
Um reformado polaco participou numa maratona de sexo, em 2003, mas, recentemente, decidiu processar os organizadores do evento, alegando que estes não protegeram a sua identidade, num DVD que acabou por chegar às mãos de um sobrinho seu. Leszek Szwerowski, 61 anos, assegura que lhe foi dito que a sua cara não iria aparecer sem ser escondida nas gravações dos Campeonatos Mundiais de Sexo 2003, em que três mulheres tentavam ter relações com o máximo de homens possível durante várias horas. «Foi-me dito que as caras dos participantes seriam distorcidas no computador em que o filme foi guardado, mas isso não aconteceu», explicou. A descoberta foi feita recentemente, quando um sobrinho seu o identificou numa das filas de homens que esperavam para ter sexo com as mulheres que participavam na iniciativa e contou a história a toda a família. Szwerowski, irado com a empresa Pink-Press - que organizou o evento -, decidiu processá-la e pediu uma indemnização por danos morais.