tão confiante em seu método que se ofereceu para corrigir quaisquer recorrências gratuitamente, como o faz ainda hoje sua clínica.
Certo cirurgião, escrevendo em West African Medical Journal, mencionou ter feito com êxito centenas de operações de hérnia apenas com anestesia local, assim como faz a clínica mencionada acima. Sem dúvida, por causa disto, os pacientes nesta clínica conseguem fazer exercícios logo no primeiro dia depois da operação e voltar para casa depois do terceiro dia. Sem dúvida, o que ajuda a contribuir para o êxito deste método são os fatos que os pacientes gordos demais são obrigados a emagrecer antes de serem aceitos, e se pede aos fumantes que reduzam seu hábito de fumar duas semanas antes da operação.


O Exercício Recomendado por Alguns


Há alguns que recomendam muito o valor de certos exercícios para remediar as hérnias redutíveis naqueles que não passaram ainda dos seus anos de vigor. Hérnias redutíveis são as que desaparecem quando a pessoa está deitada ou com leve pressão. Se não desaparecer sob tais condições, são chamadas de irredutíveis ou encarceradas, uma condição mais grave.
Aqueles rapazes saudáveis cujas hérnias não lhes incomodam muito nem são tão graves bem que poderiam tentar os exercícios como solução para seu problema. Naturalmente, todos os exercícios previamente recomendados como fortalecedores para os músculos do abdômen seriam úteis para se reduzir uma hérnia. Mas, adicionalmente, há um conjunto especial de exercícios que são indispensáveis para se reduzir uma hérnia, a saber, os que fortalecem os músculos da virilha.
Grande ajuda para tais exercícios é uma tábua inclinada. Trata-se duma tábua de um metro e oitenta de comprimento, com cerca de 45 centímetros de largura, sendo que uma ponta da mesma repousa no chão ao passo que a outra ponta é erguida cerca de trinta centímetros do solo. Esta ponta mais elevada possui uns cordéis em volta dela, sob os quais a pessoa pode colocar os pés. Com as mãos unidas sob a cabeça, esforça-se de erguer-se a uma posição sentada. Daí, quando sentado, tenta virar o corpo o máximo que puder para a direita e então o máximo que puder para a esquerda, ao passo que mantém as mãos unidas atrás da cabeça.
Um exercício similar é virar-se uma vez para a direita, ao se erguer de modo ereto sobre a tábua inclinada, e, então, da próxima vez, para a esquerda. Tais exercícios de torção ajudam a fortalecer os músculos da virilha. Outro exercício é deitar-se reto de costas no chão e então, com os pés erguidos, tentar imitar os movimentos usados quando se nada. Outro é sentar-se numa cadeira e colocar a mão direita sobre o joelho esquerdo e a mão esquerda sobre o joelho direito, e opor-se, ou tentar afastar os joelhos ao passo que se resiste a tal afastamento com as pernas da pessoa tanto quanto possível. Naturalmente, todos estes exercícios exigem determinação, mas os que os usam testificam seu valor.
Visto que as hérnias já foram chamadas de um dos males mais comuns da humanidade, pareceria que se poderia fazer mais para impedir tanto sua ocorrência como sua recorrência. Também os fatos parecem indicar que a pessoa deve exercer cuidado ao escolher um cirurgião, se uma operação parecer necessária. Cada um que se vê confrontado com este problema, por conseguinte, fará bem em considerar os prós e contras antes de fazer uma decisão quanto ao que fará a respeito disso.


in Despertai de 22/1/1971 pp. 9-12

Provérbio da semana (15:15)

Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração [tem] constantemente um banquete.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Canivete Suíço


Sabendo que o exército do seu país importava canivetes alemães, Karl Elsener abriu a sua fábrica em 1884. Os seus primeiros canivetes Victorinox foram entregues aos soldados suíços em outubro de 1891. Colocou o brasão do país para diferenciá-los dos alemães e baptizou o produto homenageando os seus pais, Victor e Victoria. Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete e, assim, surgiram os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fendas, punção e saca-rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússola. O produto popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas. Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.


in Portal das Curiosidades

O saber não ocupa lugar - 248


O Monte Elbrus é o mais alto pico da Europa, com 5.642 metros de altura.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Aves adaptam o seu canto ao meio urbano



As aves modificam a sua forma de cantar quando habitam nas cidades, revela um estudo elaborado na Universidade de Leiden, Holanda.
Em comparação com os espécimes que vivem na floresta, as aves "citadinas" cantam temas mais curtos, acelerados e fazem-no numa frequência mais alta.
A rápida urbanização da paisagem e o subsequente aumento do ruído ambiente revelaram-se problemáticos para animais que usam o som como forma de comunicação. Isto é especialmente importante para os pássaros já que o ruído das grandes urbes pode sobrepôr-se à troca vital de informações que permite aos machos atrair as fêmeas.
Para além de utilizar um vasto espectro de frequências, podendo ajustar o seu canto ao ambiente circundante, o chapim real tem ainda a capacidade de "apanhar" novas canções dos "vizinhos" quando se muda para novas paragens.




in Portal das Curiosidades

O saber não ocupa lugar - 247


Os vírus só se multiplicam dentro das células, sendo parasitas celulares obrigatórios.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O saber não ocupa lugar - 246


Em 6 de Fevereiro de 1971, o astronauta Alan Shephard comandante da nave Apollo 14 tornou-se o primeiro homem a dar uma tacada numa bola de golf num ambiente extraterreste.

O saber não ocupa lugar - 245



O lado visível da Lua tem a crosta mais fina do que o lado escuro e é onde ficam concentrados os mares lunares.

Por que invejar celebridades?


SONHA em se tornar famoso cantor ou ator e ter pessoas em toda a sua volta lhe pedindo um autógrafo? Trata-se dum desejo bem comum em especial entre jovens. Mas, será que tal fama deveras torna a vida mais plena e mais prazerosa?
Considere o que a celebridade sacrifica a troco da fama. Não pode dispor da liberdade que o leitor goza de se movimentar sem chamar a atenção em lugares públicos. Numa festa, não pode falar à vontade, porque, provavelmente, será citado correta ou incorretamente. O fato de alguém ser famoso torna difícil que seus filhos gozem de associações normais com outras crianças. Há também o perigo constante de serem raptados por pessoas que buscam um resgate.
Os assuntos privados de sua vida familiar não são facilmente mantidos em segredo. A anterior secretária pessoal de Jacqueline Onassis publicou um livro que revela ao público certas coisas que se passaram na vida particular da Sra. Onassis quando ela era a Sra. John E. Kennedy. Sem dúvida, a Sra. Onassis preferiria que seus assuntos particulares não se tornassem públicos. Mas, visto que as celebridades se vêem obrigadas a contratar empregados, não lhes é fácil manter em segredo o que ocorre no seu próprio lar. Sua perda de privatividade é um alto preço a pagar pela fama. Realmente deseja viver como uma criatura num local público, em que todo movimento é observado e criticado?
Ademais, as celebridades não podem ficar seguras de que aqueles que professam ser seus amigos realmente o sejam. Tais pessoas talvez estejam mais interessadas em ser vistas pelo público em companhia de alguém famoso. A amizade professa de outra celebridade é também indigna de confiança porque tal pessoa coloca em primeiro lugar sua própria posição diante do público. Pode tornar-se loucamente ciumenta se um chamado amigo obtiver maior ovação pública do que ele.
No que tange à moral, as celebridades não devem por certo ser invejadas. A imoralidade grassa entre elas, provocando contendas domésticas, divórcios e doenças. Um modo de vida imoral não é um modo feliz. A respeito disto, Maurice Zolotow, íntimo associado de muitas pessoas famosas, comentou: “Por cerca de quinze anos tenho sido confidente de atores e atrizes da Broadway e de Hollywood, que têm tido a oportunidade de levar uma vida sexual promíscua. E alguns deles a tem aproveitado ao máximo . . . Mas, quando confiam na pessoa e deixam de lado as reticências, confessam quão frustrador e insatisfatório tudo isso é.”
Usualmente a pessoa famosa é logo esquecida ao morrer. Embora seu nome talvez seja preservado em livros de história, deixa de manter-se nos lábios do povo. Isto se dá em especial à medida que surgem novas gerações e as mais antigas, que o conheciam, desaparecem. Por exemplo, quantos dos grandes atletas que granjearam fama na antiga Grécia conhece nominalmente? Quantos são aclamados hoje?
Já ouviu falar em Filonides? Granjeou fama por correr uns 168 quilômetros num só dia, mas o público hoje não o aclama. O que dizer de Alcibíades? Era famoso por ser o único a ter sete carros nos jogos olímpicos de uma só vez e arrebatar o primeiro, o segundo e o terceiro prêmios. As cidades se juntavam para celebrar sua vitória; todavia, é desconhecido atualmente do público em geral.
A fama de tais pessoas foi relativamente curta. Não foi eterna como alguns talvez pensassem que seria. O mesmo se dá com a fama hoje. Recentemente, um membro famoso de um trio cantante disse: “Ali estamos, fixos no tempo, para todo o sempre.” Não se trata de mera ilusão, de racionalizar um desejo?


in Despertai de 22/1/1971 pp. 3-4

Provérbio da semana (15:14)

O coração entendido é o que procura conhecimento, mas a boca de gente estúpida é a que aspira à tolice.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Único porco existente no Afeganistão está de quarentena


O único porco de existência conhecida no Afeganistão foi encerrado numa sala, longe dos visitantes do jardim zoológico de Cabul, onde vivia a pastar junto de carneiros e cabras, porque os visitantes do zoo estão preocupados com a possibilidade de poderem ser infectado com gripe A.O porco é uma curiosidade do Afeganistão muçulmano, onde os produtos suínos são ilegais por serem considerados contra a religião. O animal está de quarentena desde domingo, logo que os visitantes se mostraram alarmados pela possibilidade de serem infectados com gripe A. «Por agora o porco está de quarentena. Construímos-lhe uma sala», afirmou o director do zoo de Cabul, Aziz Gul Saqib. «Fizemos isto porque as pessoas têm medo de contrair gripe». Em todo o mundo, mais de mil pessoas foram infectadas com o vírus, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Não há quintas com porcos no Afeganistão e não há voos civis directos entre Cabul e o México. «Entendemos isso, mas a maioria das pessoas não tem conhecimento suficiente. Quando vêem o porco na jaula preocupam-se e acreditam que podem ficar doentes». O porco foi um presente da China para este zoo.


SOL com agências / EstranhomasVerdade.com


Não basta ser porco, ainda por cima está sozinho e isolado... Pelo menos não será comido, acho...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sandes de bacon curam ressacas!


Um grupo de investigadores chegaram à conclusão que comer acelera o metabolismo e por isso pode ajudar o organismo a livrar-se de uma ressaca mais rapidamente.De acordo com Elin Roberts, da Universidade de Newcastle, a comida não absorve o álcool, mas aumenta o seu metabolismo, ajudando-o a acabar com os efeitos da embriaguez e da ressaca. “Comer, normalmente, fá-lo sentir-se melhor” aconselha Roberts.“A sandes de bacon é aconselhável porque o pão é rico em carboidratos e o bacon tem muita proteína – e essas substâncias “dão origem” aos aminoácidos. O corpo, na hora da ressaca, precisa de aminoácidos, então a sandes de bacon vai fazer com que se sinta melhor” explica Roberts.De acordo com a investigação, beber demais faz com que os neurotransmissores do organismo fiquem mais lentos. No entanto, o bacon contém um alto nível de substâncias que farão com que esses neurotransmissores voltem ao normal mais rápido, dando uma sensação de ‘cabeça limpa’.Cientistas também descobriram uma complexa reacção química que faz o cheiro do bacon - , praticamente irresistível-, quando está a ser frito.“O cheiro do bacon faz até um vegetariano convicto repensar a sua dieta. E isso não é só por causa da ideia de um bom lanche. É um complexo processo químico que se torna responsável” diz Roberts. “E o cheiro e o gosto das coisas estão intimamente ligados. Se não tivéssemos olfacto, o gosto de certas comidas não seria o mesmo” conclui.

Fonte: Arco da Velha / EstranhomasVerdade.com


Depois de beber até cair, nada melhor que comer até fartar... só para limpar a cabeça!

O saber não ocupa lugar - 244


Os nomes de todos os 27 satélites de Urano, foram tirados de personagens de obras de William Shakespeare e Alexander Pope.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O saber não ocupa lugar - 243


O iogurte é um alimento que tem origem nos Balcãs.

Reconstituindo o uso da suástica


HÁ UM símbolo em cima da porta de entrada do templo Lakshmi Marayan em Nova Délhi, Índia. E, também, sobre a entrada de um templo bali na Indonésia. Aparece em pesos do povo ashanti na África. Também a encontrará nas correntes mágicas dos índios norte-americanos. Pode-se vê-la numa representação das pegadas de Buda. Um abade católico-romano a usou como seu brasão pessoal. E Adolf Hitler constituiu-a o emblema do Terceiro Reich da Alemanha. Sim, trata-se da suástica.
Onde foi que a suástica recebeu seu nome? No budismo indiano, a forma do símbolo com ângulos voltados para a direita é chamado "suástica". Isto se deriva do termo em sânscrito "svasti" significando "objeto de bem-estar".


Onde Hitler a Viu Pela Primeira Vez


Conforme Hitler escreveu em seu livro Mein Kampf (Minha Luta), apresentou a bandeira suástica diante do público pela primeira vez no verão de 1920. Ele e seus associados ficaram muito entusiasmados com sua nova bandeira dotada de seu tema antigo. Disse ele: "Seu efeito foi como o de um agitador." Mas, onde foi que Hitler viu pela primeira vez a suástica?
Hitler viu primeiro este símbolo em sua infância. Naquele tempo, vivia num pequeno povoado perto do mosteiro beneditino em Lambach, Áustria Superior. Por algum tempo, era um cantor do coro de lá e morou no mosteiro durante o inverno de 1897-1898. Ali, esculpido no muro acima da gruta da fonte no pátio, achava-se a data de 1860 junto com a suástica. O símbolo também se achava localizado no portal do mosteiro.
Ademais, o brasão pessoal do Abade Theoderich Hagn, do mosteiro de Lambach, trazia "uma suástica dourada com pontas enviesadas sobre um fundo azul".
Causou a suástica uma profunda impressão no jovem Hitler daquele tempo? As opiniões variam. Mas, no livro Aus Adolf Hitlers Jugendland und Jugendzeit (O Período e a Terra da Juventude de Adolf Hitler), diz-se o seguinte sobre o mosteiro beneditino em Lambach: "Foi aqui que Adolf Hitler entrou pela primeira vez em contato com a suástica. . . . Muito embora Adolf Hitler mais tarde talvez tenha tido motivos inteiramente diferentes para adotar este símbolo, não se pode obliterar o fato de que passou parte de sua infância sob esse símbolo." — Págs. 14-16.
Em seu livro Oberdonau, die Heimat des Fuehrers (O Alto Danúbio, o Lar do Fuehrer) Robert Lenk escreve: "O menino cantor do coro, Adolf Hitler, viu o símbolo angular do eixo central pela primeira vez no brasão do arco de Lambach." (p. 102) No mesmo livro, o escritor menciona seis igrejas do interior da reputadamente forte católica Muehlviertel da Alta Áustria em que aparecia o símbolo da suástica. — p. 42.
Para muitos leitores, talvez pareça estranho que o símbolo político de Hitler também fosse encontrado num ambiente religioso. Não obstante, ao se examinarem casos adicionais do uso da suástica através do mundo, verifica-se que o significado mais comum da suástica é decididamente religioso antes que político. Isto veremos ao reconstituirmos o uso da suástica até sua origem.


Igrejas da Cristandade


Primeiro, confrontamos a suástica no mosaico do chão da Igreja da Natividade em Belém. Eu seu livro Vom Hakenkreuz (Da Suástica), Joerg Lechler mostra várias representacões da suástica tiradas das igrejas da cristandade. No meio do volumoso material pietográfico, vê-se a chamada "veste de fome" (veste de jejum ou da Quaresma) de Heiligenbrabe, Alemanha, em que a veste de Cristo é coberta com suásticas. A suástica aparece na toalha do altar da Igreja Maria zur Wiese em Soest, Alemanha. Também é encontrada no monumento de bronze do Bispo Bocholt em Luebeck, e em algumas moedas medievais nas dioceses católicas de Mainz e Halberstadt e do bispo Heinrieh de Erfurt (1140-1150 E. C.).
Num quadro duma igreja em Dalvy (Suécia meridional), o cordeiro que representa Jesus Cristo trazia uma suástica, ao invés de uma cruz simples. A suástica também era usada na fundição do sino da igreja de Utterslev, Dinamarca.
Mas, de onde estas igrejas da cristandade e seu clero tomaram emprestado o símbolo? Não nos deveria surpreender grandemente que a suástica, como muitos outros símbolos, foi adotada de fontes pagãs.
Os cristãos primitivos rejeitaram o uso de tais símbolos. Isto foi certa vez expresso nas seguintes palavras: "As cruzes, ademais, não adoramos nem desejamos. Vós, deveras, que consagrais deuses de madeira, adorais cruzes de madeira talvez como parte de vossos deuses. Pois vossos próprios estandartes, bem como vossas bandeiras e vossos pendões, de vossos acampamentos, o que mais são, serão cruzes douradas e adornadas? Vossos troféus de vitória não só imitam a aparência da cruz simples, mas também aquela de um homem afixado nela." — O Octavius, de Minúcio Felix, cap. 29, The Ante-Nicene Fathers, Vol. 4, p. 191.
Assim, a suástica não se originou com os cristãos primitivos, mas provém duma fonte pagã. Qual era o significado deste símbolo antigo?


Símbolo da Fertilidade e da Vida


Na área do Baixo Danúbio (Siebenbuergen, România), vasos de barro com representações da suástica têm sido encontrados. Suásticas também vieram à luz em escavações em Tróia, antiga cidade da Ásia Menor.
No mesmo período cultural em que a suástica surge em Tróia e na Romania, esculturas de ídolos relacionados ao culto da fertilidade surgem ao lume. As esculturas não raro são quase idênticas às do Oriente Próximo e Médio. A maneira em que se localiza a suástica nos corpos das esculturas femininas em Tróia indica que servia qual símbolo de fertilidade e vida.
Ademais, nos túmulos escavados de Micenas, Grécia, encontra-se a suástica em ricas jóias de ouro. Também aparece em moedas. Numa cena de enterro representada num vaso ateniense, pode-se ver três suásticas acima do cavalo que puxa o carro fúnebre. As deusas da fertilidade encontradas nos túmulos usam o símbolo em suas gargantas e seios. Num sarcófago, podemos ver a "senhora da vida", que mais tarde se tornou conhecida como Ártemis, cercada de suásticas. Também parece associar-se com a flor de loto, e decorando a veste de Afrodite, a antiga deusa grega do amor, chamada Vênus pelos romanos.
Assim, em Tróia e em suas representações na área do Egeu, a suástica transmitia a idéia de fertilidade e vida.


A Terra Natal da Suástica


Em 1931, os resultados das escavações relativas à cultura do Vale do Indo na Ásia meridional foram publicados. Em Mohenjo-Daro e Harappa, os restos de uma cultura estatal altamente desenvolvida foram desenterrados, cultura que florescia muito antes de nossa Era Comum. Selos com símbolos de óbvia natureza religiosa foram encontrados, inclusive algumas representações da suástica. As descobertas de selos foram classificadas como sendo do terceiro século A. E. C.
É interessante o que o arqueólogo V. Gordon Childe tem a dizer sobre as suásticas encontradas no Vale do Indo: "A suástica e a cruz, comuns em sinetes e placas, eram símbolos religiosos ou mágicos, como em Babilônia e Elam, no mais primitivo período pré-histórico." — New Light on the Most Ancient Elast (Nova Luz Sobre o Mais Antigo Oriente), de V. Gordon Childe, págs. 184, 185.
A suástica, então, deve ter tido sua origem na Mesopotâmia. Descobertas de suásticas em Samarra, ao norte de Bagdá, no Tigre, e na primitiva camada de colonização de Susa ou Susã indicam uma origem muito antiga do símbolo na Mesopotâmia. Sim, a suástica remonta ao antigo centro religioso de Babilônia.
Assim, quando se reconstitui seu início, vê-se que a suástica é de natureza religiosa. É verdade que, neste século vinte, também se tornou emblema político. Mas, quem a adotou qual emblema político primeiramente se familiarizou com ela por meio da igreja da qual era membro, a mesma igreja que assinou uma concordata com ele quando assumiu força política, sendo que seus clérigos oraram a favor dos exércitos dele quando eles foram para a guerra.


in Despertai de 8/1/1971 pp. 21-23

Provérbio da semana (15:13)

O coração alegre tem bom efeito sobre o semblante, mas por causa da dor de coração há um espírito abatido.

OBRIGADO RUI COSTA!

AMOR MEU, DOR MINHA

DOR MINHA QUE BATES NO CORAÇÃO,
OLHOS TEUS QUE CRUZAM COM A PAIXÃO;

PARA ONDE FORES CONTIGO IREI,
ONDE ESTIVERES AÍ FICAREI;

NA ROTA DO AMOR BUSCAMOS SINTONIA,
SENDO O MAIS IMPORTANTE A COMPANHIA;

FELIZ AQUELE QUE TE AMA,
E QUE PODE ALIMENTAR A CHAMA;

FICAREI. FELIZ. SINTO O TEU ABRAÇO FORTE,
SINTO QUE O AMOR NÃO ALIMENTA A MORTE;

POR TUDO ISTO UM ADEUS NÃO PERMITO,
NO NOSSO CORAÇÃO O AMOR NÃO É MALDITO.